quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Nossa Senhora de Fátima pediu para que se rezasse e fizesse sacrifícios pelos pecadores

"Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios por os pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas." 
Nossa Senhora em Fátima, 19 de Agosto de 1917


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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Um novo fascismo chamado Google

James Damore, engenheiro da Google, foi despedido pela multinacional de serviços online por ter dito que mulheres e homens são biologicamente diferentes e têm aptidões diferentes. E disse também que quem tem ideias consideradas "conservadoras" é perseguido e tem medo de expressar as suas opiniões dentro (e fora) da empresa. A Google decidiu confirmar este relatório certeiro de James Damore e despediu-o com base nessas suas ideias.

Neste vídeo Paul Joseph Watson faz uma análise certeira a este caso e à perseguição que a Google faz a quem ousa desafiar o politicamente correcto.


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A cabeça de João Baptista

«Dá-me agora mesmo num prato a cabeça de João Baptista.» E Deus permitiu que tal acontecesse, não lançou um raio do alto dos Céus para devorar aquele rosto insolente; não ordenou à Terra que se abrisse e engolisse os convivas daquele horroroso banquete. 

Deus dava assim a mais bela coroa ao justo e deixava uma consolação magnífica aos que, no futuro, viessem a ser vítimas de injustiças semelhantes. Escutemo-lo, pois, todos nós que, apesar da nossa vida honesta, temos de suportar os malvados: o maior dos filhos nascidos de mulher (cf Lc 7,28) foi levado à morte a pedido de uma jovem impudica, de uma mulher perdida; e foi-o por ter defendido a lei divina. Que estas considerações nos façam suportar corajosamente os nossos próprios sofrimentos. 

Mas repara no tom moderado do evangelista, que procura até circunstâncias atenuantes para este crime. A propósito de Herodes, nota que agiu «por causa do juramento e dos convidados» e que «ficou consternado»; e a propósito da jovem, observa que tinha sido «instigada pela mãe». 

Aprendamos, também nós, a não odiar os malvados, a não criticar as faltas do próximo, ocultando-as tão discretamente quanto possível, a acolher a caridade na nossa alma. Porque, acerca desta mulher impudica e sanguinária, o evangelista falou com toda a moderação possível; tu, porém, não hesitas em tratar o teu próximo com malvadez. 

Não é assim que se comportam os santos; pelo contrário, eles choram pelos pecadores, em vez de os amaldiçoarem. Façamos como eles; choremos por Herodíades e pelos que a imitam. Porque vemos hoje muitos banquetes do género do de Herodes, nos quais não se condena à morte o precursor, mas se destroem os membros de Cristo.

São João Crisóstomo in Homilias sobre S. Mateus, n.º 48


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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Mais imagens da peregrinação da FSSPX a Fátima




















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Santo Agostinho sobre a Santa Missa, purgatório e salvação das almas

Não se pode negar que as almas dos falecidos são aliviadas pela piedade dos parentes vivos, quando oferecem por elas o sacrifício da Missa ou quando praticam esmolas na Igreja. 

No entanto, estas coisas aproveitam àquelas almas que, quando viviam, mereceram que se lhes pudessem aproveitar depois. Pois há um certo modo de viver, nem tão bom que aproveite destas coisas depois da morte, nem tão mau que não lhes aproveitem. Há tal grau no bem que o que possui não aproveita de menos; ao contrário, há tal grau no mal que não pode ser ajudado por elas quando passar desta vida. 

Portanto, aqui o homem adquire todo o mérito com que pode ser aliviado ou oprimido após a morte. Ninguém espere merecer diante de Deus, quando tiver falecido, o que durante a vida desprezou.

Santo Agostinho in 'As Oito Questões de Dulcício' 2, 4


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domingo, 27 de agosto de 2017

Homens e mulheres pensam de maneira diferente



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A Europa aos tiros nos pés

Não me agradam nada as coisas que vejo num futuro relativamente próximo, e com as quais terei que viver durante grande parte da minha idade adulta. Temo vir a viver num país onde os valores que nos moldaram como Sociedade Ocidental deixem de existir. 

Digo isto porque penso que será natural que a presente diluição cultural da Europa nos contagie com cada vez mais força. Temo particularmente dois aspectos: a islamização da Europa e a ideologia de género.

1. É grave a tremenda falta de capacidade da Europa para lidar com um problema de movimentação massiva de povos, e que não tem qualquer retorno – pelo menos que eu vislumbre. 

Acredito que a Europa que eu herdei terminou. Pelo menos um ciclo. E isso preocupa-me. E não me satisfaz absolutamente nada a resposta de “tem que ser assim”, “as coisas mudam”, “temos que aprender a viver com a mudança”. E cada vez me convencem menos aqueles que dizem que não, que a Sociedade Ocidental não está nem vai mudar.

A primeira reacção que tenho ao ver o que se passa com a migração islâmica e a sua exagerada ostentação é que parece haver uma acção clara de confronto. Preocupar-me-ia moderadamente se a questão residisse apenas num cada vez mais elevado número de pessoas que procurassem refúgio numa Europa culturalmente rica, capazmente integradora das diferenças. A questão é que não é isto que se passa. O que se passa é um óbvio e naturalíssimo aproveitamento, por parte de uma cultura inteira, dum vácuo de ideias, de um fosso de visão de uma não-cultura encapotada numa politicamente correcta “abertura e acolhimento”, que, neste caso, já se verificou que é o mesmo que dizer: “não temos identidade nenhuma, não temos ideia nenhuma do que fazer convosco, ocupem o fosso cultural que vos deixámos”. A minha crítica não é a essa nova cultura, é a nossa falta de cultura.

Preocupa-me a incompreensível e suicida falta de interesse dos decisores do Ocidente em encontrar uma resolução para esta questão. Preocupa-me a ideia de que sejamos tão básicos que a nossa inacção se prenda apenas com interesses económicos imediatistas de grandes grupos. Não vejo resposta nenhuma para esta situação. Viveremos numa Europa em declínio, sem volta a dar?
Como cristão, preocupa-me que certos valores em que acredito venham a ser cada vez mais postos em causa. Intriga-me a ideia de que estes valores venham a ser atacados por uma cultura que, com toda a probabilidade, me virá bater à porta mais tarde ou mais cedo. 

Talvez seja exagero meu, este receio desta nova cultura, mas neste caso culpo os órgãos de comunicação social que me fazem chegar esta visão a casa. Acho que sou realista ao temer que não se trata meramente do sensacionalismo mediático. 

2. O segundo aspecto que vejo contribuir para a diluição cultural da Europa é o tentacular lobby da ideologia do género, que, como a peste negra, contamina o Ocidente. 

Obviamente ligado ao problema da migração cultural que antes referi está o facto de a Europa, ao invés de se querer afirmar como Civilização, parecer que quer enterrar a cabeça e a alma com ainda mais força, rapidez e urgência, como uma avestruz. Não pretendendo definir ideologia do género, espanta-me a eficácia dos seus tentáculos. A título nada exaustivo, refiro dois ou três:

a) a destruição da educação aliada ao endoutrinamento forçado de crianças e adultos. Hoje, todos somos coagidos por todos os meios a aceitar ideias que se opõem em absoluto aos valores com que fomos educados e à visão de matriz cristã acerca do Homem. No espaço de poucas décadas, programas de (des)educação foram feitos com o objectivo de obrigar as crianças a acreditar em ideias que, até hoje, estavam na liberdade educativa dos pais passarem aos filhos. 

O pelouro da educação no que respeita aos valores e à identidade (o cerne da educação) foi sendo sub-repticiamente retirado aos pais em prol da promoção de valores que só por fora são bons: como é que se chegou ao ponto de achar que é normal que “promover a saúde pública” se faça ensinando multidisciplinarmente “valores sobre sexualidade” a crianças até aos dez anos?

b) a opressão de valores tão básicos como a liberdade editorial de livros não obrigatórios através da censura, disfarçada de protecção de “direitos à igualdade” (o caso recente da amedrontada Porto Editora).  Como é que se pensa que é razoável “promover a igualdade” obrigando editoras particulares a repensarem os seus conteúdos, ao ousarem afirmar que a cor ‘’azul está associada aos rapazes? Como é que é possível que um médico que emita uma opinião pessoal, não pretendendo representar ninguém a não ser ele mesmo, seja publicamente linchado como um Hitler?

E o espantoso é que a óbvia contradição lógica de censurar e perseguir quem emita opiniões discordantes do que “é suposto” em prol da igualdade e da liberdade não é sequer problema para quem censura e persegue. 

c) há um quase inexplicável ódio e uma fúria quase incompreensível atrás desta onde que acena a bandeira da “igualdade e da liberdade para tudo e mais alguma coisa” contra aqueles que defendem o que a Sociedade Ocidental nos legou. Há uma urgência evidente em cortar com todas as raízes que serviram de base ao que somos hoje. Há uma escondida, actuante e sistemática excomunhão dos conceitos como Tradição, Verdade, Beleza, Bem.

Preocupa-me, claro, pensar que soluções e caminhos encontrará a minha Europa para estas questões. Se me parece realisticamente negro o cenário que as duas realidades que abordei implicarão para o mundo em que os meus filhos viverão, alegra-me por outro lado pensar que, como cristão, esta é já uma história muito antiga e que devo depositar toda a minha esperança n´Aquele que disse que O devo amar sobre todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo.

Resta-me tentar viver isso com aqueles com quem me cruzo, rezar pelos que atacam as ideias e valores em que acredito, e pedir a Deus pela unidade cada vez maior daqueles que são d´Ele. 
A confusão destes tempos leva a um quase incompreensível radicalizar de posições mesmo dentro dos cristãos. Verifico em mim que, não podendo ceder à Verdade daquilo que Jesus ensinou, sou obrigado a uma permanente análise à minha misericórdia, em primeiro ligar com os que estão na mesma barca que eu.

Tenho para mim que estes não são tempos para sermos light nas coisas que fazemos, nas coisas que dizemos, nos comportamentos que temos. Este tempo exige que tentemos ser intrinsecamente bons, mesmo quando ninguém vê ou ouve o que pensamos. Diariamente. Deus nos ajude!

Bernardo Castro


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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Atentado em Barcelona: Em vez do minuto de silêncio rezou-se o Pai Nosso

Na praça de touros de Sanlúcar de Barrameda, em Cádis, estava planeado um minuto de silêncio pelas vítimas do atentado terrorista em Barcelona há poucos dias. Um homem corajoso resolveu começar o Pai Nosso e a multidão continuou com a oração. Um momento comovente.


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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Mãe recebe nos seus braços o filho prematuro

Ward Miles nasceu prematuro, tinha então 5 meses e meio. Com uma saúde bastante frágil, ficou imediatamente ao cuidado dos médicos. A Mãe, Lindsey, apenas pôde pegar o seu filho ao colo 4 dias depois deste ter nascido. É esse momento indescritível que vemos no vídeo, assim como algumas imagens do primeiro ano de vida deste bebé lutador.


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O maior grupo de peregrinos durante o Centenário de Fátima

Nos dias 19 e 20 de Agosto a Fraternidade Sacerdotal São Pio X esteve em Fátima numa peregrinação internacional. É o grupo de peregrinos mais numeroso, neste ano do Centenário das Aparições, com cerca de 10 mil fiéis de todo o Mundo.
in fsspx.news
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Sábado, dia 19 de Agosto, cumpriram-se 100 anos da aparição de Nossa Senhora aos Três Pastorinhos nos Valinhos. Nessa tarde foi celebrada Missa Solene pelo Pe. Franz Schmidberger nas imediações do Santuário; seguiu-se a procissão até aos Valinhos (sítio da aparição de Nossa Senhora) onde foram rezados o Terço do Rosário e a Ladainha a Nossa Senhora.

A Santa Missa:
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A Procissão até aos Valinhos:


in laportelatine.org

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O Terço nos Valinhos:
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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Irmãs contemplativas com síndrome de Down

'Irmãzinhas Discípulas do Cordeiro' é uma congregação fundada em 1985 pelo Abade de Fontgombault e reconhecida em 1990 pelo Cardeal Jean Honoré, de Tours. 

Na vocação contemplativa estas raparigas portadoras de síndrome de Down podem consagrar-se inteiramente a Deus. O objectivo da fundação é permitir que as pequenas irmãs atendam a uma vocação religiosa contemplativa seguindo o carisma de São Bento (Ora et labora) e de Santa Teresinha do Menino Jesus (o pequeno caminho). 

Para isso, as irmãs escorreitas vivem com as irmãs com Síndrome na mesma comunidade, sob as mesmas regras. É um claro sinal das mãos do Senhor que chama a todos para santidade. 

"Na realidade, porém, a própria coragem e serenidade com que muitos irmãos nossos, afectados por graves deficiências, conduzem a sua existência quando são aceites e amados por nós, constituem um testemunho particularmente eficaz dos valores autênticos que qualificam a vida e a tornam, mesmo em condições difíceis, preciosa para o próprio e para os outros." Papa João Paulo II Encíclica Evangelium Vitae


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Cristãos europeus: Acordem!



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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Cardeal Burke explica a essência da "correcção" ao Papa

Uma vez que o Papa Francisco optou por não responder às 5 questões sobre se a exortação apostólica 'Amoris Laetitia' está em conformidade com os ensinamentos católicos, torna-se “necessária” uma “correcção” das orientações em que o seu ensinamento se afasta da fé católica, disse o Cardeal Raymond Burke numa nova entrevista.

O Cardeal, que é um dos quatro que, há quase um ano, assinaram os Dubia para pedirem ao Papa a clarificação dos seus ensinamentos, explicou, em entrevista ao The Wanderer, como prosseguiria o processo para a realização de uma “correcção formal”.

“Parece-me que a essência da correcção é bastante simples”, explicou Burke. “Por um lado, define-se o ensino claro da Igreja; por outro lado, é apresentado o que é realmente ensinado pelo Pontífice Romano. Se houver uma contradição, o Pontífice Romano é chamado a corrigir o seu próprio ensinamento em obediência a Cristo e ao Magistério da Igreja”, afirmou.

“Levanta-se a questão: Como seria isso feito? É feito muito simplesmente por uma declaração formal à qual o Santo Padre seria obrigado a responder. Os cardeais Brandmüller, Caffarra, Meisner e eu usamos uma antiga prática da Igreja para propor os Dubia ao Papa”, continuou o Cardeal.

“Isso foi feito de uma forma muito respeitosa e não de modo agressivo, a fim de dar-lhe a oportunidade de afirmar o ensino imutável da Igreja. O Papa Francisco escolheu não responder aos cinco Dubia, portanto agora é necessário simplesmente afirmar o que a Igreja ensina sobre o casamento, a família, actos intrinsecamente maus e assim por diante. Estes são os pontos que não são claros nos actuais ensinamentos do Pontífice Romano; portanto, esta situação deve ser corrigida. A correcção incidiria então principalmente sobre esses pontos doutrinários”, acrescentou.

No ano passado, os quatro cardeais trouxeram a público as suas perguntas (Dubia) depois que o Papa não lhes ter dado uma resposta. Eles esperavam que, respondendo às suas cinco perguntas de sim-ou-não, o Papa dissiparia o que eles chamavam de “incerteza, confusão e desorientação entre muitos fiéis” decorrentes da controversa exortação.

Em Junho, os 4 cardeais publicaram uma carta dirigida ao Papa na qual pediram, sem sucesso, uma audiência privada para discutir “a confusão e a desorientação” existente dentro da Igreja devido à exortação.

A exortação tem sido usada por vários bispos e grupos de bispos, incluindo os da Argentina, Malta, Alemanha e Bélgica, para emitir directrizes pastorais que autorizam que a Comunhão seja dada a católicos divorciados-civilmente-recasados a viver em adultério. Mas os bispos do Canadá e da Polónia emitiram declarações, com base na leitura do mesmo documento, proibindo tais casais de receber a Comunhão.

O Papa Francisco não entrou ainda em diálogo com os três restantes cardeais.

Burke afirmou na entrevista ao The Wanderer que o Papa é o “princípio da unidade dos bispos e de todos os fiéis”. “No entanto, a Igreja está a despedaçar-se neste momento com confusão e divisão”, disse ele. “O Santo Padre deve ser chamado a exercer o seu ofício para pôr fim a isto”, acrescentou.

Se o Papa mantiver a sua recusa em responder aos Dubia, o “próximo passo seria uma declaração formal reafirmando os ensinamentos claros da Igreja, conforme o estabelecido nos Dubia“, disse Burke.

“Para além disso, seria declarado que essas verdades da Fé não estão a ser afirmadas com clareza pelo Pontífice Romano. Por outras palavras, em vez de colocar as perguntas conforme foi feito nos Dubia, a correcção formal daria as respostas de forma clara, em conformidade com o que os ensinamentos Igreja”, acrescentou.

É  amplamente consensual que os Cardeais, seguindo as doutrinas da Igreja sobre o casamento, a confissão e a Eucaristia, responderiam às cinco perguntas de sim-ou-não deste modo:

Seguindo as afirmações da Amoris Laetitia (n. 300-305), um casal adúltero habitual pode obter a absolvição e receber a Sagrada Comunhão? NÃO

Com a publicação da Amoris Laetitia (ver n. 304), ainda se pode considerar válido o ensinamento de São João Paulo II, na Veritatis Splendor, de que existem “normas morais absolutas que proíbem actos intrinsecamente maus e que são vinculantes sem excepções”? SIM

Depois da Amoris Laetitia (n. 301), ainda se pode afirmar que o adultério habitual pode ser uma “situação objectiva de pecado grave habitual”? SIM

Após as afirmações de Amoris Laetitia (n. 302) são os ensinamentos de João Paulo II na Veritatis Splendor ainda válidos de que “circunstâncias ou intenções nunca podem transformar um ato intrinsecamente desonesto pelo seu objecto, num acto ‘subjectivamente’ honesto ou defensível como opção”? SIM

Depois da Amoris Laetitia (n. 303), ainda é necessário considerar válido o ensinamento da encíclica Veritatis Splendor de São João Paulo II “que exclui uma interpretação criativa do papel da consciência, e afirma que a consciência jamais está autorizada a legitimar excepções às normas morais absolutas que proíbem acções intrinsecamente más pelo próprio objecto”? SIM

O Cardeal Burke afirmou que os fiéis católicos que estão frustrados com a liderança do Papa Francisco na Igreja não devem considerar alguma ideia de “cisma”. “As pessoas falam de um cisma de facto. Eu sou absolutamente contrário a qualquer tipo de cisma formal – um cisma nunca pode ser correcto”, disse ele.

“As pessoas podem, no entanto, estar a viver numa situação cismática se o ensino de Cristo foi abandonado. A palavra mais apropriada seria a única que Nossa Senhora usou na sua Mensagem de Fátima: apostasia. Pode haver apostasia dentro da Igreja e, de facto, é o que está a acontecer. Relacionado com a apostasia, Nossa Senhora também se referiu à falha dos pastores em manter a Igreja unida”, acrescentou.

Peter Baklinski in LifeSiteNews 
Tradução: odogmadafe.wordpress.com


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A vida de Santa Beatriz da Silva

Santa Beatriz nasceu em 1424, na cidade portuguesa de Campo Maior. Era descendente de família real. Foi agraciada com uma surpreendente beleza física e grandes qualidades morais. Foi educada pelos franciscanos, que fizeram brotar no seu coração uma forte devoção a Nossa Senhora. Desde menina, Beatriz rezava para que a Igreja proclamasse o dogma da Imaculada Conceição de Maria. A beleza, as virtudes e a devoção a Maria serão determinantes no caminho de Santa Beatriz.

Juventude e mudança para Castela

Quando a sua prima D. Isabel, rainha de Portugal, se casou com Dom João II de Castela, Santa Beatriz acompanhou-a como dama de honra na Corte de Castela, região que hoje faz parte da Espanha. Por causa da sua beleza, simpatia e nobreza, Beatriz logo passou a ser a preferida e admirada pelos cortejos de todos. Beatriz, porém, cultivava um amor cristão pelas pessoas e não se deixava levar pelas paixões mundanas.

Santa Beatriz: perseguida por causa de sua beleza

A Rainha gostava de saber que a sua dama de honra era elogiada e querida por todos. Todos falavam da jovem Beatriz, bela e carismática, atraente e virtuosa. Depois, porém, D. Isabel começou a olhar para Beatriz como uma rival. O ciúme fez-se presente no coração da Rainha de maneira irreversível. Tanto que, depois de algum tempo, a Rainha decidiu matar Santa Beatriz por asfixia.

Foi assim que, numa noite infeliz a Rainha levou Santa Beatriz até à parte subterrânea do palácio e enterrou-a viva num cofre que ficava no local. No pensamento da Rainha, o “problema” estava resolvido.

O chamamento de Nossa Senhora a Santa Beatriz

Aparentemente a morte era certa no caminho de Santa Beatriz. No auge de sua angústia, ela encomendou a sua alma a Deus e, num ato de amor e compreensão, pediu perdão também pela Rainha. Santa Beatriz sentia muito estar prestes a morrer sem receber os sacramentos, mas aceitou a morte próxima.

Mas aquilo que parecia o fim transformou-se no grande chamamento de Santa Beatriz. Aconteceu que, de repente, uma grande luz brilhou naquele cofre escuro e Santa Beatriz viu a Virgem Imaculada com o menino Jesus nos braços. Nossa Senhora vestia hábito e escapulário brancos e nos ombros um manto de um azul celeste. Sobre a sua cabeça brilhavam doze estrelas.

Maria, então, disse: “Minha filha, vês os hábitos que trago? Pois bem. Ao fim de três dias serás livre desta prisão e fundarás uma Ordem religiosa em louvor a minha Conceição Imaculada.”

Conversão na vida de Santa Beatriz

Depois de três dias todos começaram a notar a ausência de Santa Beatriz na Corte. O seu tio D. João de Menezes, procurou a Rainha para perguntar sobre a sua sobrinha. A Rainha ficou furiosa com a pergunta do súbdito e levou-o até o cofre, esperando achar ali um corpo em decomposição.

Quando abriram o cofre, porém, a surpresa: Santa Beatriz estava bela, sorridente e com uma aura celestial que iluminava o seu rosto. A Rainha ficou aterrorizada. Santa Beatriz ajoelhou-se aos seus pés e pediu permissão para sair da Corte e ir para um Mosteiro.

Santa Beatriz partiu, então, para o Mosteiro de São Domingos, em Toledo. A sua meta agora era preparar-se no silêncio e na oração, para a grande missão que Nossa Senhora lhe dera.

Quando Santa Beatriz chegou ao Mosteiro de S. Domingos, cobriu o seu rosto com um véu a fim de que ninguém mais se perdesse por causa da sua beleza.

Santa Beatriz e as demoras de Deus

Santa Beatriz passou mais de 30 anos no silêncio e na oração no Mosteiro de S. Domingos. Foi como certas árvores gigantescas que, antes de lançarem um broto acima da terra, aprofundam as suas raízes, que ficam escondidas sob o solo. Assim foi com Santa Beatriz.

Depois de mais de 30 anos, Nossa Senhora aparece uma segunda vez a Santa Beatriz. A Virgem Maria ordenou o início da construção da sua Ordem religiosa.

Santa Beatriz funda a Ordem das Concepcionistas

Providencialmente, Santa Beatriz recebeu ajuda da filha da sua adversária, também chamada D. Isabel, com o apelido de “a Católica”. Esta tornou-se co-fundadora e benfeitora da nova Ordem religiosa. Doou para a Ordem os Palácios de Galiana e a Igreja de Santa Fé. Ela mesma pediu e obteve a Bula de Aprovação do Papa Inocêncio VIII.

Assim, em 1484, Beatriz deixou o Mosteiro de S. Domingos e, acompanhada de 12 jovens, entrou nos palácios de Galiana adaptados à forma de Mosteiro. Ali começaram a viver a vida monástica. Vestiam hábito e escapulário brancos, manto azul e cingiam-se com o cordão seráfico, como na aparição de Nossa Senhora. Mais tarde, todas fizeram os votos perpétuos.

A morte de Santa Beatriz

Aos 67 anos Santa Beatriz recebeu uma terceira visita de Nossa Senhora. Esta disse-lhe:

“Minha filha, prepara-te que de hoje a 10 dias virás comigo para o paraíso”. Santa Beatriz pensou na Ordem nascente e nas suas filhas espirituais ainda jovens e, numa prece ardente e fervorosa, implora a protecção de Deus para a sua obra. O Espírito de Deus inspirou-a a colocar a Ordem nascente sob a protecção dos Franciscanos, pois eles eram defensores da Conceição Imaculada de Maria.

Depois disso, Santa Beatriz ficou gravemente enferma. Assim, chegou o dia predito por Nossa Senhora: 9 de Agosto de 1491. Deitada no seu leito de morte, Santa Beatriz ainda estava com o seu rosto encoberto. Então, uma das irmãs, com muita reverência, descobriu lhe o rosto. Foi uma surpresa maravilhosa para todos. O seu rosto conservava toda a beleza da juventude acrescida de uma aura celestial de paz e felicidade e uma luz sobre a sua cabeça.

Todas as suas filhas espirituais, mais seis sacerdotes Franciscanos e monjas Cistercienses que tinham vindo assistir aos últimos momentos de Santa Beatriz testemunharam o milagre. A notícia espalhou-se rapidamente pela região e o povo invadiu a clausura  para contemplar a Santa do brilho celestial ainda viva, como se já estivesse glorificada no Céu. A luz só desapareceu quando a alma de Santa Beatriz subiu para o paraíso.

Devoção à Santa Beatriz

Santa Beatriz deu ao mundo um testemunho vivo de fé no dogma da Imaculada Conceição de Maria, 400 anos antes da sua declaração oficial pela Igreja. Ela ensinou-nos a saber esperar as demoras de Deus. Santa Beatriz é a santa da decisão, da força de vontade, da paciência, do perdão, da obediência, da maturidade. Santa Beatriz, ensinai-nos a sofrer as demoras de Deus com paciência e confiança!

in 'Cruz Terra Santa'


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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Reparar os ultrajes, sacrilégios e indiferenças contra o Santíssimo Sacramento

"Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-vos profundamente e ofereço-vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores."

Anjo de Portugal aos Pastorinhos de Fátima



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