terça-feira, 17 de março de 2015

Linhas de orientação sobre as Missas Fúnebres

As Missas de corpo presente são momentos difíceis, especialmente para a família e amigos do falecido. Muitas vezes existe um certo 'caos' na forma como é conduzida a celebração, o que não ajuda ao primeiro propósito da mesma, que é encomendar a Deus a alma da pessoa que morreu.

O Mons. Michael Smith, bispo de Meath (Irlanda), emitiu algumas linhas de orientação para tentar manter o máximo de respeito na Missa e ajudar a que se reze pelo defunto: 

- Apreciações ou elogios feitos por membros da família ou amigos do falecido não devem ter lugar na Igreja, mas sim após o Rito de Exéquias no cemitério ou quando a família e os amigos se reunirem.

- O ambão está destinado apenas para a proclamação da Palavra de Deus.

- As leituras na liturgia fúnebre devem fazer parte do Leccionário.

- As músicas seculares, poemas e textos desprovidos de conteúdo cristão estão fora de contexto na liturgia fúnebre.

- Uma reflexão pós-comunhão em forma de oração pode ser concedida, desde que tenha sido acordado previamente com o celebrante e não deve ser usada apenas como elogio. 

- Como diz claramente o Rito Fúnebre, o falecido não deve ser canonizado na homilia.

- Se é um padre “visitante” a celebrar Missa fúnebre, ele deve ser informado sobre o presente regulamento e deve-lhe ser pedido que o cumpra.

- É importante que os agentes funerários na sua zona estejam cientes deste regulamento.

- Boa disposição do espaço, permitindo às pessoas a oportunidade de dar as condolências à família do falecido.


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1 comentário:

Catarina Poppe Figueiredo disse...

João,
E em relação às missas de 7o / 30o dia (e etc), qual é a sua relevância e função? Quão importantes são e, na prática, em que consistem?
São coisas que de facto não sei...
Obrigada, bjs!