O 'The Catholic Herald' cita vários Cardeais, a maioria falando sob anonimato, que se pronunciaram sobre o Consistório extraordinário de 7 e 8 de Janeiro, em Roma:
Cardeal Pierbattista Pizzaballa, Jerusalém: “Reforma não é uma linguagem da Igreja. Na Igreja não há reformas. Devemos reflectir sobre a nossa missão e vocação segundo os tempos, mas fiéis às raízes e à missão da Igreja.”
Cardeal Frank Leo, Toronto: “Não creio que o Colégio Cardinalício esteja dividido de forma alguma.”
Arcebispo Anders Arborelius, Estocolmo, sobre a liturgia: “Espero que possamos encontrar um compromisso.”
Outro Cardeal: “Alguns amigos do Papa Francisco falaram de uma nova Igreja e de uma mudança absoluta.”
Cardeal conservador, anónimo: “Todo este estilo sinodal não faz sentido para mim. Não compreendo os homens inteligentes que escrevem incessantemente sobre o assunto.”
Cardeal progressista, anónimo: “Estar sentados em torno de mesas, em vez de voltados para líderes à frente, é um sinal brilhante de colegialidade.”
Um Cardeal conservador sugeriu, acerca dos consistórios, “fazê-los por Zoom ou algo do género para poupar dinheiro”.
Cardeal conservador, anónimo: “Estava tudo muito controlado. Um cardeal chegou mesmo a chamá-lo de ‘escola secundária’.”
Outro Cardeal conservador: “Houve tempo para as intervenções livres, mas foram muito, muito curtas. Penso que as chamadas intervenções livres não eram livres, mas sim intervenções impostas.”
Cardeal europeu, antigo membro da Cúria, anónimo: “Falámos durante três horas, não? Mas, no fim, ninguém levou em conta a nossa opinião.”
Cardeal africano sobre a ideia do Sínodo: “Poderia tornar-se num grupo de pressão de leigos, sacerdotes, talvez até de bispos e cardeais.”
in gloria.tv
Sem comentários:
Enviar um comentário