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quarta-feira, 30 de julho de 2025
domingo, 4 de dezembro de 2022
segunda-feira, 7 de dezembro de 2020
Premier League: Jogador destrói bandeira LGBT em campo
Jamie Vardy, jogador do Leicester City, marcou o golo da victória da sua equipa frente ao Sheffield United no último minuto de jogo. Celebrando efusivamente o importante golo marcado, Vardy fez um sprint até ao canto mais próximo e um carrinho que destruiu completamente a bandeirola LGBT que ali se encontrava.
A Premier League tinha usado esta jornada para fazer uma campanha pró-LGBT, na qual todas as bandeirolas de canto tinham a bandeira do arco-íris, impropriamente usada por esse movimento.
James Vardy é católico, pai de 5 filhos e defensor da família. Em 2016, antes do Europeu de Futebol, durante o qual jogou pela Inglaterra, teve as suas chuteiras abençoadas, por intercessão de Santa Rita de Cássia (padroeira das causas impossíveis).
domingo, 10 de fevereiro de 2019
domingo, 24 de junho de 2018
Dois jogadores de joelhos para agradecer a Deus no final da partida
quarta-feira, 20 de junho de 2018
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Meditação do Cardeal Ratzinger sobre a importância do futebol
Há 1 ano, para surpresa de muitos, Portugal vencia o Campeonato Europeu de Futebol. Para comemorar este belo feito apresentamos uma reflexão sobre futebol feita pelo insuspeito Cardeal Ratzinger, em 1985.
Regularmente a cada quatro anos, o Campeonato do Mundo de Futebol demonstra ser um evento que atrai centenas de milhões de pessoas. Nenhum outro evento no mundo consegue ter um efeito tão grande, o que demonstra que este evento desportivo toca algum elemento primordial da Humanidade, e há que se perguntar sobre o que se fundamenta todo esse poder de um jogo. O pessimista vai dizer que é como na Roma Antiga.
A palavra de ordem da multidão era: panem et circenses, pão e circo. O pão e o jogo seriam, então, o conteúdo vital de uma sociedade decadente que não tem outros objectivos mais elevados. Mas, mesmo se fosse para aceitar essa explicação, ela não seria absolutamente suficiente. Deveríamos perguntar mais uma vez: no que reside o fascínio de um jogo que assume a mesma importância do pão? Poderíamos responder, mais uma vez fazendo referência a Roma Antiga, que a demanda por pão e jogo era na verdade uma expressão do desejo por uma vida paradisíaca, uma vida de saciedade sem preocupações e liberdade desmedida.
Porque é isto que se entende em última análise com o jogo: uma actividade totalmente livre, sem propósito e sem limitações, ao mesmo tempo que envolve e ocupa todas as forças do homem. Neste sentido, o jogo seria uma espécie de tentativa de retorno ao paraíso perdido: a fuga da seriedade escravizante da vida quotidiana e da necessidade de se ganhar o pão, para viver a livre seriedade de tudo que não é obrigatório e, portanto, belo.
Assim, o jogo vai muito além da vida quotidiana. Mas, sobretudo nas crianças, tem também o carácter de um exercício para a vida. Ele simboliza a própria vida, e a antecipa, por assim dizer, de um modo livremente estruturado. Parece-me que o fascínio pelo futebol está essencialmente no facto de que ele relaciona esses dois aspectos de uma forma muito convincente.
Ele força o homem a impor-se uma disciplina de modo a obter, mediante o treino, um controle sobre si próprio; com o auto-controle, a superioridade e com a superioridade, a liberdade. Além do mais, ensina-lhe uma harmonia disciplinada: como um jogo de equipa obriga a inserção do indivíduo na equipa. Une os jogadores em torno de um objectivo comum; o sucesso e o fracasso de cada um está directamente ligado ao sucesso e o fracasso do todo.
Além disso, ensina uma leal rivalidade, onde a regra comum que se impõe é o elemento que liga e une na oposição. Por fim, a liberdade do jogo, se este se desenvolve correctamente, anula a seriedade da rivalidade. Ao assisti-lo os homens se identificam com o jogo e com os jogadores, e participam de modo pessoal na harmonia e na rivalidade, na seriedade e na liberdade: os jogadores tornam-se um símbolo da própria vida; que por sua vez tem um impacto sobre os demais. Eles sabem que os demais homens se representam neles e sentem-se confirmados. Claro que tudo isso pode ser contaminado por um espírito comercial, submetido à seriedade sombria do dinheiro, que converte o jogo numa indústria e cria um mundo fictício de proporções assustadoras.
Mas, nem mesmo este mundo fictício poderia existir sem o aspecto positivo que é a base do jogo: o exercício para a vida e a superação da vida em direcção ao paraíso perdido. Em ambos os casos, trata-se da busca por uma disciplina da liberdade; de exercitar em si próprio a harmonia, a rivalidade e o acordo na obediência à regra.
Talvez ao reflectirmos sobre essas coisas poderemos novamente aprender com o jogo uma lição de vida, porque nele está evidente algo fundamental: o homem não vive só de pão, o mundo do pão é apenas o prelúdio da verdadeira Humanidade no mundo da liberdade. A liberdade por sua vez nutre-se da regra, da disciplina, que ensina a harmonia e a rivalidade leal, a independência do sucesso exterior e da arbitrariedade, e torna-se assim realmente livre. O jogo, uma vida. Se formos mais fundo, o fenómeno de um mundo apaixonado por futebol pode-nos dar muito mais do que apenas um pouco de diversão.
in 'Il Tempo' com tradução de Gercione Lima (Fratres in Unum)
terça-feira, 16 de agosto de 2016
E se vos dissesse que os grandes atletas destes Jogos Olímpicos são católicos?
Provavelmente não acreditavam em mim, não era? Então vamos lá.
Comecemos pela nova coqueluche da ginástica... Simone Biles! Para quem não sabe quem é a Simone, bem, devia saber... Vale a pena assistir às suas rotinas, em especial ao seu movimento único, o "Biles". A atleta estado-unidense já leva três medalhas de ouro e uma de bronze. Terá hoje mais uma prova, aquela na qual, para mim, ela é melhor. Lutará hoje pela medalha de ouro no tapete.
Mas vamos ao que interessa... Quem é Simone Biles? A adolescente, antes de começar as Olimpíadas, deu uma entrevista na qual mostrou o que trazia na bagagem. Entre outras coisas, mostrou um terço branco. Diz que antes das provas não o usa, mas que reza para dentro, como é normal e que o usa no dia-a-dia. Filha de mãe drogada e abandonada pelo pai, foi aos cinco anos adoptada pelos avós e desde então nunca falhou uma Missa dominical em família. Reza regularmente a S. Sebastião, patrono dos atletas e nota-se nela uma alegria que não se vê nas concorrentes. Biles, que optou pelo homeschooling, para se proteger das radicais influências laicistas da educação estatal, com o firme alicerce da fé e da família, tem tudo o que precisa para triunfar não apenas na ginástica, mas, principalmente, na vida.
Na natação, Katie Ledecky, também americana foi uma das atletas que deu que falar e que valeu a pena acompanhar. A nadadora, que leva quatro medalhas de ouro e uma de prata nestes Jogos, tem apenas 19 anos. Ledecky não tem qualquer tipo de vantagem óbvia sobre as oponentes, sendo baixa e pequena em geral. Mas o que surpreende nela é a força interior com que nada, sendo claramente mais agressiva a nadar do que as colegas. Há quem a chame a melhor atleta do mundo, inclusive, tais são as margens das suas vitórias. Como para Biles, a sua fé católica é essencial. A desportista frequentou escolas católicas e diz, inclusive: “A minha fé católica é muito importante para mim. Sempre foi e sempre será. É parte de mim e sinto-me confortável ao praticar a fé. Ajuda-me a por as coisas em perspectiva”. "Rezo uma oração ou duas, antes das provas. A Ave Maria é uma oração belíssima e acalma-me." Há quatro anos, após ganhar a sua primeira medalha olímpica visitou o convento de irmãs da sua primeira escola. Tem uma família que a apoia e que ajuda ao seu sucesso.
Que tal falar agora do homem mais rápido do mundo? Sim, Usain Bolt... é católico. Apesar de dispensar introduções, Bolt vai na sua terceira Olimpíada e venceu também pela terceira vez a medalha de ouro nos 100m, sendo que concorrerá hoje pela dos 200m. O jamaicano é conhecido por traçar o sinal da cruz antes de começar a corrida, mas além deste e outros sinais exteriores de fé, é de reparar numa das suas medalhas, mas não de ouro. Falo na medalha milagrosa, promovida por Santa Catarina Labouré, que mostra Nossa Senhora das Graças. A nossa Mãe do Céu será portanto a mulher mais rápida e mais vista na categoria das corridas de sprint. Esta medalha tem uma bela e poderosa oração inscrita: "Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós."
Após o pódio, menções honrosas para Juan Martin del Potro, ortodoxo, que recuperou de graves lesões (pelas quais até pensou terminar a carreira) para alcançar a medalha de prata no ténis; e Michael Phelps, talvez o maior atleta olímpico de sempre, com as suas 23 medalhas de ouro, que passou por momentos difíceis, em que pensou até suicidar-se, mas com a ajuda da sua família e pela graça de Deus (em quem restaurou a sua fé) recuperou para vir (possivelmente) terminar carreira em grande nestes Jogos, vencendo cinco medalhas de ouro e uma de prata.
PF
Notas:
Simone Biles: http://www.catholicnewsagency.com/news/these-two-game-changing-olympians-are-serious-catholics-76883/
Katie Ledecky: http://religionnews.com/2016/08/06/catholic-faith-anchors-swimmer-katie-ledecky/
Usain Bolt: http://aleteia.org/blogs/deacon-greg-kandra/this-amazing-olympic-champion-is-why-mary-is-now-the-most-viewed-woman-in-sprinting/
Notas:
Simone Biles: http://www.catholicnewsagency.com/news/these-two-game-changing-olympians-are-serious-catholics-76883/
Katie Ledecky: http://religionnews.com/2016/08/06/catholic-faith-anchors-swimmer-katie-ledecky/
Usain Bolt: http://aleteia.org/blogs/deacon-greg-kandra/this-amazing-olympic-champion-is-why-mary-is-now-the-most-viewed-woman-in-sprinting/
domingo, 13 de julho de 2014
10 frases do Papa Francisco sobre Futebol
O Papa Francisco é um apaixonado pelo futebol e levou o seu amor à camisola até ao Vaticano. Desde pequeno que jogava com os seus amigos num terreno situado junto à Igreja da Medalha Milagrosa, no seu bairro natal de Flores. E foi o pai, Mario Bergoglio, quem o iniciou nesse caminho e o contagiou com a paixão pela sua equipa favorita, San Lorenzo de Almagro, um clube fundado por um sacerdote em 1908 para resgatar as crianças que viviam nas ruas.
Por ocasião do Mundial do Brasil 2014, o Papa Francisco enviou uma vídeo-mensagem em que expressou os seus desejos para este campeonato: "esta Copa do Mundo poderia converter-se na festa da solidariedade entre os povos" e explicou que o futebol além de ser um jogo "é ao mesmo tempo uma oportunidade para o diálogo, para a compreensão e para o enriquecimento humano recíproco". [VIDEO]
O “Papa do fim do mundo” não hesita em usar metáforas do mundo do desporto nas suas audiências para chegar ao coração de homens e mulheres. Recolhemos aqui 10 frases futebolísticas pronunciadas por Francisco.
1. “Se num estádio numa noite escura, uma pessoa acende uma luz, mal se vê; mas se os mais de setenta mil espetadores acenderem, cada um, uma luz, o estádio fica iluminado. Façamos com que a nossa vida seja uma luz de Cristo.” (Audiência Geral na Praça São Pedro, 12 Junho 2013)
2. “Que faz um jogador quando é chamado para fazer parte de uma equipa? Tem que treinar e treinar muito. É também assim a nossa vida de discípulos do Senhor.” (Vigília de oração com os jovens no Rio de Janeiro, 27 de Julho de 2013)
3. “Quando «se usa a camisola», procurando viver como cristãos, experimentamos algo grande: nunca estamos sós, fazemos parte de uma família de irmãos que percorrem o mesmo caminho.” (Vigília de oração com os jovens no Rio de Janeiro, 27 de Julho de 2013)
4. “Jesus pede-nos que O sigamos toda a vida, pede-nos que sejamos os seus discípulos, que «joguemos na Sua equipa».” (Vigília de oração com os jovens no Rio de Janeiro, 27 de Julho de 2013)
5. “Rapazes e raparigas, por favor, não fiquem na fila da história, sejam protagonistas! Joguem para a frente! Chutem para a frente! Construam um mundo melhor! Um mundo de irmãos, um mundo de justiça, de amor, de paz, de fraternidade, de solidariedade! Joguem-na sempre para a frente!” (Vigília de oração com os jovens no Rio de Janeiro, 27 de Julho de 2013)
6.“Queridos amigos, não se esqueçam: vocês são o campo da fé. Vocês são os atletas de Cristo.” (Vigília de oração com os jovens no Rio de Janeiro, 27 de Julho de 2013)
7. “Jesus oferece-nos algo muito maior que a Taça do Mundo! Oferece-nos a possibilidade de uma vida fecunda e feliz, e também um futuro com Ele que não terá fim, a vida eterna” (Vigília de oração com os jovens no Rio de Janeiro, 27 de Julho de 2013)
8. “Vós sois referência para tantos jovens e modelo de valores encarnados na vida. Eu tenho confiança em todo o bem que poderão fazer entre os rapazes.” (Discurso às delegações nacionais de futebol de Itália e da Argentina, 13 de Agosto de 2013)
9. “O desporto é importante, mas deve ser autêntico desporto. Promovam essa atitude de «aficcionados» que elimina definitivamente o perigo da discriminação. Quando as equipas vão por este caminho, o estádio enriquece-se humanamente, desaparece a violência e voltam a ver-se as famílias nas tribunas”. (Discurso às delegações nacionais de futebol da Itália e da Argentina, 13 de Agosto de 2013)
10. “Peço-vos que rezem por mim, para que também eu, no «campo» em que Deus me colocou possa jogar uma partida honrada e valente para o bem de todos nós.” (Discurso às delegações nacionais de futebol de Itália e da Argentina, 13 de Agosto de 2013)
in opusdei.pt
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Sabiam que a Alemanha do 7 - 1 é Católica?
O dia de ontem foi histórico para o futebol, mas não faltou quem dissesse que foi histórico para o mundo em muitos outros níveis.
Durante o jogo, ainda nos 5-0, já ouvia dizer que esta partida estava a ser uma bela reflexão das diferenças entre os dois países, não só no futebol mas também no campo social, político, cultural e, não podia faltar, religioso.
O que se estava a querer dizer era que o Brasil, uma nação historicamente Católica, cujo povo vive muito mais da fé e das emoções, estava a vergar-se perante a Alemanha, uma nação de bases protestantes e muito mais racional.
Nem sequer vou comentar os dois erros crassos que este comentário comete...
1. de que se pode tirar conclusões tão profundas através de um jogo de futebol (really?!) e
2. de separar o Catolicismo da razão, associando esta última ao protestantismo (contem o número de "igrejas" protestantes na Alemanha para perceber a razoabilidade do protestantismo...)
Também nem sequer vou tocar no ponto de generalizar as características de certos brasileiros a todo o Brasil e o mesmo para a Alemanha.
Quero sim tocar num ponto importante: o jogo de ontem. Será que, se aceitarmos o argumento acima como verdadeiro, ele é coerente?
Vejamos o plantel da equipa da Alemanha que jogou ontem:
Manuel Neuer, Guarda-redes
Nasceu e cresceu em Gelsenkirchen, Nordrhein-Westfalen.
Esta região do Nordeste da Alemanha é maioritariamente Católica (42,4%).
Mats Hummels, Defesa
Nasceu e cresceu em Munique.
Esta cidade tem uma larga maioria de Católicos (36,8% contra 13,6% de protestantes), e chegou mesmo a ter como Arcebispo o Cardeal Ratzinger, futuro Papa Bento XVI.
Jérôme Boateng, Defesa
Nasceu e cresceu em Berlim. A família vem do Gana, de maioria protestante.
Benedikt Howedes, Defesa
Nasceu e cresceu em Haltern, Nordrhein-Westfalen.
Esta região do Nordeste da Alemanha é maioritariamente Católica (42,4%).
Philipp Lahm, Defesa
Nasceu e cresceu em Munique, cidade Católica.
Per Mertesacker, Defesa
Nasceu e cresceu em Hanover, na região Niedersachsen (os protestantes são a maioria, ~49%).
Bastian Schweinsteiger, Médio
Nasceu e cresceu em Kolbermoor, uma cidade da Baviera (54,4% Católicos).
Ele próprio é Católico e foi visto no dia do jogo contra os USA a sair de casa antes das 6h da manhã e a permanecer cerca de 30 min numa igreja [ler aqui].
Ele próprio é Católico e foi visto no dia do jogo contra os USA a sair de casa antes das 6h da manhã e a permanecer cerca de 30 min numa igreja [ler aqui].
Sami Khedira, Médio (marcou o 5º golo)
Nasceu e cresceu em Stuttgard, uma cidade de maioria protestante (33,7%).
Toni Kroos, Médio (marcou o 3º e o 4º golos)
Nasceu e cresceu na região Mecklenburg-Vorpommern, de maioria protestante (17,3%).
André Schurrle, Médio (marcou o 7º e 8º golos)
Nasceu e cresceu na região Rheinland-Pfalz, maioritariamente Católica (44,9%).
Mesut Ozil, Médio
Nasceu e cresceu em Gelsenkirchen, Nordrhein- Westfalen, região maioritariamente Católica (42,4%)
É muçulmano, lê sempre o Corão antes de entrar em campo.
Julian Draxler, Médio
Nasceu e cresceu em Gladbeck, na região Nordrhein-Westfalen (42,4% maioritários Católicos).
Thomas Muller, Avançado (marcou o 1º golo)
Nasceu e cresceu em Weilheim in Oberbayern, também na Baviera (54,4% Católicos).
Mirsolav Klose, Avançado (marcou o 2º golo, que iniciou a goleada até aos 5-0)
Nasceu e cresceu na Polónia, no seio de uma família Católica.
Klose é Católico e foi recebido pelo Papa Bento XVI em 2012.
Resumindo, dos 14 jogadores alemães que estiveram ontem em campo, 10 vêm de zonas Católicas da Alemanha. Ou seja, só 4 dos jogadores é que vieram de uma Alemanha historicamente protestante.
Os dados usados são todos retirados da Wikipedia inglesa.
Mas notem que estes dados não têm sequer em conta a religião de cada jogador, mas apenas a sua proveniência, como formulava o argumento inicial.
Ou seja, a Alemanha que venceu ontem o Brasil por 7-1 era uma selecção de proveniência da Alemanha Católica. Logo, dizer que o jogo foi um exemplo de que a Alemanha protestante é melhor que o Brasil Católico é simplesmente falso.
Mais ainda, Schweinsteiger é Católico praticante e Mirsolav Klose, o jogador que iniciou a goleada aos 23 minutos e que aos 29 minutos já tinha mudado o jogo de 1-0 para 5-0, também é Católico.
Em 2012 foi recebido pelo Papa Bento XVI, com quem pôde trocar algumas palavras, tal como podem ver neste vídeo:
No fundo, estamos fartos que ataquem a Igreja Católica com factos que não passam de mentiras, mesmo em pontos ridículos como o futebol.
Felizmente, para defender a Igreja Católica raramente são precisos argumentos extraordinários - a verdade chega.
Nuno CB
Nuno CB
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