domingo, 15 de novembro de 2015

São Tomás de Aquino sobre Maomé e o Islão

 
A maravilhosa conversão do mundo à Fé cristã é um certíssimo indício dos sinais havidos no passado, que não precisaram ser reiterados no futuro, visto que os seus efeitos são evidentes.

Seria realmente o maior dos sinais miraculosos se o mundo tivesse sido induzido, sem aqueles maravilhosos sinais, por homens rudes e vulgares, a crer em verdades tão elevadas, a realizar coisas tão difíceis e a desprezar bens tão valiosos.

Mas ainda, nos nossos dias, Deus, por meio dos Seus santos, não cessa de operar milagres para confirmação da Fé.

No entanto, os iniciadores de seitas erróneas seguiram um caminho oposto, como se tornou patente em Maomé, fundador do Islão.

a) Ele (Maomé) seduziu os povos com promessas referentes aos desejos carnais, excitados que são pela concupiscência.

b) Formulou também preceitos conformes àquelas promessas, relaxando, desse modo, as rédeas que seguram os desejos da carne.

c) Além disso, não apresentou testemunhos da verdade, senão aqueles que facilmente podem ser conhecidos pela razão natural de qualquer medíocre ilustrado. Além disso, introduziu, em verdades que tinha ensinado, fábulas e doutrinas falsas.

d) Também não apresentou sinais sobrenaturais. Ora, só mediante estes há conveniente testemunho da inspiração divina, enquanto uma acção visível, que não pode ser senão divina, mostra que o mestre da verdade está inspirado de modo invisível.

Mas Maomé manifestou ter sido enviado pelo poder das armas, que também são sinais dos ladrões e dos tiranos.

e) Ademais, desde o início, homens sábios, versados em coisas divinas e humanas, não acreditaram nele.

Nele, porém, acreditaram homens que, animalizados no deserto, eram totalmente ignorantes da doutrina divina. No entanto, foi a multidão de tais homens que obrigou os outros a obedecerem, pela violência das armas, a uma lei.

f) Finalmente, nenhum dos oráculos dos profetas que o antecederam dele deu testemunho, visto que ele deturpou com fabulosas narrativas quase todos os factos do Antigo e do Novo Testamento.

Tudo isso pode ser verificado ao estudar-se a sua lei. Já também por isso, e sagazmente pensado, não deixou que os seus seguidores lessem os livros do Antigo Testamento, para que não o acusassem de impostura.

g) Fica assim comprovado que os que lhe dão fé crêem levianamente.

in Suma contra os Gentios - Livro I, Capítulo VI


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5 comentários:

Anónimo disse...

A maioria dos crentes no Islão são pessoas pacíficas, tal como os cristãos. Passagens como esta em nada contribuem para um mundo coeso e pacífico.

Anónimo disse...

Irmão, esse mito da minoria islâmica pacífica e moderada está por explicar. Talvez possamos conseguir para provar o que diz sem se contradizer a cada duas palavras, como têm feitos todos os tentam empreender tão ingrata tarefa. De resto o mundo coeso e pacífico não se conquista com a renúncia à verdade para agradar quem vive na mentira. Isso é o que se chama de paz podre e tem habitualmente resultados nefastos.

Anónimo disse...

De resto também acredito na existência de muçulmanos pacíficos aos quais nunca passaria pela cabeça imitar um guerrilheiro sanguinário assassino e imoral como Maomé. Também há entre os que se dizem cristão que não fazem outra coisa senão justamente o contrário do que fazia Jesus. São os chamados traidores. Não fui eu que inventei essa entrada no dicionário.

Jose gonçalves disse...

os muçulmanos nao sao todos terroristas mas todos os terroristas sao muçulmanos

Aperçus d'Histoire disse...

E claro : "nem todo muçulmano é terrorista, mas todo muçulmano radicalizado é terrorista pelo menos potencial". Isso deve servir para os politicos do mundo inteiro definir a estrategia mais sapiencial quer dizer, depois de anos e anos de laxismo, tomar por fim as medidas fortes que se impõe... e bater na mosca. Lembro que a virtude de prudencia é dispor todos os meios proprios para obter o fim, conforme ao bem comum, que se procura.