sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Frase do dia

"A pessoa que medita e dirige os pensamentos a Deus, procura conhecer os seus defeitos, tenta corrigi-los, modera os seus impulsos e põe em ordem a sua consciência." 

S. Pio de Pietrelcina


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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Novena à Imaculada Conceição - 5 de Dezembro

Oração de todos os dias: Virgem Puríssima, concebida sem pecado...(clicar aqui)

Sétimo dia - 5 de Dezembro

Ó aurora nascente e pura, Imaculada Virgem Maria, eu me alegro e exulto convosco porque no mesmo instante da Vossa Conceição, fostes confirmada em graça e tornada impecável.

Dou graças à Santíssima Trindade, que somente a Vós distinguiu com este especial privilégio. Ó Virgem Santíssima, alcançai-me um total e contínuo aborrecimento do pecado sobre todos os outros males, e que antes morra do que tornar a cometê-los. Amén.

Avé Maria...

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!

(Cântico a Nossa Senhora) 


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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Novena à Imaculada Conceição - 4 de Dezembro

Oração de todos os dias: Virgem Puríssima, concebida sem pecado...(clicar aqui)

Sexto dia - 4 de Dezembro

Ó estrela resplandecente de pureza, Imaculada Virgem Maria, eu alegro-me convosco, pois a Vossa Imaculada Conceição causou um imenso gozo a todos os Anjos do Paraíso.

Dou graças e bendigo à Santíssima Trindade, que Vos enriqueceu com tão belo privilégio. Ah! Senhora, fazei que eu um dia tenha parte nessa alegria e que possa, na companhia dos Anjos, louvar-Vos e bendizer-Vos eternamente. Amén.

Avé Maria...

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!

(Cântico a Nossa Senhora) 


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As três ideias do Papa Francisco para este tempo de Advento

- Perseverar na oração;

- Ser mais concretos na caridade fraterna, aproximar-se mais de quem precisa;

- Ter alegria ao louvar o Senhor.


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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Novena à Imaculada Conceição - 3 de Dezembro

Oração de todos os dias: Virgem Puríssima, concebida sem pecado...(clicar aqui)

Quinto dia - 3 de Dezembro

Ó Maria, refulgente lua de pureza, eu congratulo-me convosco, porque o mistério de Vossa Imaculada Conceição foi o princípio da salvação de todo o mundo.

Dou graças e bendigo à Santíssima Trindade, que assim magnificou e glorificou Vossa pessoa, e Vos suplico que me alcanceis a graça de saber aproveitar-me da Paixão e morte de Jesus, e que não seja para mim inútil o Seu Sangue derramado na Cruz, mas que eu viva santamente, para que Ele salve a minha alma. Amén.

Avé Maria...

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!

(Cântico a Nossa Senhora) 


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Dia de São Francisco Xavier


Hoje é dia de São Francisco Xavier, confessor e um grande missionário. Na igreja do Gesù, aqui em Roma, esta o seu braço direito, com o qual baptizou milhares de pessoas. A frase do evangelho que fez com que Francisco mudasse de vida foi-lhe dita por Santo Inácio de Loyola: "De que vale a um homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma?" (Mc 8, 36)


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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A visualização deste video poderá provocar vontade de ser Missionário



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Novena à Imaculada Conceição - 2 de Dezembro

Oração de todos os dias: Virgem Puríssima, concebida sem pecado...(clicar aqui)

Quarto dia - 2 de Dezembro

Ó espelho de pureza, Imaculada Virgem Maria, eu encho-me de sumo gozo ao ver que, desde a Vossa Conceição, foram em Vós infundidas as mais sublimes virtudes e, ao mesmo tempo, todos os dons do Espírito Santo.

Dou graças e louvo a Santíssima Trindade que com estes privilégios Vos favoreceu; e suplico-Vos, ó benigna Mãe, que me alcanceis a prática das virtudes, e me façais também digno de receber os dons e a graça do Espírito Santo. Amén.

Avé Maria...

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!

(Cântico a Nossa Senhora) 


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Frase do dia

"Temos vivido sem pensar, como se não soubéssemos que um dia o Juiz Eterno nos fará prestar contas de tudo o que fizemos e de como usámos o nosso tempo?" 

S. Pio de Pietrelcina


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domingo, 1 de dezembro de 2013

Basílica de Santa Inês fora dos muros


Hoje à tarde fui visitar Santa Inês fora dos muros. A Basílica original foi construída pelo Imperador Constantino em 342 d.C. no local onde estava sepultada Santa Inês. Esta corajosa mulher morreu mártir no ano 304 d.C. Não hesitou em dar a vida para defender a sua fé (queriam obrigá-la a adorar deuses pagãos) e a sua pureza (foi muito cobiçada pela sua extraordinária beleza). 


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Lições das Pequenas Almas Sofredoras - Austin Ruse

Ao longo dos meus últimos artigos tenho estado a contar a história das pequenas almas sofredoras:

A Audrey Stevenson morreu de leucemia, aos 7 anos, depois de levar toda a sua família à fé.

A Margaret Leo morreu com 14 anos, após uma vida alegre de caridade cristã, apesar de sofrer de espinha bífida.

O Brendan Kelly morreu aos 15. Tinha trissomia 21 e viveu a vida toda com leucemia, mas continua a inspirar todos os que o conheceram.

A primeira coisa que nos marca quando conhecemos estas histórias é perceber o quanto sofreram. Estamos a falar de sofrimento intenso, tanto físico como mental, de longa duração. Sofrimento atroz, do género de fazer o soldado mais rijo chamar pela mãe.

Tanto a Audrey como o Brendan foram sujeitos a tratamentos invasivos de quimioterapia, esteróides, punções lombares e, eventualmente, transfusões de medula. Viveram longos períodos sem sistema imunitário, com o perigo a espreitar por detrás de cada micróbio errante.

A Margaret Leo teve barras de titânio inseridas nas costas para travar o curvar da coluna. Em vez disso foram as barras que entortaram. Ainda hoje o seu pai guarda as barras tortas em cima da sua secretária, para nunca se esquecer do que é, verdadeiramente, um dia mau.

Os pais da Audrey tinham de obrigá-la a falar da sua dor, para que os médicos a pudessem ajudar. A Margaret raramente mencionava o seu sofrimento e, no geral, sorria apesar de tudo e durante os períodos de pior dor, o Brendan tentava fazer rir os seus pais, para que não se preocupassem com ele. A maioria das crianças não é assim. Nós, adultos, não somos assim.

Enquanto seres humanos simplesmente não somos capazes de imaginar este tipo de dor. Fugimos da dor. Escondemos a dor por detrás de analgésicos cada vez mais desenvolvidos. Refugiamo-nos na cama. Choramingamos e queixamo-nos. Falamos da nossa dor, talvez todos os dias. Um “Como é que isso vai?” pode espoletar um verdadeiro catálogo até das dores mais pequenas. É verdade que às vezes oferecemos a dor como sacrifício pelos outros, mas na maioria das vezes não o fazemos.

O sofrimento é um dos grandes mistérios. Ocupa não só as grandes mentes de todos os tempos, mas também o meu e o seu. Uma das Quatro Nobres Verdades do Budismo é sobre o sofrimento e de como usar o Nobre Caminho Octuplo para o evitar. O Hinduísmo vê o sofrimento como uma espécie de punição por mau comportamento. O Islão diz que os fiéis devem aguentar o sofrimento como uma prova da sua fé.

Só o Cristianismo vê o sofrimento como redentor, como uma forma de partilhar no sofrimento de Cristo na Cruz e de lhe diminuir o sofrimento. Os católicos também acreditam que o sofrimento pode ser oferecido para diminuir a dor dos outros. Esta noção é perfeitamente estranha à maioria das religiões.

Uma leitora discordou veementemente de algumas das ideias no artigo sobre a Audrey. Simplesmente não era capaz de conceber que a sua história fosse verdadeira. Avisou que os adultos às vezes impõem as suas ideias aos mais novos e perguntou se os pais da Audrey não teriam incutido nela uma espécie de religiosidade precoce. A leitora, que é judia, questionou se às vezes os adultos não vêem coisas nas crianças que de facto não estão lá. É uma preocupação compreensível.
Uma vez dei uma entrevista sobre a Audrey a uma rádio católica. A entrevistadora sugeriu que eu investigasse o caso de outra menina com o mesmo nome, Audrey Santo, à volta da qual tinha crescido uma certa devoção. Depois de um acidente de natação, esta menina desenvolveu uma condição chamada mutismo acinético, que a deixou incapaz de se mexer e de falar. A sua mãe levou-a a Medjugorje e anunciou que a rapariga, a pedido da Virgem Maria, tinha aceite tornar-se uma alma vítima. Dizia-se que tinha as chagas, que as imagens choravam, e por aí fora. O bispo local sugeriu cautela em relação a toda a história.


Mas os casos sobre os quais escrevi não têm nada a ver com isto. Não há estátuas a chorar, nem chagas. Só crianças normais em circunstâncias extraordinárias. Eram antes de mais crianças, e não os objectos de imaginações religiosas. Nenhuma delas queria estar doente ou sofrer.

O Brendan era a alma de todas as festas. Vi fotografias de ele a dançar em casamentos com amigos e familiares a aplaudir. Adorava desporto. A Audrey tinha de facto um sentido aguçado de propriedade e chegava a evitar ir a festas de anos com medo de ouvir palavrões, mas não deixava de ser uma menina normal que brincava com as irmãs e com as amigas. A Margaret adorava ver os outros meninos a brincar no parque. Eram crianças normais a quem tinham sido dadas grandes cruzes para carregar – e grandes dons para as ajudar a carregá-las.

São os santos do mundo actual. Mais do que isso, são santos do nosso tempo, porque a outra coisa que noto sobre eles é que nasceram em grandes desertos espirituais. Enquanto as suas famílias eram em larga medida católicas praticantes, estas crianças cresceram num meio social de poder, influência e riqueza, que tende a fugir de religião. São os verdadeiros desertos dos tempos de riqueza.

O Brendan era amigo do James Pavitt, ex-chefe do serviço clandestino da CIA. Erik Prince, o polémico fundador do serviço de segurança privada Blackwater chorou como um bebé quando soube que Brendan tinha morrido, e transportou toda a sua grande família do Médio Oriente para irem ao funeral.

A Audrey nasceu numa família influente em França, com ligações e interesses nos Estados Unidos e noutros países.

A Margaret Leo tornou-se muito amiga de Clarence Thomas, o juiz do Supremo Tribunal. A sua fotografia ainda está na sua secretária, dentro de uma moldura feita por ela, de pauzinhos de gelado.

Quando pensamos em crianças a quem foram dados grandes dons espirituais, normalmente pensamos em pastores, ou algo parecido, como em Fátima e em Lourdes. Mas estas crianças eram diferentes. Estas receberam muitos bens materiais, excelentes oportunidades de educação e conhecimentos sociais. Deus colocou estas pequenas almas sofredoras nestes locais e neste tempo por uma boa razão, para que as suas histórias possam tocar as almas que habitam as casaronas de Great Falls, McLean, Paris e mais além.

Audrey Stevenson, Margaret Leo, Brendan Kelly, rogai por nós. in Actualidade Religiosa

Austin Ruse é presidente do Catholic Family & Human Rights Institute (C-FAM), sedeado em Nova Iorque e em Washington D.C., uma instituição de pesquisa que se concentra unicamente nas políticas sociais internacionais. As opiniões aqui expressas são apenas as dele e não reflectem necessariamente as políticas ou as posições da C-FAM.


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Novena à Imaculada Conceição - 1 de Dezembro

Oração de todos os dias: Virgem Puríssima, concebida sem pecado...(clicar aqui)

Terceiro dia - 1 de Dezembro

Ó Maria, mística rosa de pureza, eu alegro-me convosco, que gloriosamente triunfastes da infernal serpente, na Vossa Imaculada Conceição, porque fostes concebida sem mácula de pecado.

Dou graças e louvo a Santíssima Trindade, que tal privilégio Vos concedeu e Vos suplico que me alcanceis força para superar todas as traições do comum inimigo, e para não manchar a minha alma com o pecado.

Ah! Senhora, ajudai-me sempre e fazei que, com a vossa protecção, sempre triunfe de todos os inimigos da minha salvação. Amén.

Avé Maria...

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!

(Cântico a Nossa Senhora) 


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sábado, 30 de novembro de 2013

PREC no Vaticano


Os Meios de Comunicação Social estão a acompanhar um PREC (Processo Revolucionário em Curso) no Vaticano. Quase todos afirmam que o Papa Francisco está a ganhar a revolução, embora a situação ainda seja confusa. Neste momento, é absolutamente certo que muita gente, fora e dentro da Igreja, está profundamente abalada com os primeiros meses de pontificado.

Há dias, o Papa Francisco dizia ao Conselho Pontifício para a Nova Evangelização que, para fazer chegar este anúncio «a tantas pessoas que se afastaram da Igreja, é um erro culpar uns ou outros; sobretudo, não é altura de falar em culpas. (...) A nova evangelização, ao mesmo tempo que chama à coragem de avançar contra-corrente (...), só pode usar a linguagem da misericórdia». Francisco repete isto continuamente — para pavor de uns e surpresa de quase todos.

Alguns pró-vida norte-americanos irritam-se, porque o Papa não desmascara os abortistas ou propagandistas homossexuais que começaram a mostrar simpatia pela Igreja. Os apoiantes de Mons. Marcel Lefebvre protestam contra as recentes canonizações de mártires, porque o Papa não achou necessário referir que os assassinos eram muçulmanos...

Ao mesmo tempo, chegam elogios das origens mais improváveis. Até entre nós. O colunista Daniel Oliveira, habitualmente hostil, reconhece que se sentiu tocado pelo que ele chama «a reenvangelização benigna de Francisco» (5 de Novembro, no «site» do «Expresso»). Até se desculpa: «dirão que, sendo eu ateu, nada que diga respeito à Igreja Católica e ao Vaticano me deveria interessar grandemente. Mas interessa-me muito». Daniel Oliveira não tem ilusões acerca da doutrina, «o que é novo neste Papa não são as suas posições», mas percebe que algo se passa: «a postura deste Papa pode vir a ser um terramoto» e, de argumento em argumento, deixa-nos sem palavras: «Por mais estranho que vos pareça, não considero, por isso, negativo que a Igreja Católica (...) recupere, na Europa e na América do Norte, um pouco do poder que perdeu». Como a doutrina da Igreja não muda, ele não acredita que a Igreja se transforme «no que ela não pode, por natureza, ser»

Mas [o Papa] cria pontes mais sólidas entre ela e as sociedades democráticas. E são essas pontes que poderão contrariar a sua decadência no Ocidente». Um ateu a dizer ao mundo que preste atenção à voz da Igreja?! Desejoso de contrariar a sua decadência no Ocidente?! Quando Daniel Oliveira vê aspectos positivos na Igreja católica, já não sei se concordo com ele ou não. Ele próprio não sabe bem se concorda com o Papa ou não. Mas claramente algo mudou e estamos a assistir àquela reevangelização pacífica, benigna, como lhe chama Daniel Oliveira.

Para o Papa Francisco, o centro desta pastoral da misericórdia é o sacramento da confissão. Aí é que se trava a suprema batalha entre a inércia do mal e o abraço de Deus.

Nalguns países, a descoberta da confissão foi uma coisa tão súbita e tão profunda que teve honras de jornais e lançou em campo os especialistas das sondagens. Já se fizeram duas: uma nos primeiros meses de pontificado e outra mais recente, para ver se o fenómeno estava a abrandar. Só em Itália, registaram-se «centenas de milhar de conversões directamente relacionadas com os apelos do Papa Francisco». E na segunda sondagem o ritmo não diminuiu. «Um efeito maciço e até mesmo espectacular», segundo Massimo Introvigne, director da equipa de sondagem.

Este Papa não gosta de fugas: «Alguns dizem: “Ah, confesso-me com Deus”! É fácil, é como confessar-se por email, não é? Deus lá longe, eu digo as coisas e não há um face-a-face, não há um olhos-nos-olhos».

Vergonha? — «Envergonharmo-nos perante Deus é uma graça». «O cristão deve lidar com o seu pecado de uma forma concreta, honesta, e ter a capacidade de se envergonhar perante Deus, de pedir perdão e se reconciliar confessando os seus pecados».

Há dias, a Santa Sé enviou aos bispos um exame de consciência, acerca da pastoral familiar, pedindo-lhes para responderem se são corajosos a propor a doutrina da Igreja, se o fazem com todo o respeito e simpatia para com as pessoas, se as famílias cristãs rezam suficientemente, se têm uma mentalidade saudavelmente aberta à natalidade... Não está fácil ser bispo.

Segundo o Papa, a conversão é já. A revolução é para ontem. E o Papa não quer ninguém de fora. 

José Maria André in «Correio dos Açores», 17-XI-2013


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Novena à Imaculada Conceição - 30 de Novembro

Oração de todos os dias: Virgem Puríssima, concebida sem pecado...(clicar aqui)

Segundo dia - 30 de Novembro

Ó Maria, lírio imaculado de pureza, eu congratulo-me convosco, porque desde o primeiro instante da Vossa Conceição fostes cheia de graça e além disto Vos foi conferido o perfeito uso da razão.

Dou graças e adoro a Santíssima Trindade, que Vos concedeu tão sublimes dons; e me confundo totalmente na Vossa presença ao ver-me tão pobre de graça; Vós que de graça celeste fostes tão copiosamente enriquecida, reparti-a com a minha alma e fazei-me participante dos tesouros que começastes a possuir na Vossa Imaculada Conceição. Amén.

Avé Maria...

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!

(Cântico a Nossa Senhora) 


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Um fantástico grupo de oradores, a não perder hoje à noite!




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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Novena à Imaculada Conceição - 29 de Novembro

Para todos os dias:

Virgem Puríssima, concebida sem pecado, e desde aquele primeiro instante toda bela e sem mancha. Gloriosa Maria, cheia de graça, Mãe de Deus, Rainha dos Anjos e dos homens. Saúdo-Vos humildemente como Mãe do meu Salvador que, com aquela estima, respeito e submissão com que Vos tratava, me ensinou quais sejam as honras e a veneração que devo prestar-Vos; dignai-Vos, eu vo-lo rogo, de receber as que nesta novena Vos consagro.

Vós sois o seguro asilo dos pecadores penitentes, e assim temos razão para recorrer a Vós. Sois Mãe de Misericórdia, e por este título não podeis deixar de enternecer-Vos à vista das nossas misérias. Sois, depois de Jesus Cristo, toda a nossa esperança, e por esta razão não podeis deixar de reconhecer a terna confiança que temos em Vós. Fazei-nos dignos de nos chamar Vossos filhos, para que possamos confiadamente dizer-Vos: Mostrai que sois nossa Mãe! Amén.

Primeiro dia - 29 de Novembro

Eis-me aqui, aos Vossos pés, ó Santíssima Virgem Imaculada! Convosco me alegro sumamente, porque desde a eternidade fostes eleita Mãe do Verbo Divino e preservada da culpa original.

Eu bendigo e dou graças à Santíssima Trindade, que Vos enriqueceu com este privilégio na Vossa Conceição, e humildemente Vos suplico que me alcanceis a graça de vencer os tristes efeitos que em mim produziu o pecado. Ah! Senhora, fazei que eu os vença e nunca deixe de amar o nosso Deus!

Avé Maria...

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!

(Cântico a Nossa Senhora) 


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Papa Francisco ataca fortemente o aborto na primeira Exortação Apostólica


213. Entre estes seres frágeis, de que a Igreja quer cuidar com predilecção, estão também os nascituros, os mais inermes e inocentes de todos, a quem hoje se quer negar a dignidade humana para poder fazer deles o que apetece, tirando-lhes a vida e promovendo legislações para que ninguém o possa impedir. Muitas vezes, para ridiculizar jocosamente a defesa que a Igreja faz da vida dos nascituros, procura-se apresentar a sua posição como ideológica, obscurantista e conservadora; e no entanto esta defesa da vida nascente está intimamente ligada à defesa de qualquer direito humano. 

Supõe a convicção de que um ser humano é sempre sagrado e inviolável, em qualquer situação e em cada etapa do seu desenvolvimento. É fim em si mesmo, e nunca um meio para resolver outras dificuldades. Se cai esta convicção, não restam fundamentos sólidos e permanentes para a defesa dos direitos humanos, que ficariam sempre sujeitos às conveniências contingentes dos poderosos de turno. Por si só a razão é suficiente para se reconhecer o valor inviolável de qualquer vida humana, mas, se a olhamos também a partir da fé, «toda a violação da dignidade pessoal do ser humano clama por vingança junto de Deus e torna-se ofensa ao Criador do homem».

214. E precisamente porque é uma questão que mexe com a coerência interna da nossa mensagem sobre o valor da pessoa humana, não se deve esperar que a Igreja altere a sua posição sobre esta questão. A propósito, quero ser completamente honesto. Este não é um assunto sujeito a supostas reformas ou «modernizações». Não é opção progressista pretender resolver os problemas, eliminando uma vida humana. 

Mas é verdade também que temos feito pouco para acompanhar adequadamente as mulheres que estão em situações muito duras, nas quais o aborto lhes aparece como uma solução rápida para as suas profundas angústias, particularmente quando a vida que cresce nelas surgiu como resultado duma violência ou num contexto de extrema pobreza. Quem pode deixar de compreender estas situações de tamanho sofrimento?" 

in Evangelii Gaudium


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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Obscurantismos da Idade Média




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Frase do dia

"Pensemos na nossa vida com valentia. Por que é que às vezes não conseguimos os minutos de que precisamos para terminar amorosamente o trabalho que nos diz respeito e que é o meio da nossa santificação? Por que descuidamos as obrigações familiares? Por que é que se nos mete a precipitação no momento de rezar ou de assistir ao Santo Sacrifício da Missa? 

Por que nos faltará a serenidade e a calma para cumprir os deveres do nosso estado e nos entretemos sem qualquer pressa nos caprichos pessoais? Podeis responder-me: são coisas pequenas. Sim, com efeito, mas essas coisas pequenas são o azeite, o nosso azeite, que mantém viva a chama e acesa a luz." 

S. Josemaria Escrivá


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80% dos jovens Católicos deixam a Igreja (e como mudar)

Porque é que os jovens deixam a Igreja? 80% dos Católicos deixam de o ser quando chegam aos 23 anos. É uma estatística americana. Não conheço os números na Europa. Imagino que não estejam melhores. Os jovens estão a deixar a Igreja Católica.
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Estive a ler a crítica do Kevin Cotter à Forming Intentional Disciples por Sherry Weddell no blog Focus. Ele enumera estatísticas alarmantes. Eis quatro estatísticas notáveis:
  1. Apenas 30% de americanos que foram criados Católicos ainda praticam (p. 24).
  2. 1o% de todos os adultos na América são ex-Católicos (p. 25).
  3. Quase 80% dos Católicos de berço deixam de ser Católicos até aos 23 anos (p. 33).
  4. No início do século XXI, entre os Americanos educados como Católicos, tornar-se protestante é a melhor garantia de uma prática estável na igreja como adulto (p. 35).
Se eu vos dissesse que "apenas 20% dos estudantes que se licenciam na Universidade XYZ arranjam emprego" iam pensar que esta era uma universidade mesmo má. De facto, a sua acreditação devia mesmo ser revista.
Bem, é precisamente isto que está a acontecer com a Igreja Católica nos Estados Unidos. Apenas 20% dos Católicos que passam pelo nosso sistema é que aplicam a fé às suas vidas quando chegam aos 23 anos. Os outros 80%  saem.

Porque é que os jovens deixam a Igreja?

Os jovens deixam a Igreja porque não encontraram Cristo e o Seu amor. Ponto. Esta é a resposta. Ser cristão implica ter um desejo apaixonado por estar com Deus para sempre. É isto que o Cristão deseja acima de tudo: Deus. Estar com Aquele que nos ama mais que qualquer outro.
“Assim como eu vos amei, amai-vos também uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.” (João 13, 34-35)
A vossa Igreja parece uma comunidade de amor? Se não, temos que começar por aí. Os jovens estão à procura de ser amados. Procuram experiências sexuais, movimentos políticos, drogas e grupos ideológicos.
Como é que os podemos convidar a rever Jesus como Deus de amor?
Jesus não disse: "Ide a todo o mundo. Sejam amargos. Queixem-se sobre política. Mantenham uma tabela pública com os enganos dos bispos. Falem sobre quão difícil é ter muitos filhos e obedecer aos preceitos divinos. Assim, atrairão todos a mim."
São Paulo lembra-nos: "não sabeis que a bondade de Deus serve para vos levar ao arrependimento?"
Sejam simpáticos. Mostrem amor. Tragam outras pessoas para Deus. (experimentem trazer sete durante a vossa vida e convertam o mundo!). Taylor Marshall


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