O Papa admitiu a possibilidade de impedir o massacre que está a decorrer no Iraque, parando os terroristas do ISIL através da força. As palavras do Santo Padre foram ditas na conferência de imprensa durante o vôo de regresso da Coreia do Sul:
“Nestes casos, quando há uma agressão injusta, posso apenas dizer que é lícito parar o agressor injusto. Sublinho o verbo: parar. Não digo bombardear, fazer guerra, mas pará-lo. Os meios que podem ser usados devem ser avaliados. Parar a agressão injusta é lícito.”
O conceito de guerra justa está intimamente ligado ao da legítima defesa, e é apresentado no Catecismo da Igreja Católica no ponto 2309:
"Devem ser ponderadas com rigor as estritas condições duma legítima defesa pela força das armas. A gravidade duma tal decisão submete-a a condições rigorosas de legitimidade moral. É necessário, ao mesmo tempo:
– que o prejuízo causado pelo agressor à nação ou comunidade de nações seja duradouro, grave e certo;
– que todos os outros meios de lhe pôr fim se tenham revelado impraticáveis ou ineficazes;
– que estejam reunidas condições sérias de êxito;
– que o emprego das armas não traga consigo males e desordens mais graves do que o mal a eliminar. O poder dos meios modernos de destruição tem um peso gravíssimo na apreciação desta condição.
Estes são os elementos tradicionalmente apontados na doutrina da chamada «guerra justa».
A apreciação destas condições de legitimidade moral pertence ao juízo prudencial daqueles que têm o encargo do bem comum."
“Nestes casos, quando há uma agressão injusta, posso apenas dizer que é lícito parar o agressor injusto. Sublinho o verbo: parar. Não digo bombardear, fazer guerra, mas pará-lo. Os meios que podem ser usados devem ser avaliados. Parar a agressão injusta é lícito.”
O conceito de guerra justa está intimamente ligado ao da legítima defesa, e é apresentado no Catecismo da Igreja Católica no ponto 2309:
"Devem ser ponderadas com rigor as estritas condições duma legítima defesa pela força das armas. A gravidade duma tal decisão submete-a a condições rigorosas de legitimidade moral. É necessário, ao mesmo tempo:
– que o prejuízo causado pelo agressor à nação ou comunidade de nações seja duradouro, grave e certo;
– que todos os outros meios de lhe pôr fim se tenham revelado impraticáveis ou ineficazes;
– que estejam reunidas condições sérias de êxito;
– que o emprego das armas não traga consigo males e desordens mais graves do que o mal a eliminar. O poder dos meios modernos de destruição tem um peso gravíssimo na apreciação desta condição.
Estes são os elementos tradicionalmente apontados na doutrina da chamada «guerra justa».
A apreciação destas condições de legitimidade moral pertence ao juízo prudencial daqueles que têm o encargo do bem comum."
1 comentário:
Ajudem. Os nosso irmãos do Iraque precisam e muito:
http://rorate-caeli.blogspot.com/2014/08/you-suggest-alms-for-refugees-in-iraq.html
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