domingo, 26 de março de 2017

Se vir o seu pároco de cor-de-rosa não se choque

Na antiguidade cristã, o dia de hoje era o “dia das rosas”, no qual os cristãos se presenteavam mutuamente com as primeiras rosas do Verão. Ainda hoje o Santo Padre benze, neste dia, uma rosa de ouro e a oferece a uma pessoa, ou instituição em sinal de particular atenção. 

A flor dourada que brilha reflecte a majestade de Cristo, com uma simbologia muito apropriada porque os profetas O chamaram "flor do campo e o lírio dos vales". A fragrância da rosa, de acordo com o Papa Leão XIII, "mostra o odor doce de Cristo que deve ser difundido extensamente pelos seus seguidores fiéis” (Acta, vol. VI, 104), e os espinhos e o matiz vermelho relembram a Sua paixão". 
A Santa Igreja, como o faz no Advento, interrompe também na Quaresma a sua penitência. Demonstra alegria pelo toque do órgão, pelo enfeite dos altares e pelo rosa dos paramentos. Esta alegria é expressa de igual modo pela própria denominação deste Domingo, chamado de 'Laetare', que significa 'Alegra-te', e que corresponde ao início da antífona deste IV Domingo da Quaresma:

"Alegra-te, Jerusalém! Reuni-vos todos os que amais; entregai-vos à alegria, vós que estivestes na tristeza para que exulteis e vos sacieis na abundância de vossa consolação. Ps. Alegrei-me com o que me foi dito: iremos à casa do Senhor."




D. B. Keckeisen, OSB in Missal Quotidiano, 1947


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1 comentário:

Anónimo disse...


Não me importo que me telefonem setecentas vezes da meo por dia
Eu atendo sempre com Alegria!
Que me roubem as grelhas e os tampões do carro sempre que seja preciso
E cobrem despesas de conta, sem aviso
Esqueçam da bebida no macdrive, ou as batatas sem sal
Que abusam da minha paciência nem levo a mal…
Que a pipeta das pulgas esteja falsificada,
Já não me importo, de ser picada
Só para ver o (meu) pároco de cor de rosa
Nem tomo banho, quando muda a hora
Favas com torresmos, até repito,
Qual lírio dos vales perfeito e bendito…