segunda-feira, 15 de junho de 2026

Arcebispo de Milão Celebra "Missa LGBT"

A 12 de Junho, dia do Sagrado Coração, o Arcebispo de Milão, Mons. Mario Delpini, presidiu a uma "Missa LGBT" na igreja de San Carlo al Lazzaretto. A igreja situa-se no bairro homossexual de Milão e a Missa foi organizada pela associação de propaganda homossexual "Gruppo del Guado".
Segundo o LaNuovaBq.it, durante a homilia, Mons. Delpini afirmou: «O Senhor ligou-se a vós e escolheu-vos não porque sois o grupo maior, na verdade sois o mais pequeno, mas porque vos ama.»
Um participante publicou no Instagram uma fotografia da t-shirt que vestia ao aproximar-se para receber a Comunhão. A t-shirt mostrava Jesus vestido com as cores do arco-íris e as palavras «Ah Men» por cima da sua cabeça. Trata-se de um jogo de palavras entre o termo «Amen» e a expressão inglesa «Ah, men!» («Ah, homens!») – uma referência explícita à atracção homossexual. O homem em questão acrescentou que dissera o mesmo diante do Arcebispo quando recebeu a Comunhão.
O LaNuovaBq.it especula que «poderá ser que a Arquidiocese esteja a ser chantageada. Esta é uma arma que o lobby gay emprega há muito tempo dentro da Igreja».
in gloria.tv


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domingo, 14 de junho de 2026

Um bom Sacerdote vítima de falsas acusações de abusos sexuais

“Com 93 anos, já não tenho tempo suficiente para limpar o meu nome de todas as mentiras sujas que me atiraram na praça pública, mas tenho sempre tempo para defender a honra da Igreja que Jesus Cristo fundou e os seus Sacramentos, e assim o farei até ao final da minha vida.”
 
O Padre Manuel Fernando Sousa e Silva, antigo Vigário Judicial, mais conhecido como Cónego Fernando, é um Sacerdote da Arquidiocese de Braga que nos últimos anos tem estado na ribalta mediática devido a queixas de supostos abusos sexuais que remontam há mais de 50 anos. A mais recente notícia sobre o caso surge do Grupo Vita, coordenado por Rute Agulhas, defensora das teorias de identidade género, que irá reunir-se esta semana em Roma com Comissão Pontifícia para a Proteção de Menores (Tutela Minorum) para pôr em causa o justo arquivamento do processo do Cónego Fernando.
 
As acusações remontam a 2019 à paróquia de Joane, relacionadas com supostos toques impróprios e questões de teor sexual durante o Sacramento da Confissão, tendo sido feitas várias notícias e reportagens em órgãos de comunicação social, o que levou ao Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, a impôr ao sacerdote a obrigação de celebrar em casa e proibi-lo de confessar na Igreja de Joane, para além de indicação para não se pronunciar publicamente.
 
Em 2022, surgiram novas reportagens em canais televisivos, com os detractores com cara oculta e voz distorcida, e o recém-eleito Arcebispo D. José Cordeiro imediatamente deslocou-se à Paróquia de Joane pedir perdão ao povo pelos pecados supostamente cometidos. Não possibilitou o contraditório do Sacerdote acusado, assumindo a sua culpa, apesar de ninguém ter aparecido para dar testemunho na Comissão Arquidiocesana para a Proteção de Menores e Pessoas Vulneráveis, que esteve aberta de propósito no dia 8 de Outubro de 2022 para “ouvir em exclusivo” as supostas vítimas do Padre.

O Padre explica no direito de resposta que o problema começou com um desentendimento de um homem com o seu irmão já falecido, também Sacerdote na paróquia: “Confessei milhares de pessoas, homens, mulheres e crianças, em vários pontos do país, mas o único sítio onde existiram queixas contra mim foi na terra onde um homem se incompatibilizou com o meu falecido irmão. Será coincidência?”.
 
O processo foi enviado para Roma para o Dicastério da Doutrina da Fé, que justamente o arquivou em 2023, mas a Arquidiocese demorou três anos para o noticiar publicamente, mantendo nesse tempo o Padre suspenso das suas funções, impedido de se defender, garantindo que a nuvem de acusações que pairavam perdurasse sem qualquer motivo aparente durante esse anos.
 
Apenas a 8 de Abril deste ano, foi divulgado o comunicado da Arquidiocese que deploravelmente mantém a suspeita sobre o Padre apesar do arquivamento pelo Dicastério e da falta de provas dos abusos supostamente cometidos : “uma eventual imprudência no exercício da função de confessor”.
 
A 21 de Maio, nova reportagem no programa da “Linha da Frente”, na RTP, reproduz os mesmos ataques ao Cónego Fernando, aparecendo duas pessoas em anonimato, e um terceiro chamado Manuel Nel Cunha, militante do Bloco de Esquerda que foi candidato pelo partido em listas locais, apresentado na reportagem simplesmente como “habitante de Joane”, que replica testemunhos de terceiros que teriam acontecido há mais de 50 anos.
 
A 8 de Junho, o Padre, depois de anos de silêncio forçado, respondeu à reportagem com um Direito de Resposta enviado à RTP e publicado no seu perfil de Facebook, desmontando ponto por ponto as alegações, questionando a “malevolência” da comunicação social que sempre assumiu a sua culpa, acusando a acção “destructiva” da Comissão Diocesana e a Arquidiocese que “desgraçadamente” apenas “colocou mais gasolina para a fogueira” com o comunicado de Abril.
 
Rematou o direito de resposta com a informação de que irá colocar “um processo-crime de difamação agravada contra os intervenientes” na reportagem.
 
Segue na íntegra o texto do direito de resposta do Padre:
 
Direito de Resposta do Cónego Fernando Sousa e Silva
 
No passado dia 21 de Maio de 2026, a RTP publicou uma reportagem no programa “Linha da Frente” onde fui incessantemente difamado, directa e indirectamente, com falsas alegações de “pedofilia”, “abuso sexual”, “abuso” da “inocência” de crianças, de gestos sexuais durante o Sacramento da Confissão, descrevendo-me caluniosamente como um “homem que mete a cabeça dos miúdos debaixo da batina”, “o padre a passar-nos as mãos nas pernas e a arfar”, “a gente entrava, ele punha logo a mão atrás das costas e puxava-nos para ele, bem juntinho a ele, colava a carinha junto à nossa” e que as crianças “não conseguiam respirar, vinham com falta de ar de estar ali tanto tempo debaixo de um saiote com a cabeça metida no meio das pernas.”
 
Estas falsas acusações foram proferidas por três pessoas durante a reportagem, duas delas mantendo-se no anonimato, a outra falando em nome de supostos terceiros e de alegados testemunhos com mais de cinquenta anos.
 
Acusações estas que surgiram originalmente de um homem que se incompatibilizou com o meu falecido irmão, também Sacerdote da paróquia, e continuou a campanha de difamação contra mim, mobilizando três pessoas de Joane que, desde 2022, aparecem sob cara oculta e voz distorcida em meios de comunicação a repetir as mesmas mentiras.
 
As difamações foram sabiamente escolhidas para dificultar a minha defesa, pois a grande parte das acusações refere-se a supostas perguntas e frases que proferi durante o Sacramento da Confissão, Sacramento esse, sobre o qual todos os Sacerdotes têm a obrigação de sigilo absoluto.
 
Sobre os alegados gestos e toques que me indiciam durante a Confissão, essa acusação só pode surgir de alguém desconhecedor da realidade Católica da altura, pois, como era recomendado, sempre atendi as pessoas do sexo feminino de qualquer idade num confessionário fechado de todos os lados e com porta, comunicando através do crivo do confessionário, o que torna impossível qualquer toque, muito menos de carácter sexual e a maior parte das vezes não sabia sequer quem estava a atender, nem as pessoas sabiam quem era o confessor. Confessionário esse, situado na nave da Igreja, à frente, no lado direito, de fácil visibilidade, onde ali perto esperavam mães pelos filhos e outras pessoas para se confessarem.
 
Ao longo da minha vida sacerdotal, que iniciei em 1956, fui reitor da Igreja dos Congregados em Braga, Director Espiritual do Seminário de Filosofia, Vigário Judicial da Arquidiocese de Braga, Director Espiritual da Legião de Maria, Secretário do Conselho Presbiteral de Braga, Vigário Episcopal dos Leigos, Secretário Diocesano da Pastoral, para além de orientar vários retiros de sacerdotes em Braga, Bragança-Miranda, Viana do Castelo, Lamego, Fátima, etc. Confessei milhares de pessoas, homens, mulheres e crianças, em vários pontos do país, mas o único sítio onde existiram queixas contra mim foi na terra onde um homem se incompatibilizou com o meu falecido irmão. Será coincidência?
 
A esta ignomínia acresce a comunicação social sedenta de visualizações e cliques, que, sem respeito pela mais básica ética jornalística, sem procurar genuinamente o contraditório, reproduz como verdadeiras as alegações feitas em anonimato, colaborando e sendo cúmplices na difamação do meu nome e dignidade, juntando e misturando imoralmente na mesma reportagem um testemunho de violação noutra diocese com um caso de supostas palavras e gestos incorrectos na confissão. Será malevolência?
 
Infelizmente, a Comissão Diocesana para protecção de menores e pessoas vulneráveis da Arquidiocese de Braga conseguiu o feito de ser mais destructiva do que os proclamados inimigos da Igreja, pois durante o tempo deste martírio nunca me foi dada a oportunidade de me defender, tendo sido automaticamente assumido como culpado e impedido de exercer as minhas funções sacerdotais na igreja paroquial de Joane, durante a investigação, tal como a ordem, muitas vezes repetida, para me manter em silêncio, impedindo a minha defesa na praça pública e na comunicação social. Será prepotência?
 
Veio o justo desfecho e subsequente arquivamento da investigação pelo Dicastério para a Doutrina da Fé (Roma) em Junho de 2023 e a Arquidiocese demorou 3 anos (!) para noticiar publicamente este arquivamento, por não provada a acusação, e libertar-me deste peso de infâmia. Desgraçadamente, o comunicado da Arquidiocese apenas colocou mais gasolina para a fogueira ao dizer que possa ter existido “uma eventual imprudência no exercício da função de confessor”, não me defendendo e, pelo contrário, incendiando de novo o escândalo na comunicação social. Será subserviência?
 
Com 93 anos, já não tenho tempo suficiente para limpar o meu nome de todas as mentiras sujas que me atiraram na praça pública, mas tenho sempre tempo para defender a honra da Igreja que Jesus Cristo fundou e os seus Sacramentos, e assim o farei até ao final da minha vida.
 
Informa-se assim que, para não haver dúvidas da falsidade das acusações, irei colocar um processo-crime de difamação agravada contra os intervenientes nesta peça jornalística e quaisquer outros que repitam as mesmas mentiras publicamente.
 
AMDG
 
Joane, 8 de Junho de 2026
Festa da Beata Maria do Divino Coração
 
Padre Manuel Fernando Sousa e Silva


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sábado, 13 de junho de 2026

Responso a Santo António (para encontrar objectos perdidos)

Hoje é dia de Santo António de Lisboa: Confessor e Doutor da Igreja. No seu tempo era chamado ‘Martelo dos Hereges’. Aqui fica o Responso a Santo António, que costuma ser muito eficaz para encontrar objectos perdidos.

Se milagres desejais,
Recorrei a Santo António;
Vereis fugir o demónio
E as tentações infernais.

Recupera-se o perdido,
Rompe-se a dura prisão,
E no auge do furacão
Cede o mar embravecido.

Pela sua intercessão
Foge a peste, o erro, a morte,
O fraco torna-se forte
E torna-se o enfermo são.

Recupera-se o perdido... (repete-se)

Todos os males humanos
Se moderam, se retiram,
Digam-nos aqueles que o viram;
Digam-no os paduanos.

Recupera-se o perdido... (repete-se)

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Ámen.

Recupera-se o perdido... (repete-se)

V. Rogai por nós bem-aventurado Santo António.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Repete-se: Recupera-se o perdido...

Oremos: Deus eterno e omnipotente, Vós quisestes que o Vosso povo encontrasse em Santo António de Lisboa um grande pregador do Evangelho e um intercessor poderoso. Concedei-nos seguir fielmente os princípios da Vida Cristã, para que mereçamos tê-lo como Protector em todas as adversidades. Por Nosso Senhor Jesus Cristo que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Ámen.


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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Jesus pediu que fosse instituída a Festa do Seu Sagrado Coração

Estando, uma vez, diante do SS. Sacramento, num dia da sua oitava, recebi de Deus graças muito grandes do seu amor, e senti-me impelida do desejo de lhe corresponder de algum modo e de lhe pagar amor com amor; e Ele disse-me: 

«Não me podes corresponder melhor do que fazendo o que já tantas vezes te pedi. Eis aqui este Coração que tanto tem amado aos homens, que a nada se tem poupado até se esgotar e consumir para lhes testemunhar o seu amor; e em reconhecimento não recebo da maior parte deles senão ingratidões por meio das irreverências e sacrilégios, tibiezas e desdéns que usam para comigo neste Sacramento de amor. E o que mais me custa ainda, é serem corações a Mim consagrados os que assim me tratam. 

Por isso peço-te que a primeira Sexta-Feira depois da oitava do Corpo de Deus seja dedicada a uma festa especial para honrar o meu Coração, comungando nesse dia, e dando-lhe a devida reparação por meio de um acto de desagravo, para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo que esteve exposto sobre os altares. 

E eu te prometo que o meu Coração se dilatará, para derramar com abundância as influências de seu divino amor sobre os que lhe tributarem esta honra, e procurarem que lha tributem.»

in Autobiografia de Santa Margarida-Maria Alacoque


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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Dia do Santo Anjo da Guarda de Portugal

Os anjos, que fazem parte do mundo invisível a que se estende também a acção criadora de Deus, vivem inteiramente dedicados ao louvor e ao serviço de Deus. A inteligência humana tem dificuldade em exprimir a natureza dessas criaturas espirituais. A sua missão, porém, é-nos conhecida através da Bíblia, que, em tantos passos, dá testemunho acerca da existência dos Anjos. 

Em Portugal a devoção ao Anjo da Guarda é muito antiga. Tomou, porém, incremento especial com as aparições do Anjo aos Pastorinhos, em Fátima no ano 1916. O Papa Pio XII, em 1952 mandou inserir esta comemoração no calendário litúrgico português.

in Evangelho Quotidiano


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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Desmentido o mito que a Igreja defendeu a escravatura de índios e africanos

Com os Descobrimentos, novos desafios se colocaram a algumas nações europeias. O Papa Paulo III veio corrigir os comportamentos imorais que se prendiam com a exploração dos povos entretanto descobertos. Com a bula "Veritas ipsa" (a mesma verdade) explicou que esses povos, assim como quaisquer outros, não poderiam ser privados da sua liberdade nem dos seus bens:

A mesma Verdade, que nem pode enganar, nem ser enganada, quando mandava os Pregadores da sua Fé a exercitar este ofício, sabemos que disse: 'Ide, e ensinai a todas as gentes'. A todas disse, indiferentemente, porque todas são capazes de receber a doutrina de nossa Fé. Vendo isto, e invejando-o, o comum inimigo da geração humana, que sempre se opõe às boas obras, para que pereçam, inventou um modo nunca dantes ouvido, para estorvar que a palavra de Deus não se pregasse às gentes, nem elas se salvassem. 

Para isto, moveu alguns ministros seus, que, desejosos de satisfazer as suas cobiças, presumem afirmar (...) que os índios das partes Ocidentais, (...) e as mais gentes, que nestes nossos tempos tem chegado à nossa notícia, hão de ser tratados e reduzidos a nosso serviço como animais brutos, a título de que são inábeis para a Fé Católica: e sob o pretexto de que são incapazes de recebê-la, os põem em dura servidão, e os afligem e oprimem tanto, que ainda a servidão em que têm as suas bestas, apenas é tão grande como aquela com que afligem a esta gente. (...)

Conhecendo que aqueles mesmos índios, como verdadeiros homens, não somente são capazes da Fé de Cristo, senão que acodem a ela, correndo com grandíssima prontidão, segundo nos consta; e querendo prover nestas cousas de remédio conveniente, com autoridade Apostólica, pelo teor das presentes letras, determinamos, e declaramos, que os ditos índios, e todas as mais gentes que daqui em diante vierem à notícia dos Cristãos, ainda que estejam fora da Fé de Cristo, não estão privados, nem devem sê-lo, da sua liberdade, nem do domínio de seus bens, e que não devem ser reduzidos à servidão

Declaramos que os ditos índios, e as demais gentes hão de ser atraídos, e convidados à dita Fé de Cristo, com a pregação da palavra divina, e com o exemplo de boa vida. 

E tudo o que em contrário desta determinação se fizer, seja em si de nenhum valor, nem firmeza; não obstante quaisquer coisas em contrário, nem as sobreditas, nem outras, em qualquer maneira.'' 

Papa Paulo III in Bula 'Veritas Ipsa' (2 de Junho de 1537)


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sábado, 6 de junho de 2026

Primeiro Sábado de Junho

Hoje é o primeiro Sábado de Junho. Este é o mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus. O primeiro Sábado é um dia dedicado ao Imaculado Coração de Maria. Nossa Senhora pediu à Irmã Lúcia a devoção dos primeiros Sábados. Estes são os requisitos:

1 - Confissão. Pode ser feita uma semana antes ou depois do primeiro Sábado, contanto que se esteja em estado de graça (sem pecados mortais) no momento da comunhão reparadora;
2 - A Comunhão reparadora na Missa do primeiro Sábado.
3 - Rezar o terço nesse dia.
4 - Meditação durante 15 minutos os 15 mistérios do Rosário nesse dia.

Em todas estas quatro práticas, deve estar presente a intenção de desagravar o Imaculado Coração de Maria.


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sexta-feira, 5 de junho de 2026

Mandem esta história aos vossos amigos Protestantes

São Bonifácio de Tarso é um daqueles santos cuja vida mostra como a graça de Deus pode transformar radicalmente uma alma. Segundo a tradição, vivia em Roma ao serviço de uma mulher nobre, Aglaida, e levava uma vida marcada por excessos e pecado. Mas havia nele uma semente de bem: era generoso com os pobres e compassivo com os que sofriam.

Aglaida enviou-o ao Oriente para procurar relíquias de mártires cristãos. Ao chegar a Tarso, na Cilícia, Bonifácio encontrou cristãos a serem torturados publicamente por se recusarem a sacrificar aos deuses pagãos. O que deveria ser apenas uma missão tornou-se o momento decisivo da sua conversão. Vendo a serenidade dos mártires no meio dos tormentos, aproximou-se deles, beijou-lhes os pés e pediu que rezassem por ele.

Levado diante do juiz pagão, Bonifácio foi interrogado. A sua resposta foi simples e definitiva: “Sou cristão.” Recusou oferecer incenso aos ídolos e, por isso, foi submetido a tormentos brutais. A tradição conta que sofreu açoites, agulhas sob as unhas e outros suplícios, mas permaneceu firme. O seu testemunho impressionou a multidão, que começou a proclamar a grandeza do Deus dos cristãos e a voltar-se contra os ídolos.

Por fim, não conseguindo quebrar a sua fé, os pagãos condenaram-no à morte pela espada. Bonifácio, que tinha partido à procura de relíquias, tornou-se ele próprio mártir de Cristo. O seu corpo foi levado de volta a Roma, onde Aglaida o recebeu com veneração. Ela também se converteu, distribuiu os seus bens aos pobres e passou o resto da vida em penitência.

São Bonifácio, rogai por nós.


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quinta-feira, 4 de junho de 2026

Corpus Christi

Quinta-Feira da Festa de Corpus Christi. O Santíssimo Sacramento é o maior bem que existe à face da Terra. Não há nada que ninguém nos possa dar que compense poder receber em nós o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.



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terça-feira, 2 de junho de 2026

D. Athanasius pediu ao Papa que autorize as sagrações episcopais

Apelo ao Papa Leão XIV sobre as consagrações episcopais da FSSPX
«Não passeis à História, caro Papa Leão XIV, como o Papa que aceitou ou permitiu que houvesse um cisma ou, novamente, excomunhões e uma ferida reaberta — o que não era necessário.»

Generosidade de Leão XIV para com as outras religiões
«Vós sois tão generoso com as outras confissões, recebendo a senhora "Arcebispa" de Cantuária, visitando mesquitas e assim por diante. Porque não podeis fazer alguns gestos para com os vossos próprios filhos?»

Pedido de uma permissão papal excepcional
«Concedei-lhes, de modo excepcional, a permissão para consagrarem Bispos que Vos amarão e rezarão por Vós — e depois podereis encontrar com eles uma solução. Isso leva tempo.»

O círculo íntimo de Leão XIV impulsiona uma política de linha dura
«Sede um pai, sede um filho de Santo Agostinho para fazer a paz e deixai falar o vosso coração e não o vosso entourage que Vos influenciará e aconselhará a excomungá-los.»
«Vi que o Cardeal Fernández está a preparar a excomunhão, se eles avançarem a 1 de Julho.»

Defesa do Arcebispo Lefebvre
«Cada vez mais me convenço de que a obra do Arcebispo Lefebvre é uma grande obra para toda a Igreja — passará à História.»

O problema jurídico é secundário
«O aspecto jurídico é secundário por causa da confusão evidente e da situação de emergência dentro da Igreja, onde a Santa Sé não garante plenamente a conservação da integridade verdadeiramente 100% da fé católica.»

O Vaticano exige a aceitação da ambiguidade doutrinal
«A Santa Sé exige da Fraternidade Sacerdotal São Pio X que aceite algumas afirmações ambíguas do Concílio, que aceite o método dos métodos ecuménicos ambíguos da Santa Sé, o qual relativiza a unicidade do Nosso Senhor.»
«O documento de Abu Dhabi é, de facto, uma negação do Evangelho e do primeiro mandamento de Deus.»
«Há neste documento escondido um verdadeiro veneno, a diversidade das religiões no plural é a expressão da vontade sábia de Deus. Isto é impossível, isto é uma heresia.»

O vídeo da entrevista pode ser visto aqui: https://www.youtube.com/watch?v=09vsXiGdv8g

in gloria.tv


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segunda-feira, 1 de junho de 2026

Junho: mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus

Ladainha ao Sagrado Coração de Jesus
Latim:

Kyrie, eléison.
Chirste, eleison.
Kyrie, eléison.

Christe, audi nos.
Christe, exáudi nos.

Pater de caelis Deus, miserere nobis.
Fili, Redémptor mundi Deus, miserere nobis.
Spíritus Sancte Deus, miserere nobis.
Sancta Trínitas, unus Deus, miserere nobis.

Cor Iesu, Fílii Patris aeterni, miserere nobis.
Cor Iesu, in sinu Vírginis Matris a Spíritu Sancto formátum, miserere nobis.
Cor Iesu, Verbo Dei substantiáliter unítum, miserere nobis.
Cor Iesu, Majestátis infinítae, miserere nobis.

Cor Iesu, Templum Dei Sanctum, miserere nobis.
Cor Iesu, Tabernáculum Altíssimi, miserere nobis.
Cor Iesu, domus Dei et porta caeli, miserere nobis.
Cor Iesu, fornax ardens caritátis, miserere nobis.

Cor Iesu, justítiae et amóris receptáculum, miserere nobis.
Cor Iesu,  bonitáte et amóre plenum, miserere nobis.
Cor Iesu,  virtútum ómnium abyssus, miserere nobis.
Cor Iesu, omni laude digníssimum, miserere nobis.

Cor Iesu, rex et centrum ómnium córdium, miserere nobis.
Cor Iesu, in quo sunt omnes thesáuri sapiéntiae et sciéntiae, miserere nobis.
Cor Iesu, in quo hábitat omnis plenitúdo divinitátis, miserere nobis.
Cor Iesu, in quo Pater sibi bene complácuit, miserere nobis.

Cor Iesu, de cujus plenitúdine omnes nos accépimus, miserere nobis.
Cor Iesu, desidérium cólium aetnórum, miserere nobis.
Cor Iesu, pátiens et multae misericórdiae, miserere nobis.
Cor Iesu, dives in omnes qui ínvocant Te, miserere nobis.

Cor Iesu, fons vitae et sancritátis, miserere nobis.
Cor Iesu, propitiátio pro peccátis nostris, miserere nobis.
Cor Iesu, saturátum oppróbriis, miserere nobis.
Cor Iesu, attrítum propter scélera nostra, miserere nobis.

Cor Iesu, usque ad mortem obédiens factum, miserere nobis.
Cor Iesu,  láncea perforátum, miserere nobis.
Cor Iesu, fons totíus consolatiónis, miserere nobis.
Cor Iesu, vita et ressurréctio nostra, miserere nobis.

Cor Iesu, pax et reconciliátio nostra, miserere nobis.
Cor Iesu, víctima peccatórum, miserere nobis.
Cor Iesu, salus in te sperántium, miserere nobis.

Cor Iesu, spes in te moriéntium, miserere nobis.
Cor Iesu, delíciae Sancórum ómnium, miserere nobis.

Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi, parce nobis, Dómine.
Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi, exáudi nos, Dómine.
Agnus Dei, qui tollis peccáta mundi, miserére nobis.

C.: Jesu, mitis et húmilis corde.
R.: Fac cor nostrum secúndum Cor tuum.

Português:

Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Cristo, ouvi-nos.
Cristo, atendei-nos.

Pai do céu, que sois Deus, tende piedade de nós.
Filho Redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Coração de Jesus, Filho do Pai Eterno, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, formado pelo Espírito Santo no seio da Virgem Mãe, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, unido substancialmente ao Verbo de Deus, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, de Majestade infinita, tende piedade de nós.

Coração de Jesus, Templo santo de Deus, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, Tabernáculo do Altíssimo, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, Casa de Deus e porta do céu, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, fornalha ardente de caridade, tende piedade de nós.

Coração de Jesus, receptáculo de justiça e de amor, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, cheio de bondade e de amor, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, abismo de todas as virtudes, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, digníssimo de todo o louvor, tende piedade de nós.

Coração de Jesus, Rei e centro de todos os corações, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, no qual estão todos os tesouros da sabedoria e da ciência, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, no qual habita toda a plenitude da divindade, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, no qual o Pai pos toda a sua complacência, tende piedade de nós.

Coração de Jesus, de cuja plenitude todos nós recebemos, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, desejado das colinas eternas, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, paciente e de muita misericórdia, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, rico para com todos os que Vos invocam, tende piedade de nós.

Coração de Jesus, fonte de vida e de santidade, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, propiciação por nossos pecados, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, saciado de opróbrios, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, esmagado de dor por causa de nossos crimes, tende piedade de nós.

Coração de Jesus, feito obediente até a morte, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, atravessado pela lança, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, fonte de toda consolação, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, nossa Vida e Ressurreição, tende piedade de nós.

Coração de Jesus, nossa paz e reconciliação, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, vítima dos pecadores, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, salvação dos que em Vós esperam, tende piedade de nós.

Coração de Jesus, esperança dos que morrem em Vós, tende piedade de nós.
Coração de Jesus, delícias de todos os Santos, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós.

C.: Jesus, manso e humilde de coração.
R.: Fazei o nosso coração semelhante ao Vosso.


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domingo, 31 de maio de 2026

Solenidade da Santíssima Trindade


Eu declaro que todo o homem que professa Cristo e nega Deus, que Cristo de nada lhe servirá. E a quem invoca Deus, mas nega o Filho, que a sua fé é vã. E a quem rejeita o Espírito, que a sua fé no Pai e no Filho cairá no vazio, pois não a poderá ter, visto que lhe falta o Espírito.

São Gregório de Nazianzo


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sábado, 30 de maio de 2026

Joana d'Arc, a Santa que morreu excomungada

Nasceu em Domremy, Champagen (França) em 1412. Morreu em Rouen a 31 de Maio de 1431. O pai de Joana, Jaques D’Arc era um fazendeiro e Joana nunca aprendeu a ler ou a escrever. 

Quando tinha ela 13 ou 14 anos teve a sua primeira experiência mística. Ouviu uma voz chamando-a, acompanhada de uma luz. Ela teve as visões quando cuidava das ovelhas do seu pai. Visões posteriores eram compostas de mais vozes e ela foi capaz de identificar as vozes como sendo de São Miguel Arcanjo, Santa Catarina de Siena e Santa Margarida, entre outras. As suas mensagens tinham um fim especifico: apresentar-se a Robert Bauricourt, que comandava o exército do Rei. Joana convenceu um tio a levá-la, mas Bauricourt riu-se dela e recomendou que o seu pai a disciplinasse. 

Mas as visões continuaram e Joana, secretamente, deixou a sua casa e retornou a Vancoulers. Baudricourt duvidou dela, mas modificou a sua posição quando chegaram as noticias de sérias derrotas nas batalhas de Herrings do lado de fora de Orleães, em Fevereiro de 1429, exactamente conforme Joana havia predito. Ele enviou Joana com uma escolta para o falar com o Rei e ela escolheu viajar disfarçada com roupas de homem para a sua própria protecção. Em Chinon, o Rei Carlos estava disfarçado, mas ela identificou-o e por sinais secretos comunicaram e ela convenceu-o a acreditar na origem divina das sua visões e da sua missão.

Santa Joana pediu uma tropa de soldados para ir a Orleães. O seu pedido foi muito polémico na corte e ela foi enviada para ser examinada por um painel de teólogos em Poitiers. Após um exame de três semanas, o painel aconselhou que o Rei fizesse uso dos seus serviços. Diz a tradição que um dos membros do painel era um cardeal que conhecia a verdadeira aparência de São Miguel Arcanjo, secretamente guardado nos arquivos de Roma, e quando perguntou a Joana como era São Miguel, a santa descreveu-o exactamente como estava descrito no arquivo secreto em Roma. 

Foi-lhe dada a tropa e um estandarte especial feito para ela com a inscrição "Jesus:Maria" e o símbolo da Santíssima Trindade na qual dois anjos lhe presenteavam uma flor-de-lis e Joana vestia um armadura branca. A sua tropa entrou em Orleães no dia 29 de Abril e a Sua presença revigorou a cidade. No dia 8 de maio as forças inglesas que cercavam a cidade foram capturadas. Ela foi ferida no peito por uma flecha, o que reforçou a sua reputação de guerreira. 

Começou uma campanha em Loire com o Duque d’ Alençon, e tornaram-se grandes amigos. A campanha teve grande sucesso em parte graças ao elevado moral das tropas, com a presença de Joana e as tropas britânicas retiraram para Paty e de lá para Troyes. Joana tentava agora fazer com que o Rei aceitasse a sua própria responsabilidade e lutou pela sua coroação em 17 de Julho de 1429. E a missão de Joana, conforme as suas visões, estava completa. 

Daí em diante, como o Rei Carlos não forneceu suporte nem a sua presença, conforme prometido, Joana sofreu varias derrotas. O ataque a Paris falhou e ela foi ferida na coxa. Durante a trégua de Inverno, Joana ficou na corte onde continuava sendo vista com cepticismo. Quando as hostilidades recomeçaram ela foi para Compiegne onde os franceses resistiam ao cerco dos Burbundians. A ponte movediças foi fechada demasiado cedo e Joana e suas tropas ficaram do lado de fora. Foi capturada e levada ao Duque de Burgundy a 24 de Maio. Ficou prisioneira até o fim do Outono. 

O Rei não fez nenhum esforço em libertá-la. Ela havia previsto que o castelo seria entregue ao ingleses e assim aconteceu. Foi vendida aos lideres ingleses na negociação. Os ingleses estavam determinados a ficarem livres do poder de Joana sobre os soldados franceses. Como os ingleses não podiam executá-la encontraram uma maneira de julgá-la como herege. 

No dia 21 de Fevereiro de 1431 ela apareceu a um tribunal liderado por Peter Cauchon, bispo de Beauvais, que esperava que os ingleses o fizessem Arcebispo de Rouen. Ela foi interrogada sobre as vozes, a sua fé e a sua vestimenta masculina. Um sumário falso e injusto foi feito e as suas visões foram consideradas impuras na sua natureza, uma opinião suportada pela Universidade de Paris. O tribunal declarou que, se ela se recusasse a retratar, entregue aos seculares como herege . 

Teve a coragem de declarar que tudo que havia dito antes era verdade, que havia recuperado a sua força e que Deus a havia enviado para salvar a França dos ingleses. 

Assim, no dia 30 de Março de 1431, ela foi levada a praça pública do mercado em Rouen e queimada viva. Joana não tinha ainda 20 anos. As suas cinzas foram atiradas ao rio Sena. Em 1456 a sua mãe e dois irmãos apelaram para a reabertura do caso, e o Papa Calisto III assim fez. O julgamento e o veredicto foram anulados e ela considerada como uma santa virgem e mártir. Foi chamada La Pucelle, "a Virgem de Orleães". 

Na arte litúrgica da Igreja, Santa Joana é aparece como uma jovem numa armadura, com uma espada, ou uma lança e às vezes com uma bandeira, com as palavras "Jesus:Maria", e por vezes com um capacete. Nas pinturas mais antigas, ela tem longos cabelos que caem nas suas costas, para mostrar que era virgem. Certas vezes aparece incentivando o Rei, ou seguida de uma tropa, ou em roupas femininas com um espada. 

Santa Joana d'Arc venerada durante séculos, e foi finalmente beatificada em 1909 e canonizada em 1920. Foi declarada oficialmente padroeira da França em 1922. 

adaptado de catolicismoromano.com.br


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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Bispo encerra paróquia que tinha voltado à vida com a Missa em Latim

A paróquia de São Josafat, em Detroit, havia sido revitalizada pela Missa no Rito Romano Tradicional. A Missa Tradicional começou a ser celebrada nessa igreja em 2004, quando a paróquia se encontrava em plena decadência. Essa liturgia conduziu a um rápido aumento da assistência, particularmente entre os católicos mais jovens.
No entanto, em 2012, surgiram tensões no seio da paróquia de São Josafat entre os paroquianos do Novus Ordo e os do Rito Antigo. Isto seguiu-se à nomeação de um novo pároco.
Alguns membros mais antigos manifestaram preocupações quanto ao nível de envolvimento e à contribuição financeira do grupo mais jovem. Contudo, segundo relatos dos envolvidos, a comunidade da Missa em Latim contribuía com aproximadamente dois terços da receita da paróquia. A disputa prolongou-se por vários anos.
Agora, a paróquia foi encerrada definitivamente.
Esta é de uma paróquia moribunda que, despois receber uma inesperada tábua de salvação por parte dos católicos de Missa Tradicional, preferiu morrer.
A Arquidiocese Prefere a Morte à Vida
Após a publicação do Summorum Pontificum (2007), o número de Missas em Latim na Arquidiocese de Detroit aumentou significativamente, atingindo 28 locais antes de 2021.
O então Arcebispo Allen Vigneron descreveu a política como um «sucesso notável» que ajudara a restaurar a paz eclesial e a produzir resultados positivos na vida dos fiéis.
Em Fevereiro de 2025, Monsenhor Edward Weisenburger foi nomeado Arcebispo de Detroit e aboliu duas dezenas de Missas. Deixou apenas quatro, em locais inconvenientes.
A Fraternidade Sacerdotal São Pio X estabeleceu a sua primeira presença nos Estados Unidos na área de Detroit em 1975, na igreja de São José. Esta capela continua a prosperar.
in gloria.tv


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