A 13 de Maio de 1981, em plena Praça de São Pedro, o Papa João Paulo II foi alvejado três vezes por um turco, Ali Agca. O Papa caiu nos braços dos Gendarmes e foi levado com toda a urgência para o hospital, onde foi operado durante seis horas. Ter sobrevivido àquele ataque foi considerado um milagre:
«Mas, inexplicavelmente, o projéctil fez um desvio a poucos milímetros da aorta, não tendo atingido outros centros vitais, como a artéria ilíaca e o uréter, nem quaisquer plexos nervosos.
De facto, ainda hoje o terrorista Ali Agca não percebe porque falhou o tiro mortal, disparado na direcção do abdómen do Papa, apenas a uma distância de três metros do local onde se encontrava na Praça de São Pedro.
Se o projéctil tivesse percorrido o seu trajecto normal, João Paulo II teria morrido poucos minutos depois esvaído em sangue. “Uma mão disparou e outra guiou a bala”, confidenciaria, por sua vez, o Papa a André Frossard, certo de que a partir daquele instante se iniciara uma nova fase na sua vida, para sempre inseparável de Fátima.» (no livro ‘O Segredo que Conduz o Papa’)
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