domingo, 6 de setembro de 2026

Cardeal Burke celebrou Missa Tradicional em Amesterdão

O Cardeal Raymond Leo Burke celebrou uma Missa Pontifical Solene, segundo o rito romano tradicional, na Igreja de Nossa Senhora (Onze Lieve Vrouwekerk), no Keizersgracht, em Amesterdão, no dia 5 de Setembro.

Centenas de católicos assistiram e, de seguida, fizeram uma procissão pela capital holandesa para rezar publicamente o Rosário no Vondelpark.

Estiveram também presentes o Cardeal Willem Eijk, de Utrecht, e o Bispo Jan Hendriks, de Haarlem-Amesterdão.

Floris van Rijn, de 23 anos, disse ao Nd.nl que nunca tinha experimentado a liturgia tradicional: «Custou um pouco a habituar-me, mas foi belo», afirmou.
Van Rijn descreveu a presença do Cardeal Burke e a oportunidade de assistir à Missa como «uma ocasião única».

No Vondelpark, centenas de pessoas reuniram-se em torno da imagem da Virgem Santíssima transportada na procissão. Sacerdotes com estolas roxas ouviram confissões ao ar livre, enquanto o Rosário era recitado em várias línguas.

As orações ouviam-se em inglês, alemão, espanhol, português, francês, italiano, polaco, eslovaco, latim e holandês.

O Cardeal Burke dirigiu-se depois aos presentes sobre o sentido espiritual do Rosário.

A repetição inerente à oração não é monótona, disse Burke, mas sim «a expressão repetida de um amor profundo»: «Nunca nos cansamos das palavras. Nunca nos cansamos de as repetir.»

in gloria.tv


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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Beata Ana Catarina Emmerich sobre rezar em latim

Não posso fazer uso das orações da Igreja traduzidas para o alemão. Elas são para mim demasiado insípidas e demasiado molestas. Na oração não estou vinculada a qualquer língua e, ao longo da minha vida, as orações da Igreja em latim sempre me pareceram muito mais profundas e mais inteligíveis. 

No convento, sempre me alegrei antecipadamente quando tínhamos de cantar hinos e responsórios em latim. A festa (litúrgica) tornava-se ainda mais presente para mim e via tudo o que cantava. Especialmente quando cantávamos em latim a ladainha da Santíssima Virgem, tinha uma visão maravilhosa de todas as figuras simbólicas de Maria. Era como se as minhas palavras invocassem essas imagens. No início tinha algum medo, mas depois foi para mim uma graça e fervor que incentivaram bastante a minha devoção. Tenho visto as cenas mais admiráveis.

K. E. Schmoeger in Vie d’Anne-Catherine Emmerich, vol. 1, Pierre Tequi, Paris 1950, 258


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