quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Roe vs. Wade: 41 anos de injustiça

Hoje foi feita uma Marcha pela Vida em Washington para assinalar os 41 anos do ‘Roe vs. Wade’. O julgamento opôs uma jovem, de seu nome Norma McCorvey, a quem foi dado o pseudónimo Jane Roe, ao Estado do Texas. Norma McCorvey dizia que tinha ficado grávida depois de ter sido violada e exigia o direito a abortar.

O julgamento foi longo e Norma acabou por ter uma filha, que deu para adopção. Depois de vários recursos o Supremo Tribunal decidiu-se pelo direito à privacidade, por conseguinte qualquer mulher poderia abortar sem ter que justificar-se, até à viabilidade do feto, ou seja até conseguir sobreviver fora do ventre materno. Esta decisão alterou todas as leis federais nos Estados Unidos e viria a influenciar a forma como o mundo começou a olhar para o "direito ao aborto".

Em 1987, Norma McConey admitiu que foi persuadida pela sua advogada a dizer que tinha sido violada e que precisava de abortar, e hoje em dia luta pelo fim do aborto no seu país. Sarah Weddington, a advogada, confirmou que tinha mentido e explicou-se desta forma: "A minha conduta pode não ter sido totalmente ética. Mas eu agi desta forma porque pensei que havia boas razões para o fazer.”

Nestes 41 anos foram feitos cerca de 57 milhões de abortos nos Estados Unidos, o que corresponde a 57 milhões de bebés mortos. Tudo com base num julgamento que foi uma mentira. 

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, faz o possível para promover a matança de bebés inocentes, e hoje, na mensagem de comemoração pelo aniversário do ‘Roe vs. Wade’ garantiu a continuação da política abortista e concluiu dizendo que no seu país todos merecem a mesma liberdade e oportunidade para cumprirem os seus sonhos. 

Bem, todos menos 57 milhões, até agora

João Silveira


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