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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Dados sobre o início das relações sexuais confunde os jovens

O uso da média de idade de início das relações sexuais pode confundir os jovens, afirma um estudo da Universidade de Navarra. A pesquisa do Instituto Cultura e Sociedade (ICS) analisou dados de 7.011 jovens de El Salvador, Peru e Espanha. Segundo concluiu a equipe, pode causar confusão utilizar a média de idade de início das relações sexuais entre os jovens, porque esta se costuma calcular só levando em conta aqueles que tiveram relações sexuais.

Por outro lado, a proporção de jovens em cada grupo de idade que já são sexualmente ativos é uma medida que leva em conta tanto os que tiveram relações sexuais como aqueles que não tiveram, em cada idade, e por isso é uma maneira mais clara de dar essa informação à população. É o que afirma o estudo Mean age of first sex. Do they know what we mean? , publicado recentemente na revista médica Archives of Sexual Behaviour.

De acordo com os resultados – comenta o Dr. Jokin de Irala – “diversas pesquisas e estudos costumam empregar a idade média de início das relações sexuais quando informa da atividade sexual juvenil. Esses dados podem ser interpretados como se a maioria dos jovens dessa idade já estivessem sexualmente ativos, quando na verdade isso é incerto”.

Por exemplo” – prossegue o coordenador da pesquisa –, “a média de início das relações sexuais na Espanha é de 16 anos. No entanto, a proporção de jovens sexualmente ativos aos 16 anos é de 22%”.

“A importância desse dado está em que os organismos internacionais de saúde pública estão tentando atrasar a idade de início de relações sexuais nos jovens e esta confusão pode entorpecer seu trabalho”, disse.

Por isso, os pesquisadores recomendam falar da sexualidade juvenil levando em conta a proporção de jovens de cada idade sexualmente ativos, “e não as médias de idade, que podem confundir os jovens”, enfatiza o doutor Irala. Este estudo se enquadra no projeto YOURLIFE, dedicado à análise dos estilos de vida e à opinião dos jovens acerca das relações, do amor e da sexualidade. in Zenit


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domingo, 7 de agosto de 2011

Preservativo não é totalmente seguro contra as DST

A Dra. María del Rosario Laris, que dirige o site www.sexoseguro.mx, oferece nesta entrevista informação sobre a eficácia do preservativo na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DST) – especialmente da SIDA – e da gravidez indesejada, em busca do “sexo seguro”.

O nome do seu site pode gerar curiosidade e até parecer ofensivo, pois trata-se do que os média argumentam sobre o tema do preservativo, não é assim?

María del Rosario Laris: Sim, certamente, mas trata-se de outra questão. Os estudos científicos que apresentamos no site indicam-nos claramente a verdadeira eficácia do preservativo para prevenir as DST. Por exemplo, no caso do HIV, as revisões internacionais outorgam-lhe uma média de 80% de eficiência com uso contínuo (ou seja, em 100% das relações sexuais), deixando uma janela de 20% de possibilidade de contágio, o que o aumenta notavelmente (até 50%) quando o uso do preservativo não se dá em 100% das relações sexuais.

Há outras DST para as quais o preservativo tem pouca eficácia de prevenção?

María del Rosario Laris: A eficiência do preservativo para as DST que se transmitem através do contacto com a pele, como o vírus da herpes, é de 30%, com uso contínuo; mas no caso do HPV, existem vários estudos, incluindo aqueles publicados no Boletim da Organização Mundial da Saúde, que indicam que não existem dados que demonstrem que a utilização do preservativo proteja realmente contra este vírus – e este facto pode desencadear o cancro do colo do útero nas mulheres do mundo inteiro.

Qual é a eficiência do preservativo como método para evitar uma gravidez indesejada?

María del Rosario Laris: O preservativo tem grandes possibilidades de falhar na tentativa de evitar a gravidez, com dados de 12 a 17%, e até de 50% no segundo ano de utilização.

Tão evidente assim? Os média dizem outra coisa, bem diferente...

María del Rosario Laris: De facto, a informação apresenta-nos uma realidade diferente da que é promovida pela indústria farmacêutica, dedicada à produção, distribuição e comercialização de preservativos no âmbito mundial, assim como governos e organizações que procuram unicamente fazer com que os adolescentes e jovens acreditem que, utilizando o preservativo, é possível viver responsavelmente a vida sexual – o que, a longo prazo, levou a um incremento das DST e das gravidezes nas adolescentes.

Em muitos países, como no México, diz-se que o preservativo é sinónimo de “sexo seguro” e já o elevaram quase a matéria formal nas instituições de ensino...

María del Rosario Laris: Estudos científicos demonstram que a exposição à educação no uso do preservativo não tem como consequência uma maior segurança nas práticas sexuais nem aumenta o seu uso no caso de condutas sexuais de risco, mas, ao contrário, criam ilusões sobre o mal-entendido “sexo seguro”, o que diminui a idade do início da vida sexual, aumenta o número de parceiros sexuais entre os jovens e tem como resultado directo um aumento no número das DST.

in Zenit


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terça-feira, 28 de junho de 2011

Revolução sexual: construída em cima de areia

What the naked body “says” when man and woman expose themselves to one another, not as patients to a doctor but as lovers, can be paraphrased thus: “This is all of me. I am entirely yours. I am giving you what is most intimately mine. You are seeing me, and touching me, as no one else now can. I love you.” Then the act of intercourse itself, the marital act—what does it say? What must it say, whether we will or no? (…)

It will not do to say, “As long as people are honest with one another, fornication is all right.” The point is that they cannot be honest with one another in that situation. The supposed honesty of detachment, or deferral, or temporizing, or mutual hedonism, only embroils them in a deeper lie. The body in the act of generation says, whether we like it or not, “I am reaching out to the future, to a time when there will be no turning back.” The body, naked to behold in love, says, “There is nothing of mine that I do not offer as yours. We complete one another, man and woman.” Such affirmations transcend the division between the private and the public. They are therefore only made in honesty by people who are married—who have acknowledged publicly that they belong forever to one another and to the children they may conceive by the marital act.

No one but a sadist could say, “I feel no love for you, but am using your body as a convenient receptacle, for the sake of the pleasure. Afterwards I dearly hope you will not trouble me with your continued presence.” Is that too strong? What about this? “I like you very much, and yet I have no intention of spending the rest of my life with you, or even the rest of this year.” Or this? “Let’s pretend we are married, but let’s not actually get married, because I might change my mind about you.” Or this? “I am bored, and you are here.” Or this? “You are very good looking, and we will get married, maybe, someday, not too soon, and if we do conceive a child, we’ll deal with it then, I don’t know how.” Or this? “I don’t love you, but maybe if we do this a few times I can fool myself into thinking so.” Or this? “I want to love you, but I know you are too selfish to love me in return, or I’m not worthy of your attention, so I’ll do what you like, and hope.” Or this? “I am drunk, so nothing of what I do or say means anything.”

Ler o resto do artigo aqui - Sexual Revolution: Built Upon Sand


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quarta-feira, 23 de março de 2011

Negar dimensão moral da sexualidade mina liberdade



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Alemanha: mais pais na prisão por rejeitarem educação sexual

Na semana passada, a Europa descobriu com surpresa que, em um país democrático como a Alemanha, uma mãe foi presa por se recusar a levar seus filhos à aula de educação sexual do Estado e que já eram 53 os pais condenados por esse motivo.

Na última segunda-feira, a ‘Alliance Defense Fund' (ADF), entidade jurídica que defende os direitos das famílias alemãs perante o Tribunal Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo, informou sobre dois novos casos de prisão de pais em Salzkotten. São eles: Eduard W., pai de 8 filhos, e Artur W., pai de 10 filhos e a duas semanas de ter o 11º.


Esses pais recusaram-se a permitir que seus filhos participem do programa de educação sexual, porque não concordam com a educação sexual que o Estado quer impor aos seus filhos de forma obrigatória e consideram que seus direitos humanos e civis estão sendo violados. De acordo com Roger Kiska, advogado da ADF, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo não aceitou o pedido para decretar medidas de emergência para libertar a Sra. Wiens, apesar da prisão injusta.


"Estamos convencidos de que, quando o Tribunal de Estrasburgo ditar sua sentença sobre os casos de pais que foram presos pelo simples fato de exercer a paternidade, a justiça vai prevalecer", disse ele.


Enquanto isso, em Espanha, Profissionais pela Ética promove uma declaração a favor da Sra. Wiens, a mãe presa pelo mesmo motivo, na mesma localidade alemã de Salzkotten, assim como de outros pais alemães condenados. Nesta declaração, que foi assinada por 43 associações da Espanha, Irlanda, Itália, Bélgica, França, Eslováquia, Alemanha, EUA, Quênia, Filipinas, México e Noruega, pede-se às autoridades alemãs que libertem os pais presos por quererem educar seus filhos segundo suas convicções. Também se exige que as instituições europeias garantam os direitos fundamentais e a liberdade de educação.


A declaração foi enviada às seguintes instituições: Chancelaria Federal da Alemanha; governo federal alemão; ministérios da Cultura e Educação dos estados alemães federados; instituições do Conselho da Europa; representantes dos governos alemão e espanhol no Conselho da Europa; Parlamento Europeu; embaixada alemã na Espanha; tribunais que condenaram os progenitores alemães; pais alemães presos. A declaração pode ser assinada em: http://www.profesionalesetica.org/suscribirse-a-la-declaracion/ in Zenit


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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

(des)educação sexual nas escolas

"Mas o sexo também pode acontecer quando não existe amor. Isso é uma escolha pessoal, uma forma de estar na vida que devemos respeitar."

in Educar para uma Sexualidade Harmoniosa, dos 6 aos 12 anos


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terça-feira, 22 de junho de 2010

O Estado enquanto educador sexual

Falhada a utopia de construir uma sociedade sem classes, os defensores da tese tentam agora construir uma sociedade igualitária, de preferência sem referências culturais, religiosas ou ideológicas.

A ideia é convencer as gerações futuras de que viver em liberdade é prescindir de optar; é, basicamente, tomar como certo e sem alternativa um modelo de sociedade que é enfiado na cabeça dos mais novos, desde tenra idade, no banco da escola.

Na senda deste projecto, entra em cena, no próximo ano lectivo, a educação sexual contada pelo Estado, por este Estado que não perde oportunidade ou poupa recursos para explicar às nossas crianças o que é o sexo. Uma matéria que o Estado conhece mais do que qualquer pai ou qualquer mãe que queiram ensinar outras coisas aos filhos. Isso, diz o Estado, é pôr ideias retrógradas nas cabeças das crianças.

É assim que este nosso querido Estado benfeitor quer construir uma sociedade moderna e sem complexos e, já agora, se puder ser, também sem capacidade de pensar pela própria cabeça.

Se tudo correr bem, espero que os meus filhos chumbem por faltas às disciplinas em que lhes quiserem ensinar aquilo que o Estado não tem direito de ensinar.

Está na hora de explicar ao Estado quem manda na nossa casa! Raquel Abecasis - RR


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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Quem diz a verdade não merece castigo II

As paróquias da Baixa-Chiado estão a distribuir um panfleto de preparação à confissão, "sacramento de penitência e da reconciliação", lê-se na capa. E um dos "pecados graves" que os crentes se devem penitenciar diz respeito à vida sexual. "Guardei a castidade? Consenti em maus pensamentos? Participei em conversas indecentes. Pratiquei alguma acção grave contra a castidade (masturbação, relações sexuais fora do casamento, leitura, audição ou visionamento do material pornográfico, práticas homossexuais)? Artigo completo aqui.


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terça-feira, 23 de junho de 2009

Em Portugal começa em Setembro

O Governo da Índia diz: A educação sexual “não tem absolutamente lugar algum” nas nossas escolas, pois promove a promiscuidade

O governo da Índia rejeitou os programas de educação sexual ao estilo ocidental, dizendo que não fazem nada para resolver o problema da gravidez entre adolescentes, mas só agrava o problema de promover a promiscuidade sexual.

Um relatório do governo sobre o assunto foi divulgado em resposta a uma petição lançada pelos cidadãos contra uma decisão do Ministério Federal de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DRH) para iniciar educação sexual nas escolas. O programa havia sido elogiado como um meio de impedir a propagação da SIDA e outras doenças sexualmente transmissíveis. Os materiais para professores da Índia incluíam detalhes explícitos sobre “métodos alternativos” de sexo, inclusive sexo anal e oral, apresentados como meios de evitar a SIDA.
De acordo com o governo, o currículo preparado com material do UNICEF, havia “chocado a consciência” do país e foi descrito como “muito alarmante”. Se implementado, o relatório disse, “promoveria promiscuidade da pior espécie”. O relatório foi divulgado em março por uma comissão do senado do Parlamento Indiano, e diz que a introdução da educação sexual nas escolas da Índia deve pelo menos ser adiada até que a questão seja totalmente debatida em público.

A posição do governo indiano contrasta fortemente com a posição do Ocidente, que, em reacção às crescentes taxas de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis entre adolescentes, vem invariavelmente aumentando o acesso a anticoncepcionais e aborto grátis e expondo crianças cada vez mais novas a uma educação sexual mais explícita.
O testemunho de testemunhas e peticionários em que se baseou o relatório foi uma crítica pungente dos efeitos que tais programas estão tendo nos países que os adotaram. Os peticionários disseram para a comissão que o proposto currículo “seria um golpe na raiz da estrutura cultural de nossa sociedade nutrida durante milénios”.
Se implementado, disseram os peticionários, o programa “corromperia os jovens indianos e levaria ao colapso do sistema educacional”. Em grande parte, disseram eles, tais programas não são nada mais do que uma “educação para vender preservativos” que levará à criação de uma “sociedade imoral” e a um aumento de famílias de mães solteiras.
O relatório acusou o Ministério DRH, nos seus esforços de suprimir a petição, de usar “jargão técnico e eufemismo” a fim de minimizar os temores dos peticionários.

Tão explícito era o material em questão que no processo de sua apresentação à comissão, pediu-se aos peticionários que não fizessem uma apresentação de PowerPoint porque a comissão “não se estava a sentir à vontade com ela e poderia ser vergonhoso, principalmente para as senhoras membros e outras mulheres presentes”.
Os peticionários haviam apontado para a crescente taxa de gravidezes entre adolescentes de outros países, observando que em França, as escolas são equipadas com enfermeiras para distribuir “pílulas anticoncepcionais” às meninas na manhã após um “sexo inseguro”. O relatório também notou a situação na Grã Bretanha, onde as escolas estão “ligadas a centros de aborto para eliminar as gravidezes das adolescentes.
Pratiba Naitthani, co-peticionário e professor, disse para a comissão que “nada é mais seguro do que a abstinência sexual até o casamento”. Fonte: lifesitenews


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