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quinta-feira, 5 de junho de 2025

Médico deixou de fazer abortos quando S. Tomás de Aquino lhe apareceu em sonhos

Stojan Adasevic é actualmente o principal líder pró-vida na Sérvia, mas durante 26 anos foi o ginecologista abortista mais prestigiado na Belgrado comunista. Estima-se que tenha feito no mínimo 48 mil abortos. Chegou a fazer 35 abortos por dia.

Os livros de medicina do regime comunista diziam que o aborto era simplesmente remover um pedaço de tecido. Os ultra-sons, que permitem ver o feto, apareceram nos anos 80, mas não mudaram a sua opinião. No entanto, uma noite ele começou a ter pesadelos. Sonhou com um belo campo cheio de crianças e jovens, dos 4 aos 24 anos, brincando e rindo, mas que fugiam dele aterrorizados. Um homem vestido com um hábito preto e branco olhava-o atentamente, em silêncio.

O sonho repetiu-se várias vezes e em cada noite o médico acordava com suores frios. Uma noite, ele perguntou ao homem de preto e branco como se chamava. "O meu nome é Tomás de Aquino, " disse o homem no sonho. Adasevic, formado nas escolas comunistas, nunca tinha ouvido falar do grande santo dominicano, e não reconheceu o nome. "Por que não me perguntas quem são estas crianças? Mataste-as com os teus abortos, disse-lhe Tomás.

Adasevic acordou, impressionado, e decidiu não fazer mais abortos. Mas naquele dia veio ao seu hospital um primo com a sua namorada, grávida de quatro meses, para fazer o seu 9º aborto, o que é bastante frequente nos países do bloco soviético. O médico concordou. Em vez de remover o feto membro a membro, decidiu esmaga-lo e removê-lo como uma massa. No entanto, o coração do bebê saiu ainda a bater. Adasevic percebeu então que tinha acabado de matar um ser humano.

Ele informou o hospital que não faria mais abortos. Nenhum médico na Jugoslávia se tinha recusado a abortar. Eles cortaram o seu salário pela metade, despediram a sua filha, não permitiram que o seu filho entrasse na faculdade. Será que o Estado socialista não tinha pago seus estudos para servir o povo? Não estava a sabotar o Estado? Após dois anos nesta luta, estava prestes a desistir, mas sonhou novamente com Tomás de Aquino. "És um bom amigo, persevera", disse o homem de preto e branco.

Adasevic comprometeu-se com grupos pró-vida. Conseguiu que a televisão jugoslava passasse duas vezes o documentário “O Grito Silencioso” (The Silent Scream), feito por outro famoso ex- abortista, Dr. Bernard Nathanson. No início dos anos 90, o movimento pró-vida conseguiu ainda que fosse aprovado no parlamento um decreto de proteção dos não-nascidos, mas o presidente Milosevic recusou-se a assiná-lo. Depois, Milosevic conduziu à guerra civil os mesmos jugoslavos que tinham abortado os seus filhos aos milhares. O Dr. Adasevic publicou o seu testemunho em revistas e jornais na Europa Oriental, como a revista russa " Liubitie Drug Druga". 

in
  La Razón


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sábado, 28 de dezembro de 2024

Dia dos Santos Inocentes

Um trágico episódio de sangue é narrado apenas pelo evangelista São Mateus, que se dirige principalmente aos leitores provenientes do judaísmo com a intenção de demonstrar que em Jesus se cumpriram as antigas profecias, até aquela do grito de dor de Raquel chorando os próprios filhos.

Os meninos de Belém e dos arredores, que o suspeitoso e sanguinário Herodes mandou matar, com a esperança de suprimir o Messias-rei, são as primícias dos redimidos e santificados pelo Salvador Jesus, segundo a sua própria promessa: "Aquele que tiver perdido a sua vida por minha causa encontra-la-á".

A festividade dos santos Inocentes aparece já no calendário cartaginês do século IV, e pouco depois no Sacramentário Leonino. O poeta Prudêncio apelida-os de "Flores martyrum", as primeiras flores germinadas em torno do berço do Redentor, quais "comites Christi" (a comitiva ou séquito de Cristo; isto é, os mais próximos de Cristo no seu percurso terreno e os primeiros a dar testemunho d'Ele através martírio).

A festa de hoje, instituída pelo Papa São Pio V, ajuda-nos a viver com profundidade o tempo da Oitava do Natal. Esta festa encontra o seu fundamento nas Sagradas Escrituras: 

Quando os Magos chegaram a Belém, guiados por uma estrela misteriosa, “encontraram o Menino com Maria e, prostrando-se, adoraram-No e, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes – ouro, incenso e mirra. E, tendo recebido aviso em sonhos para não tornarem a Herodes, voltaram por outro caminho para a sua terra. Tendo eles partido, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: ‘Levanta-te, toma o Menino e a sua mãe e foge para o Egipto, e fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o Menino para o matar’. E ele, levantando-se de noite, tomou o Menino e a sua mãe, e retirou-se para o Egipto. E lá esteve até à morte de Herodes, cumprindo-se deste modo o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta, que disse: ‘Do Egipto chamarei o meu filho’. Então Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos Magos, irou-se em extremo e mandou matar todos os meninos que havia em Belém e arredores, de dois anos para baixo, segundo a data que tinha averiguado dos Magos. Então se cumpriu o que estava predicto pelo profeta Jeremias: ‘Uma voz se ouviu em Ramá, grandes prantos e lamentações: Raquel chorando os seus filhos, sem admitir consolação, porque já não existem’” (Mt 2,11-20). 

 

Quanto ao número de assassinados, os Gregos e o jesuíta Salmerón (1612) diziam ter sido 14 mil; os Sírios 64 mil; o Martirológio de Haguenau (Baixo Reno) 144 mil. Foram muitas as Igrejas que pretenderam possuir relíquias deles.

Na Idade Média, nos bispados que possuíam escola de meninos de coro, a Festa dos Inocentes ficou sendo a destes. Começava nas vésperas de 27 de Dezembro e acabava no dia seguinte. Tendo escolhido entre si um “bispo”, os cantorzinhos apoderavam-se das estolas dos cónegos e cantavam em vez deles. A este bispo improvisado competia presidir aos ofícios, entoar o Inviatório e o Te Deum e desempenhar outras funções que a liturgia reserva aos prelados maiores. Só lhes era retirado o báculo pastoral ao entoar-se o versículo do MagnificatDerrubou os poderosos do trono, no fim das segundas vésperas. Depois, o “derrubado” oferecia um banquete aos colegas, a expensas do cabido, e voltava com eles para os seus bancos. Esta extravagante cerimónia também esteve em uso em Portugal, principalmente nas comunidades religiosas.

A festa de hoje também é um convite a reflectirmos sobre a situação actual desses milhões de “pequenos inocentes”: crianças vítimas do descaso, do aborto, da fome e da violência. Rezemos neste dia por elas e pelas nossas autoridades, para que se empenhem cada vez mais no cuidado e no amor às nossas crianças, pois delas é o Reino dos Céus.

Santos Inocentes, rogai por nós! 

in Pale Ideas


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quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

Nosso Senhor chamou Mons. Philip Reilly à Sua presença

Mons. Philip Reilly morreu aos 90 anos. Este sacerdote dedicou a sua vida a salvar bebés, falando com as mães à porta das clínicas de aborto. Este episódio foi um dos muitos que tinha para contar:

Uma vez à porta de uma clínica, uma mulher veio ter comigo, tinha 24 anos e era bonita. Não me conseguia lembrar dela. Como é que eu poderia esquecer aquela mulher bonita?

Ela disse: "A minha mãe está aqui para falar consigo".

Ora, muitas vezes, como sabem, quando uma adolescente é levada à clínica de aborto pela mãe, esse é o cenário mais difícil. A mãe vai dizer: “Ninguém vai destruir a vida da minha filha obrigando-a a ficar com esta criança”. É essa a atitude que têm. Pensei que fosse essa a situação.

Mas ela disse-me que a mãe queria agradecer-me. A mãe veio e eu também não me lembrava dela. Então disse: “Estou mesmo a perder o jeito, devo estar a ficar velho. O que é que se passa?"

Depois, ambas me agradeceram: “Há 25 anos, à porta da clínica de aborto Choices (em Queens, Nova Iorque), o senhor Padre falou comigo e disse: "Fica com a criança".

E a mãe acrescentou: “Então, fiquei. E esta mulher de 24 anos que está à sua frente é a minha filha”.


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quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Mulher pró-vida quer viver o tempo na prisão como uma religiosa

Joan Bell e sete dos seus companheiros estão presos enquanto aguardam sentença pela sua participação numa tentativa de resgatar bebés não nascidos, em Outubro de 2020, condenados à morte numa empresa de abortos tardios em Washington, D.C. Esta foi a carta que enviou da prisão:

Estou muito grata a todos os que quiserem enviar-me dinheiro para o comissariado, ou escrever-me uma carta (as cartas são presentes muito especiais), ou visitar-me na prisão. Mas espero que consigam compreender porque é que vos peço que não façam nada disto. Por favor!

A explicação resumida é que quero que a minha estadia na prisão seja um tempo de oração sem distracções, bem como um tempo de penitência - para mim e para a nossa nação. Quero fazer da minha cela como se fosse uma cela de mosteiro de clausura. Num mosteiro carmelita, as freiras só podem receber 2 visitas da família por ano e, dependendo do mosteiro específico, só podem receber 2 a 4 cartas da família por ano. Portanto, é isso que eu quero imitar. A minha família visitar-me-á quando puder e escrever-me-á. Por isso, vou ter isso.

Gosto muito de cada um de vós! Nós, no movimento pró-vida, somos tão família quanto possível. Neste momento, não posso estar na linha da frente convosco, mas nas minhas orações e no meu coração estou convosco e com os nossos preciosos irmãos e irmãs não nascidos que estão a sofrer o martírio.

Receio que a única forma que tenho de suportar não estar com eles e convosco nos locais de matança é fazer da minha vida atrás destas paredes um tempo de oração constante, e qualquer pequeno sacrifício adicional que possa fazer.

Junto as minhas orações às vossas. Estamos unidos a Ele, nosso Salvador, e à Virgem Maria. Obrigado, e que Deus vos abençoe sem medida!

Vossa nos Corações Unidos de Jesus e Maria,
Joan Bell

in Life Site News


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terça-feira, 5 de setembro de 2023

A missão heróica de Madre Teresa no Líbano

Agosto de 1982. Em plena guerra do Líbano, a capital, Beirute, estava sob forte ataque das forças israelitas. Diante daquele cenário dramático encontra-se uma pequena freira, conhecida por Madre Teresa de Calcutá.

Madre Teresa conseguiu que fosse negociado um cessar fogo, quando todos diziam ser impossível. Ultrapassada essa "impossibilidade", foi pessoalmente resgatar as crianças de um orfanato que tinha sido abandonado por todos os trabalhadores, por causa dos bombardeamentos constantes na zona Oeste da cidade.

As crianças daquele orfanato eram "especiais", todas sofriam de alguma deficiência física ou mental. Aquela mulher deu-se ao trabalho de se deslocar a um país em guerra, arriscar a própria vida, e a dos que a acompanhavam, num contexto de guerra intensa para salvar crianças deficientes.

Hoje em dia grande parte dessas crianças são abortadas, por sugestão médica ou desejo dos pais, exactamente por serem "especiais". Madre Teresa deu a sua vida para proteger os mais frágeis, especialmente os bebés na barriga das suas mães. Com esta operação de salvação em Beirute mostrou, mais uma vez, que todas as vidas humanas têm dignidade, independentemente do que o mundo pensa delas.


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quinta-feira, 13 de julho de 2023

Uma cruz feita com instrumentos de abortistas convertidos

Na Hungria foi feita uma cruz bastante simbólica. Trata-se de uma cruz constituída por instrumentos usados para realizar milhares e milhares de abortos. Esses objectos pertenciam a médicos abortistas que entretanto se converteram, e agora lutam pelo fim do aborto e pelo direito à vida dos bebés na barriga das suas Mães.


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domingo, 9 de julho de 2023

O aborto visto como homicídio no séc. II

A nós, porém, é interdito em absoluto o homicídio, não é lícito sequer desfazer o que foi concebido no útero, quando do sangue materno se vai extraindo ainda o necessário para plasmar o ser humano. 

Impedir de nascer é apressar o homicídio e é indiferente suprimir uma vida já nascida ou quebrá-la antes de nascer. O homem também é aquilo que será. Do mesmo modo em que todo o fruto está já na sua semente. 

Tertuliano (160-220 d.C.)


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quarta-feira, 24 de maio de 2023

sábado, 15 de abril de 2023

Barrabás e outros Abusos

É sempre chocante escutar a narração da condenação à morte de JESUS, particularmente quando verificamos como o povo de Jerusalém, persuadido e instigado pelos chefes dos sacerdotes e líderes religiosos, decide exigir a libertação de Barrabás e a crucifixão de JESUS (Mt. 27, 20). Aquele é um malfeitor e assassino (Mc. 15, 7) enquanto JESUS é absolutamente Inocente, como o próprio Pilatos reconhece. É a democracia liberal[1] a funcionar – partidos políticos e média convencem seduzindo e o Presidente, lavando as mãos, promulga – sentencia-se o inocente absolve-se o culpado.
 

Barrabás é a tradução portuguesa do aramaico Bar-Abbas que significa filho do pai. JESUS revela-se como Filho de Deus Pai, como Deus Filho humanado. No Evangelho segundo S. João JESUS numa das Suas polémicas com escribas, fariseus e sacerdotes acusa-os de não serem filhos de Abraão nem filhos de Deus, mas de terem como pai o diabo porque querem praticar as suas obras malvadas. Barrabás é filho do diabo que é assassino, mentiroso e pai da mentira (Cf. Jo. 8, 38-44), é, pois, um Anticristo. Cristo diz a verdade, Ele é a Verdade.

 

JESUS continua nos dias de hoje a ser ferozmente abusado-crucificado nos menores enquanto Barrabás é festivamente inocentado.

 

Exemplos? Aí vão alguns:

 

Crianças e adolescentes abandonados à pornografia sexual através dos smartphones, tablets e computadores que os pais alegremente lhes dão. Média etária da primeira exposição a essas imagens devastadoras, 9 anos.

 

Filhos de “gravidezes de substituição” (barrigas de aluguer).

 

Filhos produzidos por técnicas extracorpóreas. Dezenas senão centenas de milhares de crianças embrionárias congeladas e/ou sujeitas a experimentações laboratoriais letais.

 

Entrega de crianças produzidas artificialmente a parelhas do mesmo sexo.

 

Centenas de milhares de crianças assassinadas por aborto provocado.


Crianças e adolescentes sujeitos obrigatoriamente à sinistra deformação sexual da perversa ideologia de género.

 

Crianças e adolescentes mutilados e esterilizados em nome da ideologia trans.

 

Filhos da epidemia de divórcios à-toa e sem culpa.


Padre Nuno Serras Pereira


[1] A democracia liberal que não tem como fundamento a Ordem da Criação e o Direito Natural. Esta democracia é incompatível com o catolicismo. Felizmente pode e deve haver outro tipo de democracia, essa sim justa, embora actualmente, tanto quanto sei, não existente. Esta salvaguarda e promove o Bem Comum, na totalidade dos seus factores, de toda e cada uma das pessoas.


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terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

Diocese enterra 700 crianças assassinadas

O Padre Joseph Nguyen Van Tich, do Comité Pró-Vida da Diocese de Xuan Loc (Vietname), celebrou o enterro de 700 bebés abortados. Milhares de pessoas estiveram presentes. 

Este grupo pró-vida começou em 2011 e, até agora, enterrou mais de 62 mil crianças assassinadas, segundo LeSalonBeige.fr.

Antes dos enterros, as crianças mortas foram limpas com álcool, embrulhadas em linho branco, receberam um nome e dispostas na igreja com flores.

Os voluntários pró-vida recolhem entre 700 e 1500 crianças assassinadas por mês.

in gloria.tv


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sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

O maior destruidor do amor e da paz é o aborto

Se nós aceitamos que uma mãe assassine o seu próprio filho, como podemos dizer às outras pessoas que não se matem? Então, como podemos convencer uma mulher que não faça um aborto? Como em tudo, devemos persuadi-la com amor e recordar que amar significa dar até que doa. Jesus deu a sua vida por nós porque nos amava. 

A mãe que está a pensar fazer um aborto deve ser ajudada a amar, ou seja, dar até que doam os seus planos, o seu tempo livre, para que respeite a vida do seu filho. O pai desta criança, quem quer que seja, deve também dar até que lhe doa. Com o aborto a mãe não aprende a amar, aprende antes a matar o seu próprio filho para resolver os seus problemas.

No aborto diz-se ao pai que não tem qualquer responsabilidade sobre a criança que trouxe à vida. O pai é capaz de colocar outras mulheres na mesma circunstância. Portanto, o aborto só conduz a mais abortos. Qualquer país que aceite o aborto não ensina a sua gente a amar, mas antes a utilizar a violência para receber o que querem. É por isto que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.

Muita gente preocupa-se bastante com as crianças da Índia, com os miúdos de África, com os que morrem à fome, etc. Muita gente também se preocupa por toda a violência desta nação, os Estados Unidos. Essas preocupações são boas. Contudo, essas mesmas pessoas não se interessam pelos milhões que, intencionalmente, são assassinados por decisão das suas próprias mães. E este é o maior destruidor da paz dos nossos dias - o aborto cegou as pessoas.

Madre Teresa de Calcutá, discurso no 'National Prayer Breakfast' - Washington DC, 3 de Fevereiro de 1994


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quarta-feira, 27 de julho de 2022

Sacerdote detido mais de 70 vezes por lutar contra o aborto

Vídeo em memória do Padre Norman Wesley, que foi preso mais de 70 vezes por rezar de joelhos à frente de clínicas de aborto nos Estados Unidos da América. Um verdadeiro herói pró-vida.


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sábado, 25 de junho de 2022

Roe vs Wade: quase meio século de uma mentira

No dia 22 de Janeiro de 1973, há 49 anos, fez-se jurisprudência quando o Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu que uma mulher tinha direito a abortar apenas e só por sua vontade. O julgamento opôs uma jovem, de seu nome Norma McCorvey, a quem foi dado o pseudónimo Jane Roe, ao Estado do Texas. Norma McCorvey dizia que tinha ficado grávida depois de ter sido violada e exigia o direito a abortar.

O julgamento foi longo e Norma acabou por ter uma filha, que deu para adopção. Depois de vários recursos o Supremo Tribunal decidiu-se pelo direito à privacidade, por conseguinte qualquer mulher poderia abortar sem ter que justificar-se, até à viabilidade do feto, ou seja até conseguir sobreviver fora do ventre materno. Esta decisão alterou todas as leis federais nos Estados Unidos e viria a influenciar a forma como o mundo começou a olhar para o "direito ao aborto".

Em 1987, Norma McConey admitiu que foi persuadida pela sua advogada a dizer que tinha sido violada e que precisava de abortar. Sarah Weddington, a advogada, confirmou que tinha mentido e explicou-se desta forma: "A minha conduta pode não ter sido totalmente ética. Mas eu agi desta forma porque pensei que havia boas razões para o fazer.” Norma McConey percebeu que o aborto implica a morte de uma criança inocente e passou o resto dos seus dias na Terra, até ao dia 18 de Fevereiro de 2017, a lutar contra o aborto.

Nestes 49 anos foram feitos mais de 71 milhões de abortos nos Estados Unidos, o que corresponde mais de 71 milhões de bebés mortos. Tudo com base num julgamento que foi uma mentira. Esta mentira, foi finalmente, revogada pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos a 22 de Junho de 2022, dia do Sagrado Coração de Jesus.

João Silveira


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quarta-feira, 8 de junho de 2022

Morreu Paula Rego, artista que contribuiu para a legalização do aborto em Portugal

Quando, em 1998, o 'Não ao Aborto' venceu o referendo, a artista Paula Rego ficou furiosa (palavras da própria) com o "atraso civilizacional" manifestado pelos portugueses. Paula Rego vivia desde os anos 60 em Inglaterra, que legalizou o aborto em 1967. Para ela o aborto envolvia apenas a mulher - enquanto o bebé seria como um tumor maligno que poderia ser extirpado à vontade - e a segurança do procedimento "médico".

Ainda em 1998, Paula Rego começou a pintar uma série de quadros conhecidos como 'Pastéis do Aborto' ou 'Abortion Series', nos quais retratar mulheres em situação de aborto clandestino, mas tendo o cuidado de nunca mostrar sangue, porque, segundo a própria, não queria chocar quem via os quadros. Ainda segundo a artista, a pose daquelas mulheres não é de vergonha porque não há que ter vergonha em abortar; é sim uma pose de mulheres confiantes e seguras de si.

Terminou de pintar essa série de oito quadros em seis meses e depressa foram exaltados pela comunicação social, que não parou de exigir outro referendo ao aborto até que este fosse legalizado. Os quadros percorreram Portugal de Norte a Sul para tentar "sensibilizar" as pessoas para a necessidade de tornar o aborto legal. E, de facto, aquelas obras e toda a mediatização que as rodeou foi considerada essencial na derrota do 'Não ao Aborto', no referendo feito em 2007, e consequente liberalização da matança de bebés.

Esses oito quadros, considerados históricos, foram a leilão, em Londres, no dia 24 de Março de 2002, com base de licitação em 24 mil euros. Receberam zero licitações! Foi um enorme fracasso. Ninguém quis comprar os quadros que, tendo ocultado o sangue no seu exterior, o tinham entranhado no seu interior, assim como as mãos de quem os pintou, pelo contributo na legalização do homicídio de bebés inocentes.

Recentemente, Paula Rego veio manifestar a sua preocupação com o "retrocesso" das leis sobre o aborto e disse considerar grotesco o movimento anti-aborto.


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sábado, 21 de maio de 2022

Arcebispo de São Francisco proíbe que Pelosi receba a Sagrada Comunhão

 

O Arcebispo Salvatore Cordileone publicou um documento proibindo que Nancy Pelosi, Presidente da Câmara de Representantes, possa comungar. O texto justifica esta decisão com base nas tomadas de posição públicas dessa senhora em defesa do aborto livre.

O aborto procurado, segundo a ciência, representa o assassinato de uma vida humana única e irrepetível. Isto corresponde a um pecado grave (o homicídio voluntário é um dos pecados que clama aos Céus por vingança).

Diz o Cân. 915 do Código de Direito Canónico: «Não sejam admitidos à sagrada comunhão os excomungados e os interditos, depois da aplicação ou declaração da pena, e outros que obstinadamente perseverem em pecado grave manifesto.»

Um político que defenda o aborto no âmbito das suas funções encontra-se em pecado grave manifesto, devendo ser por isso, segundo a Lei da Igreja, impedido de comungar até que se arrependa publicamente.

Mons. Cordileone tomou uma decisão corajosa, dado o contexto actual. Que Deus o proteja.


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sábado, 22 de janeiro de 2022

49 anos de aborto livre nos Estados Unidos da América

No dia 22 de Janeiro de 1973, depois do julgamento Roe vs. Wade, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos admitiu, pela primeira vez, o "direito ao aborto". 

O julgamento opôs uma jovem, de seu nome Norma McCorvey, a quem foi dado o pseudónimo Jane Roe, ao Estado do Texas. Norma McCorvey dizia que tinha ficado grávida depois de ter sido violada e exigia o direito a abortar.

O julgamento foi longo e Norma acabou por ter uma filha, que deu para adopção. Depois de vários recursos, o Supremo Tribunal decidiu que, por direito à privacidade, qualquer mulher poderia abortar, até à viabilidade do feto, ou seja até que conseguisse sobreviver fora do ventre materno. Esta decisão alterou todas as leis federais nos Estados Unidos e viria a influenciar a forma como o mundo começou a olhar para o "direito ao aborto".

Em 1987, Norma McConey admitiu que foi persuadida pela sua advogada a dizer que tinha sido violada e que precisava de abortar, e hoje em dia luta pelo fim do aborto no seu país. Sarah Weddington, a advogada, confirmou que tinha mentido e explicou-se desta forma: "A minha conduta pode não ter sido totalmente ética. Mas eu fiz por que pensei que havia boas razões.”

Nestes 49 anos foram feitos cerca de 63 milhões de abortos nos Estados Unidos, o que corresponde a 63 milhões de bebés mortos. Tudo com base num julgamento que foi uma mentira.

João Silveira


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