terça-feira, 21 de julho de 2026
A vida fabulosa de São Lourenço, que nasceu para o Céu em Lisboa
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Cardeal Sarah defende plena liberdade para a Missa Antiga
domingo, 19 de julho de 2026
8 anos de traição aos Católicos Chineses
sábado, 18 de julho de 2026
O humilde São Camilo de Lellis, padroeiro dos doentes
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Como receber e usar o Escapulário de Nossa Senhora do Carmo
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Aparição de Nossa Senhora do Carmo: 16 de Julho de 1251

quarta-feira, 15 de julho de 2026
A história de Inácio de Azevedo SJ e companheiros mártires
Português de nobre linhagem, Inácio de Azevedo entrou na Companhia de Jesus, na qual ocupou cargos importantes. As suas insignes virtudes atraíram-lhe as atenções do Provincial S. Francisco de Broja, que o mandou ao Brasil como visitador geral. Dois anos depois voltava à Pátria, para daí a pouco voltar como superior duma leva de missionários.
terça-feira, 14 de julho de 2026
França desviou-se do seu caminho
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| Basílica do Sagrado Coração de Jesus - Paris |
segunda-feira, 13 de julho de 2026
FSSPX apresenta recurso contra a decisão da Santa Sé
sábado, 11 de julho de 2026
Conselhos de São Bento aos seus monges
1. Antecipem-se uns aos outros na estima recíproca;
2. Suportem com muita paciência as vossas enfermidades, físicas ou morais;
3. Rivalizem em prestar mútua obediência;
4. Ninguém procure o que julga útil para si, mas antes o que o é para os outros;
5. Amem-se mutuamente com pura caridade fraterna;
6. Vivam sempre no temor e no amor de Deus;
7. Amem o vosso abade com sincera e humilde caridade;
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Canonista diz que excomunhão da FSSPX é uma "confusão canónica"
quinta-feira, 9 de julho de 2026
De Sacerdote bêbado e mulherengo a Mártir
sexta-feira, 3 de julho de 2026
FSSPX responde ao Decreto de Excomunhão
“Entre vós, se um filho pedir pão ao pai, dar-lhe-á uma pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente em vez de um peixe? Ou, se lhe pedir um ovo, dar-lhe-á um escorpião? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o vosso Pai celestial dará o Espírito Santo aos que lho pedirem?” (Lc XI, 11-13)
Santíssimo Padre,
Chegou até nós a notificação da decisão tomada pela Santa Sé a respeito da Fraternidade Sacerdototal de São Pio X, assinada por Sua Eminência o Cardeal Fernández, que é já do conhecimento público.
Parece-nos que esta decisão traz novamente à luz o contexto profundamente trágico em que a Igreja universal se encontra. O que a Fraternidade Sacerdotal de São Pio X fez e continuará a fazer não é senão uma iniciativa extraordinária para a salvação das almas, no meio da confusão doutrinal e moral em que a Igreja se vê mergulhada. De modo nenhum pretendemos substituir-nos à Igreja, e não temos outra ambição senão a de permanecermos fiéis a Ela.
Em consciência, não julgámos poder esquivar-nos ao dever moral que devemos às almas, como já explicámos, tanto em privado como em público, a Vossa Santidade.
Pedimos pão, isto é, uma medida de compreensão para um caso sincero de consciência — um acto de paternidade dirigido não tanto à Sociedade São Pio X como às almas, prometendo-Vos formá-las em verdadeiros filhos da Igreja romana; infelizmente, recebemos uma pedra.
Pedimos um peixe, isto é, a possibilidade de obter temporariamente os meios necessários para continuar a formar bons sacerdotes, a fim de que possam prosseguir na sua missão de dar a conhecer Nosso Senhor às almas; infelizmente, recebemos uma serpente.
Pedimos um ovo, prometendo devolvê-lo assim que possível. Com efeito, a santa Tradição que preservamos nas almas pertence à Igreja, nossa Mãe — e não à Fraternidade São Pio X —, e estamos certos de que um dia um Papa desejará empregá-la para o bem da Igreja universal; infelizmente, recebemos um escorpião.
Pedimos que nos instruíssem e confirmassem na fé de todos os tempos; em vez disso, fomos declarados cismáticos pela segunda vez.
Apesar das sanções que contra nós foram decretadas, a Fraternidade de São Pio X renova sinceramente a promessa já expressa a Vossa Santidade. Permiti-me, a este respeito, reiterar livremente o que anteriormente afirmei:
«A Sociedade promete-Vos […] consagrar todas as suas energias à preservação da Tradição e a colocá-la ao serviço da Igreja. Ao fazê-lo, a Sociedade São Pio X não se limita a manter costumes antigos; fomenta e preserva vocações sacerdotais, vocações religiosas e famílias numerosas e profundamente cristãs — numa palavra, tudo o que manifesta a vitalidade da Igreja, da graça e da fé católica. A nossa intenção não é oferecer à Igreja um museu de antiguidades, mas sim o conjunto da Tradição: fecunda, fonte de vida espiritual, encarnada e vivida nas almas.
[…] Estou certo de que um dia Vós mesmo, ou um dos Vossos sucessores, poderá e quererá utilizar este serviço, cuja oferta, no seio da Igreja e para a Igreja, constitui a única razão de ser da Sociedade.» (Carta pessoal dirigida a Sua Santidade em 21 de Novembro de 2025)
Mas, sobretudo, a Sociedade São Pio X promete-Vos hoje que não acolherá estas novas sanções — objectivamente injustas e inválidas — com amargura ou revolta.
Estas recentes condenações, como as do passado, ferem o que mais caro nos é: o nosso apego à nossa Mãe, a Igreja romana. No entanto, mesmo nesta provação, todas as coisas devem concorrer para o bem das almas e da própria Igreja. Por isso, estas condenações obrigam-nos a amar ainda mais a Santa Igreja e a prover às suas necessidades com todas as nossas forças, agora mais do que nunca. É precisamente por esta razão que a Fraternidade de São Pio X oferece de bom grado o sofrimento causado por estas novas sanções pelo bem da Igreja universal e de Vossa Santidade.
Estamos certos de que um dia Vós mesmo, ou um dos Vossos sucessores, desejará adoptar o programa de São Pio X: «Restaurar todas as coisas em Cristo», Instaurare omnia in Christo. Nesse dia, o Santo Padre descobrirá na Sociedade São Pio X não um ninho de serpentes e escorpiões, mas um pequeno exército de filhos leais, prontos a tudo para O sustentar na restauração de todas as coisas em Nosso Senhor e para reivindicar perante toda a humanidade os direitos imprescriptíveis de Cristo Rei sobre todas as almas e sobre todas as nações.
Nesse dia, o Santo Padre descobrirá, com grande alegria e profundo consolo, almas autenticamente católicas cujo vínculo com a Igreja nunca se fundou sobre as areias movediças de um diálogo ambíguo, mas sobre a rocha da fé de Pedro.
Pedimos à Santíssima Virgem Maria que apresse o despontar desse dia e rezamos, sobretudo, para que Vossa Santidade possa experimentar esta alegria e este consolo o mais brevemente possível.
Entretanto, se puderdes, apesar da Vossa recente decisão, abençoai-nos como Vossos filhos. Para nós, nada mudou e nada mudará jamais.
Confiante na Divina Providência, de quem nada se esconde e que lê no mais profundo do coração de cada homem,
Permaneço, Santíssimo Padre, o vosso devotadíssimo filho no Senhor.
Padre Davide Pagliarani
quinta-feira, 2 de julho de 2026
Santa Sé excomunga todos os envolvidos com a FSSPX
Nota Explicativa do Dicastério para a Doutrina da Fé – 2 de Julho de 2026
Prot. n.º 99/2009
Desde a época de São Paulo VI até aos últimos colóquios, que se realizaram recentemente junto deste Dicastério, as numerosas tentativas visando reconduzir à plena comunhão com a Igreja Católica os membros do movimento iniciado por D. Marcel Lefebvre revelaram-se vãs. Esta situação agravou-se ainda mais na sequência das recentes consagrações episcopais celebradas sem mandato pontifício, contra a vontade do Santo Padre, em violação manifesta do direito canónico. É por isso que este Dicastério, no fiel exercício das funções que lhe são confiadas, considera necessário constatar que este acto constituiu o delito de cisma, com as consequências canónicas que daí decorrem para os ministros sagrados e para os fiéis leigos envolvidos. Com efeito, como já havia sido declarado em 1988, «esta desobediência, que comporta em si mesma uma recusa prática da primazia romana, constitui um acto cismático» (cf. João Paulo II, Carta Apostólica Ecclesia Dei, n.º 3).
A este respeito, doravante:
- Os ministros sagrados pertencentes à Fraternidade Sacerdotal São Pio X estão em cisma e devem, por conseguinte, ser considerados cismáticos (cf. Ecclesia Dei, n.º 5 c; Conselho Pontifício para os Textos Legislativos, Nota Explicativa sobre a excomunhão por cisma incorrida pelos aderentes ao movimento de D. Marcel Lefebvre, 24 de Agosto de 1996, n.os 5-6). Estão portanto sujeitos à excomunhão prevista pelo direito (cân. 1364 § 1 do Código de Direito Canónico).
- No que respeita aos fiéis leigos, devem ser considerados cismáticos e excomungados aqueles que aderem formalmente à Fraternidade Sacerdotal São Pio X, segundo as condições estabelecidas pela Nota Explicativa do Conselho Pontifício para os Textos Legislativos de 1996 (cf. ibid., n.º 7), ainda em vigor e que este Dicastério faz sua.
- Finalmente, o santo Povo de Deus é advertido de que os ministros sagrados da Fraternidade Sacerdotal São Pio X administram ilicitamente os sacramentos e que o sacramento da penitência que eles administram, bem como os casamentos a que eles assistem, são inválidos.
A Igreja, como uma mãe cheia de solicitude, acolherá com afecto sincero e viva benevolência todos aqueles que desejarem regressar à plena comunhão. Os Núncios Apostólicos colocarão à disposição dos Ordinários os procedimentos que poderão utilizar segundo os diferentes casos.
Por fim, todos os fiéis são exortados a permanecer firmes na comunhão com o Pontífice Romano, com os bispos em comunhão com ele e com toda a Igreja (cf. Lumen gentium, n.º 22; cân. 751 do Código de Direito Canónico), e a absterem-se de participar nas celebrações e nas actividades organizadas pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
Do Palácio do Dicastério, 2 de Julho de 2026.


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