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sexta-feira, 1 de março de 2019

Países ex-escravos do Socialismo recusam Ideologia de Género

O Leste Europeu que sofreu em carne própria os horrores da amoralidade oficial socialista soviética, agora que recuperou a liberdade está banindo as perversas leis e costumes russas adoptadas pelas esquerdas ocidentais. Entre elas a ideologia de género.

Depois da Polónia e da Hungria, a Bulgária disse não às pressões da União Europeia (UE) para a aceitação do conceito de “género” como mera construção social e não uma realidade disposta por Deus e a ordem natural que, em consequência, deve ser respeitada de acordo com normas morais divinas e humanas.

O Tribunal Constitucional búlgaro decidiu, por oito votos contra quatro, que a adesão da Bulgária a um documento da UE relacionado ao combate à violência contra a mulher, assinado em 2011, é inconstitucional. O rechaço foi motivado pela definição de “género” que consta no texto. Todas as quatro mulheres do tribunal posicionaram-se contra o documento da UE.

Os juízes búlgaros do órgão supremo dizem na decisão: “A definição de género como conceito social questiona os limites entre os dois sexos biologicamente determinados, o homem e a mulher”. O texto dos juízes também sustenta que “se a sociedade já não diferencia o homem da mulher, a luta pelo fim da violência contra as mulheres torna-se impossível”.

As associações contrárias à imposição da UE repudiaram especialmente “a noção inaceitável de género nos jardins de infantes e nas escolas”. A medida, se aprovada, abriria o passo à equiparação da união de pessoas do mesmo sexo com o casamento de acordo com a Lei de Deus e da natureza. Também impulsiona projectos de lei perversos referentes à transexualidade, já existentes em várias partes da Europa.

Por sua vez, o Presidente da Polónia, Andrej Duda, anunciou um plebiscito sobre mudanças na Constituição do país. Entre as questões submetidas à vontade popular está a possibilidade do documento magno incluir uma referência explícita aos valores e à herança cristã polaca.

O governo pretende fortalecer a identidade cristã da nação. “O resultado do plebiscito não será vinculativo, mas servirá como indicador das mudanças que a sociedade polaca quer para a sua Constituição”, esclareceu o Presidente.

A Polónia e a Hungria destacaram-se nos últimos anos com políticas da identidade cultural e cristã do país. Essas nações optaram por recusar a recepção indiscriminada de imigrantes islâmicos, e estimulam o aumento da natalidade entre os próprios nacionais.

Via 'Valores inegociáveis: respeito à vida, à família e à religião'


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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Pedófilos, suicidas e viciados em drogas: estes são os pais da Ideologia de Género

É como se alguém tivesse aberto as portas de um hospício e as teorias dos loucos mais famosos se tornassem a matéria principal das melhores escolas e universidades do mundo. Não há nada de objectivo nas suas ideias, nem mesmo a diferença biológica entre os cromossomas XX e XY que determina os sexos masculino e feminino. Cada um é o que imagina ser!

Este é o argumento dos ideólogos de género e profetas do "pansexualismo", alguns deles divulgaram as suas teorias mesmo antes de terem sido postos em camisas de força. Muitos deles experimentaram a pedofilia, bestialidade, a toxicodependência de forma grave e, em alguns casos, o suicídio. Quem conseguiu ter uma vida tranquila entre eles foi uma excepção. 

Entre eles não esteve apenas uma revolta contra a família dita "tradicional", em especial contra os pais (figura paterna), a imposição do relativismo e do politicamente correcto, mas principalmente uma guerra contra a natureza, ou seja: a realidade mais óbvia. Entre eles imperou o absolutismo do desejo, da vontade, das ideologias. 

Não há nada fora de nós [de nossas mentes] que seja objectivo, disse Fiedrich Nietzsche, o filósofo a partir do qual todos os ideólogos de género [do sec. XX] deram início às suas teorias.

Terapia sexual 

Deus está morto, disse o pensador alemão, e se Deus morreu, também morreu a natureza criada por Ele. Portanto, nada define o que sou, só eu posso definir isso. Nietzsche, aliás, acabou num hospital psiquiátrico durante os últimos anos da sua vida. 

Ideólogos da sexualidade, alguns adeptos da filosofia nietzschiana, desenvolveram verdadeiras psicopatologias, terminando os seus dias como internos psiquiátricos da mesma forma que o "grande mestre". Este foi o caso do médico alemão Wilhelm Reich, ícone da Psicologia moderna por ter sido o idealizador da abordagem teórica conhecida como "Bioenergética", uma versão "científica" de concepções místicas milenares importadas do Oriente.

O médico Wilhelm Reich, após vários conflitos com a justiça, com a comunidade científica e de relatar ter travado uma "batalha interplanetária em larga escala" para defender a terra de alienígenas interessados numa máquina que criou, chamada 'cloudbuster', abusou de mulheres que participaram na sua 'terapia sexual'. Reich morreu de ataque cardíaco na penitenciária de Lewisburg, na Pensilvânia, EUA, em 1957, após ser diagnosticado com esquizofrenia paranóide e progressiva. 

Ortodoxia comunista

Uma vida semelhante levou o filósofo francês Michel Foucault, considerado uma das maiores referências da ideologia de género. Homossexual, membro do Partido Comunista, teve uma juventude um pouco conturbada, durante a qual foi iniciado no sadomasoquismo e uso de drogas de todos os tipos durante seu tempo na União Soviética. Ele tentou o suicídio várias vezes e morreu de SIDA em 1984, aos 57 anos.

Outro filósofo comunista francês, Louis Althusser, não terminou muito bem. Em 1980 estrangulou a sua esposa Hélène, o que levou ao seu internamento num hospital psiquiátrico. Althusser escreveu a obra "Aparelhos Ideológicos do Estado", onde demonstra como uma ideologia é utilizada para subverter e controlar culturalmente uma nação, através de recursos (aparelhos) como as escolas, universidades, força policial, sindicatos, etc.

Planned Parenthood

A grande multinacional americana Planned Parenthood promove o aborto em vários países. Apenas nos Estados Unidos, 530 milhões de dólares eram usados para financiar cerca de 324 mil abortos - por ano - no país, dinheiro esse que foi cortado depois da tomada de posse do Presidente Donald Trump.

A fundadora da Parenthood, Margaret Sanger, abandonou os seus filhos por causa da sua ninfomania. Grande fã de eugenia e controle populacional, especialmente entre a população imigrante e as classes sociais mais pobres, chegou a ser próxima do Ku Klux Klan. Ela morreu em 1966, quando era uma alcoólatra incontrolável.

Para Shulamith Firestone, outra grande referência do feminismo radical e da ideologia de género, a maternidade foi "a opressão radical das mulheres." Ela passou vários anos numa clínica psiquiátrica devido ao tratamento da sua esquizofrenia, quando em 2012 foi encontrada morta em casa.

Além da iniciação sexual infantil, Firestone defende no livro "A Dialética do Sexo" a extinção total das diferenças sexuais, negando que a maternidade, por exemplo, seja exclusividade das mulheres e algo natural. Para isso ela propõe que novos métodos de reprodução sejam explorados, para que a mulher não precise mais de dar a luz.

"Assim também a meta final da revolução feminista deve ser, ao contrário da meta do primeiro movimento feminista, não apenas a eliminação do privilégio do homem, mas também da própria distinção sexual: as diferenças genitais já não significariam nada culturalmente", escreveu ela.

De resto, a contribuição da ideologia de género feminista tem sido muito activa. Outra conhecida pelo seu radicalismo era Kate Millet, de ideias maoístas, que "se converteu" ao lesbianismo não meramente por uma questão sexual, mas pelo ódio aos homens.

Grande defensora do totalitarismo, ainda disse que "o privado também é político". No final da sua vida foi internada num hospital psiquiátrico e pediu vigilância 24 horas, porque ela mesma estava ciente do seu desejo incontrolável pelo suicídio.

Margaret Mead disse que os papéis sexuais eram construídos culturalmente a partir da sua experiência na região de Samoa, na Polinésia Oceania. Mas em seguida mostrou que a ilha não era representativa em relação ao conjunto da Humanidade

Outra mulher e não menos importante do que Mead foi a filósofa feminista Simone de Beauvoir. A namorada do filósofo existencialista Jean Paul Sartre argumentou que ninguém nasce mulher, mas torna-se numa. Segundo ela, isso é uma "construção social".

A morte dela por causas naturais foi uma excepção entre a multidão de suicídios cometidos por outros autores. A sua grande contribuição para o progressismo e o marxismo cultural foi o conceito de género como uma construção social que seria introduzida na psicologia e sexologia dos anos 50.

Um refúgio do progressismo repressivo

Kinsey, um pedófilo e promotor do sadomasoquismo, havia reivindicado que 37% dos homens tinham experimentado prazer em experiências homossexuais; mas depois a fraude foi descoberta: fez a pesquisa apenas entre a população prisional.

O rigor científico não era a preocupação do sexólogo mais influente da Universidade de Indiana. As conclusões de Kinsey, alcançadas após a realização de 5300 entrevistas pessoais, foram na verdade manipuladas pelos seus métodos e intenções. Além de fazer as entrevistas em contextos discrepantes da realidade social comum, como entre a população prisional, mais tarde soube-se também que Kinsey e a sua equipa praticavam a pedofilia e promoviam o sadomasoquismo na Universidade de Indiana.

A autora responsável por grande parte dessas denúncias foi Judith Reisman. Para os interessados vale a pena procurar: "Kinsey: crimes e consequências".

Igualmente perturbado foi o antropólogo francês Georges Bataille. Embora inicialmente tenha estudado para o sacerdócio, muito cedo abandonou esse caminho afirmando que as suas verdadeiras igrejas eram os bordéis de Paris.

Ele foi um defensor do satanismo orgiástico e fundou uma sociedade secreta para a prática de sacrifícios - não foram realizados, embora tivessem surgido voluntários - e sexo ritual.

Comentário:

A ideologia de género possui raízes e autores mais antigas que os que foramcitados neste texto. A diferença está no delineamento e consolidação da concepção de "género" como uma ideologia. 

O francês Abel Jenniere, por exemplo, autor de "Antropologia Sexual", foi um dos primeiros a dar os contornos dessa ideologia, ao tentar explicar por meio do pensamento antropológico o comportamento sexual humano. Os argumentos desse autor são rasos, mas ilustra com precisão o que seria dito décadas depois da sua obra por alguns dos autores citados acima, como Shulamith Firestone.

O arqueologista Timothy Taylor, professor da Universidade de Viena, defende que já na era glacial havia a concepção de "signos sexuais", o que podemos entender como equivalente à ideia de "género". Todavia, ao contrário de hoje em dia, a noção de género no passado servia para reforçar as diferenças entre os sexos e não para as ignorar. 

Os autores referidos neste texto desenvolveram a questão de "género" apenas como uma ideologia e puseram-lhe uma maquilhagem "científica", motivo pelo qual se tornaram mais conhecidos, bem como pelo avanço globalizado dos meios de comunicação.

in opiniaocritica.com.br (com informações Actuall)


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terça-feira, 16 de outubro de 2018

Ideologia de género nas escolas e hipersexualização das crianças

Uma "ficha sociodemográfica" distribuída na escola 'Francisco Torrinha', no Porto, causou uma certa indignação.

A dita ficha foi entregue a crianças de 9 e 10 anos de idade, e logo começa por perguntar o sexo/identidade de género, apresentando 3 hipóteses: homem, mulher e outro. Que "outro" é este? O que é que uma criança deve pensar quando olha para àquelas 3 hipóteses? «Será que sou um homem, uma mulher ou um outro? Se calhar sou um outro.» Mas em que "outro" estariam os responsáveis por esta ficha a pensar se na natureza humana apenas existem dois sexos: o masculino e o feminino?

Um pouco mais abaixo pergunta-se se a criança namora actualmente. É suposto namorar aos 9 anos? Com que propósito?

Logo de seguida pergunta se a criança já namorou anteriormente. É suposto começar a namorar com menos de 9 anos? Com que idade se deve começar a namorar? Com que propósito?

A pergunta seguinte é sobre quem é que a criança se sente atraída, e apresenta 3 hipóteses: homens, mulheres ou ambos. Esta atracção será sexual. Mas é suposto que uma criança de 9 anos se sinta atraída sexualmente? E é suposto que tenha isso presente? 

É suposto que uma criança se sinta atraída por "homens"? É suposto que a criança olhe para um homem e se sinta atraída sexualmente? Quem foi o tarado que elaborou estas perguntas?

As escolas estão a ser usadas para fazer autênticas lavagens cerebrais às crianças, muitas vezes à revelia dos próprios pais. A ideologia de género está a ser imposta à força em crianças que não têm idade suficiente para perceber o que lhes está a ser feito. Existe uma vontade clara de criar confusão em relação ao que é a natureza humana e também de tornar as crianças sexualmente activas o mais cedo possível.

Os pais devem começar a estudar alternativas a estas escolas, nomeadamente a hipótese de juntar os filhos de várias famílias e fazer homeschooling. A lei em Portugal permite que isto seja feito, com relativa liberdade.

João Silveira


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quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Modelo de Carta a enviar ao Director da Escola para não autorizar aulas de educação sexual

Este é modelo de Carta que devem escrever dirigido ao Director da  escola dos vossos filhos, com a seguinte mensagem sobre a não autorização de participação em aulas de educação sexual ou de género:

Exmº Senhor Director,

De acordo com a Constituição Portuguesa (art.º 36, nº 5) "Os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos”.

A educação sexual dos nossos filhos (educandos) é da nossa competência e é algo que nós fazemos, como pais, desde o seu nascimento, de um modo natural, integrado, progressivo, completo e respeitando as exigências das suas necessidades concretas, do seu crescimento e da sua dignidade pessoal.

Neste sentido, para o ano lectivo em assunto, desde já informamos que não autorizamos a participação dos nossos filhos, cujos nomes acima se referem, em qualquer aula, acção ou aconselhamento relativo a “educação sexual”, sem o nosso acordo por escrito, atempadamente solicitado pela escola.
Sem outro assunto, apresentamos os nossos melhores cumprimentos,
De V. Exa.

Atenciosamente,

_______________________
Encarregado(a) de Educação


Pela Escola – recebido em: ___/ ___/ ______, ___________________________
Carimbo / Assinatura


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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

D. Athanasius Schneider: As manifestações “gay pride” e a resposta católica correta

Um Bispo Católico tem o grave dever moral de levantar a sua voz e tomar uma posição em relação ao fenómeno das “marchas gay”. Isto porque existe, na Civilização Ocidental, uma disseminação sistemática das “marchas gay”. Além disso, é visível um apoio crescente por parte de representantes do clero Católico ao fenómeno “gay pride”. Simultaneamente, verifica-se um silêncio generalizado, passivo e medroso por parte daqueles que na Igreja deveriam enfrentar a situação e proteger a vida da Igreja da infiltração do veneno da ideologia da homossexualidade e do género, e proclamar a verdade sobre a Criação de Deus e sobre os Seus santos mandamentos.  


Nas últimas décadas começaram a difundir-se nas cidades do mundo ocidental manifestações públicas, chamadas “gay pride” (”orgulho gay”). Este fenómeno, em constante crescimento, tem o objetivo claro de conquistar a praça pública de todas as cidades do mundo ocidental e, a longo prazo, as cidades do mundo inteiro, com excepção dos países islâmicos por causa do temor de previsíveis contrarreacções violentas.

Tais manifestações são realizadas com enormes recursos financeiros e logísticos, acompanhadas duma publicidade propagandística apoiada em uníssono pelos sectores mais influentes da vida pública, isto é, pela nomenclatura política, pelos meios de comunicação, pelos poderosos impérios económicos e financeiros. Um tal apoio unânime por parte das mencionadas instituições públicas era típico dos sistemas históricos totalitários, a fim de impor à sociedade uma determinada ideologia. As manifestações chamadas gay pride assemelham-se inconfundivelmente às marchas propagandísticas de diversos regimes políticos totalitários do passado.  

Resta apenas uma instituição importantíssima na vida pública que não entrou ainda oficialmente, ou em grande medida, neste coro unânime de apoio às marchas chamadas “gay pride”. Esta voz é a da Igreja Católica. O totalitarismo da ideologia homossexual ou do gender, persegue o seu objetivo mais ambicioso, isto é conquistar o último bastião de resistência que é a Igreja Católica. Entretanto este objetivo viu, infelizmente, alguns sucessos, pois se constata que um número crescente de sacerdotes, e até alguns bispos e cardeais, exprimem publicamente, e em diversos modos, seu apoio a tais marchas totalitárias, chamadas gay pride. Com isso, tais sacerdotes, bispos e cardeais tornam-se activistas e promotores duma  ideologia que representa uma ofensa directa a Deus e à dignidade do ser humano, criado varão e mulher, criado à imagem e semelhança de Deus.

A ideologia do gender, ou a ideologia da homossexualidade, representa uma revolta contra a obra criadora de Deus, uma obra admiravelmente sábia e amorosa. Trata-se duma revolta contra a criação do ser humano em dois sexos: masculino e feminino, que são necessária e maravilhosamente complementares. Os actos homossexuais ou lésbicos profanam o corpo masculino o feminino, o qual é o templo de Deus. De fato, o Espírito Santo diz: “Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá. Porque o templo de Deus é sagrado - e isto sois vós” (1 Cor 3, 17). O Espírito Santo declara na Sagrada Escritura que os actos homossexuais são uma ignomínia, porque são contrários à natureza tal como ela foi criada por Deus: “Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario. Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento” (Rom 1, 26 - 28). O Espírito Santo declara pois que pessoas que cometam actos gravemente pecaminosos, aos quais pertencem também os actos homossexuais, não herdarão a vida eterna: “Não vos enganeis: nem os imorais, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os que praticam actos homossexuais, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de herdar o Reino de Deus” (1 Cor 6, 9-10). 

No entanto, a graça de Cristo é tão grande que pode transformar um idólatra, um adúltero, um homossexual praticante num homem novo. O texto citado da Palavra de Deus continua dizendo: “Alguns de vós têm sido isso [idólatras, adúlteros, sodomitas]. Mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados, em nome do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito de nosso Deus. Mas fostes lavados, fostes santificados, fostes justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” (1 Cor 6, 11). Diante desta verdade e realidade da graça resplandece no cenário anti-Divino e anti-humano da ideologia e da prática da homossexualidade a luz da esperança e do verdadeiro progresso, isto é, a esperança e a possibilidade real da transformação duma pessoa, que comete actos homossexuais, num homem novo, criado na verdade da santidade: “Vós, porém, não foi para isto que vos tornastes discípulos de Cristo, se é que o ouvistes e dele aprendestes, como convém à verdade em Jesus. Renunciai à vida passada, despojai-vos do homem velho, corrompido pelas concupiscências enganadoras. Renovai sem cessar o sentimento da vossa alma, e revesti-vos do homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade.” (Ef 4, 20 - 24). Estas palavras de Deus são a única mensagem digna da esperança e da libertação que um cristão, e muito mais ainda um sacerdote e um bispo, deveriam oferecer às pessoas que cometem actos homossexuais ou que propagam a ideologia do gender.

O totalitarismo e a intolerância da ideologia do gender requerem, segundo a própria lógica, também uma aceitação totalitária. Todos os sectores da sociedade, inclusive a Igreja Católica, deveriam, portanto, ser obrigados a exprimir de qualquer modo a aceitação desta ideologia. Um dos meios públicos mais difusos e concretos duma tal imposição ideológica é representado pelas marchas chamadas gay pride.

Não se pode negar que a Igreja Católica encontrar-se-á, num futuro não muito distante, diante duma situação semelhante à situação da perseguição pelo Império Romano nos primeiros três séculos, quando a adesão à ideologia totalitária da idolatria era obrigatória também para os cristãos. Naquela época o teste, ou a verificação de tal adesão, consistia no ato civil e politicamente correto de queimar alguns grãos de incenso diante da estátua dum ídolo ou do Imperador.

Hoje, em vez do ato de queimar grãos de incenso, foi introduzido o gesto de solidariedade para com as marchas chamadas gay pride por meio de palavras de boas-vindas da parte de clérigos, e até por meio de especiais celebrações religiosas para apoiar o suposto direito às actividades homossexuais e à difusão desta ideologia. Somos testemunhas do incrível cenário em que alguns sacerdotes, e até bispos e cardeais, sem envergonhar-se, estão já oferecendo grãos de incenso ao ídolo da ideologia da homossexualidade ou do gender sob os aplausos dos poderosos deste mundo, isto é, sob o aplauso dos políticos, dos media e de poderosas organizações internacionais.

Qual deveria ser a resposta certa dum cristão, dum católico, dum sacerdote e dum bispos diante do fenómeno assim chamado gay pride?

Em primeiro lugar deve-se proclamar com caridade a verdade Divina sobre a criação do ser humano, proclamar a verdade sobre a objetiva desordem psicológica e sexual da tendência homossexual, referindo a verdade da necessária, e discreta, ajuda às pessoas de tendência homossexual a fim de que recebam a cura e libertação da sua deficiência psicológica.

Ademais deve-se proclamar a verdade Divina sobre o carácter gravemente pecaminoso dos actos homossexuais e do estilo de vida homossexual, porque são ofensivos à vontade de Deus. Deve-se proclamar com preocupação verdadeiramente fraterna a verdade Divina sobre o perigo da perdição eterna das alms dos homossexuais praticantes e impenitentes.

Além disso, com coragem civil, e aplicando todos os meios pacíficos e democráticos, deve-se protestar contra o vilipêndio das convicções cristãs e contra a exibição pública de obscenidades degradantes. Deve-se protestar contra a imposição de marchas com carácter de militância politico-ideológica às populações de cidades inteiras  e países.

A coisa mais importante, contudo, encontra-se nos meios espirituais. A resposta mais poderosa e mais preciosa exprime-se nos actos públicos e privados de desagravo à santidade e à majestade Divinas, tão gravemente e publicamente ultrajadas com as marchas chamadas gay pride. 

Inseparável dos actos de desagravo é a oração fervorosa para a conversão e para a salvação eterna das almas dos promotores e dos activistas da ideologia da homossexualidade e sobretudo das almas das pessoas desgraçadas que praticam a homossexualidade.

Que as seguintes palavras dos Sumos Pontífices reforcem a resposta católica correta ao fenómeno chamado gay pride.

Papa João Paulo II protestava contra o gay pride de Roma no ano 2000, dizendo: “Julgo imperioso fazer referência às bem conhecidas manifestações [gay pride], que se realizaram em Roma nos dias passados. Em nome da Igreja de Roma, não posso deixar de exprimir profunda tristeza... pela ofensa aos valores cristãos duma Cidade, que é tão querida ao coração dos católicos do mundo inteiro. A Igreja não pode deixar de falar a verdade, porque faltaria à fidelidade para com Deus Criador e não ajudaria a discernir o que é bem daquilo que é mal.” (Palavras antes da oração do Angelus, 9 de Julho de 2000).

O Pontífice reinante Papa Francisco alertou em várias ocasiões para o perigo da ideologia do gender, quando p.e. dizia: “Tu, Irina, mencionaste um grande inimigo actual do casamento: a teoria do gender. Hoje está em ato uma guerra mundial para destruir o casamento. Hoje existem colonizações ideológicas que o destroem, não com as armas, mas com as ideias. Por isso, é preciso defender-se das colonizações ideológicas.” (Discurso durante o encontro com os sacerdotes, religiosos, religiosas, seminaristas e agentes da pastoral, Tbilisi, 1 de Outubro de 2016). “Estamos a viver um momento de aniquilação do homem como imagem de Deus. E aqui gostaria de concluir com um aspecto concreto, porque por detrás dele estão as ideologias. Na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina, na África, nalguns países da Ásia, existem verdadeiras colonizações ideológicas. E uma delas – digo-a claramente por «nome e apelido» - é o gender! Hoje às crianças – às crianças! –, na escola, ensina-se isto: o sexo, cada um pode escolhê-lo. E porque ensinam isto? Porque os livros são os das pessoas e instituições que te dão dinheiro. São as colonizações ideológicas, apoiadas mesmo por países muito influentes. E isto é terrível. Em conversa com o Papa Bento – que está bem e tem um pensamento claro – dizia-me ele: «Santidade, esta é a época do pecado contra Deus Criador». É inteligente! Deus criou o homem e a mulher; Deus criou o mundo assim, assim e assim; e nós estamos a fazer o contrário. Deus deu-nos um estado «inculto» para que o fizéssemos tornar-se cultura; e depois, com esta cultura, fazemos as coisas que nos levam ao estado «inculto»! Devemos pensar naquilo que disse o Papa Bento: «É a época do pecado contra Deus Criador»! (Discurso durante o encontro com os Bispos Polacos em ocasião da Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia, 27 de Julho de 2016).

Os verdadeiros amigos das pessoas que promovem e cometem acções degradantes durante as marchas chamadas gay pride, são os cristãos que dizem:

“Não queimarei nem sequer um grão de incenso diante do ídolo da homossexualidade e da teoria do gender, mesmo se – que Deus não o permita! – o meu pároco ou o meu bispos o fizessem.

Farei actos privados e públicos de desagravo e de orações de intercessão para a salvação eterna da alma de todos os que que promovem e praticam a homossexualidade.

Não terei medo do novo totalitarismo politico-ideológico do gender, porque Cristo está comigo. E já que Cristo venceu todos os sistemas totalitários do passado, Ele vencerá também o totalitarismo da ideologia do gender em nossos dias.”

Christus vincit, Christus regnat, Christus imperat!

28 de julho de 2018
+ Athanasius Schneider, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Maria Santíssima em Astana


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sábado, 14 de abril de 2018

A trágica história da primeira vítima da ideologia de género

A trágica história da primeira vítima do Dr. Money, o guru do "gender"

Publicada em Itália, 20 anos depois, a  terrível verdade sobre o caso que desacreditou para sempre o inventor da teoria de género

Incidente que aconteceu com o pequeno Bruce (nascido em 1965): por erro, numa circuncisão terapêutica o seu pénis foi queimado.

Os pais Ron e Janet, desesperados, após uma série de consultas médicas, recorreram ao Dr. John Money, um médico que tinham ouvido falar na TV sobre os milagres da "mudança de sexo".

Money era o ideólogo da identidade de género, baseada na ideia de que a identidade de uma pessoa não se apoia nos dados biológicos de nascimento, mas nas influências culturais e no ambiente em que cresce.

Money ficou eufórico por cuidar do pequeno.

O médico explicou aos pais que precisava deles para garantir que Bruce se tornasse feminina: que o vestissem como uma menina (agora com o nome de Brenda), deixassem crescer o seu cabelo, o fizessem sentir como uma ela e não um ele. Dessa maneira, viria a ter uma vida feliz.

BRENDA. Ron e Janet, pelo menos nos primeiros anos, entregaram-se de alma e corpo à sua missão. Mas qualquer coisa não estava a correr bem.

A pequena Brenda ignorava as bonecas que lhe davam de presente, gostava de andar à luta com os seus amigos, construía fortificações em vez de se pentear em frente ao espelho.

Os primeiros anos de escola agravaram consideravelmente a situação. Brenda começou a tornar-se particularmente violenta e foi rejeitada. Brenda continuou a comportar-se "como um rapazola", defendia o irmão nas brigas, e penava quando estava com as amigas. Tudo isso levou os pais à exaustão: Janet tentou o suicídio, Ron começou a beber.

Em 1980, o pai contou à filha a sua história. Brenda "sentiu-se aliviada" porque finalmente entendeu que "não era louca." A primeira pergunta que ele fez ao pai foi: "Qual é o meu nome?"'.

DAVID. Brenda/Bruce decidiu regressar ao seu sexo biológico. Escolheu o nome de David.

No Verão de 1988 David fez "uma coisa que eu nunca tinha feito antes. Acabei por rezar". Disse: "Tu sabes que eu tive uma vida terrível. Não tenho intenção de me lamentar conTigo, porque deves ter uma qualquer ideia do porquê de me estares a fazer passar por todas estas coisas. Mas eu poderia ser um bom marido, se me fosse dada a oportunidade."

OS REIMER. Os demónios não pararam de assolar a família Reimer.
Só Ron, o pai, após um período de dificuldade com o álcool, conseguiu retomar as rédeas da sua vida. A mãe Janet continuou a sofrer de crises profundas de depressão.
O irmão gémeo passou por rupturas conjugais, drogas, álcool. Suicidou-se em 2002.

David, após a morte do irmão, nunca mais foi o mesmo. A empresa onde trabalhava fechou, incompatibilizou-se com a mulher com quem entretanto tinha casado.

No dia 4 de Maio de 2004 foi até um estacionamento isolado e apontou a arma à cabeça. Tinha 38 anos.

Documentário:


Via É o Carteiro! (artigo original por Emanuele Boffi in tempi.it)


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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Papa Francisco critica o aborto e "novos direitos" surgidos depois de 1968

No discurso ao corpo diplomático acreditado junto da Santa Sé, o Papa Francisco criticou os "novos direitos" que surgiram depois do 'Maio de 68', especialmente o "direito" ao aborto. O Papa criticou ainda a colonização ideológica dos países mais ricos em relação aos mais pobres, numa referência que já antes tinha usado em relação à ideologia de género e "direitos LGBT" que estão a ser impostos em muitos países como condição para a ajuda financeira ou humanitária por parte de poderosas organizações como a ONU:

«Todavia deve notar-se que, ao longo dos anos – sobretudo depois das agitações sociais de 1968 –, se foi progressivamente modificando a interpretação de alguns direitos, a ponto de se incluir uma multiplicidade de «novos direitos», não raro contrapondo-se entre si. Isto nem sempre favoreceu a promoção de relações amigas entre as nações, porque se afirmaram noções controversas dos direitos humanos que contrastam com a cultura de muitos países, que, por isso mesmo, não se sentem respeitados nas suas próprias tradições socioculturais, antes veem-se transcurados nas necessidades reais que têm de enfrentar. Consequentemente pode haver o risco – de certa forma paradoxal – de que, em nome dos próprios direitos humanos, se venham a instaurar formas modernas de colonização ideológica dos mais fortes e dos mais ricos em detrimento dos mais pobres e dos mais fracos. Ao mesmo tempo, é bom ter presente que as tradições dos diversos povos não podem ser invocadas como pretexto para descurar o devido respeito dos direitos fundamentais enunciados pela Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Setenta anos depois, faz pena assinalar como muitos direitos fundamentais são violados ainda hoje. E, primeiro dentre eles, o direito à vida, à liberdade e à inviolabilidade de cada pessoa humana. A lesá-los, não são apenas a guerra ou a violência. No nosso tempo, há formas mais subtis: penso antes de mais nada nas crianças inocentes, descartadas ainda antes de nascer; às vezes não queridas, apenas porque doentes ou mal-formadas ou pelo egoísmo dos adultos. Penso nos idosos, também eles muitas vezes descartados, sobretudo se estão doentes, porque considerados um peso. Penso nas mulheres, que muitas vezes sofrem violências e prepotências, mesmo no seio das suas famílias. Penso depois em todos aqueles que são vítimas do tráfico de pessoas, que viola a proibição de toda e qualquer forma de escravatura. Quantas pessoas, especialmente em fuga da pobreza e da guerra, acabam objecto de tal traficância perpetrada por sujeitos sem escrúpulos!»

Papa Francisco in 'Discurso ao corpo diplomático acreditado junto da Santa Sé' (8.I.2018)


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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

CNN desmascara involuntariamente a Ideologia de Género

A CNN lançou há 2 dias esta campanha a nível mundial. O propósito era ridicularizar as "fake news". Mas na realidade o vídeo acabou por ridicularizar a Ideologia de Género e todas as aberrações ideológicas defendidas pela grande maioria dos meios de comunicação social e pelo 'politicamente correcto'. Tiro no pé, CNN!


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sábado, 8 de outubro de 2016

Papa Francisco: há uma guerra global para destruir o casamento

Na conferência de imprensa que ofereceu aos jornalistas a bordo do avião no qual regressou para Roma vindo da Geórgia e do Azerbaijão, o Papa Francisco disse que a doutrinação das crianças com a ideologia do género é uma maldade.


O Santo Padre respondeu a uma pergunta sobre as suas afirmações na Geórgia, quando disse que “uma grande inimiga, uma ameaça contra o matrimónio é a teoria do género”. "Hoje em dia, há uma guerra global para destruir o casamento", disse Francisco. "Não com armas, mas com ideias... temos que nos defender da colonização ideológica. O casamento é a coisa mais bonita que Deus criou", acrescentando que a Bíblia diz que Deus criou a mulher e o homem para se tornarem uma só carne. Na mesma resposta, o Papa disse que a aceitação cada vez maior do divórcio era outra ameaça à família.

A este respeito, o Papa recordou o que lhe disse um pai de família em França sobre algo que aconteceu enquanto comia com a sua família:

“Antes de tudo, acompanhei na minha vida de sacerdote, de bispo e até de Papa pessoas com tendência e também com prática homossexual. Eu acompanhei-as e aproximei-as do Senhor, alguns não podiam, mas acompanhei e nunca abandonei ninguém, que isto fique claro.

As pessoas devem ser acompanhadas como as acompanha Jesus. Quando uma pessoa tem essa condição e chega diante de Jesus, o Senhor não lhe dirá: Vai-te embora porque tu és homossexual! Não! Eu falei sobre a maldade que se faz hoje com a doutrinação da ideologia do género.

Um pai francês me contou que falava à mesa com os filhos – católicos – e perguntou ao menino de 10 anos: ‘O que quer ser quando crescer?’ ‘Uma menina’.

O pai notou que o livro da escola ensinava a ideologia de género e isso vai contra as coisas naturais. Isso eu chamo de colonizações ideológicas”.

in ACI Digital


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