terça-feira, 14 de novembro de 2023
Assassinada! Indi, reza por nós
Oração para ser rezada todos os dias de Novembro pelas Almas do Purgatório
segunda-feira, 13 de novembro de 2023
Arcebispo de Washington esvaziou igreja
domingo, 12 de novembro de 2023
Declaração de D. Athanasius Shneider sobre a destituição do Bispo Strickland
sábado, 11 de novembro de 2023
A feliz morte de São Martinho de Tours
Martinho soube com muita antecedência o dia da sua morte e comunicou aos seus irmãos que a separação do seu corpo estava iminente. Entretanto, viu-se obrigado a visitar a diocese de Candes. Tinham surgido, com efeito, desavenças entre os clérigos desta igreja e Martinho desejava restaurar a paz. Apesar de não ignorar o fim próximo dos seus dias, não recusou partir perante motivo desta natureza, por considerar como bom termo da sua actividade deixar a paz restabelecida nessa igreja. Permaneceu algum tempo nessa povoação ou comunidade para onde se dirigia.
Quando os presbíteros, que se tinham reunido à sua volta, lhe pediram para aliviar o seu pobre corpo mudando de posição, disse: «Deixai-me, irmãos, deixai-me olhar antes para o Céu do que para a terra, para que a minha alma, ao iniciar a sua marcha para Deus, siga bem o seu caminho». Ao dizer isto, reparou que o diabo se encontrava perto. «Porque estás aqui, disse, besta sanguinária? Nada encontrarás em mim, maldito; o seio de Abraão me recebe».
in Cartas de Sulpício Severo (séc.V)
sexta-feira, 10 de novembro de 2023
São Bento aos seus monges
quinta-feira, 9 de novembro de 2023
Fraternidade de São Pedro contraria a decadência da Igreja
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
O Monge Cartuxo que morreu com uma espingarda na mão
terça-feira, 7 de novembro de 2023
Quando a morte era levada a sério
Peregrinação em Rito Tradicional com mais de 2 mil pessoas
segunda-feira, 6 de novembro de 2023
São Nuno de Santa Maria: exemplo de Amor à Pátria e Santidade
sábado, 4 de novembro de 2023
A 'Sinodalidade' explicada por um perito
O grande Bispo São Carlos Borromeu
sexta-feira, 3 de novembro de 2023
Recordando a Missa Pontifical do Cardeal Raymond Burke em Fátima
quinta-feira, 2 de novembro de 2023
Dai-lhes, Senhor, o eterno descanso
O Dia dos Fiéis Defuntos
Os Santos que estão no Céu não precisam das nossas orações. Às almas que penam no Inferno de nada lhes aproveitam as nossas súplicas. As almas do Purgatório, essas sim, são auxiliadas pelos nossos sufrágios, que muito agradecem rezando também por nós.
Creio, porém, que na maioria das pessoas que assim rumam aos ‘mortos’ há uma espécie de “instinto” da imortalidade, da eternidade, da Salvação. Essa intuição poderá ser nebulosa, confusa, não explícita, mas é certamente real.
2. No dia 1 de Novembro celebramos e festejamos todos os Santos, canonizados ou não, suplicando a sua intercessão por nós, contemplando os exemplos de suas vidas, tomando consciência da sua companhia. Comemoramos, pois, aqueles que, sem dúvida alguma, nos podem ajudar. Pelo contrário, no dia seguinte, imploramos a Deus por todos aqueles que estão no Purgatório, suplicando que alcancem o Céu o mais rapidamente possível. De facto, essas almas (recorrendo a uma linguagem simples) não se podem ajudar a si próprias, porém, nós podemos e devemos, em virtude do Amor-Caridade a que somos chamados, auxiliá-las muito abreviando os seus padecimentos purificadores, quer aplicando-lhes indulgências, quer fazendo sacrifícios, quer ajudando os pobres (em particular os mais inocentes e indefesos), quer, principalmente, pedindo que se celebrem Missas em sufrágio de suas almas (as esmolas que se dão por ocasião destas celebrações são importantes: 1- para que o fiel que as manda celebrar tenha, em virtude dessa caridade, uma participação mais frutuosa no Santo Sacrifício que é oferecido; 2 - para o sustento dos Sacerdotes e de várias obras da Santa Igreja tais como, por exemplo, obras caritativas e as Missões).
3. Recém Ordenado Padre fui enviado para Coimbra. Cerca de um mês depois calhou o 2 de Novembro. Nesse dia, repetindo-se em outros anos, como era costume nesse convento, cada Padre rezava três Missas seguidas, uma vez que assim é autorizado. Tirante quem sacrificava fora, recordo-me de celebrarmos, nesses tempos, nove Missas seguidas na nossa Igreja, que estava sempre completamente cheia de fiéis transbordantes de devoção.
Era palpável uma enorme consciência do poder da oração, do Transcendente e das Realidades Últimas, em particular da Salvação definitiva e, consequentemente, da Ressurreição. Quando mais tarde deixei aquele convento, não nunca mais voltei a ver o mesmo...
Mas tenhamos Esperança!
Padre Nuno Serras Pereira























