quinta-feira, 29 de junho de 2017

13 definições Pontifícias desde a fundação da Igreja até hoje

1) Ano: 449. O Papa São Leão Magno expõe a doutrina do mistério da encarnação. Em Cristo há uma só pessoa (divina) e duas naturezas (divina e humana). Debela-se, assim, a heresia de Nestório.
2) Ano: 680. O Papa Santo Agatão ensina haver em Cristo duas vontades distintas, a divina e a humana, ficando a vontade humana moralmente submissa à divina. O objectivo da definição era reprimir uma nova modalidade de monotelitismo, que dizia haver em Cristo unicamente a vontade divina.
3) Ano: 1302. O Papa Bonifácio VIII declara que toda criatura humana está sujeita ao pontífice romano. 
4) Ano: 1336. O Papa Bento XII definia que, logo após a morte, as almas sem nenhum pecado, nem venial, são admitidas à visão beatífica ou contemplação de Deus. 

5) Ano: 1520. O Papa Leão X condenou 41 proposições de Martinho Lutero. Sabe-se que o aludido frade agostiniano fixara 95 teses na porta da Catedral de Wittenberg, na Alemanha. Cuida-se das famigeradas heresias protestantes, como, por exemplo, a justificação só pela fé, o esquecimento da tradição e a sobrevalorização da Bíblia, a negação do papel de Maria Santíssima na economia da salvação, entre tantos postulados do século XVI.
6) Ano: 1653. O Papa Inocêncio X reprova o jansenismo, que nutria um conceito pessimista da natureza humana. 
7) Ano: 1687. O Papa Inocêncio XI denunciou a heresia das proposições de Miguel de Molinos, as quais queriam identificar a perfeição espiritual com tranquilidade e passividade da alma (quietismo).
8) Ano: 1699. O Papa Inocêncio XII condenou as assertivas de François de Fénelon, que queriam renovar o quietismo, anteriormente exprobrado por Inocêncio XI.

9) Ano: 1713. O Papa Clemente XI novamente o jansenismo expresso na obra de Pascásio Quesnel.
10) Ano: 1794. O Papa Pio VI denunciou 85 teses heréticas promulgadas em Toscana, no Sínodo de Pistoia, que retratavam o nacionalismo e depotismo do Estado. Uma dessas teses defendia que a Missa deveria ser dita em vernáculo.
11) Ano: 1854. O Papa Pio IX define o dogma da Imaculada Conceição de Maria. Numa prerrogativa especial, Nossa Senhora foi concebida sem a mancha do pecado original.
12) Ano: 1950. O Papa Pio XII define o dogma da Assunção de Maria ao Céu, em corpo e alma. Este dogma é corolário da Imaculada Conceição. 
13) Ano: 1994. O Papa João Paulo II, na carta apostólica “Ordinatio Sacerdotalis”, define o non possumus (impossibilidade) da Igreja no que concerne à ordenação de mulheres. O argumento básico é que Jesus, o divino fundador da Igreja católica, não escolheu mulheres para o grupo dos apóstolos, embora pudesse fazê-lo. 

adaptado de Zenit


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