sexta-feira, 11 de junho de 2010

Dia do Sagrado Coração de Jesus

Ó dulcíssimo Jesus, ó Redentor do género humano, lançai um olhar sobre nós, humildemente prostrados diante do vosso altar. Somos vossos e vossos queremos ser; e para podermos viver mais estreitamente unidos a Vós, eis que cada um de nós se consagra ao vosso Sacratíssimo Coração. Muitos, porém, já não Vos conhecem; muitos, ao desprezar os vossos mandamentos, repudiam-Vos. Ó benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros; e atraí todos ao Vosso Coração Santíssimo.

Oh Senhor, sê o Rei não só dos fiéis que não se distanciaram de Vós, mas também destes filhos pródigos que Vos abandonaram; fazei com que estes retornem à casa paterna o quanto antes para não morrerem de miséria e fome. Sê o Rei de todos os que vivem no engano do erro ou que por discordarem de Vós se separaram; chamai-os ao porto da verdade e da unidade da Fé para que assim, em breve, não haja mais que um só rebanho sob um só Pastor.

Sê finalmente o Rei de todos os que estão envoltos nas superstições do paganismo e não recuseis tirá-los das trevas para traze-los à luz do Reino de Deus.

Obtende, oh Senhor, a integridade e liberdade segura para a vossa Igreja; dai a todo o povo a tranqüilidade da ordem; fazei com que de uma extremidade à outra da terra ressoe esta única voz: “Seja louvado este Coração do qual provém a nossa salvação; a Ele a glória e a honra pelos séculos. Amém!”.

“Annum Sacrum”, Carta Encíclica de Leão XIII sobre a Consagração da Humanidade ao Sagrado Coração de Jesus, 25 de Maio de 1899


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Os mornos - João Pereira Coutinho

Gostei de ter estado no CCB para o encontro "cultural" com Bento XVI. Não apenas pelo Papa, um dos mais importantes pensadores vivos que sempre li com prazer e proveito. Mas sobretudo para testemunhar a quantidade de "intelectuais" que, apesar de passarem 364 dias a usar a Igreja como saco de pancada, reservaram o 365º para aplaudirem o Papa de pé. Não cito nomes, até porque não tenho espaço. Mas como explicar esta esquizofrenia?

Uma amiga, que assistia abismada ao mesmo cenário, optou pela poesia: ‘Vaidade, tudo é vaidade.’ Não sei se será, embora câmaras de televisão normalmente façam milagres. Creio que o problema é mais fundo e Bento XVI tem-se ocupado dele com pena cirúrgica: a ditadura presente da nossa condição reside na incapacidade absoluta para defendermos valores fundamentais. Tudo é moda, o que significa que os mesmos jacobinos de ontem se transformam nos ecuménicos de hoje antes de regressarem ao jacobinismo de amanhã.

No relativismo larvar em que chafurdam as nossas sociedades, estou com os profetas: prefiro gente fria ou quente a estas versões mornas.


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Estranhas confissões



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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Referendo casamento

Alguém sabe se está prevista alguma campanha de recolha de assinaturas para referendar o casamento?

Bem sei que já se tomou esta medida e, não obstante as mais de 90.000 portugueses a defender esta iniciativa popular, os deputados fizeram orelhas moucas (depois admiram-se de haver quem queira reduzir o número de parlamentares de 230 para 180; se não fazem o que o povo quer, o que fazem lá?).

A minha sugestão passa por seguir o exemplo dos USA, onde cada vez que há um acto eleitoral se referendam, sem medo,uma série de questões essenciais para a sociedade.

Assim, sabendo que em 2011 teremos eleições presidenciais, os portugueses deveriam ser chamados a votar, no mesmo dia, se concordam que a instituição "casamento" deixe de ser uma união exclusiva de duas pessoas de sexos opostos.

Depois de ler com atenção as declarações do PR ao justificar a promulgação da lei, ao dizer que ia contra a sua consciência, tenho a certeza que Cavaco Silva encabeçaria a lista de peticionantes, o que seria uma boa ajuda a esta causa.


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Seguir Cristo: é este o segredo - S. Josemaria Escrivá

Ao oferecer-te aquela História de Jesus, pus como dedicatória: "Que procures a Cristo. Que encontres a Cristo. Que ames a Cristo". – São três etapas claríssimas. Tentaste, pelo menos, viver a primeira? (Caminho, 382)

Como poderemos superar estes inconvenientes? Como conseguiremos fortalecer-nos nessa decisão que começa a parecer-nos muito pesada? Inspirando-nos no modelo que nos apresenta a Virgem Santíssima, nossa Mãe: uma rota muito ampla, que passa necessariamente através de Jesus.


Neste esforço por nos identificarmos com Cristo, costumo falar de quatro degraus: procurá-lo, encontrá-lo, conhecê-lo, amá-lo. Talvez pareça que estamos na primeira etapa... Procuremo-lo com fome, procuremo-lo dentro de nós com todas as forças! Se o fizermos com este empenho, atrevo-me a garantir que já O encontrámos e que já começámos a conhecê-lo e a amá-lo e a ter a nossa conversa nos céus.


Rogo a Nosso Senhor que nos decidamos a alimentar nas nossas almas a única ambição nobre, a única que merece a pena: ir ter com Jesus Cristo, como fizeram a sua Bendita Mãe e o Santo Patriarca, com ânsia, com abnegação, sem descuidos. Participaremos na dita da amizade divina – num recolhimento interior, compatível com os nossos deveres profissionais e sociais – e agradecer-Lhe-emos a delicadeza e a caridade com que Ele nos ensina a cumprir a Vontade do Nosso Pai que está nos céus.


Seguir Cristo: é este o segredo. Acompanhá-lo tão de perto, que vivamos com Ele, como os primeiros doze; tão de perto, que com Ele nos identifiquemos. Se não levantarmos obstáculos à graça, não tardaremos a afirmar que nos revestimos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nosso Senhor reflecte-se na nossa conduta como num espelho. Se o espelho for como deve ser, captará o rosto amabilíssimo do nosso Salvador sem o desfigurar, sem caricaturas: e os outros terão a possibilidade de O admirar, de O seguir. (Amigos de Deus, 299–303)


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Isto é a gozar não é?

Com a homologação da lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, vários casais estão já a preparar as cerimónias de enlace. É o caso de Manuel Correia, de 54 anos, e Fernando Fonseca, de 32.

O casamento civil está marcado para dia 27. Os 150 convidados reúnem-se na escadaria da Basílica da Estrela, em Lisboa. Foram convidados artistas e figuras públicas. O casal garante ter enviado convites para Cinha Jardim e as filhas, Isaurinha e Pimpinha, Carla Andrino, Paula Taborda, Carlos Veríssimo, Fernanda Freixo e a fadista Carmen Garcia. No entanto, os familiares do casal mantêm reservas na aceitação da relação.

Ao CM, Manuel e Fernando desvendam pormenores do enlace e revelam o vestido de noiva que Manuel, ou melhor, a ‘Fernanda’, como é chamado pelo companheiro e amigos, vai vestir. ‘Fernanda’ emociona-se quando fala do amor pelo namorado. "É o amor da minha vida. Casar é o sonho que tenho desde que o conheci." O ‘marido’, como ‘Fernanda’ trata Fernando, não duvida dos sentimentos. "A Fernanda é a pessoa com quem quero viver o resto da vida."
O vestido que ‘Fernanda’ vai usar tem alças e rendas, custou 7000 euros e foi oferecido. A tiara de brilhantes, falsos, custou 5000 euros. Irá usar pulseira de pérolas e colar a condizer. Para ‘Fernanda’, não é difícil o equilíbrio em saltos altos ou envergar vestido justo: é transformista e o nome artístico é Miss Ágata. Participou em programas televisivos, teatro de revista, espectáculos e filmes pornográficos. Hoje é chefe de cozinha. Fernando é carpinteiro e pedreiro. in Correio da Manha


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É pior o emendo que o soneta

Há 3 meses, saiu no Diário de Notícias um artigo que apontava o aborto legal como um problema de saúde pública. Alguns médicos deram o seu testemunho:

- O ginecologista Pedro Canas Mendes, do Hospital Particular de Almada, lembra os custos que esta atitude traz ao Estado e defende a alteração de alguns pontos na lei: "O legislador devia ter previsto a penalização à reincidência. As mulheres já começam a ver a interrupção da gravidez como um método de planeamento familiar e isso não pode acontecer." Para Canas Mendes, "já se banalizou a situação". Ou seja, "muitas mulheres encaram a interrupção da gravidez com naturalidade, como algo inócuo, sem consequências".

- A mesma opinião tem Miguel Oliveira e Silva, obstetra e professor de ética médica, que foi, aliás, uma das caras a favor da despenalização do aborto na época do referendo. Mas hoje admite que "há aspectos que não estão a funcionar bem". "Há situações na realidade da saúde sexual das mulheres portuguesas que a lei permite que funcionam mal. Custa-me pensar que uma mulher fez três abortos às minhas custas e às custas de outros contribuintes", diz, acrescentando: "Acho que devia haver um limite de abortos gratuitos. O aborto recorrente está a tornar-se um grande problema de saúde pública." Daí que Oliveira e Silva também culpe as mulheres por esta atitude. "Depois da IVG, são obrigadas a ir a consultas de planeamento, mas muitas faltam. Por isso, informação existe, as mulheres é que continuam a ter comportamentos irresponsáveis."

Prontamente reagiu a Associação para o Planeamento da Família (APF), com um comunicado recheado de pérolas como estas:

- O aborto foi despenalizado em 2007, mas as mulheres que a ele recorrem continuam a ser profundamente estigmatizadas e culpabilizadas. Esta é a conclusão que se pode tirar do artigo que o Diário de Notícias publicou na sua edição de 10.02.10.

- Mas não é isso que está em questão neste artigo. O que está em questão é que, como se pode constatar ao longo do mesmo, o aborto continua, infelizmente, a ser entendido por alguns médicos e responsáveis de serviços de saúde deste país, como um fenómeno próprio de mulheres impróprias e irresponsáveis. Que qualquer falha humana ou do método não merece o dinheiro dos nosso impostos (raciocínio que aliás, porque não, poderá também ser extensível ao tratamento do cancro do pulmão em antigos fumadores, ou ao tratamento de complicações cardiovasculares a pessoas que ao longo da vida teimaram em não fazer uma alimentação saudável).

Esta associação, estranhamente condecorada em 1998 pelo presidente da república, Jorge Sampaio, com a Ordem de mérito público, é uma das principais promotoras do aborto em Portugal. É filiada da International Planeed Parenthood Federation, fundada por Margaret Sanger, responsável por declarações como esta: “Mais filhos dos aptos, menos dos inaptos; esta é a base do controlo de natalidade”.


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terça-feira, 8 de junho de 2010

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Calendário mais esperado deste ano!

Amici,

Aqui está o calendário que vai ajudar muita gente a programar a sua vida:
http://www.marca.com/deporte/futbol/mundial/sudafrica-2010/calendario.html

Bjs a todos!


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domingo, 6 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Bela couve lombardia

Lisboa, 02 jun (Lusa) - As mulheres grávidas da Lombardia, (Norte de Itália) que estejam em apuros financeiros recebem 4500 euros se decidirem levar a gravidez até ao fim em vez de recorrerem a um aborto, decidiu o governador local.

Roberto Formigoni, governador da Lombardia, avançou com a medida por considerar que nenhuma mulher deve pôr termo a uma gravidez por causa de dificuldades económicas, informa o site da BBC.

Assim, todas as mulheres mais pobres que engravidem vão receber, durante ano e meio, uma mensalidade de 250 euros (...).


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quarta-feira, 2 de junho de 2010

O sangue dos mártires é semente de novos cristãos



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A ética da irresponsabilidade - P.Gonçalo PAlmada

O Presidente da República (PR) entendeu promulgar a lei que institucionaliza o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Fê-lo invocando a «ética da responsabilidade» e contra o seu próprio parecer sobre a questão.

A expressão «ética da responsabilidade» é redundante, porque a irresponsabilidade nunca é ética, como é óbvio. «Responsabilidade» significa, etimologicamente, o «peso» (pondus, em latim), da «coisa» (em latim, res), ou seja, ser responsável é acarretar com as consequências das próprias convicções em todos os actos e opções. A «ética da responsabilidade» opõe-se, portanto, à lógica da conveniência, cujo critério decisivo não é pautado por imperativos morais, mas por razões de oportunidade.

Ora o PR, que podia não ser cristão e, não o sendo, até podia ser partidário do casamento entre pessoas do mesmo sexo, fez questão em deixar claro que não concorda com o teor do diploma que promulgou. Ou seja, foi o PR que chamou a atenção para a incoerência da sua atitude: enquanto cidadão supostamente católico, pensa de uma forma; mas enquanto PR, age ao contrário. Mas como a fé se manifesta pelas obras e os princípios também, pois se assim não fosse não seriam princípio de coisa nenhuma, forçoso é concluir que quem procede deste modo não tem fé, nem princípios.

Também por razões de oportunismo, não faltaram políticos, militares, cientistas, juízes, etc., que cederam às exigências do poder, nomeadamente nazi e estalinista, por exemplo. Não restam dúvidas de que o seu acatamento dessas ordens superiores beneficiaram a coesão social dos respectivos regimes, sobretudo em situação de guerra ou de grave crise nacional, mas uma tal vantagem prática os não iliba da correspondente responsabilidade moral: não é uma desculpa, mas uma culpa decorrente da sua irresponsabilidade ética, do seu relativismo moral. Não foram vítimas dessas injustiças, mas cúmplices. O medo pelas consequências necessárias de um acto eticamente exigido não é prudência, é cobardia.

Mas – poderiam objectar alguns politólogos mais manhosos – não seria ineficaz, em termos práticos, a recusa da promulgação do controverso diploma, na medida em que constitucionalmente não poderia deixar de o ser se, de novo, fosse remetido à presidência pelo parlamento, como decerto ocorreria?! De modo algum, porque o PR podia e devia fazer saber a quem de direito que, não podendo agir contra os seus princípios e a sua consciência, ver-se-ia obrigado a demitir-se se essa lei lhe fosse reenviada, ou a dissolver a Assembleia da República. Em qualquer dos casos, a responsabilidade pela crise política decorrente seria única e exclusivamente de quem insistisse nessa questão fracturante. Pelo contrário, promulgando o diploma, o PR não só o faz seu como faz saber à nação e aos outros órgãos de soberania que está disponível para sancionar qualquer lei, mesmo que contrária aos princípios morais que era suposto seguir na sua actividade política.

Outra é a lógica da honra e da fé. Thomas More, ex-chanceler de Henrique VIII, estava disposto a servir o seu país e o seu rei, mas não à custa dos seus princípios morais ou da sua religião. Em termos de estabilidade política ou de conveniência pessoal, poderia ter transigido com o divórcio real mas, como era um homem de fé e de princípios, não o fez. A coerência custou-lhe a vida. João Baptista não teve medo de denunciar a imoralidade de Herodes e a sua não cedência ante o adultério do monarca, que teria sido muito oportuna social e politicamente, dada a grave crise resultante da ocupação romana, teve para o precursor uma consequência trágica: o martírio.

São Thomas More e São João Baptista perderam literalmente a cabeça, mas não a fé, nem a honra, ao contrário dos que vendem a alma e a sua dignidade por mesquinhos interesses conjunturais. Aqueles não foram vencidos da vida, mas vencedores do mundo, ao invés dos que renegam os seus princípios por calculismo eleitoral e oportunismo político. Vae victis…


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Frase do dia

"Limpa o teu coração. Faz dele uma casa para o Senhor. Deixa que ele more em ti e tu morarás nele." 

St. Agostinho


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Top-model Amada Rosa Pérez converte-se



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terça-feira, 1 de junho de 2010

«Vamos prometer o dobro dos outros partidos e cumprir o mesmo: nada!»



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"Mostra-te!" - Rui Corrêa d' Oliveira


«Tenho ainda muitas coisas para vos dizer,
mas não as compreendereis agora».

Foram muitas as coisas que Jesus disse aos seus discípulos
que eles não compreenderam.
Eles eram continuamente confrontados
com a sua impotência para perceber o que d’Ele ouviam.

O que me surpreende, é que nem Jesus deixou de as dizer,
nem os discípulos deixaram de O ouvir.

Esta contínua provocação,
era superada pela atractividade da Sua presença,
pelo fascínio do Seu olhar,
pelo espanto dos Seus milagres.

O Mistério repugna aos agnósticos,
mas atrai os homens de coração simples
que se deixam tocar pela intuição de verdade que o Mistério provoca.

A presença extraordinária daquele Homem único
que lhes falava mais de perdão que de justiça,
mais de amor que de violência, mais de paz que de revolta,
fazia-os descobrir uma maneira nova de viver, nunca antes proposta,
mas totalmente correspondente com a verdade mais íntima de si mesmos.

Também eu não escapo a esta dificuldade tão humana diante do Mistério
de um Deus que Se faz homem e acaba morto numa Cruz;
de um Jesus ressuscitado, mas que Se torna reconhecível;
de um Cristo que permanece vivo e verdadeiro na Igreja e na Eucaristia.

Mas se O não posso compreender agora,
não resisto a contemplá-Lo,
na beleza que concedeu à natureza,
mas sobretudo na vida e na história dos homens onde,
apesar de todas as suas contradições, o amor é possível e acontece.
E um só pedido me sai do coração: mostra-Te!


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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Tá forte tá!



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Frase do dia

"Fazei coisas belas, mas sobretudo tornai as vossas vidas lugares de beleza" Papa Bento XVI no CCB



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Cuidar das pequenas coisas - S. Josemaria Escrivá

Cuidar das pequenas coisas constitui uma mortificação constante, caminho para tornar a vida mais agradável aos outros. (Sulco, 991)

Pensando naqueles que, à medida que o tempo passa, ainda se dedicam a sonhar –em sonhos vãos e pueris, como Tartarin de Tarascon – com caçar leões nos corredores de casa, onde se calhar só há ratos e pouco mais, pensando neles, insisto, lembro a grandeza de actuar com espírito divino no cumprimento fiel das obrigações habituais de cada dia, com essas lutas que enchem Nosso Senhor de alegria e que só Ele e cada um de nós conhece.

Convençam-se de que normalmente não vão encontrar ocasiões para grandes façanhas, entre outros motivos porque não é habitual que surjam essas oportunidades. Pelo contrário, não faltam ocasiões de demonstrar o amor a Jesus Cristo, através do que é pequeno, do normal.

Portanto, tu e eu vamos aproveitar até as oportunidades mais banais que se apresentarem à nossa volta, para santificá-las, para nos santificarmos e para santificar os que compartilham connosco os mesmos afãs quotidianos, sentindo nas nossas vidas o peso doce e sugestivo da co-redenção. (Amigos de Deus, nn. 8–9)


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sábado, 29 de maio de 2010

Grande Padre Vasco Pinto Magalhães

O título mais exacto do comentário que se segue seria “A pirueta da triste figura”. Senti um arrepio, quase vómito, quando acabei de ouvir o Prof. Cavaco Silva. Que vergonha, senti. Por ele, claro. E pelo país. Assim ficou para a história como o padrinho (the best man) dos homossexuais, por incoerência da sua decisão, quando poderia ter passado à História como alguém que sem disfarce piedoso e paternalista segue as suas convicções, independente de votos e oportunismos. Seria bem preferível que, sem mais, tivesse promulgado o tal “casamento”, porque sim, porque assim o achava. 

Mas vir dizer a todo um país que ele pensou bem e não está de acordo e deu provas disso, que há outros modos e figuras jurídicas para o caso que são seguidas nos países que ninguém se atreve a chamar de atrasados; mais, que só uma minoria na Europa assumiu esta forma e, depois, num salto mortal, conclui ao contrário e promulga! O dito por não dito. Claro, arranjou duas “razões”. Falsas. E uma delas é ofensiva da dignidade e inteligência de um povo: estamos tão em crise e tão miseráveis que não nos podemos distrair com este tipo de debates! 

Ora, estes temas humanos é que são sérios, até porque a verdadeira crise é de valores. O Senhor Presidente pode ter a certeza de que o povo, “na sua menoridade” o que vai discutir é sobre futebol em África e o campeonato do Mundo. A outra razão também é “enorme”! A Assembleia vai aprovar outra vez e já não será possível vetá-lo. Pois não seria, se não houvesse outras coisas a fazer. Até dissolver a Assembleia seria possível. Aliás ninguém pode garantir em absoluto que uma lei passe (ou não) e que não haja mudanças de opinião, sobretudo quando a maioria não está assim tão garantida! De facto, usar tal argumento e agir assim com tal pirueta é como se alguém dissesse “vou-me suicidar porque é certo que dentro de algum tempo morrerei”.

Eis aqui um exemplo de um mau discernimento, do que é deixar-se levar pelas aparências de bem, do que é não clarificar nem assumir as verdadeiras motivações e arranjar “boas” razões, saídas airosas para proteger as próprias conveniências. Enfim, não se podem julgar as pessoas, mas as piruetas, sim.


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Saibamos merecer - Aura Miguel

Pela quarta vez desde que deixou o nosso país, Bento XVI voltou a falar publicamente de Fátima.

Depois de regressar a Roma, o Papa referiu-se a Fátima no domingo, dia 16; na quarta-feira, dia 19, durante a Audiência Geral, onde fez um grande balanço da visita; de novo no passado domingo, dia 23, referindo-se à multidão reunida em Fátima como um renovado Pentecostes da Igreja, e ontem mesmo, no final do discurso aos bispos italianos, o Papa revelou que, enquanto pastor da Igreja Universal e Bispo de Roma, carrega consigo as preocupações e esperanças da Igreja e de toda a humanidade e que, há poucos dias, as confiou a Nossa Senhora de Fátima.

Será que nos damos conta do tesouro que Fátima representa? E da esperança que dali continua a brotar?

Foi o quem nos Papa nos disse, logo à chegada, no aeroporto: “O céu abriu-se sobre Portugal como uma janela de esperança – uma janela que Deus abre quando o homem lhe fecha a porta”.

Sejamos merecedores desta preferência do céu – e do Papa - sobre Portugal.


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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Man In White



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Velada pela vida

Todos os dias 25 às 21.30 acontece uma Velada pela Vida em frente à Clínica dos Arcos, reza-se o terço pelo fim do aborto, em Portugal e no mundo.

Em 2009, segundo a Direcção Geral de Saúde, foram feitos 19 mil abortos legais em Portugal, 70% em hospitais públicos. Uma em cada 15 mulheres abortaram pela segunda vez, desde que a lei imoral foi promulgada pelo senhor presidente da república. Quem decide abortar está isento do pagamento de taxa moderadora, além de todo um sem número de benesses que tem ao seu dispor.


A Velada de ontem foi bastante comovente, com pessoas pouco novas ajoelhadas a rezar, outras de pé. Para se perceber a média de idades basta dizer que eu era de longe o mais novo (sem qualquer desprimor para a mãe de um senza que também lá estava). De todas as pessoas que são contra o aborto, éramos 18...




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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Highlights da audiência papal sobre visita a Portugal

O texto completo está aqui

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Dou graças a Deus que me concedeu a possibilidade de prestar homenagem àquele Povo, à sua longa e gloriosa história de fé e de testemunho cristão.

Na tarde da minha chegada celebrei a Santa Missa em Lisboa no cenário encantador do Terreiro do Paço, à margem do rio Tejo. Foi uma assembleia litúrgica de festa e de esperança, animada pela participação jubilosa de numerosíssimos fiéis. Na Capital, de onde partiram no decorrer dos séculos tantos missionários para levar o Evangelho a muitos Continentes, encorajei os vários componentes da Igreja local a uma vigorosa acção evangelizadora nos diversos âmbitos da sociedade, para ser semeadores de esperança num mundo com frequência marcado pelo desencorajamento. Em particular, exortei os crentes a tornarem-se anunciadores da morte e ressurreição de Cristo, coração do cristianismo, fulcro e sustentáculo da nossa fé e motivo da nossa alegria.

Depois de me ter detido em orante e comovedor recolhimento na Capelinha das Aparições na Cova da Iria, apresentando ao Coração da Virgem Santa as alegrias e as expectativas, assim como os problemas e os sofrimentos do mundo inteiro, na igreja da Santíssima Trindade tive a alegria de presidir à celebração das Vésperas da Bem-Aventurada Virgem Maria. No interior deste templo grande e moderno, manifestei o meu profundo apreço aos sacerdotes, aos religiosos, às religiosas, aos diáconos e aos seminaristas que vieram de todas as partes de Portugal, agradecendo-lhes o seu testemunho muitas vezes silencioso e nem sempre fácil e a sua fidelidade ao Evangelho e à Igreja.

À noite, com milhares de pessoas que se reuniram na grande esplanada diante do Santuário, participei na sugestiva procissão das velas. Foi uma maravilhosa manifestação de fé em Deus e de devoção à sua e à nossa Mãe, expressas com a recitação do Santo Rosário.

A minha visita àquele lugar tão especial teve o seu ápice na Celebração eucarística de 13 de Maio, aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora a Francisco, Jacinta e Lúcia. Fazendo eco às palavras do profetas Isaías, convidei aquela imensa assembleia reunida aos pés da Virgem, com grande amor e devoção, a rejubilar plenamente no Senhor (cf. Is 61, 10), porque o seu amor misericordioso, que acompanha a nossa peregrinação nesta terra, é a fonte da nossa grande esperança.

Muitos jovens aprendem a importância da gratuidade precisamente de Fátima, que é uma escola de fé e de esperança, porque é também escola de caridade e de serviço aos irmãos.

À grande multidão de fiéis reunida na Avenida dos Aliados recordei o compromisso de testemunhar o Evangelho em todos os ambientes, oferecendo Cristo ressuscitado ao mundo para que qualquer situação de dificuldade, de sofrimento e de receio seja transformada, mediante o Espírito Santo, em ocasião de crescimento e de vida.

Queridos irmãos e irmãs, a peregrinação a Portugal foi para mim uma experiência comovedora e rica de tantos dons espirituais. Enquanto permanecem gravadas na minha mente e no meu coração as imagens desta viagem inesquecível, o acolhimento caloroso e espontâneo, o entusiasmo do povo, dou graças ao Senhor porque Maria, aparecendo aos três Pastorinhos, abriu ao mundo um espaço privilegiado para encontrar a misericórdia divina que cura e salva.

Por conseguinte, convido-vos a unir-vos à minha oração, pedindo ao Senhor que abençoe os esforços de quantos, naquela amada Nação, se dedicam ao serviço do Evangelho e à busca do verdadeiro bem do homem, de cada homem.


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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Que a tua vida não seja uma vida estéril - S. Josemaria Escrivá

Que a tua vida não seja uma vida estéril. – Sê útil. – Deixa rasto. – Ilumina, com o resplendor da tua fé e do teu amor. Apaga, com a tua vida de apóstolo, o rasto viscoso e sujo que deixaram os semeadores impuros do ódio. – E incendeia todos os caminhos da Terra com o fogo de Cristo que levas no coração. (Caminho, 1)

Se cedesses à tentação de perguntar a ti mesmo: quem me manda a mim meter-me nisto?, teria de responder-te: manda-to, pede-to o próprio Cristo. A messe é grande e os operários são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe. Não digas, comodamente: eu para isto não sirvo; para isto já há outros; não estou feito para isto... Não. Para isto não há outros. Se tu pudesses falar assim, todos podiam dizer a mesma coisa. O pedido de Cristo dirige-se a todos e cada um dos cristãos. Ninguém está dispensado: nem por razões de idade, nem de saúde, nem de ocupação. Não há desculpas de nenhum género. Ou produzimos frutos de apostolado ou a nossa fé será estéril.

Além disso, quem disse que para falar de Cristo, para difundir a sua doutrina, era preciso fazer coisas especiais, fora do comum? Faz a tua vida normal; trabalha onde estás a trabalhar, procurando cumprir os deveres do teu estado, acabar bem o que é próprio da tua profissão ou do teu ofício, superando-te, melhorando-te dia-a-dia. Sê leal, compreensivo com os outros e exigente contigo mesmo. Sê mortificado e alegre. Será esse o teu apostolado. E, sem saberes porquê, tendo perfeita consciência das tuas misérias, os que te rodeiam virão ter contigo e, numa conversa natural, simples – à saída do trabalho, numa reunião familiar, no autocarro, ao dar um passeio, em qualquer parte – falareis de inquietações que em todas as almas existem, embora às vezes alguns não queiram dar por isso. Mas cada vez as perceberão melhor, desde que comecem a procurar Deus a sério. (Amigos de Deus, 272–273)


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Portugal foi uma “experiência tocante” - Bento XVI



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Pentecostes

Veni Sancte Spiritus, Veni per Mariam
Vinde ó Santo Espírito, / Vinde amor ardente, / Acendei na terra / Vossa luz fulgente.
Vinde, Pai dos pobres: Na dor e aflições, / Vinde encher de gozo / Nossos corações.
Benfeitor supremo, / Em todo o momento, / Habitando em nós / Sois o nosso alento.
Descanso na luta / E na paz encanto, / No calor sois brisa, / Conforto no pranto.
Luz de santidade, / Que no céu ardeis, / Abrasai as almas / Dos vossos fiéis.
Sem a vossa força / E favor clemente / Nada há no homem / Que seja inocente.
Lavai nossas manchas / A aridez regai, / Sarai os enfermos / E a todos salvai.
Abrandai durezas / Para os caminhantes, /Animai os tristes, / Guiai os errantes.
Vossos sete dons / Concedei à alma / Do que em Vós confia:Virtude na vida, / Amparo na morte, / No Céu alegria.


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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Aura Miguel arrasa Cavaco Silva

O Papa bem nos avisou: “Precisamos de verdadeiras testemunhas de Cristo e não de pessoas falsas; sobretudo onde o silêncio da fé é mais amplo e profundo, como por exemplo na política.

Porque em tais âmbitos - disse o Papa em Portugal - não faltam crentes envergonhados que dão as mãos ao secularismo e constroem barreiras à inspiração cristã.” Pois, aqui está uma boa definição de Cavaco Silva.

Que pena, Sr. Presidente. Se o Sr. tivesse assumido a sua posição antes de Bento XVI vir ao nosso país, teria sido mais honesto para com o Papa e para com os portugueses...

Mas não. O Sr. tomou a típica opção que desprestigia a política: encheu-nos de palavreado e lindos discursos de sabor cristão, para afinal fazer o contrário do que insinuou durante os quatro dias que andou com o Papa. Para quê Sr. Presidente? Para ganhar mais votos?

O Sr. sentou-se lá à frente na missa e ouviu certamente o que o Papa disse: ”o acontecimento de Cristo é a força da nossa fé e varre qualquer medo e indecisão, qualquer dúvida e cálculo humano (...) mas é preciso que esta fé se torne vida em cada um de nós".

O Presidente da República fez exactamente o contrário disto, dois dias depois de se despedir do Papa.


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Seguindo o Papa

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quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Segredo de Fátima

À medida que o tempo passa, acredito mais no Segredo de Fátima. Nesse
Segredo que desassossega, que nos arranca de casa, dos livros, da
cidade e nos lança, anualmente, para a imensidão das estradas. Eu
acredito num «não sei quê» que esse Segredo derrama em nós: uma porção
de confiança, de abandono e de aventura. Uma vontade de tornar a vida
mais que tudo verdadeira. De tornar generosos os projetos e fecundos
os laços que nos ligam aos outros. De tornar absoluta a nossa sempre
frágil Esperança.
À medida que o tempo passa, vou conhecendo pessoas cujo tesouro
interior foi descoberto, ampliado nos caminhos de Fátima. Pessoas que
contam histórias simples, misturadas com sorrisos e lágrimas.
Histórias de um Encontro tão parecido ao que teve uma rapariga da
Judeia, de nome Maria.
Que têm os peregrinos de Fátima? Têm o vento por asas e a lonjura por
canto. Têm a conversão por caminho e a prece ardente por mapa. São
filhos de uma promessa que se cumpre dentro da vida.
Gosto dessa frase de Vitorino Nemésio que diz: “em Fátima, a
Humanidade inteira passou a valer mais”.
Gosto, porque nos 

caminhos longos, imprevistos e profundos de uma peregrinação isso 
nos é ensinado como uma evidência humilde e apaixonante.

José Tolentino Mendonça

13.05.2009


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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Primeiro Senzinha de sangue puro


Aqui está ele!! O primeiro Senzinha de sangue puro!!
Viu a luz do dia (ou devo dizer da noite?) no dia 14 de Maio de 2010, com esperança de ainda ver o Papa em Portugal.
Parabéns à mãe, ao pai e a todos os que se alegram com esta boa notícia!! Viva o meu sobrinho!!!!

(E vejam o ar trocista dele nesta foto... Vê-se que o rapaz tem sentido de humor!!)

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sábado, 15 de maio de 2010

Momento de publicidade grátis

Saíram no início deste mês dois pequenos contos para crianças da minha autoria. A colecção chama-se "Contos do Rei Ludovico" e para já saíram as duas primeiras histórias. São histórias de um rei e dos seus amigos, sendo que no fim apresentam pistas para reflexão individual ou em grupo, bem como uma parte para estimular a criatividade das crianças.
Estão à vontade para fazerem publicidade deles junto de quem entenderem!

Mais informações aqui.

PS - Não fui eu que fiz os desenhos, não tenho nada a ver com o facto do rei ser careca... ;)

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Campanha de boas-vindas ao Papa em Lisboa



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Faz o que deves e está no que fazes - S. Josemaria Escrivá

Fazei tudo por Amor. – Assim não há coisas pequenas: tudo é grande. – A perseverança nas pequenas coisas, por Amor, é heroísmo. (Caminho, 815)

Queres deveras ser santo? – Cumpre o pequeno dever de cada momento faz o que deves e está no que fazes. (Caminho, 813)

A santidade "grande" consiste em cumprir os "pequenos deveres" de cada instante. (Caminho, 817)

Dizes-me: quando se apresentar a ocasião de fazer algo de grande... então sim! – Então! Pretendes fazer-me crer, e crer tu seriamente, que poderás vencer na Olimpíada sobrenatural, sem a preparação diária, sem treino? (Caminho, 822)

Viste como ergueram aquele edifício de grandeza imponente? – Um tijolo, e outro. Milhares. Mas um a um. – E sacos de cimento, um a um. E blocos de pedra, que pouco representam na mole do conjunto. – E pedaços de ferro. – E operários que trabalham, dia a dia, as mesmas horas... Viste como levantaram aquele edifício de grandeza imponente?... À força de pequenas coisas! (Caminho, 823)

Não tens reparado em que "ninharias" está o amor humano? – Pois também em "ninharias" está o Amor divino. (Caminho, 824)


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sexta-feira, 7 de maio de 2010

"Bento XVI marca pontos no contacto directo"



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Notas Protocolares sobre Viagens Apostólicas

a) O Papa viaja na dupla condição de Chefe de Estado e de Chefe da Igreja Católica;
b) Por regra, integram a comitiva do Vaticano diversos colaboradores: Secretário Pessoal, Cardeal Secretário de Estado, Secretário para as Relações com os Estados, Médico pessoal e o Chefe de Segurança. É usual serem convidados a acompanhar a deslocação os Cardeais da Cúria do Estado em questão;
c) A Guarda Suíça acompanha toda a viagem mas usa um traje diferente;
d) À saída do Aeroporto (Itália), o Papa viaja num avião da Companhia Aérea Alitalia; regressa ao Estado do Vaticano num avião da companhia aérea do país que visitou;
e) Aquando da chegada ao Aeroporto é colocada, na frente do Avião, a presidir a Bandeira do Estado do Vaticano e à direita a bandeira do país a visitar;
f) À chegada sobem ao avião: o Núncio Apostólico, o Chefe de Protocolo e o Presidente da Conferência Episcopal;
g) Finda a sessão de cumprimentos inicial, Sua Santidade sai do avião. Tem início a recepção oficial a cargo do Estado anfitrião;
h) O solo do país é beijado na primeira visita que o Santo Padre efectua a esse Estado;
i) O Papa apenas se aloja em casas eclesiásticas.

A visita está sob um grande dispositivo de segurança o que, naturalmente, congestionará a normal circulação do trânsito. Um dos locais que terá circulação restrita será perto da Nunciatura Apostólica - Av. Luís Bívar, onde Sua Santidade passará a primeira noite de estada em Portugal.

Conforme tem sido notícia na imprensa a segurança desta viagem tem um risco bastante grande, obrigando a uma complexa operação de segurança, nomeadamente em Fátima, onde se espera a presença de meio milhão de peregrinos.

Igualmente se espera que esta viagem tenha uma mega cobertura mediática. Estão acreditados cerca de dois mil e duzentos profissionais de comunicação de aproximadamente duzentos e cinquenta órgãos.

O INEM irá ter acompanhar toda a deslocação do Papa, em Portugal. 
Susana de Salazar Casanova


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Despertar do comodismo - Aura Miguel

Não é sempre que o Papa Bento XVI dedica quatro dias a um só país da Europa. Portugal é, por isso, privilegiado.
Mais: o programa destes quatro dias é bastante variado, porque pretende ir ao encontro das realidades da Igreja portuguesa.
Isto é, Bento XVI é como um pai, que vem ao nosso encontro.
E nós ? Vamos ao encontro dele?
Por que é que eu estou a falar nisto?
É que noutros contextos – como, por exemplo, aconteceu em Angola
– só o facto do Papa sair de sua casa em Roma, para ir ao encontro dos fiéis africanos, só isso, foi motivo de festa, com toda a gente na rua para acolher o Sucessor de Pedro.
Será que temos esta consciência em Portugal?
Já ouvi bons católicos dizer que preferem seguir tudo pela televisão. E até mesmo religiosas, que não vão pôr os pés em Fátima nesses dias (apesar do Papa ter agendado um encontro específico com os consagrados). Não gostam de confusão – dizem, como desculpa.
Este é o típico retrato da velha Europa: acomodada, rotineira e cansada da fé.
Espero que os portugueses despertem deste comodismo e permitam que Bento XVI se sinta aqui como em sua casa, sob pena da nossa herança secular de amor e fidelidade ao Papa ficar definitivamente arrumada no passado, apenas reduzida aos livros de história.


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Lançada a campanha para a vinda do Papa



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Ninguém dá o que não tem - S. Josemaria Escrivá

Convence-te: o teu apostolado consiste em difundir bondade, luz, entusiasmo, generosidade, espírito de sacrifício, constância no trabalho, profundidade no estudo, amplitude na entrega, actualização, obediência absoluta e alegre à Igreja, caridade perfeita... Mas ninguém dá o que não tem. (Sulco, 927)

Não o esqueças: convencemos tanto melhor quanto mais convencidos estivermos. (Sulco, 929)

"Não se acende a luz para a pormos debaixo de um alqueire, mas sobre um candeeiro, a fim de que ilumine todos os da casa; assim brilhe a vossa luz diante dos homens, de maneira que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus".

E, no final da sua passagem pela Terra, ordena: "euntes docete", ide e ensinai. Quer que a sua luz brilhe na conduta e nas palavras dos seus discípulos. Nas tuas também. (Sulco, 930)

Que essa ideia do catolicismo é velha e, portanto, inaceitável?... Mais antigo é o Sol, e não perdeu a sua luz; mais arcaica é a água, e ainda tira a sede e refresca! (Sulco, 937)

Alguns não sabem nada de Deus..., porque não lhes falaram d'Ele em termos compreensíveis. (Sulco, 941)

Acredita em mim: normalmente, o apostolado, a catequese, tem de ser capilar: um a um. Cada crente com o seu companheiro mais próximo.

A nós, filhos de Deus, interessam-nos todas as almas, porque nos interessa cada uma delas. (Sulco, 943)


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De mota chegou mais rápido

O gangster David Morales morreu num tiroteio em San Juan, e deixou instruções muito específicas: queria ir para a última morada como se estivesse a fazer mais uma viagem por uma qualquer auto-estrada.

O seu tio, Jose Torres declarou: "Foi enterrado como ele desejou. Este foi o último presente que lhe poderíamos dar para honrar os seus desejos."

Já o porta-voz da funerária admitiu que a cerimónia fúnebre foi "fora do normal", mas declarou também que a empresa "gosta de agradar aos seus clientes". Ler o resto da notícia.


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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Papa falou aos portugueses



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Papa venerou o Santo Sudário

“Como fala o Sudário?” perguntou o Papa.
“Fala com o sangue, e o sangue é a vida! O Sudário é um ícone escrito com sangue; o sangue de um homem açoitado, coroado de espinhos, crucificado e ferido do lado direito. A imagem impressa no Sudário é a de um morto, mas o sangue fala de sua vida”.

“Cada traço de sangue fala de amor e de vida” – acrescentou. “Especialmente aquela mancha abundante próxima às costelas, feita de sangue a água vertidos copiosamente de uma profunda ferida feita por uma lança romana, aquele sangue e aquela água plenos de vida. É como uma fonte que murmura em meio ao silêncio, e nós podemos senti-la, podemos ouvi-la, no silêncio do Sábado Santo”.


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Entrevista ao Cardeal Saraiva Martins

Podeis lê-la aqui.


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Benfica e Sporting unidos por Bento XVI



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Frase do dia

"Não podemos levar ao mundo a boa nova, que é Cristo, se não estamos nós mesmos em profunda união com Cristo, se não o conhecemos em profundidade e de modo pessoal, se não vivemos da sua Palavra." 

Papa Bento XVI


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Todas as notícias sobre a vinda do Papa

Podem encontrá-las aqui: http://bentoxviportugal.pt.vu/


O gestor do blog é de total confiança, isso posso garantir.
Viva o Papa!!


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quarta-feira, 5 de maio de 2010

(in) Tolerâncias



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Onde estão os Direitos Humanos?

Os médicos de um hospital de Rossano Calabro, uma cidade no sul de Itália, foram acusados de não prestar socorro a um feto que sobreviveu por mais de 24 horas depois de ter sido abortado por uma paciente. Ler o resto do artigo.


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Quem luta contra o aborto em Portugal

Grupo junta-se desde 2008 à porta da Clínica dos Arcos, em Lisboa, para rezar o terço e tentar demover as mulheres de abortar.

"Esta semana já salvámos mais dois bebés." Antes da oração do terço foi esta a boa notícia que fez sorrir os voluntários do grupo Mãos Erguidas. Desde 2008 que estes missionários se juntam à porta da Clínica dos Arcos, em Lisboa, para rezar e demover as mulheres de abortarem. Durante este tempo dizem já ter convencido 14 mulheres a desistir. "Pelo menos que a gente saiba, mas podem ser mais", adianta Manuela Gonçalves, uma das oradoras. Ler o resto do artigo.


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domingo, 2 de maio de 2010

Muito bom!



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Frase do dia

"A experiência do voluntariado é uma autêntica escola onde se aprende a ser artesão da civilização." 

Papa Bento XVI


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sábado, 1 de maio de 2010

Bom Pastor - Papa Bento XVI


O Deus vivo fez-se ele mesmo cordeiro. Pôs-se do lado dos cordeiros, dos que são pisados e sacrificados. É precisamente assim que Ele se revela como o verdadeiro pastor: «Eu sou o bom pastor. Eu dou a minha vida pelas ovelhas», diz Jesus de si mesmo.

Não é o poder o que redime, mas o amor! Este é o distintivo de Deus: Ele mesmo é amor.

Quantas vezes desejaríamos que Deus se mostrasse mais forte! Que actuasse duramente, derrotasse o mal e criasse um mundo melhor. Todas as ideologias do poder se justificam assim, justificam a destruição de tudo o que se oponha ao progresso e à libertação da humanidade.

Nós sofremos pela paciência de Deus. E, não obstante, todos necessitamos da sua paciência. O Deus, que se fez cordeiro, diz-nos que o mundo se salva pelo Crucificado e não pelos crucificadores.

O mundo é redimido pela paciência de Deus e destruído pela impaciência dos homens. 

24/04/2005


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