quinta-feira, 31 de outubro de 2019

O verdadeiro 'Halloween' em Roma

Crianças da paróquia da Trinità dei Pellegrini, em Roma, vestiram-se como os seus santos favoritos para comemorar a véspera do dia de Todos os Santos (Halloween). Houve tempo para oração e para um pequeno teatro sobre a vida dos santos.
 




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Há um só Deus, uma só Fé e um só Baptismo.



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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Algumas evidências da vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo



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A igualdade defendida pela Revolução Francesa não é católica

I. A sociedade humana, tal qual Deus a estabeleceu, é formada de elementos desiguais, como desiguais são os membros do corpo humano; torná-los todos iguais é impossível; resultaria disso a destruição da própria sociedade humana.

II. A igualdade dos diversos membros da sociedade consiste somente no fato de todos os homens terem a sua origem em Deus Criador; foram resgatados por Jesus Cristo e devem, segundo a regra exacta dos seus méritos e deméritos, ser julgados por Deus e por Ele recompensados ou punidos.

III. Disto resulta que, segundo a ordem estabelecida por Deus, deve haver na sociedade príncipes e vassalos, patrões e proletários, ricos e pobres, sábios e ignorantes, nobres e plebeus, os quais, todos unidos por um laço comum de amor, se ajudam mutuamente para alcançarem o seu fim último no Céu e o seu bem-estar moral e material na terra (Encíclica Quod apostolici muneris).

São Pio X, Papa in Motu Proprio ''Fin dalla prima'' (18 de Dezembro de 1903)


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terça-feira, 29 de outubro de 2019

Superior da FSSPX convoca dia de jejum por causa do Sínodo da Amazónia

O recente Sínodo na Amazónia testemunhou cenas terríveis em que a abominação de ritos idólatras foi realizada dentro do Santuário de Deus de maneiras novas e impensáveis. E então, o documento final desta tumultuada assembleia atacou a santidade do sacerdócio católico, pressionando a abolição do celibato eclesiástico e pelo estabelecimento de um diaconado feminino. Verdadeiramente, as sementes de apostasia que o nosso venerável fundador, Arcebispo Marcel Lefebvre, identificara desde os primeiros dias nos trabalhos do Concílio, continuam a produzir os seus frutos podres com eficácia renovada.

Em nome da inculturação, os elementos pagãos estão cada vez mais integrados na adoração divina e podemos ver, mais uma vez, como a liturgia que se seguiu ao Concílio Vaticano II é perfeitamente adequada a isso.

Em resposta a estes eventos, convocamos todos os membros da Sociedade, inclusive os membros da Terceira Ordem, a observar um dia de oração e reparação, porque não podemos permanecer indiferentes a esses ataques à santidade da Santa Mãe a Igreja. Pedimos que o jejum seja observado em todas as nossas casas no Sábado, 9 de Novembro. Convidamos todos os fiéis à mesma e também incentivamos as crianças a oferecer orações e sacrifícios.

No Domingo, 10 de Novembro de 2019, cada sacerdote da Sociedade celebrará uma Missa de reparação e, em cada capela, as ladainhas dos santos, tiradas da liturgia das Rogações, serão cantadas ou recitadas para pedir a Deus que proteja a Sua Igreja e que a poupe dos castigos que tais actos merecem. Instamos todos os sacerdotes amigos, assim como todos os católicos que amam a Igreja, a fazer o mesmo.

Isto é devido à honra da Santa Igreja Católica Romana fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, que não é idólatra nem panteísta.

Padre Davide Pagliarani, Superior Geral

Menzingen, 28 de Outubro de 2019, na festa dos santos Simão e Judas, Apóstolos


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Onde estão enterrados os Apóstolos?

Os Apóstolos foram enviados por Nosso Senhor a evangelizar o Mundo de inteiro. Mas onde se encontram hoje em dia os seus corpos?
1
São Pedro

Basílica Papal de São Pedro - Vaticano
2
São Paulo

Basílica de São Paulo fora dos Muros - Roma, Itália
3
São Mateus

Catedral de Mateus o Apóstolos - Salerno, Itália
4
São Tiago Maior

Catedral de Santiago de Compostela - Galiza, Espanha
5
São Tiago Menor e São Filipe

Basílica dos Santos Doze Apóstolos - Roma, Itália
6
São Bartolomeu

Basílica de São Bartolomeu, na ilha tiberina - Roma, Itália
7
Santo André

Catedral de Santo André - Amalfi, Itália
8
São Simão o zelota e São Judas Tadeu

Altar de São José, Basílica de São Pedro - Vaticano
9
São Tomé

Basílica do Santuário Nacional de São Tomé - Chennai, Índia
10
São Matias

Abadia de São Matias - Trier, Alemanha
11
São João

Ruinas da Basílica de São João - Éfeso, Turquia


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D. Atanasius beija as mãos e recebe a bênção de um novo sacerdote

O Padre Bill Rock, sacerdote da Fraternidade de São Pedro, tinha sido ordenado momentos antes pelo mesmo D. Athanasius Schneider na igreja de Saint Mary em Providence, Rhode Island.


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segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Peregrinação Summorum Pontificum 2019: Procissão até ao Vaticano

A Peregrinação Summorum Pontificum levou a Roma centenas de fiéis católicos que apoiam o Rito Romano Tradicional. Um dos momentos altos dessa Peregrinação, que acontece todos os anos no final de Outubro, é a procissão pelas ruas de Roma desde a igreja de San Lorenzo in Damaso até à Basílica de São Pedro, no Vaticano.








Fotografias: Don Elvir Tabakovic


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Christus Vincit! Christus Regnat! Christus Imperat!



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domingo, 27 de outubro de 2019

Viva Cristo Rei!

A festa de Cristo Rei foi estabelecida para que Cristo volte a reinar na vida pública e social dos povos. Porque faz cerca de três séculos os abandeirados do laicismo vêm trabalhando para suprimir Cristo da vida pública e social das nações. E por desgraça vão conseguindo muito, até o ponto de que as legislações, os governos e as instituições dos povos se abstêm de reconhecer a supremacia de Cristo.

De uma maneira especial no nosso país o laicismo tem alcançado fortes e grandes vitórias. Afastaram Cristo das leis, das escolas, dos parlamentos, das cátedras, da imprensa, da via pública, em uma palavra, de todos os pontos dominantes da vida pública e social. E hoje se trata de restabelecer o reinado público de Cristo, sobre os despojos do laicismo totalmente fracassado como sistema de vida, de política, de governo e de orientação para os povos.

O importante da festa de Cristo Rei não consiste somente em que se proclama - como se vai proclamar - Rei soberano da vida pública e social. Não, porque se a proclamação da realeza de Cristo é coisa soberanamente importante, mais importante ainda é que nós católicos entendamos nossas responsabilidades diante do reinado de Cristo.

Porque Cristo não necessita de nós para fundar o seu reinado e para expandi-lo por todo o mundo; mas se não necessita de nós, nem de nossos esforços, sem dúvida, tem querido estabelecer o seu reinado por meio dos nossos esforços, das nossas lutas e das nossas batalhas. E isto temos que reforçá-lo hoje. Porque se nós católicos seguimos desorientados neste ponto corremos o perigo de que jamais se estabeleça o reinado de Cristo na nossa Pátria.

Devemos, pois, ter entendido que Deus, que Cristo, pede, exige, quer que cada um de nós, na medida das suas forças, trabalhe veementemente para estabelecer o reinado de Cristo na vida pública. E isto não se conseguirá acastelado dentro das nossas igrejas e dentro dos nossos lares. O reinado público de Cristo exige que nós católicos façamos sentir a acção do nosso pensamento, da nossa palavra, da nossa caneta, dos nossos trabalhos de organização e propaganda. E isto deve ser feito na vida pública, em pleno sol, em plena via pública, até os quatros ventos e deve ser feito por todos.

Porque todos, absolutamente todos os católicos podemos e devemos fazer algo para restabelecer o reinado de Cristo; uns de uma forma, outros de outra; uns com seu talento, outros com seu esforço; mas todos devemos procurar desde hoje fazer algo sério, constante e coordenado para o restabelecimento público de Cristo.

Hoje proclamamo-lo Rei, reconhecemo-lo como Rei; mas necessitamos jurar que deixaremos as nossas velhas atitudes de múmias de sacristia e de enterrados vivos nos nossos lares; a partir deste dia glorioso faremos com que todas as forças católicas desemboquem na via pública para que Cristo reine na imprensa, no livro, na escola, nas organizações, nas instituições, em uma palavra: na metade do coração do povo e na metade de todas as correntes de nossa vida pública e social.

Beato Anacleto González Flores in 'El plebiscito de los mártires'


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sábado, 26 de outubro de 2019

A irracionalidade do comunismo compulsivo

Se os camponeses possuírem o direito à propriedade isso significa que os comunistas não têm nenhum direito ao seu comunismo compulsivo.

Os camponeses não são, como supõem quer capitalistas quer comunistas, pessoas ignorantes e acéfalas. Eles são apenas pessoas com ideias diferentes; muito melhores, por sinal. As suas ideias são humanas, como a humanidade; muito mais humanas do que o humanismo.

Tenho grande simpatia pelos camponeses e pela sua repulsa pelo comunismo compulsivo. 

O comunismo não é tanto bizarro, é mais limitado. É sacrificar tudo a um único sentimento. O sentimento de partilha é nobre, mas não é um substituto de todos os outros sentimentos, como dar e receber, como quando um homem oferece hospitalidade em sua casa. 

Transformar todas as casas privadas em casas públicas não é um sentimentalismo irracional, é um asceticismo irracional. 

G.K. Chesterton in 'The Surprising Softness of the Comunists' (6 de Setembro de 1919)


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Nem os Cartuxos se atrevem a imitar as penitências do Cura d'Ars

Na antiga casa paroquial de Ars conservam-se como troféu de vitória as disciplinas e os cilícios do Cura d'Ars, o P. João Maria Vianney. Mas o seu principal instrumento de penitência não está ali; deixaram-no na igreja: é o confessionário.

Pode-se dizer que o servo de Deus ali se crucificou livremente. Foi 'um mártir da confissão', conforme as palavras de uma testemunha de sua vida. Bem poderia ter fugido dos pecadores, se retirado para um claustro ou para o deserto, mas por amor às almas permaneceu no seu posto. Ele, que passara a juventude no meio dos campos, respirando o ar puro das montanhas da terra natal, nos dias em que o tempo aprazível convida a passear, permanecia naquela caixa, prisioneiro dos pecadores! Coração delicado e sensível, amigo das belezas naturais, percorrera em tempos idos o risonho vale de Fontblin, onde farfalhavam as faias.

Estava separado disso tudo apenas por algumas casas e pelos muros da sua igreja. Entretanto, por trinta anos, privou-se voluntariamente de gozar da frescura, do encanto e das tranquilas alamedas!

Algumas horas de confessionário bastam para alquebrar o sacerdote mais robusto. Sai-se dele com os membros entumecidos, a cabeça congestionada e incapaz de fixar um pensamento. Perde-se o sono e o apetite, e a quem quiser passar, todos os dias, longas horas assentado, faltar-lhe-ão as forças. Pois bem, conforme escreveu a condessa de Garets, o Cura d'Ars impôs-se um trabalho que extenuaria seis confessores. 'Eis, diz o Pe. Raymond, que o viu exercer este ministério, eis o que sempre me pareceu milagroso e superior às forças humanas: Que um sacerdote tão achacado e dum regime tão austero pudesse, de qualquer maneira, passar a vida no confessionário!... A minha saúde, graças a Deus, é excelente, contudo, confesso que me seria impossível suportar aquele modo de vida durante uma semana, e o mesmo ouvi dizer por outros sacerdotes acostumados a confessar em peregrinações'.

Sim; foi ali entre aquelas tábuas, naquele ataúde antecipado, onde o Cura d'Ars mais teve que sofrer. No Verão, a igreja era como um forno. O calor no confessionário, como ele mesmo dizia, dava-lhe uma ideia do inferno. Algumas vezes tinha que ouvir confissões com compressas na fronte, a tal ponto o torturavam as enxaquecas. Era por este motivo que trazia o cabelo muito curto na parte anterior da cabeça. Nos dias de tempestade ou de forte calor, o ar estava tão viciado na estreita nave do templo que o heróico confessor sentia náuseas e não as podia evitar, a não ser aspirando um vidro de vinagre ou de água de colónia. No Inverno, pelo contrário, naquela região de Dombes, sobretudo quando sopra o vento dos Alpes, até as pedras se fendem. Muitas vezes, refere o P. Dubouis, desmaiou no confessionário, ora por causa do frio, ora por causa das suas enfermidades. Perguntei-lhe uma ocasião: 'Como pode V. Revma estar tantas horas assim num tempo tão cruel, sem nada para lhe aquecer os pés?'

-- 'Ah! meu amigo, é por uma razão muito simples: Desde Todos os Santos até a Páscoa não sinto que tenho pés'.

O cónego Aleixo Tailhades, de Montpellier, que passou com ele parte do Inverno de 1838, conta que 'os pés do pobre Cura se achavam tão lastimados que a pele dos calcanhares saía com as meias quando à noite se descalçava'. Para atenuar a dureza da tábua em que se assentava, experimentaram colocar sobre ela umas almofadas de palha. Ele rejeitou-as. (...)

A assiduidade do P. Vianney no confessionário e os sofrimentos que nele suportava teriam bastado para fazê-lo alcançar um grau de alta santidade. Mas procurando as mortificações com o mesmo ardor com que outros buscam os prazeres, jamais estava saciado de penitência. Impôs-se o sacrifício de nunca olhar para uma flor, de não comer frutas e de não tomar uma gota de água em dias de grande calor. Jamais espantava as moscas que lhe pousavam na fronte. Permanecia ajoelhado sem apoio algum. Impusera-se a lei de nunca manifestar os desgostos e de ocultar todas as repugnâncias da natureza. Dominava a curiosidade ainda a mais legítima: nem sequer manifestou o desejo de ver a estrada de ferro que passava a poucos quilómetros de Ars, e que cada dia trazia para ele tão grande número de peregrinos.

O seu coração estava sem pecado, e contudo, jejuou durante 40 anos jejuou e flagelou-se pelos pecadores. Vimo-lo no princípio do seu apostolado como tomava sangrentas disciplinas para obter de Deus a conversão dos seus paroquianos. Quando estes se converteram, não deixou, apesar disso, que os seus instrumentos de penitência se enferrujassem. A diminuição das forças obrigou-o a servir-se menos deles e a tratar com menos crueldade o seu cadáver. Algumas vezes teve que fazer intervalos entre as flagelações e deixar que as feridas cicatrizassem para poder novamente flagelar-se. (...)

Trazia em cada braço um bracelete de ferro eriçado de pontas agudas. 'Pela rigidez dos seus movimentos e pela maneira como se movia, no púlpito e no altar, era fácil ver, diz a senhora de Garets, que estava coberto de cilícios e de outros instrumentos de penitência'. Uma vez o cilício provocou-lhe uma ferida que causou inquietação pelo perigo da gangrena.

Tais mortificações debilitavam-no ainda mais. Como poderia este sacerdote manter-se em pé quando vivia daquilo que a outros faria morrer? Depois das suas 'loucuras da juventude', daqueles jejuns completos de dois ou três dias, que a princípio se impunha, resignar-se-ia, em vista da sua debilidade e do seu trabalho, a tomar o alimento necessário? (...) 

Pura ilusão! Consentiu em comer todos os dias era contudo muito pouca coisa. O jejum, até então nunca interrompido, continuou da mesma maneira. De ordinário, ao meio-dia, entrava na cozinha do orfanato, e ali num canto do fogão esperava-o uma tigela de leite ou sopa. Quase nunca chegava a saborear a comida. Às vezes, além da sopa, comia alguns gramas de pão torrado. Durante muito tempo não tomava nada durante manhã. Em 1834, estando muito fraco, foi obrigado por Mons. Devie a tomar um quebra-jejum. Desde então, depois da Missa, sorvia um pouco de leite, mas nos dias de jejum nem disso se servia.

Nas Quaresmas de 1849, 1850 e 1851, diz o Irmão Atanásio que ele comia só uma vez por dia. Foi visto aceitar algumas vezes um pouco de sobremesa, ou seja, um pouco de doce; mas nos últimos anos também disso se absteve. Até à sua grave doença de 1843, nunca tomava nada à noite. (...)

Quinhentos gramas de pão duravam mais de uma semana. 'Vi um dia no seu aposento, refere o Sr. Camilo Monnin, um pãozinho com aparentes sinais de ter sido roído por um rato; de facto, era um pedaço de pão que o servo de Deus havia tomado para alimentar-se durante uma grande parte do dia'. (...)

'Para chegar a essa sobriedade excessiva ter-lhe-ia custado horrivelmente'. Assim se expressou o conde de Garets, testemunha emocionante de uma existência totalmente mortificada.

E se para apreciar o Cura d'Ars penitente é mister ouvir um especialista em matéria de penitência, eis aqui um padre da Grande Cartuxa: 'Vemo-nos obrigados a confessar, nós os solitários eremitas, monges e penitentes de toda a classe, que não nos atrevemos a seguir o Cura d'Ars senão com o olhar de nossa afectuosa admiração, e que não somos dignos de beijar os seus pés, nem a poeira dos seus sapatos.'''

Francis Trochu in 'O Santo Cura d'Ars' (Edit. Líttera Maciel, 1997, pp. 334-337)


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sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Votos perpétuos num Mosteiro Beneditino

Missa Solene com profissão de votos perpétuos num Mosteiro Beneditino situado no Kansas, Estados Unidos. Os professos estão prostrados no chão e cobertos com um pano negro que simboliza a morte para o mundo. Fotografia dos anos 50. 


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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

O Mundo precisa de Católicos!



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Quem é o Arcanjo São Rafael?

São Rafael é um dos sete espíritos que estão sempre de pé na presença de Deus e que oferecem o incenso da adoração deles e a dos homens. Conhecemo-lo pelo livro de Tobias:

"Quando oravas com lágrimas e sepultava os mortos eu apresentava ao Senhor as tuas orações." 

Como o anjo que vinha agitar as águas da piscina Probática, veio Rafael curar a cegueira de Tobias. O seu título de médico admirável e de companheiro de viagem do jovem Tobias deu-lhes jus a ser invocado pelos viajantes e nos perigos mais difíceis da vida. 

Louvamos, com sentimentos de veneração, todos os Príncipes da Corte Celeste, mas particularmente São Rafael, médico e companheiro fiel, que sujeitou o demónio ao seu império. 

Ó Cristo, rei de bondade, Vós que nos concedestes tão grande protector, não deixeis que o inimigo nos faça mal. (Hino de Vésperas)

Bento XV estendeu a festa de São Rafael a toda a Igreja.

Dom Gaspar Lefebvre in 'Missal Quotidiano e Vesperal'. Bruges, Bélgica; Abadia de S. André, 1960


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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Papa Leão XII condena o falso Ecumenismo

É impossível ao autêntico Deus, o qual é a própria Verdade, o melhor e mais sábio Provedor, e o Recompensador dos homens bons, aprovar todas as seitas que professam falsos ensinamentos que são frequentemente inconsistentes uns com os outros e contraditórios, e conferir recompensa eterna aos seus membros... Por fé divina nós professamos um Senhor, uma fé, um baptismo... É por isso que professamos que não há salvação fora da Igreja.

Papa Leão XII in 'Carta Encíclica Ubi Primum' (5 de Maio de 1824)


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Os deveres dos pais e dos filhos segundo Santo António Maria Claret

Obrigações dos chefes de família

1- Sustentar a família conforme o próprio estado.
2- Não dissipar os bens da família em jogos nem em vaidades.
3- Pagar pontualmente o ordenado aos criados, jornaleiros.
4- Vigiar sobre os costumes de seus filhos e dependentes.
5- Procurar que frequentem a palavra de Deus e os santos Sacramentos.
6- Corrigi-los com prudência.
7- Castigá-los sem paixão de ira etc.
8- Tratá-los com benevolência.
9- Tê-los ocupados.
10- Assisti-los nas suas doenças.
11- Edificá-los com o bom exemplo.
12- Encomendá-los a Deus, e proporcionar-lhes bons mestres, patrões etc.
13- Procurar a devida separação entre filhos e filhas, e pessoas de diferente sexo.
14- Não admitir pessoa alguma que possa, com as suas conversações, ou de qualquer outra maneira, ser motivo de escândalo à família.

Obrigações dos filhos e dependentes

1- Olhar e considerar os pais e patrões como representantes de Deus.
2- Amá-los de coração.
3- Respeitá-los devidamente e falar bem deles, tanto na sua presença como na sua ausência.
4- Obedecer-lhes com prontidão.
5- Servi-los com fidelidade.
6- Socorrê-los nas suas necessidades.
7- Sofrer os seus defeitos, calando sempre.
8- Rogar a Deus por eles.
9- Ter cuidado das coisas de casa.

Santo António Maria Claret in 'Caminho Recto e Seguro para Chegar ao Céu'


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