terça-feira, 15 de julho de 2014

10 medidas práticas para a Santidade - Beato Francisco Xavier Seelos

1. Ir à Missa com grande devoção.

2. Reflectir durante meia-hora nos pecados em que se cai mais frequentemente; fazer propósitos para o evitar.

3. Fazer leitura espiritual durante 15 minutos, se for impossível fazer meia-hora.

4. Rezar o Terço todos os dias.

5. Se possível visitar o Santíssimo Sacramento todos os dias; e ao entardecer meditar na Paixão de Cristo durante meia-hora.

6. Acabar o dia com o exame de conciência, de todas as faltas e pecados do dia.

7. Todos os meses, fazer uma revisão do mês na confissão (direcção espiritual).

8. Escolher um padroeiro em cada mês, e imitá-lo numa virtude em especial.

9. Fazer uma novena antes de cada grande festa litúrgica.

10. Tentar começar e acabar cada actividade diária com uma Avé-Maria.


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2 comentários:

Anónimo disse...

O mais importante é uma pessoa se sentir feliz consigo próprio e deixar de pensar o que é pecado e o que não é, desde que não afecte ou perturbe a liberdade dos outros e que todos se sintam bem e livres. Rezar mais ou menos só traz pressão e muitas vezes não ajuda, a não ser que se seja um autêntico beato e que acredite ferozmente na religião católica, mas será isso que se quer ser?
Desde que deixei de ser católico, de rezar, ir à missa, etc etc, toda a minha vida se tornou melhor, mais prática, mais controlada, melhores objectivos e sempre uma visão muito mais clara da realidade. Sou muito mais feliz e livre, e reconheço que sou alguém de bem, de boas intenções, bons amigos, respeitador e generoso.

Bons valores deviam partir da pessoa própria, apesar de todos os valores serem subjectivos, apenas uma coisa neste mundo acho que seja verdade absoluta "a minha liberdade termina onde começa a dos outros", e a partir de esta frase, devemos então gerir que valores damos mais importância para sermos felizes.

João Silveira disse...

Caro Anónimo, o pecado é trocar o eterno pelo instante. Isto é aplicável a todos os momentos da nossa vida. Enganar a mulher não é pecado? É uma coisa virtuosa?

Rezar é falar com Deus, com Quem me fez, deu a vida por mim e me conhece muito melhor do que eu próprio.

Valores subjectivos não servem para nada. Basta dizer que seguindo a subjectividade dos valores (ou a ausência de pecado) o que Hitler fez poderia ser considerado uma boa coisa. Aliás, quem somos nós para julgar, não é essa a conversa?