quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O milagre em Hiroschima

A 6 de Agosto de 1945, Festa da Transfiguração de Cristo, um bombardeiro americano largou uma bomba atómica que detonou 580 metros acima de Hiroshima, Japão. A explosão incandescente matou todas as pessoas no raio de 1600 metros a partir do “ground zero” - estimam-se 60000 homens, mulheres e crianças.

Nesta data, aconteceu um milagre de que poucos ouviram falar. Os únicos sobreviventes nesse raio de 1600 metros eram oito padres jesuítas. Estes oito homens escaparam à explosão atómica e viveram até uma idade avançada sem contaminação radioactiva.

O padre Jesuíta Hubert Schiffer, um dos sobreviventes, tinha 30 anos na altura da explosão de Hiroshima em 1945. Depois de celebrar o Santo Sacrifício da Missa, da festa da Transfiguração, sentou-se para o pequeno-almoço quando todas as janelas brilharam com luz em todas as direcções.

Aqui está a descrição do Padre Schiffer sobre o que aconteceu: “Uma explosão assustadora encheu o ar com um violento choque como um trovão. Uma força invisível levantou-me da minha cadeira, arremessou-me através do ar, agitou-me, bateu-me, e arrastou-me a rodar e a rodar.

Ele teve algumas lesões menores, e os médicos do Exército Americano ainda confirmaram que ele e os seus sete companheiros não sofreram nem lesões graves nem danos de radiação.

Quando lhe perguntaram porque é que ele e os seus companheiros jesuítas saíram sem problemas enquanto que todas as outras pessoas naquele raio de 1600 metros tinha morrido, o Padre Schiffer respondeu: “Nós sobrevivemos porque estávamos a viver a mensagem de Fátima. Nós vivíamos e rezávamos o Terço diariamente em casa.”

Nagasaki, casa de dois terços dos Católicos japoneses, sofreu a segunda bomba atómica a 9 de Agosto de 1945. Este cidade, que se tinha tornado a “capital japonesa do Catolicismo” foi obliterada. No entanto, o mosteiro dos franciscanos estabelecido por S. Maximiliano Maria Kolbe em Nagasaki permaneceu sem danos. S. Maximiliano tinha anteriormente decidido ir contra um conselho que lhe tinham dado para construir o seu mosteiro numa localização mais perto da cidade. Em vez disso, S. Maximiliano escolheu uma localização atrás de uma montanha que ficava no meio deles. Quando a bomba atómica explodiu, o mosteiro mariano foi protegido e preservado.


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1 comentário:

Anónimo disse...

A Fé nos salva