quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A ideologia LGBT quer tornar-se numa ditadura

A intenção ideológica das associações LGBT está a tornar-se cada vez mais invasiva, a ponto de querer prejudicar a liberdade de imprensa e de expressão, obrigando os jornalistas a mudar o significado das definições, dos discurso e dos argumentos.

Conforme relatado pelo site da La Manif pour Tous Itália, o Departamento Nacional Contra as Discriminações Raciais, que pertence ao Ministério da Igualdade de Oportunidades italianos, publicou um documento dirigido aos jornalistas intitulado: "Directrizes para uma informação respeitosa das pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais". De acordo com este documento:

I: O sexo é uma característica anatómica, mas cada um escolhe ser homem ou mulher “independentemente do sexo anatómico de nascimento".

II: Diante dos "Coming out", ou seja, das pessoas que revelam as suas próprias preferências sexuais, é preciso ressaltar os aspectos positivos como a coragem de quem 'sai do armário'.

III: Considerar o termo "lésbica" um elogio.

IV: Sempre em relação ao “feminino”, se um transexual se sente mulher o jornalista tem que transcrever ‘a trans’ e não ‘o trans’.

V: Em vez de falar de prostitutas ou prostitutos use-se melhor a expressão ‘profissionais do sexo’.

VI: Educar os leitores a um parecer benevolente sobre o ‘casamento homossexual’ ou sobre “outra instituição ad hoc para o reconhecimento dos direitos LGBT”. A ideia básica é inculcar que "o casamento não existe in natura, enquanto que a homossexualidade existe in natura”. E ainda “os três conceitos: tradição, natureza, procriação’ são indício de homofobia”

VII: É proibido falar de "casamento tradicional", e, em contraste de “casamento gay”, traduzindo como “casamento entre pessoas do mesmo sexo”.

VIII: Sobre o tema da adopção é proibido argumentar que a criança "precisa de uma figura masculina e de uma feminina como condição fundamental para a integridade do equilíbrio psicológico". É proibido falar de "barriga de aluguer", expressão "pejorativa", que deve ser substituída pela mais elegante "gestação de apoio".

IX: Quando nos programas são tratadas estas questões, os que conduzem, não são obrigados ao contraditório porque “Não existe uma espécie de consenso pré-determinado, objcetivo, além do qual se torna imprescindível o contraditório”.

X: Os fotógrafos nas suas reportagens aos “Gay Pride” (orgulho gay) são convidados a evitar imagens de pessoas “reluzentes e nuas”.

Também sobre o tema do "dever de crónica” que obriga a publicar todas as declarações, mesmo aquelas “de políticos e de representantes das instituições” não totalmente de acordo, que os discursos contrários à ideologia do género sejam colocados entre aspas, sublinhados como errados, contrapostos àqueles de representantes das organizações LGBT, que serão prontamente entrevistados. Recomenda-se também uma “especial atenção no título”. in Zenit


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