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segunda-feira, 4 de maio de 2026

Comédias no Vaticano

“Em Cristo já somos um só, em virtude do Baptismo”.  Sendo assim, reverendíssima “Arcebispa” considerada, surrealisticamente, primaz da Comunidade Anglicana, embora nenhum dos seus ministérios seja (validamente) sacramental, não só pela sua condição feminina, mas também em virtude da ausência da sucessão Apostólica, a que se deveu reunirmo-nos nessa ecuménica comédia circense porque “anunciamos o mesmo Cristo”, independentemente das diferenças, que presumindo exprimir de um modo único e exemplar uma fantasiosa união singular, num imaginário dualismo, de um único Cristo, encarnado varão e mulher com a pretensão demoníaca delirante de sedutoramente persuadir uma existência real de uma identidade mono-alteridade crística deduzindo uma falsíssima compenetração complementar desmentida pala Revelação que afirma claramente a inimizade e incompatibilidade radical entre Cristo e o Anticristo.
 
Mas, uma vez que são um só, pelo Baptismo, vossa reverendíssima advoga alucinatoriamente que essa igualdade baptismal permite ou admite um cristo favorável e incentivador do aborto provocado, das autodenomidadas uniões corporalmente afecto-efectivas do mesmo sexo, e muitas outras coisas malignas. 

A Igreja Católica, isto é, a Religião Verdadeira, impelida pelas Palavras de Cristo, Seus milagres, curas de enfermos, exorcismos, ensinamentos, enfim, toda a Sua vida, morte, ressurreição e ascensão aos céus, não se atreve a corromper nem contrariar a Sua Revelação Salvífica e salutar. 

De modo que também parece extremamente excessivo dar uma falsa bênção com a cooperação de um bispo (Cardeal?) que, inclinando a cabeça devotamente, se persignou.

Padre Nuno Serras Pereira


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terça-feira, 28 de abril de 2026

domingo, 26 de abril de 2026

"Arcebispa" recebida no Vaticano

Esta senhora não é Arcebispo da Cantuária (Canterbury). Em primeiro lugar porque um Bispo tem de ser um homem. Em segundo porque a Igreja Católica não reconhece como válidas as sagrações episcopais nem as ordenações sacerdotais anglicanas.

Uma leiga que se faz passar por Bispo não pode ser recebida no Vaticano com as honras que seriam dadas a um legítimo Sucessor dos Apóstolos, em comunhão com a Santa Sé. Nem pode dar bênçãos, como tentou fazer na Capela Clementina, com o Arcebispo católico a benzer-se. Isto é apostasia.

São Tomás Moro, rezai por nós.


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quarta-feira, 11 de setembro de 2024

11 de Setembro e a derrota do Império Otomano na Batalha de Viena

O dia 11 de Setembro (de 2001) não foi escolhido por acaso. Alguns séculos atrás, a 12 de Setembro de 1683, sucedeu a mais vergonhosa e definitiva derrota que sofreu o Império Otomano, quando a Santa Liga Católica, uma união de estados do Sacro Império Romano-Germânico, liderada pelo rei polaco João III Sobieski, derrotou o exército do vizir otomano Kara Mustafa Paşa e impediu a dominação islâmica da Europa Cristã.

Por causa da sua posição estratégica como porta de entrada para os Estados Papais, os muçulmanos atacaram a Áustria com o objetivo de terminar a sua conquista da Europa pelo Sudeste, afim de construir uma mesquita no local da Catedral de São Pedro, no Vaticano.

A Batalha de Viena foi o auge de uma história de centenas de anos de guerra entre o mundo cristão e o islâmico, motivo pelo qual um dos jogadores mais importantes no tabuleiro era o Beato Marco D'Aviano, um monge capuchinho que teve a sua vida marcada pela luta na tentativa de proteger a Civilização Cristã e, finalmente, converter os islâmicos.

Depois de derrotados em Viena, os Otomanos foram sendo sucessivamente derrotados até à sua derrota final e dissolução do Império Otomano em 1918, quando acabou a Primeira Guerra Mundial. No entanto, o fim do avanço Otomano foi definitivamente conquistado pelos portugueses no mar e pela Liga em terra.

in Tradutores de Direita


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Sincretismo religioso

No vôo papal de Timor para Singapura foram distribuídos estes cartões de “oração” para as diferentes religiões. Incluindo a “oração” muçulmana, que omite a referência à Trindade e cita o Corão. No vôo papal…


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sábado, 16 de março de 2024

O Islão na Europa

Qual é a raiz ideológica da atitude que hoje (na Europa) temos em relação ao Islão? É a ideia de que não existe um dualismo lógico entre verdade e erro nem um dualismo moral entre bem e mal, mas que tudo é relativo às necessidades e interesses do indivíduo no momento presente.

Relativismo moral e pragmatismo político são duas faces desta abordagem à realidade que não se alimenta da realidade mas da utopia, porque crê num mundo fictício e irreal que o desejo de poder, mascarado de debilidade, do indivíduo pós-moderno é incapaz de conquistar.

Se a Europa quer sobreviver deve modificar esta atitude psicológica e cultural. Mas como é que podemos contribuir para esta mudança? Começando por reavivar a ideia de que existe o bem e o mal, em sentido objectivo e absoluto, e que a verdade e os princípios, sobre os quais está fundada a nossa civilização, não são para arquivar como ideias do passado ou preconceitos ideológicos.

Roberto di Mattei (historiador) in Corrispondenza Romana


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sábado, 22 de abril de 2023

O mau caminho do Anglicanismo

O Anglicanismo começou mal porque foi uma religião inventada por um homem que se queria "recasar" e a Igreja não permitiu. Vai daí, resolve fundar uma "Igreja" própria na qual ele era rei e senhor e podia fazer o que queria e lhe apetecia, independentemente da Lei de Deus. Mau prelúdio.

O Anglicanismo, nas últimas décadas, resolveu abraçar todas as ideologias que o mundo lhe propunha, com a promessa que desse modo se tornaria mais "moderno" e mais atractivo para as pessoas de hoje em dia. Os resultados estão à vista.

Que isto sirva de lição aos que querem que a Igreja Católica negue o que tantos Papas e Santos confirmaram ao longo dos séculos - para já não falar da própria Lei de Deus! - em troca duma modernidade supostamente atractiva...mas que, depois de adoptada, não faz mais do que afastar os corações que procuram a verdade e o bem.
 
Não é o mundo que responde aos anseios desses corações, apenas Deus o pode fazer.

Padre João Silveira


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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Concílio de Vienna contra a invocação pública do sacrílego nome de Maomé

É um insulto ao nome santo e uma desgraça para a fé cristã que em certas partes do mundo, sob o governo de príncipes cristãos, em que vivem os sarracenos, às vezes separadamente, às vezes em união com os cristãos, os sacerdotes sarracenos, comumente chamados zabazala, nos seus templos ou mesquitas, onde os sarracenos se reúnem para adorar o infiel Maomé, com veemência invoquem e exaltem o seu nome a cada dia e em determinadas horas do alto de um lugar. 

Isto traz descrédito à nossa fé e causa grande escândalo aos fiéis. Estas práticas não podem ser toleradas sem que desagrademos à Majestade Divina. Portanto, com a aprovação do sagrado Concílio, Nós proibimos estritamente a partir de agora essas práticas em terras cristãs. 

Ordenamos aos príncipes católicos, a todos e a cada um: Devem erradicar essa ofensa de uma vez por todas dos seus territórios e assegurarem-se que os seus súbditos façam o mesmo, para que assim obtenham a recompensa da felicidade eterna. Eles devem proibir expressamente a invocação pública do sacrílego nome de Maomé. Aqueles que presumem actuar de outra maneira devem ser castigados pelos príncipes por sua irreverência, para que os outros possam sentir-se desalentados a tal atrevimento.


Papa Clemente V - Concílio de Vienna (1311-1312)


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