terça-feira, 31 de março de 2015

As maiores empresas do mundo a favor do "casamento gay"

379 das maiores empresas dos Estados Unidos da América, e do mundo, juntaram-se para assinar um documento a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. 

O intuito é fazer lobby junto do Supremo Tribunal americano para que aprove os “casamentos gay” em todo o País.

Os signatários, muitos deles empresas rivais, mostraram que conseguem manter a rivalidade de lado quando encontram um objectivo comum. É lastimável que o tenham feito para atacar uma instituição essencial na sociedade.

O casamento é uma instituição prévia ao Estado e que na sua essência é constituída por duas pessoas de sexo diferente: um homem e uma mulher.

Se os grandes grupos económicos se unem para tentar redefinir o casamento, ficamos a perceber a enorme influência do lobby gay junto dos poderosos deste mundo. 

Aqui ficam algumas dessas empresas:

Bloomberg, Coca Cola, Pepsi, Facebook, Apple, Google, eBay, Amazon, Procter & Gamble, United Airlines, Delta Airlines, Groupon, Hewlett-Packard, Microsoft, Twitter, Intel, General Electric, American Express, Visa, Bank of America, Chase, JPMorgan, HSBC, Deutsche Bank, Walt Disney, CBS, Pfizer, Johnson & Johnson, Dow Chemical, Glaxo, Colgate-Palmolive.

A lista completa pode ser vista aqui: Proponents of Legal Redefinition of Marriage


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Carta de uma amiga para a Semana Santa

"Querida M,

(...)

Sei que andas muito ocupada mas que queres viver intensamente esta Páscoa, por isso ficam aqui umas dicas para não perderes pitada da Semana Santa:

Viver intensamente a Semana Santa estando a trabalhar:
  • Fazer cada hora de trabalho com a maior perfeição possível, oferecendo-o por amor a Jesus na Cruz. Podemos consolá-lO e ajudá-lO a salvar muitas almas através do nosso trabalho!
  • Olhar esporadicamente para um crucifixo (encontrar truques de presença de Deus), seja no telemóvel, seja no computador, na secretária para quem estuda/está em casa, ou mesmo desenhar uma cruzinha com dois traços nalgum post-it da mesa de trabalho - só nós os dois sabemos!
  • Procurar momentos de silêncio e recolhimento ao longo do dia, especialmente algum tempo de oração seguido por dia (nem que sejam apenas 10 minutos!) em que meditamos na Paixão do Senhor. Imaginar como terá sido desde a agonia no horto das Oliveiras até ao último suspiro de Jesus, o que terá sentido fisicamente mas também no Coração. Ajuda ler o Evangelho, algum texto de uma Via Sacra... Ou seja, procurar ter uma meditação mais forte da Paixão e morte de Jesus vivendo-a intensamente na nossa vida também.
  • Oferecer mais sacrifícios: é a recta final da Quaresma! Daqui a uma semana é a Páscoa. Portanto é o momento de sermos generosas, sem limites! Oferecer pequenas coisas, no tempo livre e no trabalho. Ficam algumas sugestões (pensa no que ainda podes oferecer, fica a dica de escolheres o que te custa mais ;) ): não ouvir música, não ouvir música durante o trabalho, não ir ao facebook esta semana, não ir ao instagram, desligar o whatsapp durante o trabalho, não lanchar, escolher sempre o que menos nos apetece nas refeições, para quem faz desporto dar um extra mile quando já estivermos cansadas, não ir ao mail pessoal durante o trabalho, não petiscar entre refeições, não ver séries, ir visitar alguém da família doente ou velhinho, fazer alguma tarefa doméstica extra, ter um gesto simpático com a pessoa que menos gostamos do trabalho, etc, etc...
Especialmente no Tríduo Pascal:
  • Quinta-feira Santa: ir à Missa à tarde - há várias muito bonitas, com lava-pés. Aconselho a de São Nicolau [em Lisboa] às 22h, talvez a mais bonita a que já fui na vida. No final das Missas de quinta-feira Santa, o Santíssimo é exposto ou colocado num sacrário lateral: devemos aproveitar para rezar diante Dele, depois da Missa. Lembro que este dia é uma festa gigante: instituição da Eucaristia e do Sacerdócio!! Devemos aproveitar para agradecer muito. E passar algum tempo com o maior tesouro que cá temos na terra: Jesus na Eucaristia. Em São Nicolau depois desta Missa das 22h, o Santíssimo é exposto no trono lá em cima, com todas as velas acesas - é lindíssimo, mesmo! E fica para Adoração até às 2h da manhã: mesmo que vás a outra Missa podes passar lá à noite, ou noutras igrejas onde Nosso Senhor esteja exposto - é um costume muito bonito pois essa foi a hora da oração no horto das Oliveiras. Queremos ficar acordadas e fazer companhia a Jesus nesse momento.
  • Sexta-feira Santa: Procura fazer uma Via Sacra neste dia. Podes fazê-la pessoalmente ou com mais gente. Há uma organizada pelo CL+paróquias da Baixa-Chiado nas ruas da Baixa, às 10.30. Vai muita gente e é muito bonito por ser na rua. Começa na igreja de São Domingos. Se quiseres fazer sozinha fica aqui a sugestão da Via Sacra escrita por São Josemaria: aconselho que a leias pelo menos, é de levar às lágrimas e ajuda muito a rezar (http://pt.escrivaworks.org/book/via_sacra-indice.htm). Outra sugestão é assistir em directo à Via Sacra que o Papa vai conduzir no Coliseu em Roma, também vale muito a pena (20h00m GMT). Além da Via Sacra procura participar nas cerimónias de sexta-feira Santa - a várias horas em várias igrejas - e, claro, cumprir o jejum e a abstinência com toda a alegria e união ao sofrimento de Jesus.
  • Sábado Santo: dia de silêncio, de olhar para Jesus morto, sepultado. Dia de expectativa...
  • Sábado à noite e Domingo de Páscoa: Ir à Vigília Pascal sábado à noite ou à Missa no Domingo e alegrar-nos muitíssimo!!!! É a maior festa do ano! O momento mais feliz para qualquer cristão! Tal como procurámos viver intensamente a Paixão é importantíssimo festejar e explodir de alegria no dia da Ressurreição do Senhor.
Uma boa Confissão:

Não deixemos que chegue a Páscoa sem uma boa confissão! Se chegar sexta-feira Santa e ela ainda não tiver acontecido já sabes: desse dia não pode passar. 
Há muitas muitas igrejas com confissões a toda a hora. Por exemplo o oratório de São Josemaria (http://oratoriosaojosemaria.wordpress.com/sobre/horarios/confissoes/), São Nicolau (http://www.paroquiasaonicolau.pt/2015/03/28/triduo-pascal-2015/#more-15481 por exemplo durante a tal Missa das 22h e a Adoração há confissões), e muitas outras!!

Além da nossa própria Confissão não nos esqueçamos do desafio a que nos propusemos as duas na primeira semana da Quaresma: levar pelo menos uma amiga à confissão antes da Páscoa! Uma é o mínimo! Tanto recebemos, muito temos de dar também, é uma responsabilidade: Jesus está à nossa espera e espera que sirvamos de instrumento para aproximar muitas pessoas Dele!

Deixo-te com uma frase muito bonita do Beato Papa Paulo VI: 
"Talvez os momentos de uma confissão sincera estejam entre os mais doces, os mais reconfortantes, e os mais decisivos da vida."

Um grande beijinho, uma boa Semana Santa e uma óptima Páscoa!!
Rezemos uma pela outra,
MF

Ps: Se achares que estas dicas podem ajudar alguém que conheças podes partilhar à vontade, claro!!"
Confissões do Papa Francisco nas JMJ do Rio de Janeiro



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segunda-feira, 30 de março de 2015

domingo, 29 de março de 2015

As iniciativas de caridade mais recentes do Papa Francisco

Deixamos aqui uma notícia que explica algumas das muitas iniciativas de caridade promovidas pelo Papa Francisco nos últimos meses.

Ao ler isto, lembramo-nos do que disse Jesus: "quando deres algum banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos: e serás bem-aventurado, porque esses não têm com que retribuir-te" (Lc 14, 14).

Reparem também no pormenor em como o Papa se junta com os sem-abrigo à porta fechada, sem que os jornalistas possam entrar.

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O Papa Francisco visitou 150 sem-abrigos de Roma na Capela Sistina, quando eles foram convidados para um jantar e visita privada no Vaticano.

"Bem-vindos. Esta é a casa de todos e a vossa casa. As portas estão abertas para todos," disse o Papa aos seus convidados sem-abricos, no dia 26 de Março, quando forma convidados para visitar os Museus do Vaticano. Ele disse que esta visita era como um cuidado carinhoso de Deus.

O grupo foi convidado pelo esmoleiro do Papa, o Arcebispo Konrad Krajewski, que está responsável do escritório papel da caridade.

No decurso da visita, os convidados sem-abrico tiveram uma visita guiada pelo Vaticano, passando pela casa Santa Marta onde vive o Papa, assim como por várias galerias nos Museus do Vaticano, culminando na Capela Sistina.

Apesar de as câmeras e fotógrafos terem sido proibidos de entrar, a sala de imprensa do Vaticano disse que o Papa esteve com o grupo durante pelo menos 20 minutos e cumprimentou cada pessoa individualmente com um aperto de mão.

Francisco agradeceu ao Arcebispo Krajewski por levado avante esta iniciativa. Ele disse ao grupo, "Rezem por mim. Estou a precisar de orações de pessoas como vocês," e pediu que o Senhor "os protegesse e os ajudasse no caminho da vida e os fizesse sentir o Seu amor ternorento de Pai."

Depois do encontro com o Papa, os sem-abrigo foram convidados a jantar no restaurante dos Museus do Vaticano.

Antes de irem à Capela Sistina, a visita nos Museus incluiu primeiro uma passagem pelo museus dos carros e depois pela Galerias Superiores - incluindo a Galeria dos Candelabros e a Galeria dos Mapas - antes de visitarem os aposentos de S. Pio V e até a próprio Capela Sistina.

A visita aos museus foi guiada e incluía auscultadores assim como pessoas para os ajudar a carregar os seus objectos pessoais, dado que muitos sem-abrigo levam consigo todas as estas coisas todas as vezes.

A iniciativa foi a última de uma série de outras iniciativas de caridade realizadas pelo Arcebispo Krajewski, por parte do Papa Francisco, desde a sua eleição há dois anos.

Em Novembro passado, o Arcebispo Krajewski conheceu um sem-abrigo que lhe disse que, apesar de ser fácil encontrar uma sandwich em Roma, já não era tão fácil arranjar um sítio para se lavar. Como resultado, o arcebispo mandou remodelar as casas de banho públicas da Praça de S. Pedro para incluírem choveiros e roupa interior lavada para os que mais precisam.

Terminada em Fevereiro deste ano, a iniciativa dos balneários foi aberta juntamente com um serviço de barbearia para os sem-abrigos, que recebem, pelas mãos de estilistas voluntários, estes serviços sem pagar às Segundas-feiras - quando muitos outros barbeiros estão fechados.

Outros actos de caridade incluem a distribuição de sacos-cama em Dezembro para os sem-abrigo, na altura dos anos do Papa, assim como a distribuição de 300 chapéus-de-chuva para os que vivem nas ruas de Roma no mês chovoso de Fevereiro.

No Domingo, o Papa Francisco pediu a 400 sem-abrigo residentes em Roma para o ajudar na distribuição da versão em livro de bolso dos Evangelhos aos fiéis que se juntaram na oração do Angelus, dizendo que receber a Palavra de Deus das suas mãos era um lembrete de que são os pobres que pregam o Evangelho para nós.

Além de oferecer almoço aos sem-abrigo que ajudaram na Praça no Domingo, o esmoleiro do Papa também ajudou a distribuir 1,000 libras de comida para os pobres do bairro Tor Bella Monaca de Roma, com a ajuda do Instituto de Medicina Solidária Onlus.

O Papa Francisco esteve nesse bairro no dia 8 de Março para a sua visita à Paróquia de Santa Maria Madre del Redentore. O arcebispo Krajewski entregou a comida no dia 21 de Março.

in Catholic News Agency


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sábado, 28 de março de 2015

500 anos do nascimento de Santa Teresa de Ávila




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Corações alerta - Papa Francisco

Guardamos bem o nosso coração? Preservámo-lo das contínuas tentativas do demónio de entrar e permanecer nele? Perguntou o Papa durante a missa celebrada em Santa Marta na manhã de sexta-feira, 10 de Outubro, reflectindo sobre o trecho litúrgico do Evangelho de Lucas (11, 15-26): «uma triste história», disse, que começa com Jesus que expulsa um demónio «e acaba no momento em que os demónios voltam à alma da pessoa da qual foram expulsos».

É uma situação que recorre na vida de cada homem porque, recordou o Pontífice citando o trecho lucano, «quando o espírito impuro sai do homem, paira por lugares desertos, procurando alívio, e não o encontrando diz: voltarei para a minha casa». E eis que o demónio, encontrando a alma em paz, «vai, toma outros sete espíritos piores do que ele, entram nela e habitam-na». E assim «a condição seguinte daquele homem torna-se pior que a anterior».

Com efeito o demónio, explicou o bispo de Roma, nunca desanima, «é paciente» e volta continuamente, até «no fim da vida» porque ele «não abandona o que quer para si».

Também Jesus experimentou esta realidade: no Evangelho de Lucas lê-se que «depois das tentações no deserto» o demónio o deixava em paz por um certo tempo, mas depois «voltava de novo». E os demónios «armavam-lhe ciladas» até ao fim, até à paixão, « até à Cruz», dizendo-lhe: «Se és o Filho de Deus... vem, vem connosco, assim acreditaremos». É – explicou Francisco – o que acontece também connosco quando alguém nos tenta perguntando-nos: «Mas tu és capaz?». E maliciosamente desafia-nos dizendo: «Não, não és capaz». Por isso «Jesus fala de um homem forte, bem armado, que está de guarda ao seu palácio, à sua casa», porque o coração de cada um de nós é como uma casa. E então, perguntou o Pontífice, «eu estou de guarda ao meu coração?».

Com efeito, é preciso «guardar este tesouro no qual habita o Espírito Santo, para que não entrem os outros espíritos». E é necessário fazê-lo «como se guarda uma casa, uma chave». De resto, disse o Papa, nas nossas casas utilizamos «tantos meios de segurança» para nos defendermos dos ladrões. Fazemos o mesmo com o nosso coração? Ou deixamos «a porta aberta»? É preciso «vigiar», recomendou Francisco, porque o demónio, mesmo se foi «expulso com o baptismo, vai, procura outros sete piores do que ele, e volta».

Eis então que é necessária uma atenção contínua. É preciso questionar-se: «O que acontece ali», dentro de nós? «Sou a sentinela do meu coração?». Aprendamos, sugeriu o Pontífice, da nossa vida diária: «Quem de nós fica tranquilo, quando está em casa, em qualquer uma das partes da casa, se vir uma pessoa que não conhece? Ninguém!». E dirige-se imediatamente ao desconhecido: «Mas você quem é? Quem o deixou entrar? Por onde entrou?». Pode acontecer o mesmo também em nós. «Quantas vezes entram os maus pensamentos, as más intenções, os ciúmes, as invejas. Entram tantas coisas. E quem abriu a porta? Por onde entraram?». E se não nos apercebemos de quem deixamos entrar no nosso coração, ele «torna-se uma praça, onde todos entram e saem». Falta a intimidade. E ali «o Senhor não pode falar nem sequer ser ouvido».

Então acontece que, mesmo se o nosso coração «é o lugar onde receber o Espírito Santo», sem a justa vigilância «o Espírito acaba posto de lado», como se o fechássemos num armário». E ali o espírito fica «triste».

Como fazer então para evitar que isto aconteça? O Papa respondeu citando uma expressão usada por Jesus «que parece um pouco estranha: “Quem não recolhe comigo, dissipa”». Partindo da palavra “recolher”, Francisco explicou que é preciso «ter um coração recolhido», um coração no qual conseguimos estar cientes do «que acontece». Neste sentido é recomendável a prática, muito antiga «mas boa», do exame de consciência. «Quem de nós – perguntou o Papa – à noite permanece sozinho» e no silêncio «questiona-se: o que aconteceu hoje no meu coração? O que entrou no meu coração?».

É uma prática importante, uma verdadeira «graça» que nos pode ajudar a ser bons guardas. Porque, recordou o Papa, «os diabos voltam sempre. Até no fim da vida». E para cuidar que os demónios não entrem no nosso coração é preciso saber «estar em silêncio diante de si mesmos e diante de Deus», para verificar se na nossa casa «entrou alguém» que não conhecemos e se «a chave está no seu lugar». Isto, concluiu o Pontífice, «ajudar-nos-á a defender-nos de tantas maldades, também das que nós podemos fazer». Porque «estes demónios são muito astutos», e são capazes de enganar todos.

Homilia na Casa de Santa Marta, 10 de Outubro de 2014


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sexta-feira, 27 de março de 2015

Renega-te a ti próprio, toma a tua cruz e segue Jesus

A muitos parece dura esta palavra : «Renega-te a ti próprio, toma a tua cruz e segue Jesus.» 

Porque temes levar a cruz, pela qual se vai ao Reino? Na cruz está a salvação; na cruz, a vida; na cruz, a protecção dos inimigos; na cruz se derrama toda a suavidade do alto; na cruz, a força do espírito; na cruz, a alegria da alma; na cruz, a suprema virtude; na cruz, a perfeição da santidade. Não há salvação da alma nem esperança da vida eterna senão na cruz. Pega, pois, na tua cruz e segue-O: caminharás para a vida eterna. Se morreres com Ele, também com Ele viverás (cf Rom 6,8). E, se fores seu companheiro no sofrimento, também o serás na glória.

Eis que tudo consiste na cruz; não há outro caminho para a vida e para a verdadeira paz interior. Anda por onde quiseres, procura o que desejares, não encontrarás mais elevado caminho no alto, nem mais seguro cá em baixo, do que o caminho da santa cruz.

Dispõe e ordena tudo segundo o que queres e vês; não encontrarás nada onde não haja que sofrer, voluntária ou necessariamente, e assim sempre encontrarás a cruz. Ou sofrerás dores no corpo, ou encontrarás tribulações na alma. Umas vezes serás abandonado por Deus, outras serás afligido pelo próximo e, pior ainda, muitas vezes pesar-te-ás a ti mesmo; e não poderás ser libertado ou aliviado com qualquer remédio ou consolação. Deus quer que aprendas a suportar o sofrimento sem consolações, que te submetas a Ele totalmente e te tornes mais humilde pela tribulação. 

E é necessário que tenhas paciência, se queres possuir a paz interior e merecer a coroa imortal.

in Imitação de Cristo, Livro II, capítulo 12


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quinta-feira, 26 de março de 2015

20 anos depois da Evangelium Vitae: o aborto já matou milhões

Quando se comemoram os 20 anos da encíclica Evangelium Vitae, onde o Papa João Paulo II condena fortemente o aborto, o mundo sofre com este genocídio chamado aborto livre.

Milhões de bebés inocentes são mortos todos os anos, das formas mais horríveis, sem que ninguém pareça conseguir travar este monstro sanguinário.

Este vídeo ajuda-nos a perceber a dimensão do massacre. Cada bolinha corresponde a 1000 bebés mortos e estes números referem-se apenas aos Estados Unidos.

Só com oração e acção poderemos combater este grande mal!


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Santa Missa em Forma Extraordinária do Rito Romano em Lisboa

No próximo Sábado, dia 28, será celebrada uma Missa em forma extraordinária do Rito Romano (mais conhecida por 'Missa Antiga' ou 'Missa Tridentina') às 10h da manhã na igreja de S. Nicolau, na Baixa de Lisboa.

Esta iniciativa começou há 4 meses e acontece às 10h do último Sábado de cada mês, em S. Nicolau.

O Papa Bento XVI foi o maior responsável pela divulgação da 'Missa Antiga' nos últimos anos, através do Motu Proprio Summorum Pontificum e pondo em marcha a Reforma da Reforma (Litúrgica).

Já antes de ser Papa, o Cardeal Ratzinger exprimia a sua indignação contra a forma injusta como estava a ser tratada esta liturgia, que a Igreja considerou Santa durante 1500 anos:

"Para promover uma verdadeira consciência em matérias litúrgicas, é também muito importante que a proibição contra a forma da liturgia em uso válido até 1970 (a antiga Missa em Latim) seja levantada. Qualquer pessoa que hoje em dia defenda a existência contínua desta liturgia ou que participe nela é tratada como um leproso; toda a tolerância acaba aqui. Nunca houve nada como isto na história; ao fazer isto estamos a desprezar e a proibir o passado inteiro da Igreja. Como é que uma pessoa pode confiar nela no presente se as coisas são assim?" (Espírito da Liturgia, 2000)

Caminhemos para a paz litúrgica.



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quarta-feira, 25 de março de 2015

Via-Sacra das Famílias: 27 de Março às 21h30, Igreja da Madalena




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Escondida por humildade: nem os Anjos conheciam Maria

Maria manteve-se muito escondida durante toda a sua vida; por isso o Espírito Santo e a Igreja chamaram-lhe «Alma Mater»: Mãe escondida e secreta. A sua humildade foi tão profunda, que na Terra nada a seduziu mais poderosa ou mais continuamente do que esconder-se de si própria e de todas as criaturas, para que só Deus a conhecesse. 

Aprouve a Deus, atendendo aos seus pedidos de ocultação, empobrecimento e humildade, esconder a sua concepção, o seu nascimento, a sua vida, os seus mistérios, a sua ressurreição e a sua assunção aos olhos de quase toda a criatura humana. Nem os seus pais a conheciam; e os anjos perguntavam muitas vezes entre si: «Quae est ista? Quem é esta?» (Ct 6,10), porque o Altíssimo a ocultava; ou, se lhes mostrava alguma coisa, escondia-lhes infinitamente mais.

Que coisas grandes e escondidas fez este Deus poderoso nesta Criatura admirável, como ela própria foi obrigada a reconhecer, apesar da sua profunda humildade: «O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas». O mundo não as conhece, porque é incapaz e indigno.

S. Luis Maria Grignion de Monfort in Tratado da verdadeira devoção à Virgem Maria, 1-6


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terça-feira, 24 de março de 2015

Meeting: Se a felicidade não existe então o que é a vida?




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Suécia: um país totalmente contaminado pela ideologia de género

Pais isolados das crianças

Os dados seguintes foram tirados duma entrevista feita em 2011 pelo portal LifeSiteNews a Jonas Himmelstrand[2], um experiente educador sueco, autor do livro “Seguindo o seu coração: na utopia social da Suécia”[3], publicado em 2007.

Na Suécia, as crianças de um ano de idade são enviadas para as creches subsidiadas pelo Estado, onde permanecem desde a manhã até o entardecer. Enquanto isso, os pais trabalham fora de casa (a fim de arcarem com os elevados impostos cobrados), inclusive a mãe, pois a ideologia de género impede a mulher de ficar “trancada em casa e no fogão”, conforme uma expressão sueca. Num país de aproximadamente 100.000 nascimentos anuais, as estatísticas mostram que das crianças suecas entre 18 meses e 5 anos de idade, 92% estão nas creches.

“Não é forçado a fazer isso… propaganda é uma palavra forte”, diz Himmelstrand, “mas as informações sobre os benefícios das creches” vindas dos meios de comunicação e outras fontes “fazem os pais que mantêm os seus filhos em casa até os 3 ou 4 anos de idade sentirem-se socialmente marginalizados”.

Segundo Himmelstrand, “o problema central do modelo sueco é que ele está financeiramente e culturalmente obrigando os pais e as mães a deixar nas creches os seus filhos a partir da idade de um ano, quer eles achem que isso é certo ou não”.

Crianças massificadas nas escolas

O currículo nacional da Suécia procura combater os “estereótipos” de género, ou seja, os “papéis” atribuídos pela sociedade a cada sexo. A escola “Egalia”[4], do distrito de Sodermalm, em Estocolmo, evita o uso dos pronomes “ele” (han) ou “ela” (hon) quando se dirige aos mais de trinta meninos e meninas que lá estudam, com idade de um a seis anos. Em vez disso, usa-se a palavra sexualmente neutra “hen”, um termo inventado que não existe em sueco, mas que é amplamente usado por feministas e homossexuais. A escola contratou um “pedagogo de género” para ajudar os professores a removerem todas as referências masculinas ou femininas na linguagem e no comportamento. 

Os blocos Lego e outros brinquedos de montar são mantidos próximos aos brinquedos de cozinha, a fim de evitar que seja dada qualquer preferência a um “papel” sexual. Os tradicionais livros infantis são substituídos por outros que tratam de duplas homossexuais, mães solteiras, crianças adoptadas e ensinam “novas maneiras de brincar”. Jenny Johnsson, uma professora da escola, afirma: “a sociedade espera que as meninas sejam femininas, delicadas e bonitas e que os meninos sejam masculinos, duros e expansivos. Egalia dá-lhes uma oportunidade fantástica para que eles sejam qualquer coisa que queiram ser”.

“Educação sexual”

Nas creches e escolas, totalmente fora do controle dos pais, as crianças são submetidas a uma “educação sexual”. Johan Lundell, secretário geral do grupo sueco pró-vida “Ja till Livet” (Sim à vida) explica que se ensina às crianças que tudo que lhes traz prazer é válido[5]. Os professores são orientados a perguntar aos alunos: “O que te excita?”. Segundo Lundell, a homossexualidade foi tão amplamente aceita pelos suecos, que “nos livros de educação sexual, eles não falam em alguém ser heterossexual ou homossexual. Tais coisas não existem, pois para eles todos são bissexuais; é apenas uma questão de escolha”.

Lundell cita uma cartilha publicada por associações homossexuais e impressa com o auxílio financeiro do Estado: “Eles escrevem de maneira positiva sobre todos os tipos de sexualidade, qualquer tipo, mesmo os mais depravados actos sexuais, e essa cartilha entra em todas as escolas”.

Perseguição estatal

Na esteira da ideologia de género, a Suécia aprovou uma lei de “crimes de ódio” que proíbe críticas à conduta homossexual. Em Julho de 2004, o pastor pentecostal Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão qualificando a homossexualidade como “um tumor canceroso anormal e horrível no corpo da sociedade”[6].

Os pais estão proibidos de aplicar qualquer castigo físico aos filhos, mesmo os mais moderados. A 30 de Novembro de 2010, um tribunal de um distrito da Suécia condenou um casal a nove meses de prisão e ao pagamento de uma multa equivalente a 8 mil euros. O motivo foi que os pais admitiram que batiam em três dos seus quatro filhos como parte normal dos seus métodos de educação. Embora os documentos apresentados não relatassem nenhum tipo de abuso e o próprio tribunal admitisse que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com seus filhos”, as crianças foram afastadas da família e enviadas para um orfanato estatal[7].

Em Junho de 2009, o governo sueco tomou do casal Christer e Annie Johansson o seu filho Dominic Johansson, depois da família ter embarcado num avião para se mudar para o país de origem de Annie, a Índia. O motivo alegado é que o casal, em vez de enviar o seu filho para as escolas estatais, havia resolvido educá-lo em casa, uma prática conhecida como “home scholling” (escola em casa), amplamente praticada nos Estados Unidos e outros países, com excelentes resultados pedagógicos. As autoridades suecas, porém, decidiram remover permanentemente Dominic dos seus pais, alegando que o ensino domiciliar não é um meio apropriado para educar uma criança[8].

Aborto

Entre 2000 e 2010, quando o resto da Europa estava dando sinais de uma redução da taxa anual de abortos, o governo sueco divulgou que a taxa tinha aumentado de 30.980 para 37.693. A proporção de abortos repetitivos cresceu de 38,1% para 40,4%. – o mais alto nível já atingido – enquanto o número de mulheres que tinha pelo menos quatro abortos prévios cresceu de 521 para aproximadamente 750. A Suécia é o único país da Europa em que o aborto é permitido por simples pedido da mãe até 18 semanas de gestação. Menores de idade podem abortar sem o consentimento dos pais, e os médicos não têm direito à objecção de consciência[9].

Decadência social

Segundo Himmelstrand, tudo na Suécia dá sinais de decadência: adultos com problemas de saúde relacionados com “stress”, jovens com declínio na saúde psicológica e nos resultados escolares, grande número de pessoas com licença médica e a incapacidade dos pais de se relacionarem com os filhos[10].

Para Lundell, a Suécia quis criar um “socialismo de famílias” por meio de uma “engenharia social”[11]. Os frutos são patentes: casamentos em baixa, divórcios em alta, a família assediada e oprimida pelo totalitarismo estatal. in Zenit

[1] Reflexões sobre a ‘ideologia de género’, 25 Mar. 2014, em http://arqrio.org/formacao/detalhes/386/reflexoes-sobre-a-ideologia-de-genero.












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segunda-feira, 23 de março de 2015

Frei Roger Bacon (1214 - 1294)




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Extraordinariamente comovente: Uma testemunha de conversão

Já alguma vez viram um bonito acto de arrependimento e conversão acontecer diante dos vossos olhos? Todos temos as nossas próprias histórias, claro, mas refiro-me a observar o maravilhoso trabalho da graça noutra pessoa, quer seja de perto ou à distância.

Há uns tempos - alguns anos - reparei um dia na minha paróquia numa jovem senhora sentada ao fundo. Era muito nova, talvez nos seus vinte e poucos anos. Estava sozinha. Estava à espera de bébé, talvez cinco ou seis meses. Eu nunca a tinha visto antes e nós temos uma igreja pequena, por isso reconheço quem a frequenta. Assumi que ela era nova ali e que talvez não fosse crente, porque nunca se levantava para receber a comunhão. Simplesmente ficava lá ao fundo e tentava permanecer discreta e saía sempre da Missa imediatamente, por isso não havia hipótese de falar com ela.

Um dia, talvez cerca de um mês depois de eu ter reparado nela pela primeira vez, eu estava a voltar da comunhão e reparei que ela estava ajoelhada nos genuflectórios e a chorar continuamente - sim, a chorar. A cabeça dela estava no meio das suas mãos, a cara vermelha, as lágrimas a descer pelas suas bochechas abaixo e o corpo dela encolhia-se com os soluços. Eu conhecia aquelas lágrimas - lágrimas de penitência! Oh, quão bonitas são as lágrimas provocadas pela graça de Deus! Eu fiquei profundamente comovido só ao ver aquilo, mas claro, não me queria intrometer, por isso deixei-a sozinha e dei graças a Deus. Um cordeiro estava a ser trazido de volta aos ombros do pastor. Ela tinha encontrado a pérola mais preciosa.

Bem, aquela rapariga regressou semana após semana. Ela continuava a sentar-se ao fundo e ainda não recebia a comunhão. Mas era diferente. Agora havia contentamento na sua cara. Ela estava em paz. Via-a muitas vezes quando regressava da comunhão. Ela estava sempre a rezar fervorosamente, via-se pelo fogo nos seus olhos e os desejos na sua face. Via-a de vez em quando ficar depois da Missa, enquanto dizia olá ao sacerdote e falava com ele, portanto devia ter-se apresentado a ele.

Pouco depois disto começou a receber a Sagrada Comunhão. Nunca vi o nome dela na lista de candidatos ou de catecúmenos e nunca vi ou soube de nenhuma profissão de fé em nenhuma Missa, por isso assumi que ela já fosse Católica. O seu regresso a casa não veio por uma profissão pública da fé mas na calma e silêncio do confessionário.

Os meses passaram. Entretanto chegou o tempo de dar à luz a criança. Agora via-a na Missa com um pequeno bébé. Lembro-me de ficar a rezar depois da Missa um dia e de a ver com o que eu assumi ser a sua família na Igreja, para o baptismo. Nunca tinha visto nenhum deles antes e, francamente, alguns deles pareciam um pouco desconfortáveis por estar ali. Com eles estava um homem todo mal arranjado que aparentemente era o pai do bébé. Ele parecia… bem, vamos apenas dizer que claramente ele não estava seguro da coisa do Catolicismo. Não quero ir demasiado longe a julgar e tirar conclusões com base apenas no seu comportamento, mas parecia óbvio que o pai estava lá porque a rapariga queria e não porque ele percebesse o que era o baptismo. Talvez estivesse enganado, mas costumo ser um bom leitor da linguagem corporal. Isto era tudo o que eu conseguia perceber e portanto saí da igreja para que pudessem ter o seu baptismo em privado.

O bébé foi baptizado. Com o passar dos meses, reparei no homem a vir à Missa ocasionalmente com a rapariga. Ele ainda parecia céptico em relação a tudo, mas talvez cada vez menos com o passar do tempo. Ele também se arranjava mais e parecia - daquilo que eu conseguia perceber - que o homem e a rapariga estavam a fazer um esforço para educar juntos a criança. Uma mudança tinha acontecido com a rapariga, também. Não sei como descrever. Era apenas um aspecto de felicidade e leveza na sua maneira de ser. A obra da graça a manifestar-se.

Passou mais algum tempo. Talvez meses. Talvez um ano. Não me lembro. Eventualmente eles tinham alianças nos dedos. Não sei quando foi. Por esta altura já reparava neles há mais de ano e meio e ainda não tinha falado com eles. Mas lá pelo meio eles tinham-se casado. O homem também já recebia a Sagrada Comunhão nas boas graças da Santa Mãe Igreja. E a rapariga estava à espera de bébé outra vez.

Lindo, não é? E ainda fica melhor.

Pouco tempo depois, outra rapariga começou a aparecer com a primeira. Pelo aspecto, assumi que fosse a sua irmã. Então o marido dessa rapariga começou também a vir à Missa. Eles ficaram à espera de bébé. Agora havia duas famílias. Vi os seus filhos crescerem. Outras crianças nasceram.

Mas isto não é tudo. Eventualmente os seus pais começaram a vir à Missa com eles, no início era intermitente, mas depois ficou regular. Toda a enorme ninhada tinha-se tornado frequentadora regular da Missa. Agora eram já dez ou doze, toda uma família enorme de fé, nascida das lágrimas de uma rapariga sozinha e assustada que gritou por Deus num momento de desespero. E vejam o que veio daí! Fé de um grão de mostarda, de facto!

Não sei a história por trás. Não conheço os misteriosos trabalhos da graça. Não sei que orações, que argumentos, o que é que se deve ter passado para que cada uma dessas pessoas fosse ali parar. Mas claramente o testemunho da primeira rapariga e a sua fé e amor ardentes foram o centro à volta do qual tudo se passou.

Já passaram anos agora. Alguma vez falei com eles? Não. Nem uma palavra. Estava perfeitamente satisfeito ao ver isto desenrolar à distância. Talvez um dia o faça. Ainda está a acontecer. Mas quando penso no que vi, nos pequenos bocados que testemunhei, no que aconteceu e me lembro de ver há anos aquela rapariga sozinha e à espera de bébé a chorar no fundo da Igreja, meu Deus! É uma das coisas mais extraordinariamente bonitas que eu alguma vez vi nesta vida!

É sobre isto que é a graça. É por isto que vale a pena lutar.

"Tu contaste os meus vagueares, recolheste as minhas lágrimas no teu odre. Não estão elas no teu livro?" - Salmo 56, 8

in unamsanctamcatholicam.blogspot.com


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domingo, 22 de março de 2015

Estação Quaresmal na Basílica de São Pedro

Por volta do Séc.IV em Roma, o caminho penitencial da Quaresma foi enriquecido pela criação das estações quaresmais. O ofício era celebrado pelo Papa nas basílicas romanas e principais igrejas da urbe, tendo cada uma o seu dia próprio.

Hoje a estação quaresmal foi na Basílica de São Pedro, e portanto foi um dos raros dias em que as relíquias mais importantes, de grandes santos da nossa História, e que normalmente não podem ser vistas, são expostas em cima do altar de São Pedro (fotografia de cima).

Além disso é feita uma procissão dentro da Basílica com os cónegos, seguidos pelo povo, enquanto se canta a ladainha dos santos.

No fim, de uma das janelas sobre o magnífico baldaquino feito por Bernini, é venerado o Véu de Verónica (o pano que limpou a cara de Jesus a caminho da cruz), seguido de respectiva bênção com esse objecto sagrado (fotografia de baixo).

Resumindo: a Quaresma entra na recta final!


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sábado, 21 de março de 2015

Milagre de S. Januário nas mãos do Papa Francisco

Tudo aponta para que tenha acontecido um milagre hoje em Nápoles. Depois da oração do Papa Francisco sobre relicário que contém o sangue de S. Januário, o padroeiro da cidade, metade do sangue passou do estado sólido ao estado líquido.

Este milagre repete-se todos os anos, mas apenas em 3 dias: 19 de Setembro (festa do santo), o Sábado antes do primeiro Domingo de Maio e 16 de Dezembro.

O último Papa nas mãos do qual o sangue se liquefez foi o beato Pio IX em 1848. Em consequência desse feito o Papa ofereceu um preciosíssimo cálice de ouro que se juntou ao tesouro de S. Januário, considerado o mais rico do mundo.


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Se quiseres ser feliz...

Saúda Maria
Pensa em Maria
Repete o nome de Maria
Honra Maria
Glorifica sempre Maria
Dirige o teu olhar a Maria
Recolhe-te na tua casa com Maria
Trabalha com Maria
Vigia com Maria
Ora com Maria
Caminha com Maria
Descansa com Maria
Procura Jesus com Maria
Leva Jesus nos teus braços com Maria
Vive em Nazaré com Jesus e Maria
Vê Jerusalém com Maria
Permanece ao pé da cruz de Jesus com Maria
Deseja viver e morrer com Jesus e Maria.

Tomás de Kempis


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sexta-feira, 20 de março de 2015

Um lição de Humildade dada pelo Papa Leão XIII

É uma verdade indiscutível que não haverá misericórdia para os soberbos, que para eles permanecerão fechadas as portas dos Céus e que o Senhor só as abrirá aos humildes.

Para convencer-se basta abrir as Sagradas Escrituras, que continuamente nos ensinam que Deus resiste aos orgulhosos, que é preciso fazer-se semelhante aos pequeninos para entrar na Sua glória, que quem a eles não se assemelha será excluído e, por fim, que Deus só dá a sua graça aos humildes.

Não poderemos nunca convencer-nos adequadamente de grande importância que tem, para todo cristão e principalmente para todos os que seguem a carreira eclesiástica, o cuidado de praticar a Humildade e eliminar do seu espírito toda a presunção, toda a vaidade e todo o orgulho. Nenhum esforço será demasiado para obter o fim desejado numa empresa tão santa, e, como este fim não pode ser obtido sem a graça de Deus, devemos pedi-la instante e frequentemente. Todo o cristão contraiu, no baptismo, a obrigação de seguir Jesus Cristo, e é Ele o modelo segundo o qual devemos todos regular a nossa vida.

Todo o cristão contraiu no baptismo a obrigação de seguir os passos de Jesus Cristo, que é o modelo a que devemos conformar a nossa vida. Ora bem, este Deus Salvador praticou a Humildade a ponto de se fazer o opróbrio dos homens, para humilhar a nossa altivez e curar a chaga do nosso orgulho, ensinando-nos com o seu exemplo o caminho único que conduz ao céu. Para falar com propriedade, esta é a mais importante lição do Salvador: “Aprendei de mim!”

Se desejas, pois, ó discípulo do divino Mestre, adquirir esta pérola preciosa, que é o mais seguro penhor de santidade e o mais certo sinal de predestinação, recebe com docilidade e executa fielmente os seguintes conselhos:

I
Abre os olhos da tua alma, e pensa que nada tens para te mover a alguma estima de ti. De teu só tens o pecado, a debilidade, a fraqueza; e quanto aos dons da natureza e da graça que estão em ti, assim como os recebeste de Deus, que é o princípio de todo ser, assim só a Ele deves dar glória.

II
Concebe por isso um profundo sentimento do teu nada, e fá-lo crescer constantemente no teu coração, apesar do orgulho que existe em ti. Intimamente, persuade-te de que não há no mundo coisa mais vã e ridícula que o desejo de ser estimado por alguns dons que recebemos da gratuita liberalidade do Criador, pois, como diz o Apóstolo, se os recebeste, por que te glorias como se fossem teus, e não os tivesses recebido? (1 Cor 4,7).

III
Pensa frequentemente na tua fraqueza, na tua cegueira, na tua vileza, na tua dureza de coração, na tua inconstância, na tua sensualidade, na tua insensibilidade para com Deus, no teu apego às criaturas e em tantas outras viciosas inclinações que nascem da tua natureza corrompida. Sirva-te isto de grande motivo para te espantares continuamente no teu nada, e seres aos teus olhos o menor e o mais vil de todos.

IV
A memória dos pecados da tua vida passada esteja sempre impressa no teu espírito. Nenhuma outra coisa consideres tão abominável como o pecado da soberba, o qual, posto em comparação, vence qualquer outro, tanto sobre a terra como no inferno: este foi o pecado que fez prevaricar os anjos no Céu e os precipitou nos abismos; este foi o que corrompeu todo o género humano, e que fez cair sobre a terra aquela infinita multidão de males, que durarão enquanto durar o mundo, ou, melhor dizendo, durarão toda a eternidade.

Ademais, uma alma maculada pelo pecado só é digna de ódio, de desprezo e de suplícios; vê, portanto, que estima podes fazer de ti mesmo, depois de tantos pecados dos quais te tornaste culpado.

V
Considera também que não há delito, por enorme e detestável que seja, ao qual não se incline a tua natureza corrompida, e do qual não possas fazer-te réu; e que só pela misericórdia de Deus e pelo socorro das suas divinas graças foste dele livre até hoje, segundo aquela sentença de Santo Agostinho: “Não haveria pecado no mundo que o homem não cometesse, se a mão que fez o homem deixasse de sustentá-lo” (Arl. C. 15);

Chora eternamente esse deplorável estado, e toma a firme resolução de te incluíres entre os mais indignos pecadores.

VI
Pensa frequentemente que cedo ou tarde vais morrer, e que o teu corpo apodrecerá numa fossa; tem sempre diante dos olhos o inexorável tribunal de Jesus Cristo, onde todos necessariamente devem comparecer; medita nas eternas penas do inferno preparadas para os maus, e principalmente para os imitadores de Satanás, que são os soberbos. Considera sinceramente que, por esse véu impenetrável que esconde aos olhos mortais os juízos divinos, estás na incerteza de pertencer ou não ao número dos réprobos, que eternamente, em companhia dos demónios, serão remetidos para aquele lugar de tormentos, para serem vítimas eternas de um fogo aceso pela ira divina. Esta incerteza deve bastar por si só, para conservar-te numa extrema humildade, e para inspirar-te o mais salutar temor.

VII
Não te iludas pensando que poderás conseguir a Humildade sem aquelas práticas que a ela estão ligadas, como os actos de mansidão, de paciência, de obediência, de ódio contra ti, de renúncia ao teu sentimento e às tuas opiniões, de arrependimento dos teus pecados e outros actos semelhantes, porque somente estas armas poderão vencer em ti o reino do amor-próprio, aquele abominável terreno onde brotam todos os vícios, onde se aninham e crescem desmedidamente o teu orgulho e a tua presunção.

VIII
Tanto quanto possível, observa o silêncio e o recolhimento, desde que isso não cause prejuízo a outrem, e, quando fores obrigado a falar, fala sempre com gravidade, com modéstia e simplicidade. E se por acaso não fores ouvido, seja por desprezo ou por qualquer outra causa, não te mostres ressentido, mas aceita essa humilhação, e sofre-a com resignação e tranquilidade.

IX
Com todo o cuidado e atenção, evita proferir palavras atrevidas, orgulhosas, e que indiquem pretensão de superioridade, como também qualquer frase estudada e toda a sorte de gracejos frívolos; cala sempre tudo aquilo que puder fazer com que te considerem uma pessoa de espírito e digna da estima dos outros. Nunca fales de ti sem justo motivo, e nada digas que possa granjear-te honra e louvor.

X
Cuida-te de não mortificar e ferir a outrem com palavras e sarcasmos; foge de tudo o que lembra o espírito mundano. Fala pouco das coisas espirituais, e não o faças em tom magistral e à maneira de repreensão, a não ser que a isso sejas obrigado pelo teu cargo ou pela caridade: contenta-te com interrogar os que delas entendem e que sabes que te podem dar conselhos oportunos; porque o querer fazer-se de mestre sem necessidade é acrescentar lenha ao fogo da nossa alma, que se consome em fumaça de soberba.

Gioacchino Pecci (Papa Leão XIII) in A Prática da Humildade


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Eclipse do sol?




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quinta-feira, 19 de março de 2015

Via-Sacra na Baixa de Lisboa: Um desafio a considerar

Todas as Sextas-Feiras da Quaresma à noite tem acontecido uma coisa surpreendente: a Via-Sacra pelas ruas da Baixa, a começar às 21h30m.

Tendo tantos amigos Católicos que eu sei que não têm ido, esta Via Sacra pela noite da Baixa de Lisboa é surpreendente por mesmo assim estar sempre cheia. 

Na Sexta passada estavam quantas pessoas? 100, 200, 300, 400 pessoas? Centenas de pessoas na noite de Lisboa atrás de uma cruz de madeira com um homem lá crucificado, a sangrar e coroado de espinhos.

Numa das estações, que costuma ser em frente aos Armazéns do Chiado, mesmo no fundo da Rua Garrett, frequentemente se vêem as caras estranhas das pessoas que assisitem a este fenómeno. E ouve-se comentarem para os amigos "Fazer isto numa Sexta à noite?! Devem ser loucos."

Mas devem ser loucos mascarados de pessoas normais porque quando se olha vêem-se apenas estudantes (muitos estudantes) e professores universitários, jovens executivos acabados de sair do trabalho, talvez alguns directores de empresas e os normais sábios já de idade avançada.

Vêem-se também alguns sacerdotes (na passada Sexta estavam três), a maioria deles de batina. O sr. padre que presidia a Via Sacra estava ele mesmo de batina, sobrepeliz e estola. Haverá algo que evidencie mais o Catolicismo do que isto?

O que Chesterton dizia de Jesus também se pode dizer destas pessoas que seguem o crucifixo: ou tudo isto é verdade ou são loucos. Novamente a pergunta se impõe: o que move tantas pessoas atrás de um pau de madeira?

A resposta foi dada por Jesus no Evangelho de S. João: Et ego si exaltatus fuero a terra, omnia traham ad meipsum: E quando eu for levantado da terra [na Cruz], atrairei a mim todas as coisas (Jo 12, 32). E de facto isso confirma-se todas as Sextas-feiras à noite.

Não é fácil e implica uma certa humildade: "Eu, juntar-me a estes loucos? Eu cá rezo à minha maneira." Mas, como sempre, os caminhos de Deus exigem um certo desconforto, um sair de nós mesmos, próprio do tempo de Quaresma.

Se andam indecisos ou com pouca vontade, nunca é tarde para experimentar e aparecer na próxima Via Sacra. O testemunho que se dá é grande. Faz lembrar o dia de Pentecostes em que S. Pedro, depois de ter recebido o Espírito Santo fala e converte cerca de três mil pessoas (Act 2, 41). E no mesmo capítulos dos Actos, poucos versículos a seguir, S. Lucas escreve que "o Senhor aumentava cada dia mais o número dos que entravam no caminho da salvação" (Atc 2, 47).

É bom lembrar que esta não é uma oração qualquer. Muitos Santos rezavam a Via Sacra todas as Sextas-feiras do ano e não só da Quaresma, entre eles o grande Papa João Paulo II. E, tal como disse o Papa Francisco na sua mensagem da Quaresma, "quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus."

Nuno CB


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S. José segundo S. Josemaria

Falámos hoje da vida de oração e do afã de apostolado. Queremos porventura melhor mestre nesta matéria do que S. José? Se quereis que vos dê um conselho, dir-vos-ei – com palavras que venho a repetir incansavelmente desde há muitos anos: Ite ad Joseph, recorrei a S. José; ele vos mostrará caminhos concretos e meios humanos e divinos para chegar a Jesus. E em breve ousareis, tal como ele, segurar nos braços, beijar, vestir e cuidar deste Menino Deus que nasceu para nós. Em sinal de veneração, os Magos ofereceram a Jesus ouro, incenso e mirra; José deu-lhe plenamente o coração jovem, cheio de amor. (Cristo que passa, 38)

José era um artesão da Galileia, um homem como tantos outros. E que pode esperar da vida um habitante de uma aldeia perdida, como era Nazaré? Apenas trabalho, todos os dias, sempre com o mesmo esforço. E, no fim da jornada, uma casa pobre e pequena, para recuperar as forças e recomeçar o trabalho no dia seguinte.

José era efectivamente um homem corrente, em quem Deus confiou para realizar coisas grandes. Soube viver exactamente como o Senhor queria todos e cada um dos acontecimentos que compuseram a sua vida. Por isso, a Sagrada Escritura louva José, afirmando que era justo. E, na língua hebreia, justo quer dizer piedoso, servidor irrepreensível de Deus, cumpridor da vontade divina ; outras vezes significa bom e caritativo para com o próximo. (Cristo que passa, 40)

O nosso Pai e Senhor São José é Mestre da vida interior. – Põe-te sob o seu patrocínio e sentirás a eficácia do seu poder. (Caminho, 560)

De São José diz Santa Teresa, no livro da sua vida: «Quem não achar Mestre que Ihe ensine a orar, tome este glorioso Santo por mestre, e não errará no caminho». – O conselho vem de uma alma experimentada. Segue-o. (Caminho, 561) 


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quarta-feira, 18 de março de 2015

'Filho' de mães lésbicas: Encontrar o meu pai mudou a minha vida

Para lá do avanço da ditadura da ideologia de género e do lobby LGBT, para lá das batalhas pelo casamento de parelhas do mesmo sexo e da possibilidade destas adoptarem, do outro lado do debate e da investigação científica, existe uma situação real e dramática: rouba-se a um número cada vez maior de crianças - criadas por parelhas homossexuais - uma parte de si mesmas.

Um dos que afirma isto é Robert Oscar López, professor de inglês na Universidade Estatal da California, que até aos 19 anos foi criado pela sua mãe e pela sua companheira lésbica. Robert lança a pergunta a toda a sociedade: "Precisaremos, realmente, de um relatório cientifico para dizer e saber que todas as crianças têm direito a uma mãe e a um pai? Eu sou filho de mães lésbicas. Este foi o meu drama. Conceder a uma parelha homossexual o poder de casar, para que juntos sejam felizes, não é razão suficiente para impedir uma criança de ter um pai e uma mãe e dizer-lhe que deve ser feliz sem eles."

Professor López, como foi a sua infância e a relação com os seus pais?

A minha mãe e o meu pai separaram-se quando eu nasci. Quando eu tinha dois anos, a minha mãe começou uma relação com uma mulher, que durou até aos meus 19 anos, quando morreu a minha mãe, de quem muito gostava. O meu pai nunca teve lugar no meu crescimento e acabei por ter ligação com a companheira da minha mãe. Acabei por querer sair de casa e, para sobreviver, fui forçado a procurar uma pseudo família dentro da comunidade LGBT, com uns amigos.

Nos finais dos anos 80 entrou para a Universidade, declarou-se bissexual e participava em encontros da comunidade LGBT. Como foi o impacto com esse mundo?

Naqueles anos a ideologia gay estava a ganhar forma nas universidades. Na minha escola assumiu um controlo praticamente totalitário, onde não se aceitava a ambiguidade: ou se era homossexual ou heterossexual. Para alguém como eu - que nesse momento estava muito confuso quanto à minha identidade sexual, precisamente pelo meio onde cresci - podem imaginar toda a discriminação de que fui alvo, da parte da comunidade LGBT da minha faculdade. 

Contudo, a sua vida muda aos 30 anos, graças a dois encontros particulares.

Em 1998, quando tinha 27 anos, diagnosticaram-me um tumor: precisava de ser operado de urgência. Nesse momento senti necessidade de falar com o meu pai. Tinha uma enorme vontade de dizer-lhe: "Eu sou teu filho e tu és o meu pai!".

A emoção foi grande quando pude dizer-lhe, em pessoa, um pouco mais tarde, numa visita que me fez. Encontrar o meu pai mudou a minha vida: senti-me uma pessoa completamente nova. Uma parte de mim que me tinham roubado, nesse instante, voltou ao seu lugar. 

Algum tempo depois conheci aquela que viria a ser a minha mulher, uma pessoa muito especial que me deu uma bonita filha. 

Estes dois encontros foram os que curaram as minhas feridas interiores, permitindo-me reencontrar-me comigo mesmo.

Segundo a sua experiência, qual é a situação real das crianças que se encontram numa "família" de pais do mesmo sexo?

Estas crianças sofrem, mais que ninguém, muita pressão. Um dos motivos é porque têm de manter em segredo as coisas negativas que sucedem eme casa. Aliás, têm muitas vezes de seguir um "guião". 

Estas crianças estão privadas do direito a manifestar o seu sentir-se enojados ou o sofrimento que padecem por não terem um pai. Até porque, na maior parte das vezes, quando expressam este sentimento acabam por ter de lidar com a ira e a oposição dos membros da "família" e ainda de psicólogos pró gay, professores pró gay e da comunidade LGBT.

Estas crianças sofrem, sem dúvida, sozinhas e de uma forma violenta, porque, no seu caso, a perda de uma ligação muito importante - com um dos pais - foi causada pelas mesmas pessoas que dizem amá-las mais do que qualquer outra pessoa e que, sem dúvida, roubam parte de si mesmos.

Devo dizer que a minha mãe e a sua amante eram uma parelha muito fora do comum, já que a sua relação continuou durante anos. É que, em geral, as parelhas lésbicas têm uma probabilidade de divórcio 80% superior à dos casais heterossexuais. 

Para as parelhas de homens homossexuais aponta-se para um divórcio superior ao dos casais heteressexuais em 20%. Convém, porém, não esquecer de dizer, que entre os homens homossexuais é comum e normal a abertura a relações sexuais fora da parelha. Sei que dizer isto é politicamente incorrecto, mas quero contá-lo pois penso que este não é um meio adequado para criar uma criança.
Um facto confirmado por estudos recentes...

Correcto. Por exemplo, a investigação do Professor Mark Regnerus da Universidade do Texas, publicada em 2012. Trata-se de um sério estudo que examina uma grande parte da população americana e que também elabora exames das diferenças entre crianças criadas por homossexuais e das crianças que cresceram numa família natural com os seus pais biológicos ou adoptivos.

Os dados mostram que as crianças criadas por uma parelha homossexual têm, em comparação com os criados numa família normal, uma maior taxa de suicídio, menos probabilidades de formar-se, uma elevada taxa de desemprego, mais possibilidades de entrar no mundo das drogas, de contrair doenças de transmissão sexual e de requer psicoterapia.

Trata-se de um estudo autorizado, mas que está a ser brutalmente agredido pela "batalha dos dados científicos", pois hoje a ciência já não procura a verdade, mas só o consenso político. E sei que o lobby LGBT dirá que se sente ofendido por palavas como estas. Mas será que eles consideram justo que um cientista tenha olhado para mim e me tenha dito que, de acordo com os seus estudos, é justo que o meu pai tenha sido retirado da minha vida?

O que é aconteceu para que agora venha denunciar esta situação?

Um dos motivos é ver uma quantidade cada vez maior de crianças criadas por parelhas do mesmo sexo. Ao ver as constantes viagens de parelhas homossexuais a países como a India, para que um óvulo doado de uma mulher branca se implante num útero de uma mulher pobre, para ter um filho branco a um menor custo, justificando o procedimento com "os direitos dos homossexuais" pensei: "Basta!". 

Em causa está o egoísmo e isso tem de ser denunciado. Quando alguém põe o seu filho numa situação desfavorável, em seu próprio beneficio, está a utilizá-lo e isso não é justo, porque uma criança não é um boneco e os seus direitos estão primeiro. 

Neste sentido, também o divórcio é um problema muito grande. Nos Estados Unidos a situação é muito grave: uma em cada duas crianças nascem em famílias que, por diversas razões, o pai ou a mãe estão ausentes. É preciso arregaçar as mangas e começar a fazer alguma coisa já, senão o futuro de toda a gente será este.

E o que sugere?

Em primeiro lugar é preciso olhar cada pessoa como um ser humano e recordar que o silêncio não é próprio da amizade: um amigo não se mantém em silêncio quando sabe que uma pessoa está a fazer mal a si própria. É sempre preciso amar os outros, porque todos somos filhos de Deus e todos somos pecadores. Não nos esqueçamos que há uma clara diferença entre o lobby gay e as pessoas homossexuais. A luta é contra o lobby LGBT e contra os seus planos, não é uma batalha contra a pessoa homossexual.

in Religion en Libertad


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