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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Arcebispo de Milão Celebra "Missa LGBT"

A 12 de Junho, dia do Sagrado Coração, o Arcebispo de Milão, Mons. Mario Delpini, presidiu a uma "Missa LGBT" na igreja de San Carlo al Lazzaretto. A igreja situa-se no bairro homossexual de Milão e a Missa foi organizada pela associação de propaganda homossexual "Gruppo del Guado".
Segundo o LaNuovaBq.it, durante a homilia, Mons. Delpini afirmou: «O Senhor ligou-se a vós e escolheu-vos não porque sois o grupo maior, na verdade sois o mais pequeno, mas porque vos ama.»
Um participante publicou no Instagram uma fotografia da t-shirt que vestia ao aproximar-se para receber a Comunhão. A t-shirt mostrava Jesus vestido com as cores do arco-íris e as palavras «Ah Men» por cima da sua cabeça. Trata-se de um jogo de palavras entre o termo «Amen» e a expressão inglesa «Ah, men!» («Ah, homens!») – uma referência explícita à atracção homossexual. O homem em questão acrescentou que dissera o mesmo diante do Arcebispo quando recebeu a Comunhão.
O LaNuovaBq.it especula que «poderá ser que a Arquidiocese esteja a ser chantageada. Esta é uma arma que o lobby gay emprega há muito tempo dentro da Igreja».
in gloria.tv


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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Sodomia: um pecado que hoje em dia é louvado

A maldita sodomia sempre foi detestada por todos os que vivem de acordo com Deus. Nenhum pecado no mundo prende tanto a alma. Agitada por uma ânsia insaciável de prazer, a pessoa não obedece à razão, e sim ao delírio, pois a paixão desviada é próxima à loucura. 

Esse vício transtorna o intelecto, destrói a elevação e generosidade da alma, rebaixa a mente dos grandes pensamentos para os mais baixos, torna a pessoa preguiçosa, irascível, obstinada e endurecida, servil e relaxada, incapaz de qualquer coisa. 

Os seus adeptos tornam-se cegos, e enquanto os seus pensamentos deveriam elevar-se para coisas altas e grandes, são despedaçados e reduzidos a coisas vis, inúteis e pútridas, que nunca podem torná-los felizes. 

Da mesma forma que as pessoas virtuosas participam na glória de Deus em diversos graus, também no inferno alguns sofrem mais que outros. Quem viveu com esse vício da sodomia sofre mais do que os outros, pois este é o maior pecado.

São Bernardino de Siena (frade franciscano) in 'Le Prediche Volgari'


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domingo, 10 de maio de 2026

Os 'Pastores Sinodais' atacam as Ovelhas

A Igreja Católica está habituada a ataques contra o seu ensino. A história da heresia ao longo dos séculos revela os esforços incessantes daqueles que procuram substituir a doutrina católica por diversos erros. O que a Igreja só recentemente se habituou foi a ataques contra o seu ensino vindos de alguns dos seus pastores, especialmente das proclamações sem fim provenientes do gabinete do Sínodo dos Bispos.

A mais recente imposição do Sínodo é o pleno endosso do estilo de vida homossexual recentemente publicado no Relatório Final do Grupo de Estudo Número 9 «Critérios Teológicos e Metodologias Sinodais para o Discernimento Compartilhado de Questões Doutrinais, Pastorais e Éticas Emergentes».

Este relatório tenta descartar o ensino católico sobre a imoralidade inerente dos actos homossexuais – e a natureza desordenada da inclinação homossexual – estigmatizando esse ensino como a expressão de um «paradigma» obsoleto que já não pode ser invocado para comunicar a vontade de Deus ao Seu povo.

O Merriam-Webster define paradigma como «um quadro filosófico e teórico de uma escola ou disciplina científica no interior do qual são formuladas teorias, leis, generalizações e as experiências realizadas em seu apoio». Descrever o ensino católico através da analogia de um quadro sobre o qual se dispõem teorias e experiências é rebaixá-lo do domínio da verdade para apenas uma possível abordagem de apresentação da revelação de Deus. Jesus disse: «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.» (João 14,6) Será isso um paradigma que precisa de melhoria?

O relatório inclui dois anexos, que são testemunhos na forma de entrevista. Dois homens católicos (o primeiro português, o segundo americano), cada um descrevendo-se orgulhosamente como casado com um homem, embora a Igreja Católica ensine que tal coisa é impossível. Porque publicaria o Sínodo dos Bispos entrevistas com homens que rejeitam o ensino católico sobre a natureza do matrimónio, inspirado como é pelo Espírito Santo, como parte do seu esforço para discernir as acções do Espírito Santo na Igreja de hoje?

O Relatório Número 9 dá-nos a resposta – o Sínodo considera o chamado matrimónio homossexual uma questão em aberto:
«Finalmente, ao escutar a Palavra de Deus vivida na Igreja, é necessário abordar com parresia a questão actualmente recorrente de se se pode falar de "matrimónio "em relação a pessoas com atracções do mesmo sexo, equiparando a sua relação à união conjugal heterossexual sem reconhecer as diferenças. Estas incluem, principalmente, a evidente impossibilidade de procriação em si ligada à diferença sexual, a respeito da qual as técnicas de procriação medicamente assistida colocam dificuldades adicionais.»

Mesmo pior, o Relatório Número 9 considera todo o ensino católico como sujeito a mudança:
«A missão da Igreja não é proclamar abstractamente e aplicar dedutivamente princípios expostos de modo imutável e rígido, mas fomentar um encontro vivo com a pessoa do Senhor Jesus ressuscitado, empenhando-se na experiência vivida da fé do Povo de Deus na sua relevância pessoal e social, em relação às diversas situações da vida e aos muitos contextos culturais. Só a tensão fecunda entre o que foi estabelecido na doutrina da Igreja e a sua prática pastoral e as práticas da vida em que o que foi estabelecido se verifica, no exercício da vida pessoal e comunitária à luz do Evangelho, exprime o dinamismo gerador da Tradição: contra a tentação da ossificação estéril e regressiva de princípios e afirmações, de normas e regras, independentemente da experiência dos indivíduos e das comunidades.»

A «experiência vivida da fé do Povo de Deus» pode prevalecer sobre a doutrina da Fé? Bem-vindos ao abraço eclesiástico da «modernidade líquida» na qual o realismo metafísico é posto de lado, e a ditadura do relativismo e do subjectivismo submete tudo a redefinição.

O que está em causa, como se compreende claramente, é a superação do modelo teórico que deriva a práxis de uma doutrina «pré-fabricada», «aplicando» princípios gerais e abstractos às situações concretas e pessoais da vida. A tarefa é, portanto, redescobrir uma circularidade fecunda entre teoria e práxis, entre pensamento e experiência, reconhecendo que a própria reflexão teológica procede das experiências de «bem» inscritas no sensus fidei fidelium.

O Sínodo tornou-se o agente oficialmente patrocinado pela Santa Sé de destruição da doutrina católica, que é menosprezada e descartada como princípios dedutivos expostos de modo imutável e rígido – afirmações estéreis, regressivas e ossificadas, como doutrinas «pré-fabricadas», que são meras abstracções e teorias.

Em vez disso, é preciso escutar as «situações concretas e pessoais da vida» porque «a própria reflexão teológica procede das experiências de “bem” inscritas no sensus fidei fidelium (sentido da fé dos fiéis)».

O testemunho do homem católico homossexual americano (Jason Steidl, autor de LGBTQ Catholic Ministry, Past and Present, cuja fotografia apareceu na primeira página do The New York Times com o seu «marido», sendo abençoado pelo Pe. James Martin, S.J., no dia seguinte à publicação de Fiducia supplicans) dá uma ideia clara de onde o Sínodo pensa que a reflexão teológica baseada na experiência pessoal levará a Igreja:
«A minha sexualidade não é uma perversão, desordem ou cruz; é um dom de Deus. Tenho um matrimónio feliz e saudável e floresço como católico gay assumido. Foram precisos anos de oração, terapia e comunidade afirmativa para chegar aqui, mas agradeço a Deus pela minha sexualidade e pela minha condição de vida. […] Ser católico LGBTQ não é fácil, e muitos dias lamento o mal que a Igreja causou. Mas também tenho esperança. Testemunhei conversão durante o pontificado do Papa Francisco nos níveis local e universal da Igreja, e aguardo com expectativa ajudar a construir o corpo de Cristo que reflecte o ministério de cura e inclusão de Jesus.»

O gabinete do Sínodo decidiu publicar a afirmação de um lobista do estilo de vida homossexual de que «conheço muitos sacerdotes que têm sido atacados por causa do seu apoio a pessoas LGBTQ […] são atingidos pelas flechas odiosas da homofobia». Será esta afirmação um exemplo do «sentido da fé dos fiéis»? Ou uma repudiação da Fé de Cristo em nome da imoralidade?

Esta subversão destrutiva patrocinada pelo Vaticano tem de acabar agora. As almas estão em perigo pelo escândalo dos falsos ensinamentos que estão a ser propagados pelo Sínodo. O Papa Leão XIV precisa de fortalecer os irmãos na Fé, pondo fim a esta traição venenosa da verdade de Deus.

Father Gerald Murray in 'The Catholic Thing'


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terça-feira, 5 de maio de 2026

São Pio V contra a Sodomia

Esse horrendo crime, pelo qual cidades corruptas e obscenas foram queimadas pela condenação divina, nos enche de amarga dor e nos estimula veementemente a reprimi-lo com o máximo zelo possível.

Com toda razão o Quinto Concílio de Latrão estabelece que todo membro do clero apanhado na prática do vício contra a natureza, pelo qual a cólera de Deus caiu sobre os filhos da iniquidade, seja despojado das ordens clericais ou obrigado a fazer penitência em um mosteiro.

Para que o contágio de tão grande flagelo não se propague com maior audácia valendo-se da impunidade, que é o maior incentivo ao pecado, e para punir mais severamente os sacerdotes culpados desse nefando crime que não estejam aterrorizados com a morte da alma, determinamos que eles sejam entregues à severidade da autoridade civil, que faz cumprir a lei.

Portanto, desejando adoptar com maior rigor o que decretamos desde o início de nosso pontificado, estabelecemos que todo sacerdote ou membro do clero, seja secular ou regular, de qualquer grau ou dignidade, que cometa esse horrendo crime, por força da presente lei seja privado de qualquer privilégio clerical, de qualquer ofício, dignidade e benefício eclesiástico; e que, uma vez degradado pelo juiz eclesiástico, seja entregue imediatamente à autoridade civil para receber a mesma punição que a lei reserva aos leigos que se lançaram nesse abismo.

Papa Pio V in 'Horrendum Illud Scelus' (30/VIII/1568)


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segunda-feira, 23 de março de 2026

Bispo LGBT planeia fechar 70 igrejas

Setenta igrejas, na Diocese de Roermond (Países Baixos), estão em processo de encerramento, disse o Bispo Cornelis van den Hout (61 anos) ao Nd.nl.

Em 2026, o Bispo contratou um economista a tempo inteiro para supervisionar o encerramento dos edifícios eclesiais. «É uma questão urgente. As questões financeiras não nos deixam outra opção». Mons. van den Hout acredita que a espiral descendente não parará após o fecho dessas setenta igrejas: «Neste momento, a diocese tem 280 edifícios eclesiais. Por volta do ano 2000, tínhamos 360.»

O Bispo holandês acrescentou que só se justifica ter Missa Eucaristia numa igreja em que exista um certo número de fiéis: não bastam dez para uma igreja em que poderiam estar centenas.

«Dada a situação financeira actual e a assistencia decrescente às igrejas, é inevitável que designemos, em muitos lugares, um edifício eclesial centralmente localizado para as celebrações. As igrejas nas aldeias circundantes serão, então, vendidas.»

Mons. van den Hout foi nomeado para a diocese de Groningen em Abril de 2017 e para Roermond em Junho de 2024. Em Agosto de 2024, admitiu ao MariaBode.nl que ele próprio tinha "abençoado" parelhas do mesmo sexo homossexuais «em várias ocasiões". Van den Hout concordou com o documento 'Fiducia supplicans', segundo qual «essas bênçãos pastorais deveriam ser permitidas».

Em 2018, após a Amoris Laetitia, foi-lhe perguntado sobre a Comunhão de pessoas a viver em adultério. O Bispo disse que nunca recusou a comunhão por essa razão nem não planeia fazê-lo.

Em Junho de 2024, o MariaBode.nl apelidou Mons. Van den Hout de «bispo liberal» que «não gosta da Liturgia Tradicional». O Bispo proibiu um sacerdote diocesano de celebrar a Missa Tradicional, uma vez por mês, em Veenendaal.

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Doutor da Igreja alertou para as horríveis consequências da Sodomia

São Pedro Damião (1007 e 1072) foi um monge reformador, que escreveu um livro a explicar o grande mal das relações entre pessoas do mesmo sexo, especialmente membros do Clero; e a grande corrupção que vinha daí para a Igreja. Este aviso é mais actual do que nunca:

Este vício não é absolutamente comparável a nenhum outro, porque supera a todos em enormidade. Este vício produz, com efeito, a morte dos corpos e a destruição das almas. Polui a carne, extingue a luz da inteligência, expulsa o Espírito Santo do templo do coração do homem, nele introduzindo o diabo que é o instigador da luxúria. 

Conduz ao erro, subtrai totalmente a verdade da alma enganada, prepara armadilhas para os que nele incorrem, obstrui o poço para que daí não saiam os que nele caem. Abre-lhes o inferno, fecha-lhes a porta do Céu; torna herdeiro da infernal Babilónia aquele que era cidadão da celeste Jerusalém, transformando-o de estrela do céu em palha para o fogo eterno. Arranca o membro da Igreja e lança-o no voraz incêndio da geena ardente.

Tal vício busca destruir as muralhas da pátria celeste e tornar redivivos os muros da Sodoma calcinada. Ele viola a temperança, mata a pureza, jugula a castidade, trucida a virgindade, que é irrecuperável, com a espada da mais infame união. Tudo infecta, tudo macula, tudo polui, e tanto quanto está em si, nada deixa puro, nada alheio à imundície, nada limpo. Para os puros, como diz o Apóstolo, todas as coisas são puras; para os impuros e infiéis, nada é puro, mas estão contaminados o seu espírito e a sua consciência (Tit. I, 15).

Esse vício expulsa do coro da assembleia eclesiástica e obriga a unir-se com os energúmenos e com os que trabalham com o diabo, separa a alma de Deus para ligá-la aos demónios. Essa pestilentíssima rainha dos sodomitas torna os que obedecem às leis de sua tirania torpes aos homens e odiáveis a Deus. 

Impõe nefanda guerra contra Deus e obriga a alistar-se na milícia do espírito perverso, separa do consórcio dos Anjos e, privando-a da sua nobreza, impinge à alma infeliz o jugo do seu próprio domínio. Despoja os seus sequazes das armas das virtudes e expõe-os, para que sejam transpassados, aos dardos de todos os vícios. Humilha na Igreja, condena no fórum, conspurca secretamente, desonra em público, rói a consciência como um verme, queima a carne como o fogo.

Arde a mísera carne com o furor da luxúria, treme a fria inteligência com o rancor da suspeita, e no peito do homem infeliz agita-se um caos como que infernal, sendo ele atormentado por tantos aguilhões da consciência quanto é torturado pelos suplícios das penas. Sim, tão logo a venenosíssima serpente tiver cravado os dentes na alma infeliz, imediatamente fica ela privada de sentidos, desprovida de memória, embota-se o gume da sua inteligência, esquece-se de Deus e até mesmo de si. 

Com efeito, essa peste destrói os fundamentos da fé, desfibra as forças da esperança, dissipa os vínculos da caridade, aniquila a justiça, solapa a fortaleza, elimina a esperança, embota o gume da prudência. E que mais direi, uma vez que ela expulsa do templo do coração humano toda a força das virtudes e aí introduz, como que arrancando as trancas das portas, toda a barbárie dos vícios?

Com efeito, aquele a quem essa atrocíssima besta tenha engolido, entre as suas fauces cruentas, impede-lhe, com o peso das suas correntes, a prática de todas as boas obras, precipitando-a em todos os despenhadeiros da sua péssima maldade. Assim, tão logo alguém tenha caído nesse abismo de extrema perdição, torna-se um desterrado da pátria celeste, separa-se do Corpo de Cristo. É confundido pela autoridade de toda a Igreja, condenado pelo juízo de todos os Santos Padres, desprezado entre os homens na terra, reprovado pela sociedade dos cidadãos do Céu, cria para si uma terra de ferro e um céu de bronze. 

Por um lado, não consegue levantar-se, agravado que está pelo peso do seu crime, por outro, não consegue mais ocultar o seu mal no esconderijo da ignorância, não pode ser feliz enquanto vive, nem ter esperança quando morre, porque, agora, é obrigado a sofrer o opróbrio da derrisão dos homens e, depois, o tormento da condenação eterna. 

São Pedro Damião in 'Liber Gomorrhianus' (c. XVI, in Migne, Patristica Latina 175-177)


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quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Texto do Acto de Reparação pelo "Jubileu LGBT" - D. Athanasius Schneider

Acto de reparação pela profanação do Ano Jubilar e da Basílica de São Pedro por ativistas «LGBTQ+»

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, olhai com misericórdia para nós, pobres pecadores, que oferecemos à Vossa Divina Majestade este acto de reparação pela abominação perpetrada na Cidade Eterna, durante este Ano Jubilar, por aqueles que, «transformando a graça de nosso Senhor Deus em sensualidade» (Jd 4), usaram — infelizmente, com a permissão das autoridades da Santa Sé — a Igreja do Gesù, a Porta Santa e a Basílica de São Pedro como plataforma para defender orgulhosamente a legitimação da sodomia, da fornicação e de outros pecados contra o Sexto Mandamento da Vossa Santa Lei. Ousaram, além disso, mostrar «aparência de piedade, mas negando a sua essência» (2Tm 3, 5).

Com tristeza clamamos a Vós com as palavras do salmo: «Ó Senhor, lembrai-Vos da Vossa congregação, que possuístes desde o princípio. O ceptro da Vossa herança, que resgatastes: o Monte Sião, onde habitastes. Levantai as nossas mãos contra o orgulho deles até ao fim; vede o que o inimigo fez de perverso no santuário. E aqueles que Vos odeiam se vangloriam no meio da Vossa solenidade. Eles ergueram as suas bandeiras como sinais. Eles profanaram a morada do Vosso Nome na Terra. Até quando, ó Deus, o inimigo vai insultar: o adversário vai provocar o Vosso Nome para sempre? Não deixeis que os humildes sejam afastados com confusão: os pobres e necessitados louvarão o Vosso nome» (Sl 73, 2-4.7.10.21).

Embora sejamos pobres pecadores, oferecemos, em união com os actos de expiação do Imaculado Coração de Maria, de todos os Santos e de todos os fiéis piedosos da Terra, a satisfação que uma vez fizestes ao Vosso Pai Eterno na Cruz, e que continuais a renovar diariamente nos nossos altares, em reparação e expiação:

— Por aqueles que abusaram do Ano Jubilar, da Igreja do Gesù, da Porta Santa e da Basílica de São Pedro, transformando-os numa plataforma para defender a legitimação da sodomia, da fornicação e de outros pecados contra o Sexto Mandamento da Vossa Santa Lei! Senhor, tende piedade! Cristo, tende piedade! Senhor, tende piedade!

— Pela cumplicidade das autoridades da Santa Sé em tal abominação! Senhor, tende piedade! Cristo, tende piedade! Senhor, tende piedade!

— Pelos grupos de pressão ideológicos, dentro e fora da Igreja, que defendem a legitimação da sodomia, da fornicação e de outros pecados contra o Sexto Mandamento da Vossa Santa Lei! Senhor, tende piedade! Cristo, tende piedade! Senhor, tende piedade!

— Pelo apelo descarado de cardeais, bispos, padres e leigos para mudar o ensinamento imutável da Igreja Católica, expresso no Catecismo, de modo a legitimar a sodomia, a fornicação e outros pecados contra o Sexto Mandamento da Vossa Santa Lei! Senhor, tende piedade! Cristo, tende piedade! Senhor, tende piedade!

— Pelos membros do clero que, abusando do seu cargo e pervertendo o verdadeiro objetivo do cuidado pastoral, apoiam a legitimação da sodomia, da fornicação e de outros pecados contra o Sexto Mandamento da Vossa Santa Lei! Senhor, tende piedade! Cristo, tende piedade! Senhor, tende piedade!

— Pelos membros do clero que, sob o pretexto do acompanhamento pastoral, negam às pessoas a verdade perene dos Teus Santos Mandamentos e evitam chamar aqueles que erram à penitência salutar, confirmando-os, em vez disso, no erro e no vício, e expondo-os ao perigo da condenação eterna! Senhor, tende piedade! Cristo, tende piedade! Senhor, tende piedade!

— Pelos membros do clero que encorajam aqueles que vivem abertamente o estilo de vida «LGBTQ+» a receber a Sagrada Comunhão, levando-os assim a comer e beber o seu próprio julgamento (cf. 1Cor 11, 29).

— Por todos aqueles que, orgulhosos e impenitentes, Vos ofendem com um estilo de vida de sodomia e fornicação! Senhor, tende piedade! Cristo, tende piedade! Senhor, tende piedade!

— Por todos aqueles que denigrem a bondade e a beleza da criação do casamento e dos dois sexos — masculino e feminino — ao defenderem a legitimação moral e legal das uniões entre pessoas do mesmo sexo e do chamado casamento entre pessoas do mesmo sexo! Senhor, tende piedade! Cristo, tende piedade! Senhor, tende piedade!

— Por todos aqueles que blasfemam contra Vós, afirmando que criaste a atração pelo mesmo sexo! Senhor, tende piedade! Cristo, tende piedade! Senhor, tende piedade!

— Pelos membros do clero que blasfemam contra o Vosso Santo Nome, os Vossos Mandamentos e o sacramento do casamento divinamente instituído, ao concederem bênçãos a "casais" do mesmo sexo e outros casais em uniões extraconjugais! Senhor, tende piedade! Cristo, tende piedade! Senhor, tende piedade!

Ó Senhor, nós também Vos imploramos misericordiosamente que concedais a Vossa luz e a graça da conversão aos nossos pobres irmãos e irmãs que, cegos pelo erro e escravizados pelo vício, se esforçam por impor a sua própria vontade à Vossa Santa Vontade, exigindo impudentemente que a Igreja mude as verdades imutáveis e divinamente reveladas dos Vossos Mandamentos. Concedei-lhes, nós Vos imploramos, que sejam conduzidos de volta ao abraço da vossa Santa Vontade.

Ó Senhor, derramai o Vosso Espírito de verdade e compaixão sobre os pastores e as ovelhas do Vosso rebanho, para que eles Vos temam, sigam todos os Vossos caminhos e Vos amem (cf. Dt 10, 12). Que o mundo compreenda, nas palavras e acções da Vossa Igreja, a Vossa verdade libertadora: «Quão bela é a geração casta com glória: pois a sua memória é imortal, porque é conhecida tanto por Deus como pelos homens» (Sb 4, 1).

Ó Senhor, olhai com misericórdia para a Vossa Igreja afligida, que foi publicamente humilhada pelo abuso do Ano Jubilar, da Porta Santa e da Basílica de São Pedro. Recebei graciosamente este nosso acto de reparação e olhai para as lágrimas da Virgem Maria Imaculada e Dolorosa, o sangue de inúmeros mártires, especialmente aqueles martirizados pela castidade, e para os sofrimentos, suspiros, orações e actos de reparação amorosa de tantas almas católicas. Ó Senhor, faz com que a Vossa Igreja brilhe novamente, católica, livre e casta.

Santo Deus, Santo Poderoso, Santo Imortal, tende piedade de nós! Santo Deus, Santo Poderoso, Santo Imortal, tende piedade de nós! Santo Deus, Santo Poderoso, Santo Imortal, tende piedade de nós! Ámen.


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domingo, 5 de outubro de 2025

Acto de reparação pelo "Jubileu LGBT"

Durante o encontro Catholic Identity Conference, organizado pelo Remnant, quatro Bispos fizeram um acto de reparação pela profanação por causa do “Jubileu LGBT” na Basilica de São Pedro. Foram eles:

- D. Athanasius Schneider, bispo auxiliar de Astana, Cazaquistão;
- D. Robert Mutsaerts, bispo auxiliar de ’s-Hertogenbosch, Países Baixos;
- D. Joseph Strickland, bispo emérito de Tyler, EUA;
- D. Marian Eleganti, bispo emérito auxiliar de Coira, Suíça.

Os quatro prelados ajoelharam-se diante de uma imagem de Nossa Senhora de Fátima com as centenas de pessoas presentes na sala em silêncio absoluto. Foi depois rezada uma longa oração de reparação à Santíssima Trindade pela profanação ocorrida na Basílica do Vaticano no dia 6 de Setembro. Depois rezou-se o Santo Rosário.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.


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quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Bolívia condena Jesuítas por encobrirem abusos sexuais de menores por sacerdote homossexual

No dia 2 de Setembro, um tribunal boliviano condenou dois padres jesuítas espanhóis idosos, Marcos Recolons, de 81 anos, e Ramón Alaix, de 83, a um ano de prisão cada, por terem encoberto décadas de abusos sexuais de menores cometidos pelo seu confrade, o padre Alfonso Pedrajas (+2009). A maior parte das vítimas eram rapazes indígenas – bolseiros em colégios dirigidos pelos Jesuítas.

O caso veio a público em 2023 após a divulgação do diário de Pedrajas, no qual este confessava ter abusado de pelo menos 85 menores entre 1972 e 2000. Nele mencionava que os seus superiores jesuítas "sabiam", mas nada fizeram, chegando até a encobri-lo.

Numa audiência em Julho relativa ao processo, o presidente de uma associação de vítimas de abusos declarou que, depois da publicação do diário, encontraram vítimas de diferentes gerações. "Percebemos que tínhamos sido vítimas não só dos agressores, mas também de toda uma estrutura: a Companhia de Jesus (Jesuítas), que transferia os abusadores."

Acrescentou ainda: "Quando um abusador tem mais de dez vítimas, falamos de um violador em série."

Outras vítimas relataram como o padre Pedrajas se aproveitou da sua confiança, muitas vezes sob o pretexto de orientação ou direcção espiritual.

O tribunal concluiu que ambos, tendo exercido funções de provinciais jesuítas na Bolívia durante os anos em questão, tinham conhecimento das acusações contra Pedrajas, mas optaram por transferi-lo para locais onde continuava a ter contacto com crianças. O juiz apelou ao Ministério Público para investigar outros responsáveis jesuítas.

Na sala de audiências encontrava-se Erika Montaño, cujo irmão foi vítima de abusos homossexuais e entrou também na Companhia de Jesus, acabando por suicidar-se.

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quarta-feira, 30 de julho de 2025

Padre Pedro Arrupe SJ protegeu um abusador homossexual

Uma acção judicial apresentada em Louisiana (Estados Unidos da América) revelou que o falecido Padre Pedro Arrupe estava ciente de abusos homossexuais cometidos por Donald Dickerson, mas não impediu a sua ordenação sacerdotal.

Padre Arrupe (1907–1991) foi o 28º Superior Geral dos Jesuítas (1965–1983), conhecido por sobreviver ao bombardeamento atómico de Hiroshima e por um declínio significativo na Ordem enquanto era Superior-Geral.

Em 1977, o Provincial Pe. Thomas Stahel alertou Arrupe para várias alegações de abuso homossexual por parte de Dickerson, incluindo masturbação de dois menores e avanços sobre um rapaz de 14 anos. Apesar destes avisos, de duas rondas de tratamento psiquiátrico por má conduta homossexual e de múltiplas queixas, Arrupe permitiu a ordenação sacerdotal de Dickerson em 1980.

Depois disso, Dickerson foi sucessivamente transferido entre paróquias, apesar de novos relatos de abuso, sendo removido da ordem apenas em 1986 — após pelo menos sete acusações formais. Dickerson, que morreu em 2016, foi incluído numa credível lista de jesuítas acusados de abuso, em 2018.

A causa de beatificação de Arrupe foi oficialmente aberta em 2019. É admirado por sectores anti-católicos como um “guerreiro da justiça social”.

O jesuíta Padre John Armstrong, que participou numa reunião sobre Dickerson em 1976, qualificou a actuação da Companhia na gestão do caso como “horrorizante” e afirmou que o facto de Dickerson ter continuado “é incompreensível”.

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sábado, 19 de julho de 2025

Secretaria de Estado protege rede homossexual no Vaticano

“Vinte anos de escândalos e o Vaticano — mais concretamente, a Secretaria de Estado do Vaticano — não aprendeu nada”, escreve Phil Lawler no CatholicCulture.org.

Lawler comenta o caso do Padre Carlo Capella. Este sacerdote foi preso na Cidade do Vaticano por posse e distribuição de pornografia infantil, mas regressou ao serviço diplomático da Santa Sé — primeiro sem um título oficial e, agora, com uma designação formal de alto nível. Um responsável classificou o escândalo como “um acto de misericórdia”.

Lawler questiona: “Misericórdia? Não é um acto de misericórdia para com os adolescentes que foram explorados por pervertidos para fornecer as imagens que faziam parte da vasta coleção do Pe. Capella. Não é um acto de misericórdia para com os católicos fiéis que, fazendo o possível para defender a honra da Igreja contra críticos cada vez mais cáusticos, se veem, mais uma vez, a defender o indefensável.”

Lawler recorda que o Pe. Capella não foi entregue às autoridades civis e que “o Vaticano” resistiu a um pedido americano de extradição. Capella foi autorizado a fugir, regressando a Roma, onde manifestamente esperava um tratamento mais favorável.

No julgamento canónico, foi-lhe retirado o estatuto de “Monsenhor” para regressar a “Rev. Padre”, mas continuou a exercer funções como sacerdote.

Lawler explica o motivo do tratamento leniente: “Pelo mesmo motivo que Marcial Maciel escapou ao escrutínio durante anos, pelo mesmo motivo que o Cardeal Law foi nomeado arcipreste de uma basílica romana, pelo mesmo motivo que Theodore McCarrick foi enviado ao estrangeiro como enviado do Vaticano, pelo mesmo motivo que o Rev. Capella está agora de volta ao trabalho: porque a Secretaria de Estado toma conta dos seus amigos.”

Ele avança ainda com uma explicação mais sombria: “Talvez aconteça que tantos funcionários do Vaticano estão moralmente comprometidos, há tantos anos, que ninguém está preparado para enfrentar o problema; todos se sentem vulneráveis e, por isso, determinados a abafar o escândalo. Talvez a má conduta sexual seja tão generalizada que — apesar das declarações públicas — os funcionários do Vaticano continuam a não levar o assunto a sério.”

Para Lawler, é absolutamente claro — e não apenas em casos de abuso clerical — que a Secretaria de Estado dita as suas próprias regras.

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terça-feira, 8 de julho de 2025

Cardeal Zen: «O Deus misericordioso odeia o comportamento homossexual»

O Cardeal Joseph Zen, de Hong Kong, comentou a destruição de Sodoma, conforme relatado no Livro do Génesis, no site OldYosef.HKCatholic.com: «O Deus misericordioso odeia tanto o comportamento homossexual porque ele está muito distante do plano de Deus para a Humanidade».

O Cardeal questiona de onde vem a tendência homossexual: «É inata? Resultado de uma experiência infeliz? A medicina não nos dá uma resposta simples.» No entanto: «Se as pessoas que conhecem a diferença entre o bem e o mal não ajudam as pessoas ignorantes a compreender a verdade, isso definitivamente não é um acto de caridade.»

O Cardeal acrescenta que o comportamento homossexual prejudica a sociedade e é mais provável que cause tragédias pessoais. «A Igreja certamente ama e acolhe todos, independentemente do estilo de vida que levam actualmente, mas não se pode permitir que permaneçam na ignorância.»

Ele deseja para os pecadores homossexuais «a oportunidade de compreender o plano de Deus, ganhar força através da oração e dos sacramentos, superar a tentação, trilhar o caminho da castidade e avançar em direcção à vida eterna».

O Cardeal Zen lamenta os últimos anos de caos e divisão na Igreja causados pelo panfleto homossexual «Fiducia Supplicans». E espera que Leão XIV, «acalme a tempestade».

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quarta-feira, 18 de junho de 2025

Sagrado Coração de Jesus espalhados por ruas austríacas




Nesta época do ano, é quase impossível andar pelas ruas sem encontrar bandeiras arco-íris: telhados de prédios, transportes públicos, hotéis, várias escolas e instituições de ensino estão decorados com a bandeira arco-íris, símbolo do movimento LGBTQ...

É especialmente triste ver que até mesmo algumas torres de igrejas exibem a bandeira arco-íris. Considerando que essas bandeiras são hasteadas para louvar com orgulho o pecado da homossexualidade!

Esta circunstância inspirou a TFP Áustria a promover uma campanha de cartazes com a verdadeira mensagem: o mês de Junho é dedicado ao Sagrado Coração de Jesus!

Como católicos estamos felizes com isto!


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quinta-feira, 5 de junho de 2025

Padre James Martin censurado

O Padre James Martin, um jesuíta promotor de comportamentos sexuais desviados e desviantes, deixou de ser orador na cerimónia de final de ano da Holy Family University.

A TFP Action conseguiu recolher mais de 11 mil assinaturas contra a presença do Padre Martin na cerimónia; e tinha planeado rezar-se o terço durante a mesma.

Graças à resistência dos leigos, as ovelhas ficaram a salvo de mais um lobo que as quer enganar. Resta saber até quando a Santa Sé vai permitir o ministério de sacerdotes que defendem publicamente ideologias contra a doutrina Católica.


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sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

Bispos Ganeses apoiam a Lei que pune os 'actos homossexuais'

Os bispos do Gana apelaram ao novo presidente do país, John Dramani Mahama, de 66 anos, para que impulsione a aprovação de uma lei que promova e proteja os valores familiares. "Queremos que isto se torne lei", afirmou o Bispo Matthew Kwasi Gyamfi de Sunyani, presidente da Conferência Episcopal do Gana, numa reunião a 14 de Janeiro.

A proposta central dos bispos gira em torno do "Projecto de Lei sobre Direitos Sexuais Humanos e Valores Familiares". A legislação procura reafirmar os valores familiares africanos, particularmente através do sistema educativo.

Prevê penas de prisão até três anos para os culpados de actos homossexuais e até cinco anos para os culpados de propaganda homossexual.

O Parlamento aprovou o projecto de lei a 28 de Fevereiro de 2024, mas a sua implementação foi suspensa enquanto o então presidente, Nana Akufo-Addo, aguardava duas decisões do Supremo Tribunal sobre a sua constitucionalidade.

O Presidente Mahama, que tomou posse a 7 de Janeiro de 2025, afirmou que o facto de o projecto de lei não ter sido aprovado antes do final da legislatura o tornou nulo: "Este projecto de lei está efectivamente morto", disse.

Durante o seu mandato anterior (2012-20117), Mahama, membro das Assembleias de Deus, teve o apoio de regimes pró-homossexuais, incluindo os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França.

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quarta-feira, 3 de julho de 2024

Padre James Martin ofende Nossa Senhora

O jesuíta Padre James Martin, um activista da causa "homossexual", causou escândalo nos fiéis do mundo inteiro ao discursar com uma imagem de uma Nossa Senhora negra representada com as bandeiras do gang do alfabeto. Ficamos à espera que seja punido exemplarmente por esta blasfémia.


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A Humanidade divide-se em homens e mulheres

Alguns, perante a insanidade das marchas "gay" e de todo este "pride" do qual é difícil escapar, apelam a que se faça uma marcha "heterossexual". Mas seguir esse caminho seria aceitar os termos nos quais se baseia a ideologia "LGBT" e isso é inaceitável.

A Humanidade não se divide em "homossexuais" e "heterossexuais", mas em homens e mulheres. São esses os dois modos de ser humano. Dois modos diferentes, a todos os níveis, e complementares, a todos os níveis. O homem não se compreende sem a mulher nem a mulher sem o homem.

Apenas uma relação entre um homem e uma mulher corresponde a uma entrega total à outra pessoa, de tal maneira que daquela entrega pode nascer uma nova vida, o maior milagre da natureza humana.

Aceitar dividir a Humanidade em "homossexuais" e "heterossexuais" seria esquecer isso tudo e passar a definir as pessoas por quem sentem atracção. Isso não define uma pessoa e, em muitos casos, nem sequer é relevante para a sociedade.

Não podemos jogar o jogo de quem quer negar a natureza humana para a substituir por uma ideologia que só traz destruição e infelicidade. Temos de ser fiéis à verdade, custe o que custar.


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terça-feira, 11 de junho de 2024

Milhões de pessoas marcham no Uganda pelos mártires e vítimas da luxúria homossexual

Uma multidão de quatro milhões de pessoas participou na celebração da festa de São Carlos Lwanga e dos seus companheiros, no seu santuário de Namugongo, no Uganda.

O santuário fica a cerca de 20 quilómetros da capital, Kampala. O Papa Francisco não enviou nenhum Delegado Apostólico para este grande evento. A celebração assinalou os 60 anos desde que Paulo VI canonizou um total de 22 católicos mortos entre 1885 e 1887 por ordem do rei Mwanga II de Buganda.

Mwanga II tinha caído em pecados homossexuais e queria obrigar Charles Lwanga e os seus companheiros a participarem na luxúria homossexual, mas eles preferiram morrer. 

Muitos dos peregrinos caminharam durante dias e semanas para chegar ao evento. Vieram do Botswana, da África do Sul, dos Camarões, da República Democrática do Congo e de outros países africanos.

Durante a marcha, o Presidente do Uganda, Yoweri Museveni, afirmou "As pessoas que falam sobre a questão dos homossexuais não sabem que o Uganda é uma terra de mártires. Se quiserem brincar com o Uganda, vão ver".

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sexta-feira, 12 de abril de 2024

Cardeal Sarah elogia Bispos africanos por resistirem à propaganda homossexual

O Cardeal Robert Sarah, um dos principais cardeais em termos de inteligência e integridade, elogiou os bispos dos Camarões pela sua declaração "corajosa e profética" de 21 de Dezembro contra as pseudo-bênçãos homossexuais.

"Fizeram uma obra de caridade pastoral ao apontar a verdade", afirmou. É "errado e ridículo" que "algumas pessoas no Ocidente" afirmem que os bispos dos Camarões agiram em nome de um "particularismo cultural", esclareceu Sarah. Afirmaram, "numa lógica de neo-colonialismo intelectual", que os africanos "ainda" não estão prontos para "abençoar" o pecado "por razões culturais", disse: "Como se o Ocidente tivesse uma vantagem sobre os africanos, mais atrasados".

Na realidade, os bispos em África estão a agir "em nome do único Senhor, da única Fé da Igreja", explicou Sarah: "Desde quando é que a verdade da Fé, o ensino do Evangelho, está sujeito a culturas particulares?"

Sarah adverte contra a ideia destrutiva de que a Fé deve ser interpretada "diferentemente" em diferentes lugares, culturas e povos. Ele identificou esta ideologia como "apenas um disfarce para a ditadura do relativismo". O seu objectivo é introduzir deficiências na doutrina e na moral em certos lugares, sob o pretexto de "adaptação cultural". Assim, "querem permitir um diaconato feminino na Alemanha, padres casados na Bélgica, a confusão entre o sacerdócio ordenado e o sacerdócio comum na Amazónia".

O Cardeal Sarah espera que os bispos africanos se tornem defensores da Fé, mas observa que as suas vozes no último Sínodo foram desprezadas por aqueles cuja única obsessão é "agradar aos lobbies ocidentais".

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sábado, 9 de março de 2024

Bispo Strickland pede ao Papa que não deixe os 'homossexuais' vaguear pelo pecado

O Bispo confessor Joseph Strickland escreveu uma carta dirigida a todos os bispos, "incluindo o Papa Francisco, bispo de Roma", exortando-os a regressar a Cristo: "Irmãos, sejamos fortes e claros em todos os ensinamentos da nossa fé Católica".

Monsenhor Strickland proclama a verdade de que Deus nos criou homem e mulher, e que o casamento é um vínculo sagrado entre um homem e uma mulher, comprometidos para a vida e abertos a filhos.

"Comprometamo-nos a nunca deixar aqueles que foram apanhados em pecado sexual de qualquer tipo a vaguear na escuridão de um estilo de vida pecaminoso".

"Sejamos a Igreja que acolhe todos, mas que não abandona ninguém ao pecado e aos caminhos obscuros do mundo".

O Bispo reconhece que "estamos à beira de uma devastação como o mundo nunca viu".

Ele abre os olhos para as forças do mal que pretendem oferecer um novo caminho para a humanidade, que procuram destronar Deus e instalar um governo global no Seu lugar.

A conclusão de Mons. Strickland: "Não é demasiado tarde, mas o tempo é curto para fazermos o nosso trabalho".

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