sábado, 4 de julho de 2015

10 formas radicais para os Católicos salvarem o Casamento

Não tenham dúvidas sobre isto. A legalização do casamento de pessoas do mesmo sexo vai mudar o estatuto legal do casamento tradicional. Isto vai acontecer nos tribunais nos próximos anos.
Is Catholic Matrimony Worth Saving?
Vale a pena salvar o Matrimónio Católico?
O casamento entre pessoas do mesmo sexo vai-se tornar um tema não discutível de direitos civis, de tal forma que todas as instituições não lucrativas, escolas privadas e igrejas que rejeitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo vão perder permanentemente o seu estatuto de isenção de impostos e vão enfrentar penalizações legais.
Gostam do vosso colégio Católico privado? Vai ser fechado pelo seu "fanatismo". Querem mandar os vossos filhos para Universidade dos Franciscanos? Vai perder a sua acreditação, os privilégios de empréstimos estatais e o estatuto de associação não-lucrativa. Vai-se arruinar. Dêem-lhe tempo.
Já tenho a vossa atenção? Boa. Está na altura de nos tornarmos Macabeus em relação ao Matrimónio. Portanto aqui está o plano pelo qual temos que lutar:

10 maneiras com que os Católicos podem salvar o Matrimónio:

  1. Comecem a usar o termo "Santo Matrimónio" e usem sempre esse termo. Sim, não precisam de autorização. É com S maiúsculo e M maiúsculo. A palavra "santo" é importanto e "matrimónio" tem a sua etimologia na palavra do Latim mater, que significa "mãe". Matrimónio significa procriação de bébés e torna as mulheres em "mães". Santo Matrimónio. Certo?
  2. Temos que encorajar a Igreja Católica a declarar oficialmente ex cathedra que o nosso Santo Matrimónio é um sacramento entre um homem e uma mulher que está acima da ordem natural do governo e que é ratificado e regulado apenas pela Igreja Católica. Sim, isto já é o ensinamento da Igreja, mas precisamos de nos tornar vocais em relação a isso e torná-lo claro como o dia.
  3. A Igreja Católica devia considerar todos os casamentos no Ocidento como "dúbios" visto que a maior parte das pessoas casadas não têm uma intenção formal e material. Quem não é Católico praticante entra numa relação chamada "casamento" que não corresponde à definição Cristã tradicional que assegura a monogamia, procriação e heterossexualidade. Se o Bob e a Sue se "casam" na Igreja Episcopaliana [=Anglicana] hoje em dia, a sua visão do casamento pode incluir, e provavelmente é assim, o divórcio "sem-culpa" no caso de "não funcionar", a necessidade da contracepção e uma definição de casamento que inclui a homossexualidade. Falta-lhes uma intenção séria e portanto o casamento é dúbio e pronto para ser considerado nulo. (Já agora, esta é a forma teologicamente correcta para os Católicos (alemães) liberais permitirem mais casamentos nulos e encontrarem uma solução sem alterar a teologia Católica do Santo Matrimónio.)
  4. A Igreja Católica tem presumido, tradicionalmente e caritativamente, que os casamentos Protestantes são válidos e até sacramentais. A Igreja Católica devia rescindir desta presunção visto que a maior parte das denominações Protestantes acreditam no divórcio e em recasamento... e agora no casamento entre pessoas do mesmo sexo. Aquilo que eles chamam "casamento" não é o que os Católicos querem dizer com "Santo Matrimónio."
  5. Todos os cursos de preparação para o casamento (CPM) deviam acabar com uma gravação de vídeo do noivo e da noiva em que ambos articulam pessoalmente o ensinamento Católico sobre o matrimónio, a monogamia, a indissolubilidade, a procriação e contracepção e a heterossexualidade. Isto será útil no futuro se um dos noivos quiser considerar nulo o casamento. A diocese podem simplesmente ir buscar o vídeo e dizer "Bem, aqui está você a ser filmado 3 semanas antes do casamento e está a descrever racionalmente o sacramento Católico do casamento e a articular o seu inteiro consentimento a entrar nele com a sua esposa. Por isso, explique-nos lá outra vez porque pensa que não está realmente casado?" Este vídeo também demonstra que o diácono ou sacerdote preparou adequadamente o homem e a mulher para o Santo Matrimónio.
  6. O sexo ocasional antes do casamento devia ser visto como um impedimento para o Santo Matrimónio. O Santo Matrimónio é um santo sacramento e uma vocação espiritual. Não podem estar a entrar em pecado mortal enquanto se preparam para este estado de santidade. Que aconteceria se um Seminarista começasse a celebrar Missas e a ouvir confissões antes da sua ordenação? Seria expulso. Mas então e se o seminarista dissesse, "Sim, mas eu tinha que tentar para ver se era compatível." Desculpe. Expulso na mesma. Não é digno de ser padre. No entanto, porque é que somos tão preguiçosos e lento no que toca ao outro sacramento vocacional?
  7. Ganhar novamente o Santo Matrimónio como um acontecimento da igreja e isto significa que temos que nos distanciar da pompa pós-festa, flores, bolo, convidados, etc. O Santo Matrimónio devia parecer-se mais sóbrio como uma ordenação sacerdotal e menos como uma festa de 18 anos ou com um baile de finalistas. o Santo Matrimónio não é uma parada narcisista das princesas e suas mães. É um sacramento. Agarrem-no.
  8. Primeiro, temos que desligar o casamento civil do Santo Matrimónio Sacramental. Isto pode ser feito de duas formas. Primeiro, os sacerdotes podem deixar de servir como ministros do estado ao administrar o matrimónocomo está a fazer este padre Ortodoxo Oriental. Segundo, precisamos de acordos civis agressivos pré-nupciais que assegurem a monogamia e o casamento tradicional. Porquê? Porque os fundamentos legais do casamento civil foram removidos. Uma mulher pode cometer adultério contra o seu marido com 50 homens diferentes e depois pedir divórcio... e o pobre marido ainda tem lhe que pagar uma pensão! Porquê? Porque os tribunais americanos não acreditam que o casamento é um contracto monogâmico. Num estudo de 566 casais gayn, apenas 45% prometeram ser sexualmente monogâmicos. David Nimmons cita estudos que mostram que 75% de casais de homens gays estão numa relação aberta. Ah, e o NYTimes está a citar estes factos como formas de que os casais homossexuais podem ajudar a "inovar" uma nova forma de casamento para os casamentos heterossexuais. Queremos assegurar a monogamia no casamento se queremos salvar a instituição. Devia haver um acordo pré-nupcial para ambos os noivos a dizer, "Esta é uma ligação monogâmica, exclusiva e sagrada e é apenas dissolúvel com a morte de um dos esposos. Se for infiel e cometer adultério, não recebe nada do outro esposo se pediro um divórcio civil. Nada." 
  9. Agarrem-se ao vosso vocabulário Católico. Se têm um colega gay que é "casado" não chamem ao seu parceiro um "marido" e não chamem à sua união um "matrimónio." Também não chamariam "uma Missa" a uma celebração Protestante nem "sacerdote" ou "Padre" ao Reverendo Jesse Jackson. Também não "Católico" a um Luterano, mesmo que ele diga que seja. Desculpem, tenho que ser fiel aos meus princípios. Se for despedido, que seja. Se não seguirmos a nossa consciência seremos miseráveis.
  10. Não vão a casamentos que não são mesmo casamentos. Quando o juiz ou ministro diz "Há alguma razão pela qual estes dois não se devam casar? Falem agora ou calem-se para sempre," estão moralmente obrigados como cidadãos patriotas da vossa comunidade e como Cristãos baptizados a falar e a dizer. Se não querem estar nessa estranha situação, não vão!
por Dr. Taylor Marshall

Nota do blog Senza: Ao publicar este post não estamos a fazer integralmente nossas estas opiniões, mas apenas a partilhá-las porque contêm ideias e argumentos muito interessantes. Estamos convictos que a forma mais eficaz de salvar o casamento é através da conversão pessoal, da oração e do sacrifício, e da fidelidade àquilo que acreditamos com certeza ser a Verdade. 


blogger

1 comentário:

Antônimo disse...

Até que ponto deve o sacramento do matrimônio produzir efeitos civis?