segunda-feira, 20 de outubro de 2025
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025
Os Evangelhos são os textos mais fiáveis da Antiguidade
Podemos concluir que as cópias que possuímos dos Evangelhos se encontram bastante perto dos textos originais. Isto tanto pela proximidade cronológica como pela quantidade de cópias que existem.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2025
Orígenes denunciou os falsos evangelhos já no séc. III
Antigamente, entre os judeus, um grande número de pessoas presumia ter o dom da profecia, mas alguns eram falsos profetas. O mesmo se passou no tempo no Novo Testamento, em que muitos «empreenderam» escrever evangelhos, mas nem todos foram aceites. A palavra «empreenderam» contém uma acusação velada contra aqueles que, sem terem a graça do Espírito Santo, se lançaram na redacção de evangelhos. Mateus, Marcos, João e Lucas não «empreenderam» escrever mas, cheios do Espírito Santo, escreveram efectivamente os verdadeiros Evangelhos.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2024
Reforma litúrgica censura mais uma vez a Sagrada Escritura
A obra prima de São João Evangelista
sexta-feira, 18 de outubro de 2024
São Lucas Evangelista visto de perto
segunda-feira, 30 de setembro de 2024
Dia de São Jerónimo
quinta-feira, 1 de agosto de 2024
Festa de São Pedro ad Vincula
quinta-feira, 25 de abril de 2024
Dia de São Marcos, Apóstolo e Evangelista
domingo, 6 de agosto de 2023
Transfiguração de Nosso Senhor
sábado, 25 de março de 2023
In Annuntiatione Beate Mariæ Virgine
Ao sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem chamado José, da casa de David; e o nome da virgem era Maria. Ao entrar em casa dela, o anjo disse-lhe: «Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo.»
São Lucas 1, 26-38
segunda-feira, 5 de setembro de 2022
Recomendações da Sagrada Escritura sobre a amizade
quinta-feira, 30 de setembro de 2021
Como ler a Bíblia: um plano em três etapas
terça-feira, 4 de agosto de 2020
Os Sete Sacramentos e a Confissão de Fé de Westminster
No Capítulo XXVII da Confissão de Fé de
Westminster (calvinista), lemos o seguinte:
IV. Há apenas dois sacramentos instituídos por Cristo nosso Senhor no Evangelho; que são, o Baptismo e a Ceia do Senhor: nenhum dos quais pode ser celebrado por qualquer pessoa, mas por um ministro da Palavra legitimamente ordenado.
Esta afirmação contradiz a Fé Católica de duas formas:
Primeiro, não há dois sacramentos "instituídos por Cristo" mas sete sacramentos e isto pode ser provado só pela Sagrada Escritura.
Em segundo lugar, há uma tradição antiga de que o sacramento do Baptismo pode ser administrado por leigos (em caso de perigo de morte) e não somente por "um ministro da Palavra legitimamente ordenado."
Vejamos o primeiro erro. Cristo instituiu dois ou sete sacramentos? É um facto óbvio que Cristo instituiu sete sacramentos na Nova Aliança. Isto tem sido confirmado uma e outra vez em Concílios, tanto no Oriente como no Ocidente.
Tal como aprendemos da epístola de S. Paulo aos Hebreus, a Nova Aliança baseia-se no juramento de Deus. Em hebreu, jurar é, literalmente, "fazer-se em sete ou ligar-se a si mesmo por sete coisas." Vejam שָׁבַע no léxico hebreu para detalhes. Portanto, devemos esperar que a Nova e Eterna Aliança tenha sete partes e seja ractificada por sete indicadores da aliança: os sacramentos.
É por isso que a Sagrada Escritura detalha a instituição de exactamente sete sacramentos:
1. Baptismo – Mt 28, 19
2. Confirmação – João 16, 7; João 7, 39;
Lucas 3, 22; Actos 8, 14-17; Heb 6, 2
3. Eucaristia – Mt 26, 26-29; Jo 6
4. Penitência – João 20, 21-23
5. Extrema Unção – Mc 6, 13; Tiago 5, 14-15
6. Sagradas Ordens – Mt 26, 26-29, Actos 6,
3-6; 1Tim. 3, 1; 1Tim. 3, 8-9; 1Tim. 4, 14-16; 1Tim. 5, 17-19-22
7. Matrimónio – Jo 2; Mt 19, 10-11; Ef 5,
31-32
Esta é a verdadeira fé dos Apóstolos, Padres e Doutores da Santa Igreja Católica. Mais, é evidente que são necessários mais de dois sacramentos. Se o baptismo nos lava dos nossos pecados, então como é que se absolvem os pecados pós-baptismais? Obviamente que isto requer o sacramento da Penitência (que, já agora, foi ensinado por Santo Agostinho).
Mais ainda, se a salvação depende em perseverar na hora da morte (e não o "uma vez salvo, salvo para sempre" ou outra coisa parecida), então deve haver um sacramento apontado para essa última hora - a Extrema Unção. Mais ainda, se o matrimónio deve ser dirigido pela Igreja e não pelo estado (uma heresia terrível de Lutero que levou ao debate reconhecido pelo estado do "casamento gay"), então o matrimónio tem que ser um sacramento. E assim por diante. As afirmações protestantes de "dois sacramentos" falham biblicamente e na prática.
Em segundo lugar, será verdade que o baptismo só pode ser administrado por "um ministro da Palavra legitimamente ordenado", como diz a Confissão de Fé de Westminster? Não, a Igreja Católica sempre disse que o baptismo pode ser ministrado por qualquer pessoa.
O baptismo sacramental é o meio pelo qual Cristo regenera a alma, lava do pecado original e incorpora a pessoa no Seu Corpo místico. Confere infalivelmente a graça. Cristo disse que a não ser que uma pessoa seja baptizada, não pode entrar no reino dos Céus (cf. Jo 3, 3-5). E visto que Deus "quer que todos os homens se salvem" (1Timóteo 2, 4), dava jeito que este sacramento fosse administrado por qualquer pessoa e com um elemento que está disponível em todo o mundo - a água. Onde quer que haja humanos, há água. O desejo universal pela salvação da humanidade pode ser compreendido pela generosidade de Deus neste sentido.
Visto que o baptismo é necessário para a salvação, o Papa Gelásio I (Papa de 492 dC até 496) disse que os baptismos dos leigos e leigas eram válidos e aceites por Cristãos em todo o lado. A Sagrada Tradição até regista que o eunuco da Etiópia, baptizado por S. Filipe em Actos 8, trouxe o sacramento salvador do Baptismo para a Etiópia.
Concluindo, a teologia sacramental da Confissão de Fé de Westminster falha em apreciar aquilo que os Cristãos já acreditavam muito antes do século XVII - nomeadamente, que a economia sacramental de Cristo é mais generosa e completa do que os protestantes dizem e que o chamamento ao Baptismo é mais generoso e gracioso do que a Confissão de Fé de Westminster estipula.
Taylor Marshall










