quinta-feira, 5 de março de 2026

Bispo Strickland sobre o Silêncio do Vaticano e a FSSPX

O Bispo Joseph Strickland dois textos no site PillarsOfFaith.net sobre as sagrações episcopais da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X (FSSPX). Frases principais:

Primeira Declaração: O Silêncio do Vaticano é uma Decisão

- A situação actual envolvendo a FSSPX revelou uma vez mais uma realidade grave e não resolvida dentro da Igreja – uma realidade que não pode ser descartada, adiada indefinidamente, ou respondida com silêncio.

- Sem novos bispos, a continuidade dessa formação sacerdotal e da vida sacramental não pode ser sustentada.

- Quando tais preocupações são apresentadas com calma, respeito e repetidamente – e são recebidas não com clareza mas com silêncio – o próprio atraso torna-se uma decisão.

- A unidade na Igreja não se preserva pela ambiguidade.

Segunda Declaração: A Continuidade Não é Rebelião

- O Arcebispo Marcel Lefebvre acreditava que elementos fundamentais da vida católica – a formação sacerdotal tradicional, a teologia sacramental clara e a antiga liturgia romana – estavam a ser postos de lado.

- É historicamente inegável que a liturgia tradicional e a formação sacerdotal foram preservadas em grande parte porque ele e outros não quiseram permitir que desaparecessem completamente.

- As tensões de 1988 não surgiram do nada.

- Surgiram de uma ampla confusão doutrinária, experimentação litúrgica e instabilidade pastoral.

- O desejo de continuidade não é rebelião; é um instinto de fé.

- A Igreja é hierárquica por instituição divina. As consagrações episcopais não são actos privados, mas expressões visíveis de comunhão com o Sucessor de Pedro. Esta estrutura não é opcional. A unidade pertence à própria natureza da Igreja.

- Contudo, a unidade não pode ser sustentada pela ambiguidade. A autoridade não é concedida apenas para governar, mas para salvaguardar o que foi transmitido.

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