domingo, 15 de fevereiro de 2026

Clero chinês sobre controle do Governo

O controlo estatal sobre a Igreja Católica na China atingiu um novo e restritivo nível.

Segundo o *IlTimone.it* de 13 de Fevereiro, o governo chinês exige agora que o clero oficialmente reconhecido — bispos, sacerdotes, diáconos e religiosos — entregue os seus passaportes às autoridades centrais.

De acordo com as novas regras, o clero não poderá conservar documentos de viagem nem deslocar-se ao estrangeiro de forma independente, incluindo a Hong Kong, Macau ou Taiwan.

Qualquer viagem ao exterior deverá receber aprovação prévia do Estado, e, ao regressar, o clérigo deverá apresentar um relatório detalhado das suas actividades no prazo de sete dias.

O sistema reflecte os controlos impostos aos funcionários do Partido Comunista, tratando, na prática, os dirigentes religiosos como figuras politicamente sensíveis.

No dia 4 de Fevereiro, a Conferência Episcopal Chinesa apoiou publicamente os novos regulamentos, declarando que a prática religiosa deve conformar-se com os “interesses nacionais” do país.

A política baseia-se no Artigo 40 do Regulamento sobre os Assuntos Religiosos da China, o qual limita as actividades religiosas colectivas a locais registados e a clero aprovado pelo Estado.



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