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sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Cardeal Sarah lança forte ataque contra o Islão

Depois do atentado islâmico que resultou na morte de 3 pessoas - durante a Missa na Basílica de Notre-Dame em Nice - uma delas degolada, o Cardeal Robert Sarah reagiu de forma veemente na sua conta no Twitter:

O islamismo é um fanatismo monstruoso que deve ser combatido com força e determinação. Ele não vai parar a sua guerra. Infelizmente, nós, africanos, sabemos disso muito bem. Os bárbaros são sempre inimigos da paz. O Ocidente, hoje a França, deve entender isso. Rezemos.


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terça-feira, 22 de outubro de 2019

A visão assustadora do Papa João Paulo II sobre o Islão

Mons. Mauro Longhi, quando ainda era estudante, acompanhou o Papa João Paulo II em algumas viagens. O sacerdote italiano contou que, em 1992, o Papa João Paulo II lhe relevou que tinha tido uma visão inquietante sobre o futuro da Europa: 

O Papa disse-me: "Diga isto àqueles que vai encontrar na Igreja do terceiro milénio. Vejo a Igreja afligida por uma ferida mortal. Mais profunda, mais dolorosa do que as deste milénio", referindo-se ao comunismo e ao nazismo. "Chama-se islamismo. Eles vão invadir a Europa. Eu vi as hordas vindo de Ocidente ao Oriente, e disseram-me o país de cada um: Marrocos, Líbia, Egipto, e assim por diante para o Oriente".

O Santo Padre acrescentou: "Eles vão invadir a Europa; a Europa será como um sótão com velharias, sombras, teias de aranha, relíquias familiares. Vocês, a Igreja do terceiro milénio, têm de conter a invasão. Não com os exércitos, os exércitos não serão suficientes, mas com a Fé, vivendo-a com integridade”.

Aqui fica a conferência na qual o sacerdote italiano falou dessa revelação: Mons. Mauro Longhi


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terça-feira, 13 de novembro de 2018

A atitude da Europa em relação ao Islão

Qual é a raiz ideológica da atitude que hoje - na Europa - temos em relação ao Islão? É a ideia de que não existe um dualismo lógico entre verdade e erro nem um dualismo moral entre bem e mal, mas que tudo é relativo às necessidades e interesses do indivíduo no momento presente.

Relativismo moral e pragmatismo político são duas faces desta abordagem à realidade que não se alimenta da realidade mas da utopia, porque crê num mundo fictício e irreal que o desejo de poder, mascarado de debilidade, do indivíduo pós-moderno é incapaz de conquistar.

Se a Europa quer sobreviver deve modificar esta atitude psicológica e cultural. Mas como é que podemos contribuir para esta mudança? Começando por reavivar a ideia de que existe o bem e o mal, em sentido objectivo e absoluto, e que a verdade e os princípios, sobre os quais está fundada a nossa civilização, não são para arquivar como ideias do passado ou preconceitos ideológicos.

Roberto di Mattei (historiador) in 'Corrispondenza Romana'


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