quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Como o relatório Kinsey influenciou a nossa sociedade

A ideologia de género e a promoção da homossexualidade não pode ser compreendida sem estudar o chamado 'Relatório Kinsey', i.e., dois livros: Comportamento Sexual do Homem (1948) e Comportamento Sexual da Mulher (1953).

A Fundação Rockefeller contratou Alfred Charles Kinsey e os seus colaboradores em 1940. Não escolheu um psiquiatra, psicólogo ou sociólogo, mas um entomologista.

A sua amostra não era representativa da população geral, para a qual foram extrapolados os resultados: 25% dos sujeitos do sexo masculino entrevistados tinham cadastro por crimes sexuais, a única escola envolvida no estudo foi uma escola particular em que 50% dos alunos tiveram contactos homossexuais, a amostra incluía um número desproporcionado de homens prostitutos, a incidência de homossexuais incluiu jovens que desde a infância pudessem ter tido pelo menos uma vez um pensamento homossexual. No cálculo da incidência da homossexualidade, Kinsey fez desaparecer 1000 indivíduos.

Tudo isto conduziu à conclusão que 4% da população mundial seria homossexual. Hoje o lobby gay reivindica 10%, contra o 1-1,5% estimado pelo centro de doenças infecto-contagiosas e transmissíveis sexualmente dos EUA, uma instituição idónea.

Kinsey praticou nudismo, swing, pornografia, sodomia, sado-masoquismo, masturbação compulsiva. Em 1954, "enforcou-se" literalmente pelos órgãos genitais.

Desde esse momento, acentuou-se a sua dependência em barbitúricos e anfetaminas. Os internamentos sucediam-se mas os diagnósticos nunca foram divulgados. Em 1956 morreu provavelmente de ataque cardíaco, mas as circunstâncias da sua morte nunca foram completamente esclarecidas.

Devemos à fundação Rockefeller e a este especialista em insectos, a ideologia de género e a educação sexual nas escolas.

Agostino Nobile in Governados Pela Mentira


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