sexta-feira, 29 de abril de 2011

Resta qui con noi



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Em directo de Roma

Hoje visitei a igreja de santa ines, na piazza navona. Lembro me da nossa noite de adoracao la. Nota: msg enviada do itouch. Ps - o espirito senza continua!


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terça-feira, 26 de abril de 2011

Porquê é que acreditam?

Estamos numa altura de grande riqueza espiritual: Este ano a Semana Santa, com todas as suas celebrações, coincidiu exactamente com os dias da viagem Senza há 6 anos. No Domingo passado foi a Páscoa e foi também o sexto aniversário da Missa da imposição do Pálio e do Anel do Pescador de Bento XVI. No próximo Domingo será a beatificação de João Paulo II. E com isto chegamos a Maio, mês de Maria. Dia 8 começam muitas peregrinações que levarão milhares de peregrinos a Fátima.

Com tudo isto, seria de esperar que estaria em êxtase místico. No entanto, dou por mim a duvidar de tudo. Tenho questionado as minhas razões. Ou melhor, a falta de razões para acreditar. Estou entre o crer e o descrer. Sendo que o descrer tem sido mais forte na minha vida nos últimos anos.
Relembro tudo o que vivi. Vejo os milhões de Católicos nas celebrações. E questiono-me: O que os faz mover? Cada um deles terá a sua razão para crer.

O que vos leva a ter Fé? Quais as vossas razões?

Gostava de ter as vossas respostas. Todas são bem vindas!


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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Hoje: última ceia




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A 20 de Abril de 2005...

os Senzas estiveram, em Roma, na sede do Opus Dei e rezaram junto ao túmulo de São Josemaria Escrivá.



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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Vida de Jesus nas redes sociais



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Benção Urbi et Orbi - 19/IV/2005

Amados Irmãos e Irmãs,

Depois do grande Papa João Paulo II, os Senhores Cardeais elegeram-me, simples e humilde trabalhador na vinha do Senhor.

Consola-me saber que o Senhor sabe trabalhar e agir também com instrumentos insuficientes. E, sobretudo, recomendo-me às vossas orações.

Na alegria do Senhor Ressuscitado, confiantes na sua ajuda permanente, vamos em frente. O Senhor ajudar-nos-á. Maria, sua Mãe Santíssima, está connosco. Obrigado!


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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Bolo de anos papal



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Outra vez Páscoa - P.Gonçalo Portocarrero de Almada

Isabel estava à espera de um filho. A expectativa tinha sido muita porque desde que casara com o João, ambos agora com trinta e oito anos, tinham decorrido dez anosde malogradas esperanças. Mas quando – finalmente! – se confirmou o diagnóstico da gravidez, todas as agruras de uma aflitiva espera se transfiguraram na alegria do nascimento iminente.Todos os dias eram todos para a criança a nascer. Enquanto o João andava já àprocura de cadeirinhas acopláveis ao assento do carro, a Isabel só tinha olhos para as montras das lojas de bebés, onde namorava todo o tipo de vestimentas para todas as estações, sempre indecisa na opção mas decidida em dar ao tão esperado filho o melhor enxoval.

Chegou finalmente o dia da desejada ecografia. Quando apareceram as primeiras imagens daquele ser diminuto, agitando-se no ventre materno, Isabel apertou com força a mão do João. A médica não teve dificuldade em reconhecer que se tratavade um rapaz mas, ao mesmo tempo que o disse, ambos notaram que pelo seu semblante perpassou uma sombra aziaga, a que correspondeu um imediato sobressalto nos pais dopetiz. A médica levantou-se e ao ver o olhar ansioso do casal, não conseguiu esconder a sua preocupação e tristeza: - Tenho muita pena, mas o vosso filho padece de trissomia 21. Isabel sentiu como que uma tontura, enquanto o João a abraçou sem saber muito bem o que dizer. Na dolorosa confusão do momento, engasgou umas quantas frases, na ilusão de que o diagnóstico pudesse não ser confirmado, mas a médica foi peremptória no seu veredicto. Esmagados por aquele antecipado luto, os dois regressaram a casa em silêncio, apenas intervalado pelos seus soluços. Murcha a primavera da esperança, abateu-se sobre a família o inverno da desesperação. 

As questões sucediam-se em catadupa e o aparente silêncio de Deus, tãodistante lá no seu longínquo Céu, dilacerava os corações da Isabel e do João. Surgiu então, com uma estranha evidência, a única resposta lógica àquele drama: não permitir que a criança vingasse e proceder, quanto antes, à interrupção da gravidez. Amigos houve que lhes aconselharam esse recurso, fazendo-lhes ver que, com a sua idade, não poderiam prestar a assistência necessária a um filho tão dependente. Outros recordaram-lhes a gravidade moral do acto, mas o João e a Isabel sentiam-se tão abandonados por Deus que quase lhes parecia justa aquela retaliação. Marcaram a intervenção, numa clínica especializada. O João, por razões profissionais, não pôde acompanhar a Isabel que, sozinha, teria que pôr termo à sua gestação. Mas, antes de sair de casa, ouviu tocar a campainha: era uma vizinha que, comum filho pela mão, lhe pedia licença para usar o telefone, porque o marido estava inanimado e não tinha outro meio de chamar a ambulância. Isabel levou-a até ao telefone e depois afundou-se numa poltrona. Foi então que, para seu espanto, viu que a criança era mongolóide. O pequenino sentou-se ao seu colo, pegou-lhe na mão,perguntou-lhe o nome e falou-lhe, com entusiasmo, das suas brincadeiras.

Terminada a chamada telefónica, a vizinha chamou o filho e pediu desculpa a Isabel pela sua inconveniência. O pequerrucho deu um beijo a Isabel e correu para a mãe, que o levou consigo, ficando Isabel só. A verdade é que não estava só, estava também com o seu filho, que era como aquele menino carinhoso que se sentara ao seu colo. Foi então que lhe veio à mente um pensamento aterrador: não podia matar uma criança assim! Não podia abortar o seu filho! Era seu, Deus tinha-lho dado para que o amasse e ele, que já estava de algum modo no seu colo, esperava as suas carícias de mãe. Não importava como fosse ou deixasse de ser, era seu e era também de João, era sobretudo um filho predilecto de Deus!

Naquela noite, houve festa na casa do João e da Isabel porque o seu filho, que estava perdido, foi encontrado e, estando morto, ressuscitou. Deus acendera no fogo do seu Espírito aqueles dois corações, quais círios pascais, porque quando o amor e a vida vencem o pecado e a morte é Páscoa. Outra vez.


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domingo, 17 de abril de 2011

Verdade - Confissões de St.Agostinho

Ó Verdade, Vós em toda parte assistis a todos os que Vos consultam e ao mesmo tempo respondeis aos que Vos interrogam sobre os mais variados assuntos. Respondeis com clareza, mas nem todos Vos ouvem com a mesma lucidez. Todos Vos consultam sobre o que desejam, mas nem sempre ouvem o que querem. O vosso servo mais fiel é aquele que não espera nem prefere ouvir aquilo que quer, mas se propõe aceitar, antes de tudo, a resposta que de Vós ouviu.


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sexta-feira, 15 de abril de 2011

"Também Eu não te condeno" - St.Agostinho

Há um salmo que diz: «Deixai-vos instruir, juízes da terra!» (Sl 2,10). Os que julgam a terra são os reis, os governantes, os príncipes, os juízes propriamente ditos. [...] Que eles se instruam, porque se trata da terra que julga a terra, mas ela deve temer Aquele que está no céu. Eles julgam os seus iguais: o homem julga um homem, o mortal, um mortal, o pecador, um pecador. Se Nosso Senhor fizesse ressoar, no meio desses juízes, esta sentença divina: «Que o primeiro que estiver sem pecado, atire a primeira pedra», não começariam a tremer todos aqueles que julgam a terra?

Aos fariseus que, para O tentar, Lhe tinham trazido uma mulher surpreendida em adultério [...], Jesus disse: «Vós quereis lapidar esta mulher como está prescrito na Lei. Pois bem, que aquele de vós que estiver sem pecado lhe atire a primeira pedra». Enquanto O questionavam, escrevia na terra, para «instruir a terra»; mas, quando lhes deu esta resposta, levantou os olhos, «olhou para a terra e ela estremeceu» [Sl 104 (103), 32]. Os fariseus, confusos e a tremer, vão-se embora, um após outro.

A pecadora ficou só com o Salvador: a doente com o médico, a grande miséria com a grande misericórdia. Olhando para esta mulher, Jesus diz-lhe: «Ninguém te condenou? ─ Ninguém Senhor» [...] Mas ela permanece diante de um juiz que não tem pecado. «Ninguém te condenou? ─ Ninguém Senhor, e, se Tu próprio não me condenares, estou em segurança». Silenciosamente, o Senhor responde a esta inquietação: «Também Eu não te condeno. [...] A voz da consciência impediu os acusadores de te punirem; a misericórdia incita-Me a vir em teu socorro». Meditai nestas verdades e «deixai-vos instruir, juízes da terra».


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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Que a tua vida não seja uma vida estéril - S. Josemaria Escrivá

Se cedesses à tentação de perguntar a ti mesmo: quem me manda a mim meter-me nisto?, teria de responder-te: manda-to, pede-to o próprio Cristo. A messe é grande e os operários são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe. Não digas, comodamente: eu para isto não sirvo; para isto já há outros; não estou feito para isto... Não. Para isto não há outros. Se tu pudesses falar assim, todos podiam dizer a mesma coisa. O pedido de Cristo dirige-se a todos e cada um dos cristãos. Ninguém está dispensado: nem por razões de idade, nem de saúde, nem de ocupação. Não há desculpas de nenhum género. Ou produzimos frutos de apostolado ou a nossa fé será estéril.

Além disso, quem disse que para falar de Cristo, para difundir a sua doutrina, era preciso fazer coisas especiais, fora do comum? Faz a tua vida normal; trabalha onde estás a trabalhar, procurando cumprir os deveres do teu estado, acabar bem o que é próprio da tua profissão ou do teu ofício, superando-te, melhorando-te dia-a-dia. Sê leal, compreensivo com os outros e exigente contigo mesmo. Sê mortificado e alegre. Será esse o teu apostolado. E, sem saberes porquê, tendo perfeita consciência das tuas misérias, os que te rodeiam virão ter contigo e, numa conversa natural, simples – à saída do trabalho, numa reunião familiar, no autocarro, ao dar um passeio, em qualquer parte – falareis de inquietações que em todas as almas existem, embora às vezes alguns não queiram dar por isso. Mas cada vez as perceberão melhor, desde que comecem a procurar Deus a sério.


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terça-feira, 12 de abril de 2011

A aprovar tanta parvoíce só pode andar a ouvir coisas



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Saber perdoar - São João Crisóstomo

Cristo deu a Sua vida por ti e tu continuas a detestar aquele que é um servo como tu? Como podes avançar em direcção à mesa da paz? O teu Mestre não hesitou em suportar por ti todos os sofrimentos, e tu recusas-te a renunciar sequer à tua cólera? «Aquele ofendeu-me com gravidade, dizes tu, foi tantas vezes injusto para comigo, chegou mesmo a ameaçar-me de morte!» O que é isto? Ele ainda não te crucificou, como os inimigos do Senhor O crucificaram.Se não perdoas as ofensas do teu próximo, o teu Pai que está nos céus também não te perdoará as tuas faltas (Mt 6, 15). 

O que te diz a tua consciência quando pronuncias estas palavras: «Pai Nosso, que estás nos céus, santificado seja o Vosso nome» e o que se segue? Cristo não fez diferenças: Ele derramou o Seu sangue por aqueles que derramaram o Dele. Serias capaz de fazer algo semelhante? Quando te recusas a perdoar ao teu inimigo, é a ti que causas mal, não a ele; o que tu preparas é o teu próprio castigo no dia do julgamento. Escuta o que diz o Senhor: «Quando fores apresentar a tua oferta sobre o altar e ali te recordares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa a tua oferta diante do altar, vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão e depois volta para apresentar a tua oferta». Porque o Filho do homem veio ao mundo para reconciliar a humanidade com o Pai. Como diz São Paulo: «Agora Deus reconciliou consigo todas as coisas» (Col 1, 22); «pela cruz, levando em Si próprio a morte à inimizade» (Ef 2, 16).


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A memória litúrgica de João Paulo II já tem data...

22 de Outubro!!


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Mais uma vida salva em frente à clínica dos arcos



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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Frase do dia

"Jesus é a consolação dos bons e o terror dos maus." 

S. Pio de Pietrelcina


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O exemplo de Jeremias - Aura Miguel

“Muitas pessoas dizem que os jovens de hoje não se interessam pelo catecismo. Duvido que isto seja verdade. Porque os jovens não são tão superficiais como se diz”.

Estas palavras de Bento XVI podem ler-se no prefácio do mais recente catecismo para jovens – o “You Cat” – que será apresentado ao público na próxima semana.

“Se um romance policial é excitante, porque nos insere no destino de outras pessoas, (…) mais cativante ainda será ler este livro, porque fala do nosso destino”, prossegue o Papa.

Por isso, “estudem-no no silêncio do vosso quarto, leiam-no enquanto casal, se estiverdes a namorar, formai grupos de estudo e redes sociais, partilhai-o entre vós e na Internet, porque é preciso saber aquilo em que acreditamos. Se um especialista em tecnologia domina o sistema de um computador ou se um músico sabe ler uma partitura, também os jovens católicos devem conhecer a fé e estar enraizados nela ainda mais profundamente do que a geração dos seus pais, para enfrentar os desafios e as tentações deste tempo, com força e determinação”.

E, para os mais cépticos, Bento XVI deixa um indicador de esperança: "Quando Israel vivia um mau momento da sua história, Deus não pediu ajuda aos grandes nem aos notáveis, mas a um jovem chamado Jeremias…”.

Assim, também, a nossa História poderá ser renovada pelas novas gerações que, sem preguiça, não fujam ao rosto de Deus.


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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Vaticano convoca bloguistas católicos (Eu vou!)

O Vaticano convocou um encontro de bloguistas católicos, no próximo dia 2 de maio, numa iniciativa conjunta dos Conselhos Pontifícios da Cultura e das Comunicações Sociais. Em comunicado, os responsáveis pela iniciativa explicam que o encontro tem como objetivo “permitir um diálogo entre bloguistas e representantes da Igreja, partilhar experiências de quem trabalha diretamente neste campo e compreender melhor as necessidades desta comunidade”.

Os blogues, páginas da Internet da autoria de pessoas ou grupos (denominados «bloggers», bloguistas), são compostos por opiniões e notícias, em forma de texto e multimédia, frequentemente abertas à interação dos leitores através da publicação de comentários. No Vaticano vão ser apresentadas iniciativas que a Igreja está a promover para “entrar em contato com o mundo” dos novos meios de comunicação. Segundo o programa divulgado pelos Conselhos Pontifícios, os trabalhos do encontro vão estar abertos a uma “discussão geral” por parte dos participantes, incluindo um painel com cinco bloguistas, representantes de várias áreas linguísticas. Outro painel vai oferecer testemunhos de pessoas ligadas à “estratégia comunicacional” da Igreja, com destaque para as iniciativas que visam assegurar “um compromisso efetivo” no mundo dos blogues.

Entre os presentes vão contar-se o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício da Cultura, o arcebispo Claudio Celli, presidente do Conselho Pontifício das Comunicações Sociais, e o padre Federico Lombardi, diretor da sala de imprensa da Santa Sé. Este encontro acontece um dia depois da beatificação de João Paulo II, aproveitando a previsível presença em Roma de vários bloguistas católicos, que se podem inscrever através do mail blogmeet@pccs.it.


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quinta-feira, 7 de abril de 2011

A Fátima de 30.4 a 1.05

Caros senzas que não vão a Roma, querem ir a Fátima de 30.04 a 1.05 à beatificação do Papa João Paulo II? Conforme esta notícia, Fátima é um dos 5 santuários mundiais que está a organizar a vigília de dia 30. Nós vamos.


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As palavras ocas da juventude vazia



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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Modernos e progressistas - Zita Seabra

Em nome da modernidade e do progresso aprovaram--se duas leis que constituem um ataque brutal contra a condição feminina: a lei da legalização do aborto, a pedido, até às 10 semanas, e a lei do divórcio "à la carte". Passaram agora alguns anos sobre a entrada em vigor destas duas leis e os resultados já estão à vista. Convém olhar para eles e verificar os efeitos que tiveram para a sua principal destinatária: a mulher.

Começando pela lei da legalização do aborto, a Direcção-Geral da Saúde divulgou números "provisórios" de 2010: realizaram-se 19 438, segundo dados ainda não definitivos e mais de 250 mulheres que interromperam a gravidez em 2010 tinham feito três ou mais abortos anteriormente, sendo que destas quatro já tinham abortado mais de dez vezes. Perante estes dados, Miguel Oliveira e Silva calcula que 50% das mulheres que recorrem a um aborto não se dirigem à consulta posterior de planeamento familiar.

A lei de 1985, que tinha admitido o aborto nos casos limites e retirou a pena de prisão absurda que ameaçava uma mulher que num acto de desespero praticasse um aborto, foi substituída pela actual legislação de aborto livre e a pedido até às 10 semanas. Isto é, o aborto foi legalizado, transformado num "normal" método de contracepção, foi mesmo transformado num direito.

Espantosamente, no momento em que a ciência coloca nas farmácias uma imensa variedade de métodos contraceptivos que o Serviço Nacional de Saúde tornou gratuitos; e são divulgados como nunca métodos naturais, químicos, mecânicos, do dia seguinte ou do dia anterior; que a informação se tornou completamente acessível - é que se legalizou o aborto a pedido como se fosse um caminho para uma vida feliz e livre de compromissos.

Legaliza-se, desdramatiza-se, banaliza-se o que nunca pode ser banalizado, relativiza-se a vida humana. Qual é o problema? Diziam que o importante é impedir a culpa e viver feliz cada momento sem memória e sem futuro. Neste caminho moderno e descomprometido, tudo se torna descartável e efémero, até os afectos à vida humana. Duas noções desaparecem da vida e da sociedade portuguesa: a noção de responsabilidade pessoal de cada um perante si próprio e perante os outros; e a noção da felicidade da gravidez, a responsabilidade única de dar vida.

A gravidez, ter filhos, transformou-se no paradigma dominante da sociedade portuguesa, numa imagem terrível. Ter filhos passou a ser visto como um impedimento à carreira profissional, um impedimento ao prazer de viver livre e gozar a vida.

Os resultados começam a estar à vista e já não me refiro ao envelhecimento dramático da população portuguesa a níveis imbatíveis na Europa. Refiro-me, sim, às palavras do Presidente da Comissão de Ética, o prof. Miguel Oliveira e Silva, um dos responsáveis pela actual lei, que acaba de propor a sua revisão, sublinhando o facto de mulheres terem recorrido a dois ou três abortos nestes breves anos de vigor da lei. Considera ele que, perante estes resultados, "não devemos continuar a pagar dos nossos impostos um segundo aborto recorrente a uma pessoa que, irresponsavelmente, após o primeiro, falta à consulta de planeamento familiar".

É importante, evidentemente, que seja o presidente da Comissão de Ética a reconhecê-lo mas não se pode deixar de questionar uma sociedade em que o aborto se transformou num direito, grátis e, como sublinha, pago pelos nossos impostos, banalizado e transformado em método de planeamento familiar, quando o abono de família é retirado a mais de um milhão de famílias em razão da austeridade que vivemos. Que critérios são estes que governam o país?

A lei do divórcio, aprovada no mesmo espírito, respondendo à mesma filosofia de vida, está igualmente a ter consequências dramáticas. O divórcio "à la carte", na hora, o divórcio "simplex", radicado na ideia de que o importante é ser feliz a cada momento, os outros que tratem de si, criando a sensação que a felicidade está na infantilização dos adultos, nos Peter Pan eternos, lança diariamente para a pobreza mães e filhos. Na anterior lei, o divórcio só era obtido uma vez regularizada a situação dos filhos. Agora, com esta lei, os filhos não são entrave. Na hora, o homem sai de casa, deixa filhos e mulher, empregada ou desempregada, tendo ela sacrificado ou não a sua vida profissional à família que queria construir. Ele divorcia-se legalmente bastando invocar essa vontade. Ela e os filhos, para reaverem alguns direitos, têm de ir a tribunal.

Resultado: os tribunais estão completamente assoberbados de processos sem solução à vista, os filhos ficam sem pai e sem meios. Foi a lei mais brutalmente machista aprovada desde há muitos anos em Portugal por detrás de uma cortina de discursos de modernidade, de igualdade de género e de felicidades descartáveis ao virar de cada esquina.

A caminho das eleições e mergulhados em números da crise económica, num país endividado e sem futuro, corre-se o risco de esquecer que tudo está interligado e que dois conceitos (simplificando um pouco) estão na origem de tudo: ausência de ética e de responsabilidade na sociedade, na família e em cada português.


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Balanço do encontro com o "Nós somos Igreja"

Fomos até ao convento de S.Domingos, e eis as conclusões do dito debate: clicar aqui, por favor


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Se Deus é bom porque é que existe o mal no mundo?



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terça-feira, 5 de abril de 2011

Não há maior amor - Beata Teresa de Calcutá

Cristo disse: «Tive fome e destes-Me de comer» (Mt 25, 35). Teve fome não só de pão, mas também da estima acolhedora que nos permite sentirmo-nos amados, reconhecidos, sermos alguém aos olhos de outrem. Foi desprovido não só da Sua roupa, mas também da dignidade e do respeito humano pela grande injustiça cometida para com o pobre, que é precisamente o ser-se desprezado por ser pobre. Foi privado não só de um tecto, mas também sofreu as privações por que passam os encarcerados, os rejeitados e os escorraçados, aqueles que vagueiam pelo mundo sem ter ninguém que se ocupe deles.

Ao desceres a rua, sem outro propósito senão esse, talvez atentes naquele homem, ali na esquina, e vás ao seu encontro. Talvez ele fique de pé atrás, mas tu permaneces lá, diante dele, na sua frente. Tens de irradiar a presença que trazes dentro de ti com o amor e a atenção para com o homem a quem te diriges. E porquê? Porque, para ti, se trata de Jesus. Sim, é Jesus, mas não pode receber-te em Sua casa — eis porque tens de ser tu a dirigir-te a Ele. Ele está escondido ali, naquela pessoa. Jesus, oculto no mais pequenino dos irmãos (Mt 25, 40), não só cheio de fome por um bocado de pão, mas também por amor, por reconhecimento, por ser tido como alguém com valor.


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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Alguns psicólogos já consideram a pedofilia uma orientação sexual

Numa recente sessão parlamentar no Canadá, sobre um projecto de lei relativo a crimes sexuais contra crianças, especialistas em psicologia afirmaram que a pedofilia é uma “orientação sexual” comparável à homossexualidade ou heterossexualidade, uma definição que foi questionada por um membro do Parlamento que estava presente.

“Quando falamos de terapia ou quando indivíduos recebem terapia e sentimos como se todos tivessem sido apaziguados, a boa notícia é muitas vezes ilusória”, disse Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal.

“Os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de tempos em tempos. Pelo contrário, eles têm conflitos com o que equivale a uma orientação sexual exatamente como outro indivíduo pode estar em conflito com a heterossexualidade ou até mesmo a homossexualidade”, frisou Van Gijseghem.

“Os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é a mesma coisa como ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual de uma pessoa”. Contudo, ele acrescentou: “Apesar disso, ele poderá permanecer numa vida de abstinência”.

“Se, por exemplo, você estivesse a viver numa sociedade em que a heterossexualidade fosse condenada e proibida e você recebesse ordem de passar por uma terapia para mudar a sua orientação sexual, você provavelmente diria que isso é um pouco doido. Em outras palavras, você não aceitaria isso de forma alguma. Eu uso essa analogia para dizer que sim, realmente sim, os pedófilos não podem mudar a sua orientação sexual”.
in lifesitenews


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Frase do dia

"Queres deveras ser santo? – Cumpre o pequeno dever de cada momento faz o que deves e está no que fazes.
A santidade 'grande' consiste em cumprir os 'pequenos deveres' de cada instante." 

S. Josemaria Escrivá


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Contracepção - a mentalidade que faz o aborto parecer bem



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domingo, 3 de abril de 2011

Como ir à Missa e não perder a fé

Um enfraquecimento da fé e a diminuição do número de fiéis podem ser atribuídos aos abusos litúrgicos e às Missas mal celebradas, quer dizer, as que traem o seu sentido original e onde, no centro, já não está Deus, mas o homem, com a bagagem de suas perguntas existenciais. Essa é uma ideia sustentada por Nicola Bux, teólogo e consultor da Congregação para a Doutrina da Fé e do Ofício de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice.

Bux replica a quantos criticaram Bento XVI, acusando-o de ter traído o espírito conciliar. Ao contrário – argumenta o teólogo – os documentos oficiais do Concílio Vaticano II foram traídos precisamente por essas pessoas, bispos e sacerdotes à frente, que alteraram a liturgia com “deformações ao limite do suportável”.

Participar de uma celebração eucarística pode significar encontrar-se com as formas litúrgicas mais estranhas, com sacerdotes que discutem economia, política e sociologia, tecendo homilias em que Deus desaparece. Proliferam os ensaios de antropologia litúrgica até reduzir a esta dimensão os próprios sinais sacramentais, “agora chamados preferivelmente de símbolos”. A questão não é pequena: enfrentá-la implica ser tachado de anticonciliar.

Todos se sentem com o direito de ensinar e praticar uma liturgia “ao seu modo”, tanto que hoje é possível assistir, por exemplo, “à afirmação de políticos católicos que, considerando-se ‘adultos’, propõem ideias de Igreja e de moral em contraste com a doutrina”.

Entre aqueles que iniciaram esta mudança, Bux recorda Karl Rahner, quem, à raiz do Concílio, denunciava a reflexão teológica então imperante que, em sua opinião, mostrava-se pouco atenta ou esquecida da realidade do homem. O jesuíta alemão sustentava em contrapartida que todo discurso sobre Deus brotaria da pergunta que o homem lança sobre si mesmo. Em consequência – esta é a síntese – a tarefa da teologia deveria ser falar do homem e de sua salvação, lançando as perguntas sobre si e sobre o mundo. Um pensamento teológico que, com triste evidência, foi capaz de gerar erros, o mais clamoroso dos quais é o modo de entender o sacramento, hoje já não sentido como procedente do Alto, de Deus, mas como participação em algo que o cristão já possui.

A liturgia é sagrada se tiver suas regras. Apesar disso, se por um lado o ethos, ou seja, a vida moral, é um elemento claro para todos, por outro lado, ignora-se quase totalmente que existe também um “jus divinum”, um direito de Deus a ser adorado. “O Senhor é zeloso de suas competências – sustenta Bux –, e o culto é o que lhe é mais próprio. Em contrapartida, precisamente no campo litúrgico, estamos frente a uma desregulação”.

Sublinhando, em contrapartida, que sem “jus” o culto torna-se necessariamente idolátrico, em seu livro o teólogo cita uma passagem da “Introdução ao espírito da liturgia”, de Ratzinger, que escreve: “Na aparência, tudo está em ordem e presumivelmente também o ritual procede segundo as prescrições. E no entanto é uma queda na idolatria (...), faz-se Deus descer ao nível próprio, reduzindo-o a categorias de visibilidade e compreensibilidade”.

E acrescenta: “trata-se de um culto feito à própria medida (...), converte-se em uma festa que a comunidade faz para si mesma; celebrando-a, a comunidade não faz mais que confirmar a si mesma”. O resultado é irremediável: “Da adoração a Deus se passa a um círculo que gira em torno de si mesmo: comer, beber, divertir-se”. Em sua autobiografia (Mi vida), Ratzinger declara: “Estou convencido de que a crise eclesial em que hoje nos encontramos depende em grande parte do colapso da liturgia”. in Zenit


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sábado, 2 de abril de 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

A coragem do Bispo Andrea Hao - Catarina Martins Bettencourt

Esta semana, na longínqua China, os cristãos de Gonghui estão de luto. Choram a morte do Bispo Andrea Hao Jinli. Tinha 95 anos e pertencia à Igreja Clandestina da China, a que se mantém fiel ao Papa. Foi por ser cristão e por se ter mantido sempre fiel a Roma, que Andrea Hao conheceu, como tantos, as prisões chinesas. Foi acusado de quê? De ser cristão, apenas.

Hao nasceu em 1916 numa família católica. Ele e dois irmãos decidiram seguir a vida religiosa. Ordenado padre, em 1943, foi logo condenado a 10 anos de prisão. Ao fim desse tempo, quando julgava que tinha chegado ao fim o seu tormento, foi mandado para um campo de concentração para ser "reeducado pelo trabalho". Esteve preso mais de vinte anos. Ninguém o vergou: nem o medo, nem os trabalhos forçados, nem as ameaças de morte, nem a violência na prisão. Dele só queriam essencialmente uma coisa: que, como padre, renunciasse a Roma. Nunca o fez.

Ao fim deste tempo todo, as autoridades perceberam que de nada valia manterem-no fechado na prisão. Libertado, ao fim de três anos o Vaticano nomeia-o bispo da Diocese de Chongli. Bispo da Igreja Clandestina, a que se mantém fiel a Roma e não a Pequim, ao Partido Comunista Chinês.

A vida de Andrea Hao é um exemplo para todos nós. Ele era um homem baixo, magro, de aparência frágil, mas, apesar disso nunca ninguém o conseguiu vencer, ninguém o conseguiu domar. Manteve-se sempre fiel ao Papa, continuou sempre fiel a Jesus Cristo. Mesmo agora, depois de morto, Andrea Hao continua a ser um embaraço para o governo da China.

A polícia procurou que o funeral decorresse sem alarido, não se transformasse numa manifestação pública de fé da comunidade cristã local. Mas, apesar das ameaças, foram dezenas os fiéis que decidiram prestar uma última homenagem ao seu bispo, mesmo correndo o risco de serem também detidos. Que exemplo para nós, que estamos a viver a Páscoa neste ano de 2011.

Em muitos países no mundo, como nós denunciamos na Fundação AIS – Ajuda à Igreja que Sofre – rezar, ter fé, implica coragem, muita coragem. Quantos de nós seríamos capazes de enfrentar a prisão, a tortura, o medo, a humilhação apenas para continuarmos a rezar, apenas para continuarmos a dizer que somos cristãos? Quantos de nós teríamos a coragem do Bispo Andrea Hao?


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Eu vou. Alguém me faz companhia?



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quarta-feira, 30 de março de 2011

Frase do dia

"Pertence aquele que tem fome o pão que tu guardas; àquele que está nu a capa que tu conservas nos teus guarda-vestidos; àquele que está descalço, os sapatos que apodrecem em tua casa; ao pobre o dinheiro que tu tens guardado. Assim tu cometes tantas injustiças quantas as pessoas às quais poderias dar." 

São Basílio


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Confissões, XIII, 9 - St.Agostinho

Dá-Te a mim, meu Deus, dá-Te sempre a mim. [...] Descansamos no dom do Teu Espírito; aí Te gozamos, aí está o nosso bem e o nosso repouso. Aí o amor nos educa, e o Teu Espírito, que é bom, exalta a nossa baixeza, retirando-a das portas da morte (Sl 9, 14). Na boa vontade encontramos a paz.

Um corpo, pelo seu peso, tende para o seu lugar próprio; o peso não significa necessariamente ir para baixo, mas para o lugar próprio de cada coisa. O fogo tende para cima, a pedra para baixo [...], cada coisa para o seu lugar próprio; o óleo sobe para cima da água, a água desce para baixo do óleo. Se uma coisa não está no seu lugar, não está em repouso; mas, quando encontra o seu lugar, fica em repouso.

O meu peso é o meu amor: é ele que me leva para onde me leva. O Teu dom inflama-nos e leva-nos para cima; ele abrasa-nos e nós partimos. [...] O Teu fogo, o Teu fogo bom, faz-nos arder e nós vamos, subimos para a paz da Jerusalém celeste – porque encontrei a minha alegria quando me disseram: «Vamos para a casa do Senhor!» (Sl 121, 1). É para aí que a boa vontade nos conduz por ser o nosso lugar, aí onde não desejaremos mais nada do que assim permanecer para toda a eternidade.


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terça-feira, 29 de março de 2011

Encontrou-se com o Papa e ofereceu-lhe a medalha do Guiness



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Aura Miguel - dia 31 - 21h15

Queridos/as Amigos/as,

Na próxima quinta feira, dia 31 de Março, pelas 21H15, a Aura Miguel vai falar ao Grupo de Oração do Santíssimo na Capela das Necessidades (Palácio das Necessidades - Lº. do Rilvas - Lisboa).

Estão todos convidados! Apareçam porque é sempre fantástico!


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Católicos acordem! A Agência Ecclesia patrocina isto



Este evento, organizado pelos dominicanos (frei Bento Domingues), é promovido pelo movimento Nós Somos Igreja-Portugal, e inclui a participação do seu coordenador internacional.

O ‘Nós Somos Igreja’ é um movimento não aprovado pela Igreja, e que defende o aborto, os padres casados, mulheres padres, moralidade dos actos homossexuais etc...No site português podemos ler estes artigos:




É uma vergonha que a Agência Ecclesia, a agência de notícias da Igreja Católica em Portugal promova estas falsas doutrinas. Aqui ficam o mails para onde dirigir os nossos desabafos:

Director: Paulo Rocha – paulorocha@ecclesia.pt
Director: Cónego António Rego – aprego@ecclesia.pt


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segunda-feira, 28 de março de 2011

O Termo Adequado para definir o governo Sócrates

Não há memória na história de Portugal de um governo que tenha sido tão inimigo da vida humana, da família, da sociedade, da justiça e do bem comum como este que agora se encontra demissionário. A mentira obsessiva e continuada, a subversão dos valores mais elementares, a inversão das virtudes, a intimidação dos Pastores, a corrupção da pureza das crianças, a usurpação dos filhos aos pais, manipulando a sua educação/formação, a agressão sistemática dos direitos fundamentais da pessoa, a perversidade apresentada como normalidade, a promiscuidade sexual como saúde, a matança dos inocentes como amor, a injustiça como direito, os subsídios das homicidas como apoios à maternidade, tudo isto e o muito mais que se podia acrescentar - se tivermos em conta que a Palavra de Deus, Jesus Cristo, define o diabo como mentiroso, homicida desde o princípio e sedutor-enganador -, são sinais claríssimos de uma governança diabólica. Governo satânico será pois o termo mais adequado para o caracterizar. 

Cumpliciado com ele tivemos uma larga maioria demoníaca na assembleia da república e um presidente da república luciferinamente calculista. E se é verdade que este se comportou como Pilatos não é menos verdade que o governo e a assembleia tiveram maiores culpas, pois procederam como aquela porção da elite judaica que engendrou a morte de Jesus; e o povo que neles votou fez o papel da multidão que exigiu a brados a crucifixão de Mesmo.

Neste sentido, estou em que a todos estes políticos e demais portugueses também se aplica a acusação de Jesus: “Vós tendes por pai o diabo, e quereis realizar os desejos do vosso pai. Ele foi assassino desde o princípio, e não esteve pela verdade, porque nele não há verdade. Quando fala mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.” (Jo. 8, 44).

Verificamos, pois, que em Portugal - um país tido como maioritariamente católico, e privilegiado com as aparições de Nossa Senhora, em Fátima -, os eleitores entregaram o seu destino ao “grande Dragão, a Serpente antiga - a que chamam também Diabo e Satanás - o sedutor de toda a humanidade … ” (Ap 12, 9).

Ao que tudo parece indicar teremos eleições legislativas dentro de, mais ou menos, dois meses. O diabo vai de novo seduzir e esbravejar, encantar e assustar. Esperemos que a Igreja não se deixe atemorizar e fale com clareza e ousadia, chame ao arrependimento e à conversão, discirna os espíritos e esclareça as consciências. O báculo, como lembrou o Papa Bento XVI, também serve de arma para defender o rebanho das feras.

P. Nuno Serras Pereira


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Estas pessoas dão a vida para salvar vidas



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Diocese do Porto cria um site para rezar o Terço

A ideia está gira, basta clicar em: Terço!


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sábado, 26 de março de 2011

Ela tentou ser padre mas percebeu a verdade - Norma Jean Coon

On July 22, 2007, I was ordained to the diaconate by Bishop Patricia Fresen, of Germany and South Africa who was ordained by three male bishops in Germany for the group called Roman Catholic Women Priests. The ordination took place at the Santa Barbara Immaculate Heart Spiritual Center. Because neither Patricia Fresen nor myself were given permission for the ordination by Pope Benedict XVI, the ordinations were illegitimate and not recognized by the Roman Catholic Church. Thus an excommunication process called Latae Sententiae occurred, excommunicating oneself by failure to observe the Canon Laws of the Church.

I wish to renounce the alleged ordination and publicly state that I did not act as a deacon as a part of this group except on two occasions, when I read the gospel once at mass and distributed communion once at this same mass. I withdrew from the program within two weeks of the ceremony because I realized that I had made a mistake in studying for the priesthood. I confess to the truth of Pope John Paul II's Apostolic Letter Ordinatio Sacerdotalis . I confess the authority of the Holy Father on these issues of ordination and recognize that Christ founded the ordination only for men.

Formally, I relinquish all connection to the program of Roman Catholic Women Priests and I disclaim the alleged ordination publicly with apologies to those whose lives I have offended or scandalized by my actions. I ask God's blessings upon each of these folks and their families.


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sexta-feira, 25 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

Facebook - informação actualizada ao minuto



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O direito à verdade - Padre Hugo de Azevedo

Costumava S. Josemaria fazer notar aos homens de empresa que o seu primeiro negócio era a família; primeiro «negócio», tanto por constituir a sua primeira responsabilidade, como por ser a principal riqueza a cuidar e o mais importante futuro a construir.

Esta recomendação também a faz o Santo Padre na encíclica «Caritas in Veritate». Se a vida económica se inscreve num tecido de gratuidade, isso é especialmente óbvio nas relações domésticas, de amor e serviço mútuos, sem objectivos de lucro individual. «Os Estados são chamados a instaurar políticas que promovam a centralidade e a integridade da família, fundada no matrimónio entre um homem e uma mulher, célula primeira e vital da sociedade». (nº 44)

Sendo a família, de facto, a primeira «célula social», não pode deixar de ser a primeira «célula económico-financeira». Do seu bom ou mau «funcionamento» dependem as qualidades do mercado: a laboriosidade, a solidariedade, a sobriedade, a ordem, a distribuição, a poupança. Porque a família não se reduz a um grupo de consumidores do «cabaz de compras», mas começa por ser escola de produção, de aplicação do dinheiro, de prospecção, gestão e contabilidade.

Usando o que costuma dizer-se da diferente visão económica entre o sul e o norte («em Lisboa sabe-se o que vale o dinheiro; no Porto sabe-se o que custa»), sem a experiência familiar, não se sabe o que ele custa, mas apenas o que vale, e o ambiente dos negócios torna-se um mundo de valores virtuais, cuja falsidade acaba mais tarde ou mais cedo por desmoronar.    
Por isso, tanto os políticos como os empresários devem estar interessados na «saúde» das famílias.

É hábito falar-se da «atomização» da sociedade ao tratar das consequências do individualismo, ou egoísmo, que é dizer o mesmo.

Mas essa expressão tem contornos mais sinistros do que parece à primeira vista: quando esse núcleo social se rompe, dá-se uma verdadeira explosão atómica, ou literalmente, «nuclear». A sociedade parte-se aos bocados, o mercado torna-se caótico, a riqueza vai parar aonde menos se espera, há feridos e mortos por toda a parte… 

A crise actual tem muito a ver com a degradação dos lares. Neles se criam, conservam e transmitem os valores morais, incluindo os sócio-economicos. Não se acredite no fim da crise económico-financeira enquanto não passe a tremenda crise familiar que continua a ser promovida e a agravar-se no mundo.


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Cavaco Silva fala hipocritamente sobre a família

Isto já tem um tempinho, data de dia 9 de Março, no dia da tomada de posse do Presidente da República Portuguesa:

"No momento que atravessamos, em que à crise económica e social se associa uma profunda crise de valores, há que salientar o papel absolutamente nuclear da família. A família é um espaço essencial de realização da pessoa humana e, em tempos difíceis, constitui o último refúgio e amparo com que muitos cidadãos podem contar. A família é o elemento agregador fundamental da sociedade portuguesa e, como tal, deve existir uma política activa de família que apoie a natalidade, que proteja as crianças e garanta o seu desenvolvimento, que combata a discriminação dos idosos, que aprofunde os elos entre gerações."

O discurso está óptimo. O único problema é que foi feito pela mesma pessoa que promulgou as seguintes leis:

Casamento civil entre pessoas do mesmo sexo
(
Lei n.º 9/2010, de 31 de Maio).

Educação Sexual em meio escolar
(
Lei n.º 60/2009, de 6 de Agosto)

Alteração do regime jurídico do divórcio
(
Lei n.º 61/2008, de 31 de Outubro)

A Lei da Exclusão da ilicitude nos casos de interrupção voluntária da gravidez
(
Lei n.º 16/2007, de 17 de Abril)

A Lei da Procriação Medicamente Assistida
(
Lei n.º 32/2006, de 26 de Julho)


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quarta-feira, 23 de março de 2011

Negar dimensão moral da sexualidade mina liberdade



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Alemanha: mais pais na prisão por rejeitarem educação sexual

Na semana passada, a Europa descobriu com surpresa que, em um país democrático como a Alemanha, uma mãe foi presa por se recusar a levar seus filhos à aula de educação sexual do Estado e que já eram 53 os pais condenados por esse motivo.

Na última segunda-feira, a ‘Alliance Defense Fund' (ADF), entidade jurídica que defende os direitos das famílias alemãs perante o Tribunal Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo, informou sobre dois novos casos de prisão de pais em Salzkotten. São eles: Eduard W., pai de 8 filhos, e Artur W., pai de 10 filhos e a duas semanas de ter o 11º.


Esses pais recusaram-se a permitir que seus filhos participem do programa de educação sexual, porque não concordam com a educação sexual que o Estado quer impor aos seus filhos de forma obrigatória e consideram que seus direitos humanos e civis estão sendo violados. De acordo com Roger Kiska, advogado da ADF, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo não aceitou o pedido para decretar medidas de emergência para libertar a Sra. Wiens, apesar da prisão injusta.


"Estamos convencidos de que, quando o Tribunal de Estrasburgo ditar sua sentença sobre os casos de pais que foram presos pelo simples fato de exercer a paternidade, a justiça vai prevalecer", disse ele.


Enquanto isso, em Espanha, Profissionais pela Ética promove uma declaração a favor da Sra. Wiens, a mãe presa pelo mesmo motivo, na mesma localidade alemã de Salzkotten, assim como de outros pais alemães condenados. Nesta declaração, que foi assinada por 43 associações da Espanha, Irlanda, Itália, Bélgica, França, Eslováquia, Alemanha, EUA, Quênia, Filipinas, México e Noruega, pede-se às autoridades alemãs que libertem os pais presos por quererem educar seus filhos segundo suas convicções. Também se exige que as instituições europeias garantam os direitos fundamentais e a liberdade de educação.


A declaração foi enviada às seguintes instituições: Chancelaria Federal da Alemanha; governo federal alemão; ministérios da Cultura e Educação dos estados alemães federados; instituições do Conselho da Europa; representantes dos governos alemão e espanhol no Conselho da Europa; Parlamento Europeu; embaixada alemã na Espanha; tribunais que condenaram os progenitores alemães; pais alemães presos. A declaração pode ser assinada em: http://www.profesionalesetica.org/suscribirse-a-la-declaracion/ in Zenit


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terça-feira, 22 de março de 2011

Os 5 argumentos que provam a existência de Deus - S. Tomás

1°- O "primeiro motor imóvel":
O movimento existe, é evidente aos nossos sentidos. Ora, tudo aquilo que se move é movido por outra força, ou motor. Não é lógico que haja um motor, outro e outro, e assim indefinidamente; há de haver uma origem primeira do fenómeno do movimento, um motor que move sem ser movido, que seria Deus.

2°- A "causa primeira":
Toda causa é efeito de outra, mas é necessário que haja uma primeira, causa não causada, que seria Deus.

3°- O "ser necessário":
Todos os seres são finitos e contingentes ("são e deixam de ser"). Se tudo fosse assim, todos os seres deixariam de ser e, em determinado momento, nada existiria. Isto é absurdo; logo, a existência dos seres contingentes implica o ser necessário, ou Deus.

4°- O "ser perfeitíssimo":
Os seres finitos realizam todos determinados graus de perfeição, mas nenhum é a perfeição absoluta; logo, há um ser sumamente perfeito, causa de todas as perfeições, que seria Deus.

5°- A "inteligência ordenadora":
Todos os seres tendem para uma finalidade, não em virtude do acaso, mas segundo uma inteligência que os dirige. Logo, há um ser inteligente que ordena a natureza e a encaminha para seu fim; esse ser inteligente seria Deus.


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“Sair do armário” - Pe. Nuno Serras Pereira

A expressão que intitula este breve texto é utilizada pela aglomeração “gay” para significar o acto de uma pessoa publicitar que tem comportamentos sodomitas, ou seja, que pratica actos sexuais com pessoas do mesmo sexo, que os acha não somente normais como bons e recomendáveis. A revelação pública é feita com propósitos político-ideológicos muito concretos que pretendem tornar esses comportamentos socialmente aceitáveis e respeitáveis, destruir a família natural, induzir subliminarmente, quando não descaradamente, crianças, adolescentes e jovens à confusão e à experimentação desses mesmos comportamentos, criminalizar toda a oposição aos seus objectivos, e mudar, corrompendo-o, o cristianismo cuja Revelação de Deus, a Tradição Bíblica e a da Igreja sempre ensinaram a malícia intrínseca e a perversidade de tais actos. Sigmund Freud, aliás, apesar de não ser crente e muito menos cristão, também considerava tais actos como perversos. O Catecismo da Igreja Católica refere-se a eles como depravações graves, contrários à lei natural, incapazes de realizar uma complementaridade ou comunhão afectiva sexual, porque delas não procedem, e que em nenhum caso podem ser aprovados.

Ora o católico que “sai do armário” não aceita de modo nenhum esta Verdade Revelada, diz que não é tal, arranja, com os seus teólogos e biblistas, uma manipulação dos textos da Sagrada Escritura, de modo a distorcer o que eles dizem, faz apelos pungentes à misericórdia e à compaixão, não em relação à pessoa enquanto tal, que merece todo o respeito (porque a consideram uma condescendência inaceitável), mas às suas práticas, afirma categoricamente que a Igreja está errada e que ela é que tem que mudar e não ele. Partilha, vitimizando-se, a sua vida, com as dificuldades e incompreensões, próprias, aliás, de qualquer percurso humano, até ter encontrado a salvação que consiste, segundo ele, em passar à prática os seus desejos desordenados. Não poucas vezes este percurso é acompanhado e incentivado por especialistas de saúde mental, por Sacerdotes e Religiosas.

Ainda não há muito escrevi sobre uma entrevista, dada à revista Pública, em que algumas pessoas que decidiram viver um estilo de comportamento sexual com pessoas do mesmo sexo, se apresentavam como católicas e confessavam o apoio que tinham por parte de alguns sacerdotes. Embora escondessem a sua identidade, por detrás de uma letra ou inicial, um número considerável de leitores que conheciam um ou outro bem perceberam de quem se tratava. De um deles posso eu asseverar que, em certos pontos, a história estava muito mal contada (o que de resto pode não ser culpa sua mas do jornalista). Mas o que importa aqui notar é a estratégia: a iniciativa da entrevista, como lá é dito, não partiu da revista mas sim deles.

Agora, o director do MSV (movimento ao serviço da vida), ao “sair do armário” publicamente, através do anúncio de um encontro organizado pelo Centro Universitário Manuel da Nóbrega, onde palestrará, que conta com a presença do Bispo de Coimbra, consegue objectivamente, independentemente das intenções subjectivas de quem o organiza, a cobertura da Igreja para a estratégia político-ideológica da conglomeração sodomita.

Como se sentirá aquela comunidade numerosa de jovens generosos e dedicados que ao longo destes anos deram o melhor de si neste movimento que nasceu da Igreja através do cruzamento da iniciativa de alguns jovens com o ministério de diversos carismas? Aquela vida que o nome do movimento tem não se refere somente a esta vida mas à Vida divina e eterna que é o próprio Jesus Cristo Ressuscitado, que quando passou entre nós disse de si Mesmo, definindo a Sua missão: “Eu vim … chamar os pecadores para que se arrependam”. Para que se arrependam e convertam e não para que se obstinem no seu pecado, o justifiquem e o alardeiem.

No meu tempo, que velho que eu sou…, e creio bem que ao longo da história da Igreja, chamava-se a testemunhar aquele que tendo vivido em pecado, se arrependera, reencontrando o Seu Salvador, e penitencialmente procurava no dia-a-dia uma conversão sempre maior. Agora dá impressão que é o contrário. A pessoa que viveu bem muitos anos, embora com os percalços próprios da condição humana, e depois desmente tudo entregando-se a uma vida depravada, é chamada, nessa qualidade de dissoluta, a dar o “testemunho da sua ‘vocação’.

A “Igreja plural – Deus a uma chamou para ser freira, a outro para ser homossexual, e a outros para serem adúlteros”! Sei que não será isto que está na mente dos organizadores mas não será essa a mensagem que as pessoas receberão?

21. 03. 2011


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