(Gandhi)
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Embora seja noite (S.João da Cruz)Bem eu sei a fonte que mana e corre,
Embora seja noite.
Aquela eterna fonte não a vê ninguém
E bem sei onde é e donde vem, Embora seja noite.
Não sei a fonte dela, que não há,
Mas sei que toda a fonte vem de lá, Embora seja noite.
Não pode haver, eu sei, coisa tão bela
E céus e terra beleza bebem dela, Embora seja noite.
Porque não pode ali o fundo achar,
Eu sei que ninguém a pode atravessar, Embora seja noite.
A claridade sua não escurece
E sei que toda a luz dela amanhece, Embora seja noite.
Tão caudalosas são suas correntes
Que regam céus, infernos e as gentes, Embora seja noite.
E desta fonte nasce uma corrente
E bem sei eu que é forte e omnipotente, Embora seja noite.
E das duas a corrente que procede
Sei que nenhuma delas a precede, Embora seja noite.
E esta eterna fonte está escondida
Em este vivo pão a dar-nos vida, Embora seja noite. .
Aqui está a chamar as criaturas
Que bebem desta água, e às escuras, Porque é de noite.
Esta viva fonte que desejo,
Em este pão de vida, aí a vejo; Embora de noite.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
toquesdeDeus.blogspot.com
domingo, 25 de fevereiro de 2007
sábado, 24 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Qual o jejum que agrada ao Senhor?
Quaresma: tempo de sacrifício
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
"Arrependei-vos e acreditai no Evangelho"
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Cinzas
Quaresma olé
Os tempos penitenciais
A penitência é uma expressão muito significativa da união dos cristãos ao mistério da Cruz de Cristo. Por isso, a Quaresma, enquanto primeiro tempo da celebração anual da Páscoa, e a sexta-feira, enquanto dia da morte do Senhor, sugerem naturalmente a prática da penitência.
Jejum e abstinência
Na disciplina tradicional da Igreja, a concretização do jejum fazia-se limitando a alimentação diária a uma refeição, embora não se excluísse que se pudesse tomar alimentos ligeiros às horas das outras refeições.
Ainda que convenha manter-se esta forma tradicional de jejuar, contudo os fiéis poderão cumprir o preceito do jejum privando-se de uma quantidade ou qualidade de alimentos ou bebidas que constituam verdadeira privação ou penitência.
A abstinência, por sua vez, consiste na escolha de uma alimentação simples e pobre. A sua concretização na disciplina tradicional da Igreja era a abstenção de carne. Será muito aconselhável manter-se esta forma de abstinência, particularmente nas sextas-feiras da Quaresma. Mas poderá ser substituída pela privação de outros alimentos e bebidas, sobretudo mais requintados e dispendiosos ou da especial preferência de cada um.
Contudo, devido à evolução das condições sociais e do género de alimentação, aquela concretização pode não bastar para praticar a abstinência como acto penitencial. Lembrem-se os fiéis de que o essencial do espírito de abstinência é o que dizemos acima, ou seja, a escolha de uma alimentação simples e pobre e a renúncia ao luxo e ao esbanjamento. Só assim a abstinência será privação e se revestirá de carácter penitencial.
Determinações relativas ao jejum e à abstinência
- O jejum e a abstinência são obrigatórios em Quarta-feira de Cinzas e em Sexta-feira Santa.
- A abstinência é obrigatória, no decurso do ano, em todas as sextas-feiras que não coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades. Esta forma de penitência reveste-se, no entanto, de significado especial nas sextas-feiras da Quaresma.
- O preceito da abstinência obriga os fiéis a partir dos 14 anos completos.
- O preceito do jejum obriga os fiéis que tenham feito 18 anos até terem completado os 59.
- Aos que tiverem menos de 14 anos, deverão os pastores de almas e os pais procurar atentamente formá-los no verdadeiro sentido da penitência, sugerindo-lhes outros modos de a exprimirem.
- As presentes determinações sobre o jejum e a abstinência apenas se aplicam em condições normais de saúde, estando os doentes, por conseguinte, dispensados da sua observância.
Determinações relativas a outras penitências
- Nas sextas-feiras poderão os fiéis cumprir o preceito penitencial, quer fazendo penitência como acima ficou dito, quer escolhendo formas de penitência reconhecidas pela tradição, tais como a oração e a esmola, ou mesmo optar por outras formas, de escolha pessoal, como, por exemplo, privar-se de fumar, de algum espectáculo, etc.
- No que respeita à oração, poderão cumprir o preceito penitencial através de exercícios de oração mais prolongados e generosos, tais como: o exercício da via-sacra, a recitação do rosário, a recitação de Laudes e Vésperas da Liturgia das Horas, a participação na Santa Eucaristia, uma leitura prolongada da Sagrada Escritura.
- No que respeita à esmola, poderão cumprir o preceito penitencial através da partilha de bens materiais. Esta partilha deve ser proporcional às posses de cada um e deve significar uma verdadeira renúncia a algo do que se tem ou a gastos dispensáveis ou supérfluos.
- Os cristãos que escolherem como forma de cumprimento do preceito da penitência uma participação pecuniária orientarão o seu contributo penitencial para uma finalidade determinada, a indicar pelo Bispo diocesano.
- Os cristãos depositarão o seu contributo penitencial em lugar devidamente identificado em cada igreja ou capela, ou através da Cúria diocesana. Na Quaresma, todavia, em vez desta modalidade ou concomitantemente com ela, o contributo poderá ser entregue no ofertório da Missa dominical, em dia para o efeito fixado.
As formas de penitência não se excluem mas completem-se mutuamente
- É aconselhável que, no cumprimento do preceito penitencial, os cristãos não se limitem a uma só forma de penitência, mas antes as pratiquem todas, pois o jejum, a oração e a esmola completam-se mutuamente, em ordem à caridade. (Normas publicadas com data de 28 de Janeiro de 1985).
domingo, 18 de fevereiro de 2007
É Carnaval, ninguém leva a mal
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
Duarte Vilar dixit
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
nobre povo
Parece que a nossa história acaba aqui. Claro que não, mas não deixa de ser uma grande seca para este povo o que ontem sucedeu. Poderíamos ter feito parte de uma das gerações fantásticas que foram construindo este país desde os tempos em que ele nem sequer existia. Isto do aborto, obviamente não é invenção portuguesa, mas não nos livramos de sofrer com ele. São os tais erros espalhados pela Rússia que NSF bem alertou e que, paradoxalmente, entraram no mundo ocidental pela porta do mais forte oponente do bloco soviético. Já antes, Lenine se encarregara de trazer essa novidade ao mundo, como que não satisfeito com os passos que se davam na abolição da escravatura (Nação Valente) e outros males.
Álvaro Cunhal em 1940 já colocava esta erva daninha neste nosso jardim atlântico. Felizmente Deus não dorme e deu-nos muitos anos para nos prepararmos para este mal da Rússia comunista, que foi copiado, julgado pela Alemanha de Hitler e mais tarde punido nos julgamentos de Nuremberga.
Tivemos anos e anos para nos prepararmos, mas sem vontade política tudo se torna mais difícil. Ainda assim, por obra e graça do ES foi-nos concedida uma dilação de 9 anos para dotarmos o país de espaços físicos e de gente capaz de evitar a inevitabilidade do aborto liberal. Foi bom voltar a ver as igrejas cheias sem ser pela missa de domingo. Provavelmente, desde o tempo das guerras que isto não sucedia. Estas sementes darão os seus frutos quando chegar a primavera de Portugal.
Hoje é o primeiro dia do resto deste país. Não nos entristeçamos nem nos lamentemos, pois o Bom Combate pela Reconquista já começou.
Portugal perdeu: a terra tremeu
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
Fim de campanha: NÃO, OBRIGADA!
Dia 8:
Desde as 9h30 até às 13h00 na praça do comércio a distribuir panfletos - Vamos ter um camião com um ecrã gigante a passar várias coisas. É preciso ajuda!!!!
Às 14h00 passamos para a praça da figueira - Vai estar presente a comunicação social e vários VIP's pelo NÃO. É preciso ajuda!!!!
Às 21h00 vai realizar-se o Mega Encontro VOTA NÃO! no coliseu. Serão distribuidos bilhetes à entrada. É senza e vai ser o máximo! É preciso encher o coliseu!!!!
Dia 9:
Panfletagem de manhã e à tarde (ainda estamos a ver o melhor lugar...)
Comício final de campanha em Braga, com a presença de inúmeros notáveis da política, da cultura, do desporto, etc.
Estamos a organizar um autocarro - Ponto de encontro: 16h00 à frente dos Jerónimos.
Preço 10€. Inscrições com o João Silveira.
É preciso ajuda!
A cultura da VIDA tem de continuar em Portugal!
Não podemos baixar os braços!
DIA 11 VAMOS TODOS VOTAR NÃO!!!
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
Vigília de oração
domingo, 4 de fevereiro de 2007
sábado, 3 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Jantar "Mulheres pelo não"
Dia: 4 de Fevereiro, próximo Domingo -
Preço: €15/pessoa
Hora: 19.30
Confirmadas presenças: Laurinda Alves, Maria do Rosário Carneiro, Matilde Sousa Franco, entre outras ...
Pede-se urgente mobilização de todas(os), quando estaremos a menos de uma semana do referendo. Não é fácil reunir 400 mulheres num jantar, quando se verifica pouca mobilização por causas. Mas estamos certos que esta justifica o nosso empenho.
P.F. confirmar (para nos sossegar...):e.mail de confirmação: contacto@independentespelonao.org (Filipe Anacoreta Correia)
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
legalização, descriminalização, despenalização: o referendo é sobre quê?
o que o referendo quer saber é se desejamos que se torne mais fácil fazer um aborto do que tirar a carta de condução.
para conduzir = maior de idade + licença de condução obtida em estabelecimento legalmente autorizado - pagas tu;
para abortar = menor de dez semanas + intervenção efectuada em estabelecimento legalmente autorizado + Estado paga.
O preço até é capaz de ser o mesmo (não sei o preço da carta hoje em dia); a diferença é que na primeira hipótese paga o próprio, na segunda paga o Estado.
De facto, a condução não está liberalizada; Mas vai ser mais fácil abortar do que tirar a carta.
domingo, 28 de janeiro de 2007
CBS News Poll: Majority of Americans Want Abortion Illegal, Restrictions
The poll was conducted from January 18-21 and it surveyed 1,168 adults nationwide.
The survey asked respondents to give their "personal feeling" about abortion and asked them whether they wanted abortion to be always permitted, subject to greater restrictions, allowed only in cases of rape, incest or saving the life of the mother, or only allowed to save the life of the mother.
CBS News did not ask respondents whether they thought abortion should never be allowed, although it tabulated the results of those who volunteered that answer.
According to the CBS News poll, 47 percent of Americans want to prohibit all or most abortions and 16 percent want them to be greatly restricted.
About 30 percent of those polled want to limit abortions to the very rare cases of rape, incest or life of the mother and another 12 percent want abortions allowed only in when the pregnancy threatens the mother's life. Another 5 percent said abortions should always be illegal.
Just 31 percent of the public wants to permit abortion in all cases.
The results are similar to a CBS News poll last January that found 51 percent want all or most abortions illegal and just 29 percent wanting them allowed in all cases.
Commenting on the survey results, Ramesh Ponnuru of National Reviews says "The good news for pro-lifers is that in the latest poll 47 percent of the public says that abortion should be generally banned."
"The bad news is that there seems to be a bit of a leftward trend," Ponnuru said. He pointed out that the pro-abortion totals have risen slightly in the last year while the pro-life totals have declined slightly.
However, other recent polls have shown that Americans are moving in a pro-life direction.
A November Newsweek poll found the number of pro-life Americans rose 5 percent while the number of Americans who support abortion fell four percent compared to a previous poll it conducted in 2005.
A March Zogby poll also found that Americans support limits on abortion by wide margins.
It showed 69 percent of voters agree with prohibiting federal taxpayer funds from being used to pay for abortions, 69 percent support parental notification for girls 16 or younger and by a 55 percent for girls 18 and younger.
Zogby found 56 percent of Americans back a 24-hour waiting period on abortion, 64 percent would charge criminals with a second crime for killing or injuring an unborn child in the course of an attack on a pregnant woman, and 69 percent don't want their tax money to pay for abortions or promoting abortion in other nations.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
Ando distraído...
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
música dedicada à nocas
Franco Zeffirelli
«Eu sei bem - explicava - o que significa nascer contra o desejo dos outros, porque sou filho ilegítimo. O meu nascimento foi um escândalo. A minha mãe, que era modista, perdeu toda a clientela que tinha na alta sociedade florentina. E desde o princípio teve que ultrapassar milhares de obstáculos para que eu pudesse nascer. Até a sua mãe, minha avó, queria que abortasse. Diziam que eu estaria condenado ao ostracismo. No entanto, ela negou-se rotundamente a abortar.
Passei a infância em situações difíceis, mas sempre fui amado, e isto, sim, influenciou-me. A minha mãe perdeu os seus clientes, mas dizia que não se importava nada.
Eu sou uma espécie de aborto frustrado. Estou no mundo um pouco por acaso. Talvez seja por isso que aprecie mais o milagre da vida».
(Alfonso Aguilló)
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
domingo, 21 de janeiro de 2007
O mundo às avessas
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
Sentença Proferida em 23/02/1990 pelo Tribunal de Coruche
Destruição de três pinheiros mansos que suportavam cerca de 27 ninhos de cegonha branca, dos quais 23 com ovos por eles distribuídos, Maria da Graça Cunha foi condenada pela autoria de um
crime:
previsto no artº 18º nº 1 al. a) da Lei nº 30/86, de 27.8 e punível pelo artº 31º nº 8 do mesmo diploma legal, infringindo dessa forma, igualmente, a Directiva 79/409/CEE, de 2.4.79 (actualizada pela Directiva 85/411/CEE, de 25/6/85) e a Convenção de Berna relativa à conservação da vida selvagem e dos "habitats" naturais da Europa (aprovada para ratificação pelo DL 95/81, de 23.7),
na pena de:
oitenta dias de prisão, substituídos por igual tempo de multa à taxa diária de mil escudos, e de cinquenta dias de multa à mesma taxa diária, ou seja, na multa única de cento e trinta mil escudos, em alternativa de 87 (oitenta e sete) dias de prisão.
e ainda
condena-se a arguida a reconstituir a situação que existia anteriormente mediante a construção de dois suportes artificiais para colocação de estruturas adequadas a substituir ninhos de cegonhas brancas (...).Conclusão: a pergunta do referendo deveria ser "concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez de uma cegonha, se realizada até às 10 semanas a pedido da mulher ou da própria cegonha, com o auxílio de um técnico legalmente autorizado?"
sábado, 13 de janeiro de 2007
Aborto: a lei vigente
Evitar perigo de morte ou grave e duradoura lesão materna - até às 12 semanas
Nascituro incurável ou com doença grave ou malformação congénita - até às 24 semanas
Fetos inviáveis - a todo o tempo
Violação - até 16 semanas
Neste referendo, o que está em causa não é a despenalização do aborto, mas a sua liberalização até às 10 semanas.
Alterar a lei para quê?
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
Balbúrdia no Oeste
Se o Referendo fosse hoje, como votava?
Sim - 60,1
Não - 28,7
Não votava - 10,1
É bom relembrar que a pergunta que vai ser feita a todos os eleitores mereceu discórdia de praticamente metade dos juízes do Tribunal Constitucional, onde apenas foi aprovada por um voto de diferença. Esta posição não esteve ligada à posição ante o aborto, mas sim à incorrecção da pergunta, que pode induzir em erro.
O mesmo estudo que dá os resultados que acima coloquei, formulou outra pergunta aos inquiridos:
Na situação de uma Mãe que não deseja ter um filho, o aborto devia ou não ser autorizado?
Não - 45
Sim - 43
NS/NR - 12
Este trabalho demonstra ainda que a larga maioria dos portugueses, acima dos 80%, concorda com o aborto em caso de risco vida da mãe, feto com deficiências, violação. O problema é que parece que ninguém se dá conta que nestas situações a actual lei já permite o aborto muito para lá das dez semanas.
Conclusão: falta MESMO esclarecer o Oeste da Europa.
A nossa missão: Ir à procura de quem precisa ser esclarecido.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Sim ao aborto
2. se vivemos num Estado de Direito é suposto as leis serem cumpridas; logo é uma hipocrisia querer que a lei exista e depois não querer a sua aplicação.
3. Além disso, a Igreja primeiro deixou entender que não ia intervir na campanha mas afinal tem marcado a sua posição sem equívocos.
4. Depois dizem que o aborto já é permitido em caso de violação, de risco de vida da mãe e blá blá, e que por isso não deve ser possível abortar apenas a pedido da mulher. E porque não?
Estes são alguns argumentos a favor do sim que eu hoje ouvi na rádio-telefonia e que claramente têm pés de barro. Estou convencido que alguém que é de forma assumida a favor do sim muito dificilmente irá mudar de opinião apenas com base na demonstração argumentativa. Ao fim ao cabo, a principal convicção de muitos defensores da IVG resume-se mesmo ao "E porque não? Desde que não me chateiem, deixem lá fazer o aborto".
Por este motivo, a maneira de se explicar que o aborto não é positivo será através da demonstração do que até agora foi feito (ex: ajuda berço, pav, mdv, etc). Seria bom ter um elenco completo das instituições que surgiram como resposta a este flagelo.
Pensamento do dia
sábado, 6 de janeiro de 2007
Wszystkiego najlepszego
Aqui em Varsóvia a situação dos católicos não é fácil no momento. A Igreja está a atravessar um período complicado que está a dividir os fiéis. Eu, por outro lado, alegro-me por saber que em Portugal pelo menos neste momento a Igreja une-se, nem que seja só em oração, por uma mesma causa: a defesa da vida!
Como o meu irmão uma vez já referiu, o aborto na Polónia já foi legal. No entanto, devido ao baixo número de abortos realizados nesse período, acabou por se alterar a lei. Por enquanto ainda não sei grandes pormenores, mas vou tentar saber para se divulgar este caso exemplificativo e tentar acabar com certas ideias absurdas que ainda existem na nossa sociedade sobre esta questão.
Beijinhos a todos e continuação de bons resultados, quer no futebol, quer no referendo!!
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
VIVA!
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Jantar amanhã!
amanhã antes da vigília vai haver jantar.
Quem vem? Sei que vão estar a jogar à bola, mas nem todos...
Confirmados:
Pe. Duarte, Pe. Nuno S P e Pe. Duarte S L ... and many more!
Ponto de encontro às 20h00 na igreja do lumiar.
Avisem-me, sff, para ter uma ideia de quantos somos e resevar o restaurante.
Cheers MacRiana
Entrevista de Fernando Santo (treinador do Benfica) ao jornal A Bola
EM 1994, o padre Luís deu a Fernando Santos um exemplar do livro A Fé Explicada, da autoria do clérigo norte-americano. Leo J. Trese. E a vida do técnico encarnado começou a mudar, aproximando-
Foi nesse curso que lhe deram o crucifixo que o acompanha em todas os momentos. Até durante os jogos de futebol. Foi também nessa altura que lhe disseram «Cristo conta contigo» e Fernando Santos respondeu «pode contar.»
— Que significa paira si a espiritualidade?
— É algo que só se sente. No meu caso sinto a presença do Espírito Santo. Quando dizemos que alguém tem muita espiritualidade, tem a ver com a presença desse espírito, que nos conduz a algo em que acreditamos, que pauta a vida segundo certos e determinados princípios.
— Esse sentimento altera a vida de uma pessoa?
— Claro. E tem a ver com fé, que é algo em que se acredita sem se ver, ao contrário de São Tomé. Para se ter fé é preciso acreditar numa coisa que não se conhece, porque a partir do momento em que é conhecido deixa de ter sentido falar em fé. Mas quando se encontra esse caminho da fé, isso passa a pautar a nossa vida.
— Ter fé é um processo evolutivo, ou pode ser um clique, um instante que tudo muda?
— Ser chamado à fé pode revestir muitas formas. Há uma passagem no Evangelho, que diz que logo pela manhã estavam os trabalhadores sentados numa praça à espera que os chamassem para a labuta e afinal uns eram imediatamente convocados, outros só ao meio-dia, outros à tarde e outros à noite e no fim todos recebiam por igual. Eu interpreto essa passagem como as diferentes vias de chegar à fé. Há quem tenha sido baptizado e nunca tenha andado afastado da igreja, outros só mais tarde é que regressaram aos caminhos da fé e outros ainda só já na idade adulta receberam o baptismo.
— Como foi o seu caso?
— Foi um caso de clique. Como quase todos os miúdos do meu tempo fui baptizado, andei na catequese, fiz a primeira comunhão, fui crismado e depois... desliguei.
Dediquei-me aos estudos, ao futebol e a fé ficou, de algum modo, de lado, embora nunca tenha deixado de agradecer, rezando à noite. Isso fiz sempre. Posso, nesses tempos, ter-me afastado da igreja, mas nunca me afastei de Deus. E a fé precisa de ser alimentada, é, nesse aspecto, como a vida, porque se não comermos nem bebermos acabamos por morrer.
— Mas voltando ao seu caso...
— Ainda antes do clique que senti, costumo dizer que tive um período mais do que ligado à fé, ligado à fezada. Toda a gente sabe do que estou a falar! Quando estamos aflitos ou vamos a igreja, ou vamos a Fátima, ou colocamos uma vela para que o exame corra bem.
É uma facilidade terrível... é dar um chouriço e ficar à espera, em troca, de um porco. Quando entramos no futebol, esta fezada confunde-se amiúde com religião mas é, acima de tudo, superstição: entrar com o pé direito, com o benzer e por aí fora. Mas, neste processo de algum afastamento, nunca abandonei os princípios da igreja apostólica, católica e romana: casei pela igreja, baptizei os meus filhos e coloquei-os em colégios de matriz cristã. Ia sobretudo à igreja quando tinha casamentos e baptizados mas, como tenho cerca de 60 afilhados, posso dizer que fui lá muitas vezes.
— E o clique?
— Aconteceu durante a inauguração da clínica de um amigo meu, o Manuel Pinto Coelho. Estava lá o sacerdote - o padre Luís - que foi realizar a bênção do espaço e no fim pediu-me boleia.
No caminho falámos bastante e quando o ia deixar em casa disse-lhe que um dia gostava de conversar com maior profundidade com ele. Passados uns tempos liguei-lhe e fomos almoçar. Ofereceu-me um livro, A Fé Explicada, de 1959, autoria do padre norte-americano Leo J. Trese, porque já sabia das minhas dúvidas, especialmente aquela ideia que nos colocavam na cabeça na escola de um Deus castigador.
— O livro ajudou-o ?
— A verdade é que li o livro e ajudou-me bastante. Descobri que Deus não só não é castigador como perdoa sempre; e a gravidade daquilo que fazemos depende muito das circunstâncias e da consciência do pecado que está a ser cometido. Outra questão que me metia confusão era a da criação do Universo. Cientificamente está provado que foi através do Big Bang. Mas quem carregou no botão? E aí, para mim, a resposta só pode ser uma: Deus.
— Tudo mudou, a partir dessa conversa e desse livro?
— Comecei a ir à igreja, à eucaristia, dando expressão a uma necessidade de aproximação e entendimento. Aliás, eu sempre fora demasiado racional e queria perceber tudo. Ora, a fé não se percebe, sente-se.
— Esse clique inicial foi aprofundado?
— Sim. No dia em que fui despedido do Estoril, em 1994, um casal amigo, à noite, em minha casa, falou-me de um curso de cristandade, argumentando que se tratava de um retiro durante três dias que poderia ser bom para mim. Primeiro disse que não, mas depois, pensando melhor, porque me sentia em baixo, acabei por aceder.
— Estava mesmo a viver um grande problema?
— Reconheço hoje que aquilo que me parecia um drama pessoal, ter saído, após 20 anos, do Estoril, não tinha esse valor: eu mantinha o meu emprego de engenheiro no Hotel Palácio, a minha mulher era professora, os meus filhos estudavam e o ambiente em minha casa era bom, mas a verdade é que na altura acreditava estar perante um grande problema e três dias de retiro podiam ser interessantes. E lá fui, na expectativa de que me ajudasse a pensar, a organizar ideias, a ter uma nova perspectiva sobre o que queria da vida.
— E o que aconteceu?
— Não deixando de continuar a ser eu, com os meus defeitos e virtudes, a minha vida mudou.
Sem magias ou pozinhos de prilimpimpim, apenas encetando um relacionamento diferente com os outros. E recordando algumas coisas, por exemplo que Deus é Pai, é Filho e é Espírito Santo, que é omnipresente, que Deus está vivo em cada um de nós. Disseram-me «tu és Cristo». «Eu, Cristo?», pensei, mas em todos os baptizados Cristo é continuado.
Houve muitas coisas importantes, muitas revelações naqueles três dias.
— Quer partilhá-las connosco?
— Reflecti sobre o que Cristo disse quando Lhe perguntaram qual era o maior dos Mandamentos inscritos nas Tábuas da Lei: «O primeiro é 'Amai a Deus acima de tudo' e o segundo (q[ue não constava das leis de Moisés) é 'amai os irmãos como a vós mesmos'». Isto para mim foi marcante, esta questão de que todos somos irmãos. Mas o mais importante foi ter passado a acreditar na Ressurreição. Não tenho dúvidas nenhumas de que tudo isto é apenas uma passagem. E nada teria sentido se não fosse.
O que fazemos aqui, porque somos diferentes, porque cumprimos algumas regras morais que ninguém nos ensinou. Eu acredito que a vida, através de Cristo, venceu a morte e que há outra vida para lá da morte.
— Como é?
— Não sei. Mas sei que há. E sei que é aqui, na vida terrena, que escolhemos o caminho que depois vamos trilhar. Aliás, numa das cartas, São Paulo refere-se a este tema de forma lapidar: «Se Cristo não ressuscitou, não há fé». Ser cristão e ser católico é acreditar na Ressurreição de Cristo. Se não acreditar, então deve ser outra coisa qualquer. E há outras religiões monoteístas, que eu respeito, que acreditam que há vida depois da morte, mas obedecem a parâmetros diferentes.
Mas nesta matéria, eu até respeito aqueles que não acreditam em nada. Porém, eu já coloquei esta. questão a um amigo meu que é ateu: «Se Deus, de facto, não existe, para quê negá-lo?»
— O Deus castigador desapareceu?
— Eu não mato só porque, se o fizer, posso ir preso. Não mato porque moralmente é um acto que não devo cometer.
— Como transporta a fé para o futebol?
— Tenho comigo sempre o crucifixo que me acompanha desde 1994. Deram-mo no último dia do curso de cristandade e disseram-me, nesse momento: «Cristo conta contigo.» E eu respondi, «pode contar.» A partir desse dia o crucifixo nunca mais me abandonou para me lembrar que tenho um compromisso com Cristo, que passa, sobretudo, por tentar ser melhor na minha relação com os outros: mais fraterno, mais preocupado, mais solidário.
Porém, este processo tem de começar por mim e não pelos outros. Não quero, de uma só vez, mudar o mundo.
— Só tem de fazer a sua parte...
— Exactamente. O grande problema é que há muita gente a querer mudar o mundo e esquece-se de se mudar a si próprio.
— Mas a Igreja, por vezes, não dá os melhores exemplos...
— Pois não. Mas há uma grande diferença entre o que é a doutrina da Igreja de Cristo e os homens que a servem. E isto é válido para outras religiões, porque não conheço nenhuma que não pregue o bem. Posso dizer até que conheço pessoas boas, que vão ter na outra vida um lugar melhor do que o meu e que nunca foram à igreja.
— Assim sendo, vale a pena ir à igreja?
— Claro que sim. Ali há um caminho e se o percorrermos também lá chegaremos.
— Os problemas inter-religiosos são coisas dos homens?
— Obviamente. As várias religiões têm doutrinas e pensamentos diferentes, caminhos também diferentes: para os judeus Cristo foi apenas um profeta e aguardam ainda a vinda do Salvador, para os muçulmanos o Messias foi Maomé... mas a doutrina de todas é uma doutrina de bem.
— Pede ajuda divina para os jogos?
— Antes de fazer o curso de cristandade era capaz de pedir para ganhar um jogo e depois, ganhasse ou perdesse, já não me lembrava mais. Depois tudo mudou. Passei a fazer as minhas orações de manhã, onde entrego o meu dia a Deus, peço-lhe que me ajude no caminho, na minha relação com os outros e à noite volto a rezar, agradeço a Deus e faço uma retrospectiva do que fiz de bem e de mal.
— Então hoje em dia, antes dos jogos, qual é o seu comportamento?
— E como encara os erros de arbitragem que penalizam a sua equipa?
— Os árbitros são homens sujeitos ao erro. Porém, não deixam de ser erros e, como tal, passíveis de crítica, tal como os treinadores, os jogadores ou os jornalistas também podem errar. Agora não tenho o direito de atacar um árbitro, enquanto pessoa, por um erro dentro das quatro linhas.
NA PRIMEIRA LINHA DO «NÃO» NO REFERENDO À INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ
Sou sempre pela vida
Contra o aborto, contra a eutanásia, contra a pena de morte, sempre e sempre pela vida, eis o pensamento que Fernando Santos assume e está pronto a defender publicamente nos agitados dias que se avizinham. Um discurso que só se afasta das posições mais ortodoxas da igreja Católica na questão da contracepção, que defende.
«A vida nasce a partir da concepção e deve ser defendida», diz sem qualquer pretensão persecutória contra as mulheres que abortam.
— É em nome dos princípios que tem estado a enunciar que está a dar a cara pelo «não» no referendo à interrupção voluntária da gravidez?
— Exactamente, da mesma forma que participei no referendo anterior.
— Esta intervenção pública causa-lhe alguns engulhos em termos profissionais?
— Tenho convicções na vida e sempre pautei por elas o meu comportamento. E não tenho a mais pequena intenção de alterar este padrão comportamental. As pessoas têm de me aceitar como sou. E se sou pela vida, não faria sentido outro comportamento.
— Mas continua a haver uma realidade, incontornável, que mostra milhares de mulheres a abortar anualmente, muitas vezes sem quaisquer condições de salubridade. E há anda a questão da penalização...
— No campo do «não», ninguém quer penalizar as mulheres. O que defendemos é a vida e esta começa no momento da concepção. Da mesma forma que, em nome da defesa da vida, ou contra a pena de morte. Mas voltando à questão do aborto, atentem neste exemplo: há um indivíduo que entra num supermercado e rouba. É crime? Claro que sim. Porém, depois vem a saber-se que tem 10 filhos, tinha sido despedido no dia anterior e não tinha comida para lhes dar.
Contínua a ser crime, porém, com muitas atenuantes. E se calhar a pena não passará de um trabalho cívico. Mas o fundamental é resolver a questão social subjacente ao crime.
— A ignorância ainda é um obstáculo?
— Acredito que haja mulheres que tomam essa decisão por não terem estado, antes, suficientemente informadas. Agora dizer-lhe que está tudo bem, que podem interromper a gravidez à vontade, é que não me parece o caminho correcto, é não pensarmos na defesa da vida.
— Não há excepções?
— Haverá, quando for necessário, por razões médicas, optar entre vida do filho e a vida da mãe.
— Mas a Igreja proíbe os contraceptivos e advoga métodos ditos naturais. Concorda?
— Não sou contra o uso dos contraceptivos. Mas na própria Igreja vai existindo alguma abertura em relação a essa questão. Admito que um casal, numa determinada fase da vida, não queira avançar para uma criança. E há tantas formas de resolver, em segurança, essa opção...
— Se alguma vez se vir numa situação desesperada, aceita pedir ajuda para morrer?
— Não, nunca. Eu não pedi ajuda para nascer, também não vou pedir para morrer. O que digo é que no dia em que a morte tiver de chegar que chegue de forma rápida.
Mas se assim não for... quem tem fé acredita que o sofrimento é uma maneira de alcançar outro patamar. Nem aborto, nem eutanásia, nem pena de morte. Não há o direito de tirar a vida a alguém.
— Nem a Saddam Hussein?
— Saddam era aquilo que todos sabemos e creio que não devia fazer parte da nossa sociedade. Mas seria sempre possível encontra-lhe um destino, no cárcere, que evitasse a pena de morte. O mesmo é válido, grosso modo, para os violadores, que me metem um particular asco.
— E se um dos seus filhos fosse vítima de um acto desses, não repensaria essas convicções?
— Acredito no direito à vida. Porém, sou suficientemente humilde para, numa situação dessas, lembrar o provérbio «não digas dessa água nunca beberei.» Mas aí deixa de ser a razão e passa a ser a emoção a falar.
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELA VIDA
vai haver uma vigília de oração pela vida esta 6ªfeira na igreja de Nossa Senhora do Carmo, no alto do lumiar.
Começa às 23h00 com Missa e acaba às 6hoo de sábado com laudes.
Uma noite inteira de oração!
Senzas, como é? Vamos rezar a noite toda?
Digam-me qualquer coisa, sff.
E já agora divulguem!
Bom ano para todos! Vamos começar o ano a rezar!
MacRiana
sábado, 30 de dezembro de 2006
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
Matança dos Inocentes
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
domingo, 24 de dezembro de 2006
Já é Natal!
sábado, 23 de dezembro de 2006
Ele vem aí e quer amar-te
[Madre Teresa de Calcutá]
Convívio senza
sexta-feira, 22 de dezembro de 2006
Nasceu o Salvador!
Ao longo dos séculos, a cristandade, com a criatividade de cada época e lugar, sempre tentou exprimir esta alegria do encontro… excepto agora, nos tempos que correm.
Em Inglaterra, a esmagadora maioria dos centros comerciais proibiu a decoração natalícia com motivos cristãos para, dizem eles “não ofenderem a sensibilidade das outras crenças”.
Nos arredores de Londres, a expressão “Natal” foi substituída por “Winterval”, “Intervalo de Inverno”, ou ainda, “Festa Luminosa”. Agora, em vez de “Feliz Natal”, os cartazes da rua dizem “Boas Férias”. Em muitos hospitais já não se canta “Silent Night” (“Noite Feliz”).
Em Espanha, as escolas suprimiram o – agora incómodo – presépio. E nem Milão escapou à onda laicista: pela primeira vez neste ano, a Piazza Duomo, deixou de ver o tradicional presépio projectado na fachada da catedral…
Ao esvaziar o Natal do seu significado, os cristãos europeus abrem assim a porta aos fundamentalismos… e o alerta, paradoxalmente, é feito pelos muçulmanos que vivem na Europa. Em Inglaterra, o líder Ataullah Siddiqui afirmou que a actual secularização das festas religiosas é uma ofensa também para eles e que esta atitude anti-religiosa só poderá levar ao aumento dos extremismos.
Aura Miguel
terça-feira, 19 de dezembro de 2006
Perguntas
Quando rezas, pensas em Deus Pai, Filho, Espírito Santo ou nunca te deste ao trabalho de pensar nisso?
Há algum assunto em especial que fales com Nossa Senhora?
Rezas a algum santo em especial?e a alguém que achas que é santo apesar de não ser "oficial"?
Estas perguntas são muito ridiculas?
Pe.Vasco Pinto de Magalhães, sj
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
Cabecinha pensadora
Para o efeito, escolheu como local para apresentar esta sondagem a... Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa.
Esta ideia foi já considerada genial por muitos sectores da nossa sociedade que lhe pretendem seguir o exemplo.
Assim:
- Pinto da Costa anunciará hoje 2 reforços para o fcp acrescido de novas vantagens para os associados do seu clube numa conferência de imprensa a realizar no Estádio da Luz.
- Marques Mendes apresenta esta quarta-feira um projecto-lei, ainda em segredo, através de conversa com a imprensa a realizar na sede do PS, no Largo do Rato em Lisboa.
- O grupo Gato Fedorento lança hoje o novo dvd já com os primeiros episódios da nova espécie de magazine com a realização de um pequeno espectáculo nos estúdios da TVI.
- Os senzas debatem a sua próxima viagem através de post no blog dos santiagrinos.
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
Concerto de Natal das EJNS
Na próxima Quinta-Feira, dia 14 de Dezembro,às nove da noite na Igreja de Sta. Isabel, venha ao
Concerto de Natal das Equipas de Jovens de Nossa Senhora!
Adultos - 2.5€ Crianças - 1€
Temos também doces de Natal para si!
ou para peumadureira@clix.pt
com o seu nome e o número de bilhetes que quer!
Venha e divulgue!
terça-feira, 5 de dezembro de 2006
Mensagem de Advento e Noite de Oração
Olá!
O tempo do Advento, este tempo que nos prepara para o Natal, tem tudo para não dar certo. Parece uma repetição e, pior, é tempo de espera. Repetir é sempre bastante cansativo. Acontece às mães que perguntam aborrecidas ao filho: “Quantas vezes tenho que dizer a mesma coisa?”. A repetição de gestos e palavras vira facilmente rotina. Acabamos todos por perder o sentido do que estamos a fazer, nem pensamos mais, é automático e fastidioso. Também aguardar é sempre um drama. Parece que o sinal nunca vai abrir, que a ligação nunca se completa e que a fila aumenta em vez de diminuir. Haja paciência!
Mas podemos sempre ver as coisas de um outro ponto de vista, sobretudo quando o que se repete é importante e quem se espera é aguardado de coração. Quantas coisas agradáveis nós todos gostaríamos poder repetir, mas nem sempre é possível. Quem nunca gritou cheio de entusiasmo e emoção: “bis” num concerto, numa representação artística, após o malabarismo de um equilibrista? Assim também mexe conosco, ver pessoas a sorrir e a abraçar-se numa estação. Quem chega e quem aguarda estão sérios; um cansado da viagem, o outro preocupado, mas quando se vêem, os rostos dos amigos ficam logo sorridentes. Há esperas que animam, abrem aos sonhos e às esperanças, são momentos inesquecíveis; acontece como na espera do nascimento de um filho, acontece com a resposta negativa de um exame médico. Também o Advento e o Natal podem tornar-se rotina de final de ano, com as despedidas melosas de quem deixa o escritório, os discursos formais do chefe, as lagrimas fingidas dos colegas, os presentes inúteis esquecidos num canto.
Advento e Natal não podem ser assim. Quem chega é Jesus e quem o deve acolher somos nós. De um lado, o Deus feito homem, que se faz pequeno e humilde, para ver se agora tem um lugar para Ele; do outro lado, uma humanidade que, no meio de tanto barulho, custa a admitir o seu vazio. O segredo para prepararmos o Natal é este: admitir que nos falta algo, que não estará na próxima promoção natalícia ou na festa de final de ano. Algo que só podemos conseguir se nos prepararmos, se o desejarmos, se o reconhecermos.
Talvez muitos de nós, nestes dias, estejamos a preparar a casa para acolher algum parente que virá passar o Natal em família, ou também se preparem para uma viagem, para visitar alguém. Quem acolhe e quem visita tem que se preparar. Não gostamos de ser apanhados de surpresa e quem viaja gosta de levar o necessário.
Para acolher Jesus, basta parar um pouco, pensar, refletir, olhar para trás, para o ano que passou e, muito mais, olhar para frente. O que esperamos? O que gostaríamos que acontecesse? Porque Ele, Jesus, vem para caminhar conosco, é o Deus conosco, Emanuel será chamado. Vai ajudar-nos a encontrar uma solução, porque Ele é a Luz. Vai ajudar-nos a perdoar e a amar de novo, porque Ele é o Príncipe da Paz. Mas Jesus vai fazer isso no silêncio, como na noite de Natal; na percepção da vida que vem e que passa e, do novo, podemos fazer acontecer dentro e fora de nós. Vale a pena preparar-nos para encontrar e reconhecer Jesus outra vez, para adorá-lo com todo o coração como os Magos. A alegria será bem maior do que pensávamos.
Para ajudar a tua caminhada de Advento e de preparação para o Natal, quero convidar-te a estares presente na próxima noite de oração das ejNS, que será na Igreja do Estoril, às 21h00, na próxima quinta-feira, dia 7 de Dezembro, nas vésperas da festa em honra da Imaculada Conceição.
Conto contigo!
Pe. Nuno Westwood
Vigário Paroquial do Estoril
Conselheiro espiritual do Sector de Cascais das ejNS
domingo, 3 de dezembro de 2006
Conferência
>Norma McCorvey, a mulher que esteve na origem da liberalização da interrupção da gravidez nos EUA e que depois passou a activista anti-aborto
quando?
> dia 5 de Dezembro, 3ª feira, às 19h
onde?
> na Faculdade de Letras, no anfiteatro1
mais informações em http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=11945
sábado, 2 de dezembro de 2006
ATENÇÃO! Recenseamento só até 11 de Dezembro
vai à junta de freguesia da tua zona de residência e em apenas 10 MINUTOS torna-te eleitor para poderes votar no referendo !!!
(passem esta mensagem porque há mesmo muita Malta que ainda n o fez. Se calhar basta olhar para as nossas casas e ver que é isso que se passa...)
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
é na Fraqueza que está a Nossa Força
30. 11. 2006
Quando David se aprestava para o formidável combate com Golias quis o rei Saúl aparelhá-lo com armas idênticas às do gigante, emprestando-lhe para isso a sua espada, o seu escudo e demais apetrechos. Mas o miúdo e insignificante David vendo-se em bolandas logo repudiou todo esse arsenal, colocando por inteiro a sua confiança em Deus, significado, como referi noutro texto [1], nas cinco pedras lisas e brancas e nas águas correntes. Tentar derrotar o taludão com as mesmas armas recorrendo aos mesmos meios, usando as mesmas tácticas, submetendo-se à mesma lógica, seria impossível. Ontem como hoje.
Que nós somos David e as forças da anti-cultura da morte são Golias disse-o São João Paulo II, no nº 100 da Encíclica o Evangelho da Vida. Por isso importa não relegar Deus para segundo plano colocando a nossa confiança nas nossas ideias, estratégias, recursos mediáticos, etc. – isto é, as armas humanas –, pois como diz a Escritura noutro lugar a nossa confiança não está nos carros e cavalos - os melhores meios de guerra daquele tempo -, mas no Nome do Senhor nosso Deus. E noutro lugar diz Jesus: "procurai antes de tudo o Reino dos Céus e a Sua justiça que o resto ser-vos-á dado em acréscimo". Também St.ª Teresa de Ávila avisava: se pomos demasiado a nossa confiança nos meios humanos podem vir a faltar-nos os Divinos.
Com isto não quero dizer que não se recorra absolutamente aos modernos meios de marketing e demais instrumentos tecnológicos e outros, nem que não se faça uso, consoante os ambientes, de argumentações meramente racionais, mas sim que tenhamos a consciência de que são subsidiários, acessórios, secundários. Nada poderá substituir a oração e o sacrifício, em especial o jejum (para quem pode), nem o contacto pessoa a pessoa, a relação inter-subjectiva, nem a capilaridade no terreno, nem os meios pobres, nem os auxílios insignificantes; nem, para os Bispos, a caridade de percorrerem as paróquias pregando de viva voz o Evangelho da vida, e de mobilizarem os padres, como o fez, sem titubear, o Senhor Patriarca, e, ainda, de promoverem ou renovarem a consagração das suas Dioceses à Virgem Nossa Senhora, Mãe da Vida, Esposa do Espírito Vivificante.
Como em 1998, ano dedicado ao Espírito Santo, Deus, Jesus Cristo, no Seu Espírito, quer tornar-Se presente mediante a Sua Mãe e, através dela, conduzir as operações como o indicou claramente ao providenciar que a referendo fosse no dia 11 de Fevereiro, dia de Nossa Senhora de Lurdes.
[1] Vide Nuno Serras Pereira, O Triunfo da Vida, Crucifixus, 2006, p. 46
e ainda dizem que fumar mata...
“In 1994, he (Flip Benham - was a saloon owner until his conversion in 1976. He then began a career as a Christian minister and pro-life activist. He has been arrested, by his own count, "less than a hundred, more than 50" times) confronted Norma McCorvey, best known as "Jane Roe" in the landmark Supreme Court abortion case "Roe v. Wade", at a book-signing. He shouted at her that she was "responsible for the deaths of over 33 million children," and six months later he opened Operation Rescue's national headquarters next to A Choice for Women, the reproductive health care clinic where McCorvey was working at the time. McCorvey initially resisted any contact, but eventually started to talk to Benham during her smoking breaks. During one friendly banter, McCorvey goaded Benham, "What you need is to go to a good Beach Boys concert." Benham answered, "Miss Norma, I haven't been to a Beach Boys concert since 1976."
McCorvey later reported that this seemingly innocuous response shook her to the core and that, quite suddenly, Benham became human to her. She later accepted an invitation to visit their church and within a year, McCorvey converted from being pro-choice to being pro-life, which she has remained.
On August 8, 1995, Benham baptized McCorvey in a Dallas backyard swimming pool that was filmed for national television.” Fonte:
Segundo ouvi dizer ela vai estar em Portugal, em data já marcada (mas eu não sei qual é), para fazer campanha pelo Não ao aborto.



