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terça-feira, 26 de maio de 2026

Foram divulgados os nomes dos quatro futuros Bispos da FSSPX

FSSPX anuncia o nome dos quatro sacerdotes que serão consagrados Bispos no próximo dia 1 de Julho. Eis o comunicado oficial:

Durante esta Oitava de Pentecostes, o Padre David Pagliarani, Superior Geral da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, tem o prazer de anunciar os nomes dos sacerdotes que foram escolhidos para receber a consagração episcopal no dia 1 de Julho em Écône.

Num gesto de respeito pela suprema autoridade da Igreja universal, os processos destes sacerdotes foram apresentados ao Santo Padre, juntamente com as explicações necessárias para uma correcta compreensão deste processo, no contexto tão particular e excepcional destas consagrações episcopais. Os quatro sacerdotes são:

Padre Pascal Schreiber, de nacionalidade suíça;
Padre Michael Goldade, de nacionalidade norte-americana;
Padre Michel Poinsinet de Sivry, de nacionalidade francesa;
Padre Marc Hanappier, de nacionalidade francesa.

O Superior-Geral reafirma que a escolha e consagração destes homens não correspondem a qualquer desejo de reivindicar poder jurisdicional nem de estabelecer uma autoridade paralela no seio da Igreja. De modo algum constituem uma negação, uma recusa ou um desafio ao poder jurisdicional supremo, pleno e imediato do Vigário de Cristo sobre a Igreja universal.

A cerimónia do dia 1 de Julho terá como único objectivo manter a administração dos sacramentos da Ordem Sagrada e da Confirmação, bem como dos sacramentais reservados aos bispos, segundo o rito tradicional da Santa Igreja Romana e a fé estabelecida.

O episcopado que estes sacerdotes vão receber concebe-se, portanto, unicamente como um serviço às almas e à Igreja no meio desta crise de fé sem precedentes.

O nosso compromisso de servir a Santa Igreja Católica permanece inabalável, conscientes do imperativo de transmitir fiel e plenamente o que recebemos: aquilo que a Igreja sempre creu, ensinou e praticou.

Menzingen, 26 de Maio de 2026



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sábado, 16 de maio de 2026

O Bispo que ensinava hinos católicos a comunistas

O Cardeal Van Thuan foi preso pelos comunistas no Vietname e esteve mais de 10 anos em várias prisões. Durante esse tempo converteu muitos dos guardas prisionais.

Numa noite em que estou doente, na prisão de Phú Khánh, vejo passar um polícia e grito: "Por caridade, estou muito doente, dê-me um pouco de remédio!" Ele responde-me: "Aqui não há caridade nem amor, apenas responsabilidade."

Essa é a atmosfera que respiramos na prisão.

Quando fui colocado no isolamento, fui confiado a um grupo de cinco guardas: dois deles estão sempre comigo. Os chefes mudam-nos de duas em duas semanas com os de outro grupo, para que não sejam "contaminados" por mim. Depois, decidiram não mudar mais, pois de outra forma todos ficariam contaminados!

No início, os guardas não falavam comigo, respondiam apenas "yes" e "no". É muito triste; quero ser gentil, cortês com eles, mas é impossível, evitam falar comigo. Não tenho nada para lhes dar de presente: sou prisioneiro, todas as roupas são marcadas com grandes letras "cai-tao", isto é, "campo de reeducação". Que devo fazer?

Uma noite, vem-me um pensamento: "Francisco, tu és ainda muito rico. Tens o amor de Cristo no teu coração. Ama-os como Jesus te ama." No dia seguinte, comecei a amá-los, a amar Jesus neles, sorrindo, trocando palavras gentis. Começo a contar histórias das minhas viagens ao exterior, como vivem os povos na América, Canadá, Japão, Filipinas, Singapura, França, Alemanha… a economia, a liberdade, a tecnologia. Isso estimulou a curiosidade dos guardas, e excitou-os a perguntarem-me muitas outras coisas. Pouco a pouco, tornamo-nos amigos. Querem aprender línguas estrangeiras: francês, inglês… Os meus guardas tornam-se meus alunos! A atmosfera da prisão mudou muito.

Até com os chefes da polícia. Quando viram a sinceridade do meu relacionamento com os guardas, não só pediram para continuar a ajudá-los no estudo de línguas estrangeiras, mas ainda me mandaram novos estudantes.

Um dia, um cabo perguntou-me:

- O que é que pensa do jornal 'O Católico'?

- Este jornal não fez bem nem aos católicos nem ao governo, antes alargou o fosso da separação.

- Porque se expressa mal; usam mal os vocábulos religiosos e falam de maneira ofensiva. Como remediar essa situação?

- Primeiro, é preciso entender exactamente o que significa tal palavra, tal terminologia religiosa…

- Pode ajudar-nos?

- Sim, proponho-lhes escrever um vocabulário de linguagem religiosa, de A a Z. Quando tiverem um momento livre, explicar-vos-ei. Espero que, assim, possam compreender melhor a estrutura, a história, o desenvolvimento da Igreja, as suas actividades…

Deram-me papel, e escrevi esse vocabulário de 1500 palavras, em francês, inglês, italiano, latim, espanhol, chinês, com explicações em vietnamita. Assim, pouco a pouco, com a explicação - as minhas respostas às perguntas sobre a Igreja, e aceitando também as críticas -, esse documento torna-se uma "catequese prática". Há muita curiosidade por saber o que é um abade, um patriarca; qual a diferença entre ortodoxos, católicos, anglicanos, luteranos; de onde provêm os recursos financeiros da Santa Sé…

Este diálogo sistemático, de A a Z, ajuda a corrigir muitas confusões, muitas ideias preconceituosas; torna-se dia-a-dia mais interessante, até mesmo fascinante.

Naquela época, ouvi que um grupo de vinte jovens da polícia estudava latim com um ex-catequista, para estar em condições de entender os documentos eclesiásticos. Um dos meus guardas pertence a esse grupo. Um dia, perguntou-me se lhe podia ensinar um cântico em latim.

- São tantos e tão belos, respondi-lhes.

- Você canta e eu escolho, propôs.

Cantei a Salve Regina, o Veni Creator, a Ave Maris Stella… Podem adivinhar que canto escolheu? O Veni Creator.

Não posso dizer quanto é comovente escutar todas as manhãs um polícia comunista, descendo pela escada de madeira, pelas sete horas, para fazer ginástica e depois lavar-se, cantando o Veni Creator na prisão.

in Cardeal Van Thuan, Cinco pães e dois peixes: Do sofrimento do cárcere, um alegre testemunho da fé


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quinta-feira, 26 de março de 2026

Requiem aeternam

Arcebispo Marcel Lefebvre, missionário em África. 
Chamado à presença de Deus há 35 anos.



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domingo, 5 de outubro de 2025

Acto de reparação pelo "Jubileu LGBT"

Durante o encontro Catholic Identity Conference, organizado pelo Remnant, quatro Bispos fizeram um acto de reparação pela profanação por causa do “Jubileu LGBT” na Basilica de São Pedro. Foram eles:

- D. Athanasius Schneider, bispo auxiliar de Astana, Cazaquistão;
- D. Robert Mutsaerts, bispo auxiliar de ’s-Hertogenbosch, Países Baixos;
- D. Joseph Strickland, bispo emérito de Tyler, EUA;
- D. Marian Eleganti, bispo emérito auxiliar de Coira, Suíça.

Os quatro prelados ajoelharam-se diante de uma imagem de Nossa Senhora de Fátima com as centenas de pessoas presentes na sala em silêncio absoluto. Foi depois rezada uma longa oração de reparação à Santíssima Trindade pela profanação ocorrida na Basílica do Vaticano no dia 6 de Setembro. Depois rezou-se o Santo Rosário.

Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.


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terça-feira, 16 de setembro de 2025

A vida e martírio de São Cipriano de Cartago

São Cipriano é figura brilhante da Igreja africana no século III. Filho de pais nobres, dotado de extraordinários talentos, foi um dos maiores sábios do seu tempo e orador de inesgotáveis recursos. Sendo pagão, converteu-se ao Cristianismo e, em marcha ininterrupta, cresceu imensamente nas virtudes cristãs, a ponto de operar grandes milagres.

Por vontade do povo inteiro, e do clero, foi ordenado sacerdote, e no ano 248 sagrado Bispo de Cartago. Por causa do zelo sem par e da vida santa e piedosa deste Bispo a Diocese de Cartago foi a primeira diocese em África.

Quando, em 249, o Imperador Décio decretou a perseguição à Igreja de Cristo, muitos cristãos testemunharam a Fé com o próprio sangue, enquanto outros apostataram. Não tardou que a perseguição chegasse também a Cartago. Os pagãos reuniram-se no grande fórum e, em altos e apaixonados gritos, manifestavam o ódio ao Santo Bispo: "Cipriano aos leões! Cipriano às feras!"

Cipriano, com fervorosas orações, procurava conhecer a vontade de Deus. Para poupar o rebanho, embora aceitasse o martírio, achou mais acertado seguir o conselho de Nosso Senhor, que disse: "Se vos perseguirem numa cidade, procurai outra". 

Um sinal que recebeu do Céu mostrou-lhe também a conveniência dessa medida, e assim resolveu fugir. Do esconderijo pôde prestar grandes serviços aos pobres cristãos perseguidos, os quais animava, consolava e fortificava. Grande rigor opunha aos apóstatas. Muitos deles mostravam-se arrependidos, pedindo para serem aceites novamente. Como outros bispos e sacerdotes tratassem com mais benignidade esses infelizes, formou-se uma corrente fortíssima com ares de cisma contra Cipriano.

O movimento adversário era chefiado por Novaciano. Contra este e outros sacerdotes descontentes, Cipriano convocou um Concílio, cujas resoluções foram apresentadas ao Papa Cornélio, que as aprovou e sancionou. Em outro Concílio foi confirmado o valor do Baptismo das crianças.

Numa nova perseguição, que veio sob o governo do Imperador Galo, Cipriano tornou a fortalecer a fé dos cristãos. 

Quando a Peste, no espaço de 15 anos, dizimava a população, o santo Bispo permaneceu com os fiéis, consolando e socorrendo-os com orações e auxílios. Resgatou com o próprio dinheiro muitos cristãos que caíram prisioneiros.

Surgiu uma grande controvérsia sobre o valor do baptismo administrado por hereges. Enquanto o Papa Santo Estevão I decidia pela conservação da tradição, que considerava válido esse baptismo, Cipriano impugnava-o e com ele muitos bispos da África e da Ásia, que exigiam o segundo baptismo para pessoas baptizadas por hereges. A questão ficou, ao princípio, sem solução, devido às dificílimas complicações políticas daquele tempo. 

Embora contrariando a opinião do Papa, não era intenção de Cipriano desrespeitá-lo. A Igreja Romana era para ele "a cadeira de São Pedro, a Igreja por excelência, e que a união entre os bispos se origina e na qual é inadmissível uma traição, por menor que seja". Se houve da sua parte um excesso de ardor nas discussões e uma certa falta de ponderação, dela se penitenciou na perseguição que rompeu, quando Valeriano era imperador.

Foi no ano 257 que, pela primeira vez, se viu citado perante o tribunal do Procônsul Aspásio. As declarações sobre a sua posição, religião e modo de pensar cristão foram tão positivas que o juiz condenou-o ao exílio em Curubis. Por uma visão do Céu, soube que só um ano o separaria do Martírio.

Do exílio escreveu uma carta consoladora e enviou uma quantia de dinheiro aos cristãos condenados a trabalhos forçados nas minas de cobre. Ainda pôde voltar para Cartago, onde Galério Máximo tinha sucedido a Aspásio. Lá, tomou ainda muitas providências, repartiu os tesouros da Igreja entre os pobres, exortou os fiéis à constância e rejeitou o conselho de esconder-se.  

A 13 de Setembro de 258 foi levado à presença do novo Procônsul. Uma enorme multidão acompanhou-o apreensiva com o que poderia lhe acontecer. Como se negou a prestar homenagens aos deuses, o juiz romano condenou-o à morte pela espada. A execução foi imediata, e Cipriano, preparando-se para o último sacrifício, deu ao carrasco 25 moedas de ouro. Os cristão estenderam panos de linho branco em redor, para recolher o sangue do Mártir.

O cadáver foi sepultado com grande solenidade. Duas igrejas foram erguidas: uma no lugar onde foi decapitado, e outra sobre o seu túmulo. 

in Página do Oriente


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sábado, 13 de setembro de 2025

Guerra contra a Missa Tradicional em Charlotte

O novo Bispo de Charlotte (Estados Unidos) encetou uma guerra contra a Missa Tradicional. Perante esta injusta, a 'Charlotte Latin Mass Community' emitiu este comunicado:

Rezamos pelos nossos sacerdotes. Em particular, estamos gratos aos quatro sacerdotes que lutaram tão valorosamente para preservar a Missa Tradicional nas nossas paróquias (Pe. Reid, Pe. Codd, Pe. Buettner e Pe. Coleman).

Rezamos pelo Pe. Jones, que foi incumbido, na qualidade de capelão, de orientar a nova capela a partir do próximo mês.

Rezamos pelo Pe. Bourbeau e pelos sacerdotes da FSSPX que assistem a comunidade católica de Santo António em Mount Holly.

Rezamos pelos nossos seminaristas diocesanos, assim como pelos que se encontram em formação noutras ordens tradicionais, como a FSSP.

Defendemos os direitos dos fiéis, tal como exposto nos Cânones 213-214, de seguirem a sua “própria forma de vida espiritual”, em consonância com a doutrina imutável da Igreja.

Sujeitamo-nos com plena docilidade à autoridade autêntica do nosso Bispo, Sua Ex.ª D. Michael Martin, e do Santo Padre, o Papa Leão XIV; cuja missão é proteger e defender a fé católica e o sagrado depósito da Tradição.

Após o dia 2 de Outubro, só haverá duas capelas na Diocese de Charlotte onde os fiéis poderão assistir à Missa Tradicional em Latim: a capela ainda sem nome, em Mooresville, e a capela de Santo António de Pádua em Mount Holly, assistida pela FSSPX.

Para os fiéis que têm assistido à Missa Tradicional nas quatro paróquias que serão encerradas, qualquer escolha que façam exigirá grande sacrifício. Ninguém reivindique para si um grau mais elevado de sofrimento (isto seria orgulho e não humildade), e ninguém questione estas decisões de discernimento que cada família deve tomar.

Para aqueles para quem a Missa em Latim é apenas uma questão de preferência e que escolhem permanecer nas suas paróquias assistindo ao Novus Ordo, aguardamos com alegria as ocasiões em que venham a Mooresville ou a Mount Holly para se unirem a nós.

Para aqueles que desejam continuar a vir à Missa Tradicional mas não o poderão fazer devido à distância, incapacidade ou outros impedimentos, estamos em solidariedade convosco, sustentamo-vos nas nossas orações e continuamos a lutar contra este abuso espiritual.

Para aqueles que continuarão a assistir semanalmente à Missa Tradicional porque é o vosso direito, e porque a Missa é “a coisa mais bela deste lado do Céu”, saibam que terão estas duas capelas à vossa disposição, e muitos rostos familiares à vossa espera.


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sábado, 6 de setembro de 2025

Bispo escreve poema sobre a Batina

Minha pobre batina, mal cerzida,
tu vales mais que todos os amores,
pois, negra embora, enches-me de flores 
e de esperanças imortais a vida.

Com seus sorrisos escarnecedores,
zomba o mundo de ti, de ti duvida,
porque não sabe a força que na lida,
tu me dás, do teu beijo aos resplendores.

Tu serenas do orgulho as brutas vagas,
e a mostrar-me do mundo a triste sina,
toda a volúpia das paixões apagas.

Oh! Como o bravo envolto na bandeira,
contigo hei de morrer, minha batina,
ó minha heróica e santa companheira!

D. Francisco de Aquino Corrêa, Arcebispo de Cuiabá


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quarta-feira, 23 de julho de 2025

Oração pública, jejum e protesto contra expulsão da Fraternidade de São Pedro

Tensões surgiram devido à decisão do Bispo François Durand (51), de Valence, na região de Drôme, sudeste de França, de encerrar o apostolado da Fraternidade Sacerdotal de São Pedro (FSSP). Este apostolado foi fundado em Setembro de 1988.

Católicos em Valence e em Montélimar iniciaram um jejum rigoroso e vigília de oração junto à Igreja de Notre Dame, em Valence. Alguns dormem em tendas no parque de estacionamento.

Cerca de 400 paroquianos assinaram uma carta aberta em LeDauphine.com, apelando ao bispo para reconsiderar. As Missas e todo o apostolado, incluindo 13 grupos de catequese, deverão terminar em 1 de Setembro.

A diocese justificou a repressão alegando “reiterada desobediência às orientações diocesanas”. No entanto, o ponto principal de discórdia tem sido apenas a recusa da FSSP em concelebrar a Missa Crismal no Novus Ordo.

No dia 15 de Maio, o Bispo Durand anunciou que a celebração da Missa dominical no rito romano seria confiada ao clero diocesano. Todos os outros sacramentos serão suprimidos. Um sacerdote da Fraternidade Sacerdotal de São Pedro poderá continuar a celebrar missa uma vez por semana em Montélimar.

Numa segunda carta datada de 23 de Maio, o Bispo Durand criticou iniciativas pastorais da FSSP por carecerem de “orientações diocesanas”.

No FamilleChretienne.fr, o Vigário-Geral Padre Éric Lorinet usou como argumento o facto de a FSSP estar a agir “como uma paróquia dentro da paróquia”, causando atritos com o clero local.

in gloria.tv



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quinta-feira, 10 de abril de 2025

Bispo Strickland fala da sua destituição e do estado da Igreja

"Quando recebi a notícia da minha destituição como bispo da Diocese de Tyler, foi um momento de dor, não por mim, mas pelo povo que pastoreei e pela Igreja que amo", disse Monsenhor Joseph Strickland, o ex-bispo de Tyler, Texas, ao InfoVaticana.com.

- "Não me foi dada uma explicação clara."

- "Recebi algumas palavras de apoio de alguns bispos, mas em privado. Ninguém teve coragem de me apoiar publicamente. O silêncio dos bispos diz tudo."

- "No episcopado a coragem não é opcional ; é uma exigência."

- "Acho que muitos bispos hoje têm medo de falar claramente."

- "Há um medo enorme [entre os bispos] de serem destituídos, marginalizados ou punidos."

- "O episcopado não se trata de autopreservação, mas de dar a vida pelo rebanho."

- "Fala-se muito na Igreja sobre sinodalidade e misericórdia, mas o Vaticano pune aqueles que defendem posições católicas, enquanto nunca sanciona aqueles que promovem abertamente heresias e falsas doutrinas."

- "Existe uma clara dualidade de critérios no Vaticano."

- "Se a sinodalidade realmente se trata de ouvir e caminhar juntos, por que razão as vozes dos católicos fiéis são tantas vezes ignoradas ou silenciadas?"

- "Se a misericórdia é verdadeiramente uma marca deste pontificado, por que razão é tão raramente estendida àqueles que simplesmente tentam permanecer fiéis ao depósito da Fé?"

- "Misericórdia sem verdade é falsa misericórdia, e unidade sem verdade não é unidade."

- "A Igreja não pode florescer se a fidelidade for punida e o erro tolerado."

- "Estamos a testemunhar um desmantelamento sistemático da doutrina, liturgia e ensino moral sob o pretexto de 'cuidado pastoral', 'inclusão' ou 'sinodalidade'."

- "Há uma crescente hostilidade contra a Fé Católica e contra aqueles que a defendem, enquanto a confusão e o erro são permitidos a espalhar-se sem controlo, até mesmo por aqueles em posições de mais alta autoridade."

- "A Igreja está a ser desfigurada pela ambiguidade, compromisso e falsa caridade."

- "A cabeça da Igreja é Cristo, não qualquer Papa ou bispo."

- "Não somos chamados a ser diplomatas ou políticos; somos sucessores dos Apóstolos."

- "Silêncio ou compromisso diante do erro é uma traição a Cristo."

- "Não seremos julgados por quanto agradámos ao mundo, mas por quão fielmente proclamámos a verdade."

- "Estamos a viver um dos pontificados mais polarizadores na História da Igreja."

- "Reverência e fidelidade são tratadas como problemas, enquanto confusão moral e compromisso são tolerados ou até encorajados."

- "Um pontificado deveria confirmar os irmãos na fé, não desestabilizá-los."

in gloria.tv


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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Bispo Strickland publicou uma carta em defesa do Rito Tradicional

A Missa Tradicional há muito tempo que é considerada o pináculo da reverência e uma expressão profunda da tradição sagrada da Igreja. Ao publicar a 'Traditionis Custodes', que limitou o acesso à Missa Tradicional, o Papa Francisco afastou aqueles fiéis que encontram um alimento espiritual mais profundo nesta forma de culto. 

E procurou diminuir o rico património litúrgico da Igreja que promove a reverência e a continuidade com as gerações passadas. 



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terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Santo André Corsini, Bispo e Confessor

Santo André nasceu no século XIV, no seio de uma família muito conhecida em Florença: a família Corsini. Nasceu no ano de 1302. Os seus pais, Nicolau e Peregrina, não podiam ter filhos, mas não desistiam, rezavam constantemente por essa intenção, até que receberam essa graça e tiveram um filho, a quem chamaram André.

Os pais fizeram de tudo para o formar bem. Com apenas 15 anos dava tanto trabalho e decepções aos seus pais que a sua mãe chegou a desabafar: “Filho, és de facto aquele lobo que apareceu no meu sonho”. André ficou assustado, não imaginava o quanto os caminhos errados e a vida de pecado que levava, ainda tão novo, decepcionava e feria a sua mãe. Mas a mãe contou-lhe o resto do sonho: “Este lobo entrava numa igreja e transformou-se em cordeiro”.  

André guardou aquilo no coração e, sem a mãe saber, no dia seguinte, entrou numa igreja. Aos pés de uma imagem de Nossa Senhora rezou, rezou, e a graça aconteceu. Ele voltou aos seus valores, começou um caminho de conversão e comunicou ao provincial carmelita que queria entrar para a vida religiosa. Não se sabe, ao certo, se foi imediatamente ou se fez um caminho vocacional, mas entrou para a vida religiosa na obediência às regras, na vida de oração e penitência. Ele foi crescendo nessa liberdade, que é dom de Deus para o ser humano.

Santo André pôs-se ao serviço dos doentes, dos pobres, nos trabalhos tão simples como os da cozinha. Também saía a mendigar para as necessidades da sua comunidade. Passou por muitas humilhações, mas sempre por amor a Cristo.

Foi ordenando sacerdote padre e continuou dando testemunho de Cristo até que foi escolhido para Bispo de Fiesole (cerca de Florença). De início não aceitou e fugiu para a Cartuxa de Florença, ficando lá escondido; ao ponto de as pessoas não saberem onde ele estava e ter sido escolhido um outro para Bispo, por necessidade. 

Mas um Anjo, com feições de criança, apareceu no meio do povo indicando onde estava o santo escondido. Apareceu também uma criança a André que lhe disse que não devia temer, porque Deus estava com ele, e a Virgem Maria estaria presente em todos os momentos.  

Foi com essa confiança no amor de Deus que ele assumiu o episcopado, e foi um santo Bispo. Até que, no dia de Natal em 1373, Nossa Senhora lhe apareceu avisando-o que o seu falecimento estava próximo. No dia da Epifania do Senhor chegou para ao Céu.

Santo André Corsini, rogai por nós!

in Pale Ideas


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quinta-feira, 30 de janeiro de 2025

Cardeal chama a Polícia porque os fiéis rezam o Terço

Um grupo de católicos reuniu-se pacificamente em frente à casa do Cardeal Carlos Castillo, o Arcebispo de Lima, para rezar o terço em reparação ao Imaculado Coração de Maria, na sequência da controvérsia causada pela peça blasfema 'María Maricón'. 'Maricón' significa 'maricas' em espanhol.

A peça blasfema, menosprezada e defendida por Carlos Castillo, um devoto da Pachamama, estava para ser apresentada na Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP). Devido à postura cobarde de Castillo, cerca de vinte católicos reuniram-se às portas da casa do Cardeal para rezar o terço por ele e como acto de reparação.

O Prelado respondeu à oração solicitando a intervenção policial (sic) para impedir o acto pacífico de oração. A resposta de Carlos Castillo alimentou o debate sobre a relação entre a Igreja [sinodal] e os fiéis em questões de liberdade de expressão e respeito pelos símbolos religiosos.

in gloria.tv


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quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

Bispo Strickland: A Igreja sofre um ataque vindo do seu interior

“Vemos ataques à Igreja vindos de dentro da própria Igreja, e originados por aqueles que afirmam ter a autoridade para travar esta guerra”, escreve o Bispo Emérito Joseph Strickland de Tyler (Texas), em Substack.com.

“O que está a acontecer agora é o culminar do que os caídos têm sistematicamente planeado, com intenções diabólicas, e o que foi profetizado por muitos santos ao longo da história da Igreja.”

Monsenhor Strickland acredita que “tem havido uma tentativa sistemática de demolição do que era considerado ‘irreformável’ antes do Vaticano II”.

Observa que “estamos no ponto em que o Santo Padre pode fazer uma declaração como: ‘Todas as religiões são caminhos para Deus’, e a maioria dos bispos e cardeais apenas acena com a cabeça sem dizer uma palavra”.

E: “A Igreja Católica SEMPRE condenou a falsa crença de que todas as religiões são boas e de Deus”.

Houve muitas mudanças depois do Vaticano II, como o ecumenismo. Mas: Nada foi tão prejudicial para a Igreja “como as mudanças que ocorreram no Santo Sacrifício da Missa.”

Essas mudanças causaram um declínio significativo na fé na Presença Real: “Quando a liturgia mudou o seu foco para o povo e para longe de Jesus Cristo, abriu a porta à extrema negligência da Sua Sagrada Presença.”

“A Missa Antiga foi suprimida em 1970 e muitos católicos abandonaram a Igreja, uma vez que o Papa Paulo VI acusou todos os que queriam a Missa Antiga de serem rebeldes contra o Concílio.”

O bispo presta homenagem ao Arcebispo Lefebvre, que ele cita extensivamente, e à sua Fraternidade Sacerdotal São Pio X: “A FSSPX não está fora da Igreja Católica”.

Para o Bispo, Monsenhor Lefebvre não iniciou uma rebelião, mas ajudou a preservar a liturgia e a lutar por Cristo Rei.

in gloria.tv


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sábado, 7 de dezembro de 2024

Santo Ambrósio, Bispo de Milão

Quando Santo Ambrósio, o santo de hoje, foi escolhido para Bispo de Milão nem sequer era baptizado. Havia uma grande divisão entre os Cristãos milaneses sobre quem deveria ser o novo Bispo. A situação aqueceu e tornou-se tumultuosa.

Ambrósio, à época Governador, veio à rua para pôr água na fervura. Foi de tal maneira eloquente que uma criança gritou: Ambrósio a Bispo! A multidão anuiu, entusiasmou-se e assim foi. No espaço de uma semana Ambrósio foi baptizado, ordenado sacerdote e consagrado Bispo.

O seu trabalho apostólico foi incansável; tendo sido o responsável pela conversão e baptismo do grande Santo Agostinho, no dia de Páscoa, corria o ano da Graça de 387.

A vida de santidade de Ambrósio foi de tal maneira espantosa que acabou por ser considerado um dos mais importantes Padres da Igreja e fazer parte da restrita lista de Doutores da Igreja. Nada mau para um Bispo escolhido por uma criança.


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quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Requiem aeternam

Rezar pelos mortos é uma obra de misericórdia espiritual. Rezemos pelo descanso eterno da alma do Bispo Bernard Tissier de Mallerais, que foi ontem chamado por Deus à Sua presença.


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sexta-feira, 5 de julho de 2024

Mons. Carlo Maria Viganò foi excomungado pela Santa Sé

A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou hoje um comunicado da Congregação para a Doutrina da Fé que anuncia a excomunhão do ex-Núncio nos Estados Unidos da América, Mons. Viganò:

«A 4 de Julho de 2024, o Congresso do Dicastério para a Doutrina da Fé reuniu-se para concluir o Processo Penal extrajudicial ex cân. 1720 CIC contra S.E.R. Monsenhor Carlo Maria VIGANÒ, Arcebispo Titular de Ulpiana, acusado do crime reservado de cisma (cân. 751 e 1364 CIC; art. 2 SST).

São conhecidas as suas declarações públicas, das quais se depreende a sua recusa em reconhecer e submeter-se ao Sumo Pontífice, à comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos e à legitimidade e autoridade magisterial do Concílio Ecuménico Vaticano II.

No final do processo penal, S.E.R. D. Carlo Maria Viganò foi considerado culpado do crime reservado de cisma.

O Dicastério declarou a excomunhão latae sententiae ex can. 1364 § 1 CIC.

A remoção da censura nestes casos é reservada à Sé Apostólica.

Esta decisão foi comunicada a S.E.R. Monsenhor Viganò a 5 de Julho de 2024.»

Rezemos por Mons. Viganò e pela Igreja.


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terça-feira, 28 de maio de 2024

S. Afonso Maria de Ligório descreve os tempos difíceis da Igreja

Ao Padre Traiano Trabisonda
Viva Jesus, Maria e José!
Arienzo, 24 de Outubro de 1774


Ilustríssimo Senhor meu estimadíssimo,
Meu amigo e senhor, acerca do sentimento que me pede sobre os assuntos actuais da Igreja e a eleição do Papa, que pensamento posso apresentar, eu um miserável ignorante e de tão pouco espírito, como sou? Digo apenas que são necessárias orações e grandes orações; já que, para levantar a Igreja do estado de relaxamento e de confusão em que se encontram universalmente todos os níveis, nem toda a ciência e prudência humana conseguem remediar, mas é preciso o braço omnipotente de Deus.

Entre os bispos, poucos são os que têm verdadeiro zelo pelas almas. As comunidades religiosas, quase todas e mesmo sem o quase, estão relaxadas, porque nas congregações, na presente confusão das coisas, falta a observância e a obediência se perdeu. No clero secular as coisas estão piores e, por isso, é necessária aí uma reforma geral para todos os eclesiásticos, de maneira a reparar a grande corrupção dos costumes, que existe entre os seculares. 


Por isso é preciso rezar a Jesus Cristo que nos dê um Chefe da Igreja que, mais do que de doutrina e de prudência humana, seja dotado de espírito e de zelo pela honra de Deus, e seja totalmente alheio a qualquer partido e respeito humano, porque se, por nossa desgraça, acontecesse um Papa que não tem apenas a glória de Deus diante dos olhos, o Senhor pouco o assistirá e as coisas, como estão nas presentes circunstâncias, irão de mal a pior.

Assim que as orações podem trazer remédio a tanto mal, ao obter de Deus que ele mesmo ponha a sua mão e conserte. Por isso, não somente impus a todas as casas da minha minha Congregação que rezem a Deus, com atenção maior do que habitualmente, pela eleição deste novo Pontífice; mas na minha diocese ordenei a todos os sacerdotes seculares e regulares que, na missa, recitem a coleta pro electione pontificis; desejaria que o Senhor inspirasse ao Sacro Colégio para escrever a todos os Núncios dos reinos cristãos, para que ordenassem esta coleta, por parte do Sacro Colégio, a todos os sacerdotes.

É este o sentimento que eu, miserável, posso apresentar. Para esta eleição do Papa, não deixo de rezar mais vezes ao dia, mas o que podem minhas frias orações? Contudo, confio nos méritos de Jesus Cristo e de Maria Santíssima, que antes que a morte me atinja, que me está muito perto pela idade tão decadente e pela doença em que me encontro, o Senhor possa consolar-me fazendo-me ver a Igreja reconstituída. 


Acrescento, amigo, que também eu desejaria, como Vossa Senhoria ilustríssima, ver reformados tantos desarranjos presentes; e saiba que, nesta matéria, giram-me pela mente mil pensamentos, que gostaria de fazê-los presentes a todos. Mas, olhando para a minha mesquinhez, não tenho ânimo de torna-los públicos, para não parecer que eu quero reformar o mundo. Comunico-lhe, porém, em confiança e como um desabafo, estes meus desejos.

Em primeiro lugar, gostaria que o próximo Papa (já que faltam muitos Cardeais, que deverão ser nomeados) escolhesse, entre aqueles que lhe serão propostos, os mais doutos e zelosos pelo bem da Igreja e que intimasse preventivamente aos Príncipes, na primeira carta em que lhes comunicará a sua eleição, que, quando pedirem o cardinalato para algum favorito seu, não proponham senão pessoas de comprovada piedade e doutas, porque, caso contrário, não poderá admiti-los em boa consciência.

Gostaria ainda que usasse toda a sua força em negar mais benefícios àqueles que já estão de posse dos bens da Igreja que lhes bastam para a sua manutenção, segundo o conveniente ao seu estado. E nisso usasse toda a fortaleza contra os compromissos que poderão aparecer.
Gostaria, além disso, que se impedisse o luxo nos prelados e, por isso, se determinasse para todos (caso contrário, a nada se porá remédio), se determinasse, digo, o numero dos empregados, exatamente o que compete a cada categoria de prelados: tantos camareiros e não mais; tantos servos e não mais; tantos cavalos e não mais; para não dar mais o que falar aos hereges.

Mais ainda! Que se usasse diligência ao escolher os bispos (dos quais, principalmente, depende o culto divino e a salvação das almas), solicitando informações a mais pessoas sobre a sua vida digna e doutrina necessária para governar as dioceses. E que, também para aqueles que já estão em suas igrejas, se exigisse dos metropolitanos e de outros, secretamente, a informação sobre aqueles bispos que pouco atendem o bem de suas ovelhas.

Gostaria ainda que se fizesse perceber, por toda a parte, que bispos descuidados e faltosos ou na residência ou no luxo das pessoas que mantêm ao seu serviço, ou nas enormes despesas com mobílias, banquetes e coisas semelhantes, serão punidos com a suspensão ou com o envio de vigários apostólicos que consertem os seus defeitos, dando o exemplo, de quando em vez, conforme a necessidade.

Todo exemplo desse tipo faria com que estivessem mais atentos a se controlar os demais prelados descuidados. Gostaria ainda que o futuro Papa fosse muito reservado em conceder certas graças que prejudicam a boa disciplina, como, por exemplo, permitir às monjas saírem da clausura por mera curiosidade de ver as coisas do século, o conceder facilmente aos religiosos a licença de se secularizar, pelos inconvenientes mis que daí decorrem.

Sobretudo, desejaria que o Papa reconduzisse universalmente todos os religiosos à observância do seu primeiro Instituto, pelo menos nas coisas mais principais.

Basta, não desejo mais causar-lhe tédio. Nada podemos fazer, a não ser rezar ao Senhor, que nos dê um Pastor pleno do seu espírito, que saiba estabelecer estas coisas que acenei brevemente, conforme for mais conveniente à glória de Jesus Cristo.

E com isso, apresento-lhe minha humilíssima reverência, enquanto com todo o obséquio me confesso.

De Vossa Senhoria Ilustríssima obrigadíssimo servo verdadeiro.

AFONSO MARIA, bispo de Santa Águeda dos Godos


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Há 47 anos era sagrado bispo o então Padre Joseph Ratzinger

Na fotografia vemos o Cardeal Ratzinger, em 1990, no seminário da Fraternidade Sacerdotal de S. Pedro, na Alemanha, a celebrar a Missa Pontifical de Domingo de Páscoa.

O Pontifical é a Missa própria do bispo, em que este celebra com todas as suas insígnias (mitra, báculo, anel, cruz peitoral, chirotecae - luvas episcopais, cáligas, etc.).


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sábado, 20 de abril de 2024

O Bispo Vitus Hounder foi enterrado em Êcone










Como tinha pedido, Mons. Vitus Huonder foi enterrado em Êcone, junto ao túmulo de Mons. Marcel Lefebvre. A partir de Maio de 2019, quando passou a Bispo emérito da diocese de Coira por razões de idade, Mons. Huonder mudou-se para uma casa da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, com autorização do Papa Francisco.

Aí, ao longo destes 5 anos, colaborou com a FSSPX em vários aspectos do seu apostolado. Entregou a alma ao Senhor no passado dia 3 de Abril. Que a sua alma descanse em paz.


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